domingo, 31 de outubro de 2010

Cinico e injusto, Lula ofende a José Serra

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste domingo (31), após votar em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, que o candidato à presidência da República do PSDB, José Serra, sairá dessa campanha menor do que entrou.
Cabo eleitoral ativo da candidata petista Dilma Rousseff, o presidente fez a afirmação ao responder uma pergunta que dizia que a campanha foi nivelada por baixo de parte a parte.
"Não me fale de parte a parte. Essa campanha foi muito mais violenta de uma parte para a outra. Eu sinceramente acho que o candidato Serra sai menor dessa campanha", disse Lula.
"Sai menor porque a agressividade deles com a companheira Dilma Rousseff é uma coisa que eu imaginava que tivesse terminado na política brasileira. Eu fui candidato cinco vezes. Das cinco vezes, eu perdi três, e vocês nunca me viram com a agressividade que teve nessa campanha", opinou Lula, derrotado por Fernando Henrique Cardoso em 1994 e 1998 e Collor em 1989.
Lula usou de cinismo e foi injusto com o candidato José Serra. Durante esta campanha não se ouviu de Serra, em nenhum momento, agressões gratuitas nem acusações levianas.
Ao contrário do que disse o presidente "aloprado", Serra fez uma campanha até amena e pouco agressiva, respeitando sua adversária, evitando falar de seu passado nebuloso e de sua incompetência.
* http://bit.ly/bAgbR2

Palavras, nada mais?

“Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito”.


Dilma Rousseff, no discurso da vitória, garantindo que fará na Presidência da República o contrário do que fez na Casa Civil.
* http://bit.ly/aGRZpK

Pelo Brasil, podemos fazer muito mais

Tiririca diz que não pode provar que sabe escrever

Acusado pelo Ministério Público de ter falsificado uma declaração de alfabetização ao registrar sua candidatura a deputado federal, Francisco Everardo Oliveira Silva (PR-SP), o Tiririca, recorreu à medicina. Um laudo médico anexado a sua defesa diz que o humorista tem Transtorno de Desenvolvimento da Expressão Escrita, uma deficiência motora que o impediria de segurar uma caneta com firmeza. A defesa afirma que Tiririca contou com o auxílio de sua mulher para escrever de próprio punho a declaração de alfabetização, exigida pela Lei Eleitoral. A mulher de Tiririca teria apoiado sua mão sobre a mão do marido para ajudá-lo a firmar a caneta no momento da redação. Por causa da deficiência, diz a defesa, Tiririca também estaria impossibilitado de fazer testes de escrita.
A explicação contradiz o vídeo gravado por ÉPOCA em setembro, que deu origem às suspeitas de analfabetismo. As imagens ( http://bit.ly/8XVM2U ) mostram Tiririca dando autógrafo a um fã.
A defesa alega que ele não conseguiu ler o impresso porque tem hipermetropia. Tiririca não usa óculos, sempre segundo sua defesa, por motivos profissionais. O laudo médico garante que o deputado eleito é capaz de ler sem grandes dificuldades.
A defesa diz que o parecer médico, assinado por quatro profissionais de São Paulo, é fruto de uma bateria de testes feitos com o humorista desde o início do mês. Imediatamente após a eleição do dia 3 de outubro, porém, Tiririca tirou férias e viajou para Itapipoca, no Ceará, sua cidade natal. Uma reportagem da TV Globo gravada no dia 4 já mostrava Tiririca no aeroporto de Fortaleza.
Em várias ocasiões, seus assessores disseram que ele passaria 20 dias por lá. Mas pelo menos um dos exames médicos anexados pela defesa aparece com a data de 10 de outubro. O cabeçalho mostra que o endereço do consultório fica bem longe de Itapipoca. É de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo, base eleitoral do deputado federal Valdemar da Costa Neto (PR-SP), réu no processo do mensalão e líder do partido ao qual Tiririca é filiado.
*Fonte: Revista Época online

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A renúncia suja a ficha dos políticos

O deputado Jader Barbalho (PMDB-PA) renunciou ao mandato de senador em 2001. Ele gostaria de voltar ao Senado Federal em 2011. Candidatou-se e teve votos suficientes para comemorar a eleição. Mas aquela renúncia há nove anos estragou seus planos. Ele está com a ficha suja e inelegível até este ano.
O Supremo Tribunal Federal (STF) negou ontem (27/10/10) o recurso do deputado contra a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que indeferiu o registro da sua candidatura. Jader Barbalho concorreu "sub judice". O placar de cinco a cinco levou a Corte a adotar o critério do regimento interno que mantém válido o ato contestado em caso de empate.
A decisão atinge a todos os que renunciaram a seus mandatos, exemplo de Joaquim Roriz, em Brasília, que deixou o Senado Federal em 2007 para escapar de um processo por quebra de decoro parlamentar, e do deputado Paulo Rocha (PT-PA), envolvido no caso do mensalão do PT e que concorreu este ano ao cargo de senador.
Contra Jader foi aplicado o inciso K da Lei Complementar nº 135/10, a chamada Lei da Ficha Limpa, que diz que a renúncia torna inelegível o Presidente da República, o governador, o prefeito e os membros do Poder Legislativo federal, estadual e municipal "para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos oito anos subsequentes ao término da legislatura". O mandato de senador do atual deputado pelo Pará encerraria em 2002. Somados mais oito anos subsequentes, ficou inelegível até as eleições deste ano. 
A renúncia sujou a ficha de Jader Barbalho, Joaquim Roriz e de quem mais escapou ou quiser escapar de um processo de cassação de mandato. A Lei da Ficha Limpa surtiu efeito.  

Um engodo eleitoral

"Mais de 80% dos brasileiros, incluindo 136 milhões de eleitores, estão sendo enganados pelo presidente Lula, pelo PT e pela propaganda eleitoral. Mostram a candidata Dilma Rousseff sorridente, simpática, pacífica, humana, sensível, afável, beijando crianças, brincando com cachorro, tudo artificial escondendo a verdadeira Dilma Rousseff: antipáitca, arrogante, intolerante, autoritária, radical e revolucionária, como foi na ditadura militar, entre 1967 e 1972, quando chefiou organizações clandestinas, fez luta armada e assaltou bancos para fazer fundos visando a implantação de ditadura comunista no Brasil...Eleita presidente, certamente, Dilma Rousseff vai querer fazer, pela via democrática, o que não conseguiu pela via armada: uma ditadura comunista no Brasil. Deus nos proteja!"
*Trecho de matéria do jornal Fatorama, distribuído gratuitamente em Brasília.

Top five com Dilma Roussef

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Dilma não acredita em Deus?

Tráfico de influência no governo petista

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu entorno estão preocupadíssimos – a ponto da histeria – com duas bombas de efeito devastador, tanto para o governo como para a candidatura de Dilma Rousseff. Por enquanto, o Planalto mantém o controle da situação, só não sabe até onde poderá segurar os mais afoitos.
A ex-Chefe da Casa Civil, Erenice Guerra, em depoimento à Polícia Federal,assumiu que se encontrou com o consultor que fez a denúncia de tráfico de influência no governo federal, na antessala do presidente da República. Erenice recuou da primeira versão que constava de sua nota oficial, que nunca havia estado com Rubnei Quícoli, lobista da empresa EDRB. Confirmou, também, que esteve com Fábio Bacarat, representante da MTA, a aérea que fazia transporte de carga para os Correios.
As primeiras informações dão conta que foi bandalheira das grossas e que atinge diretamente familiares da ex-ministra, amigos e subordinados. A rádio corredor informa, a boca pequena, que isso não é nada perto do que está para vir a público.
O depoimento de Erenica na Polícia Federal, deixando a “questão” em aberto, foi a senha endereçada ao lulo-petismo para que fique alerta. Quando avisou que não seria um novo Delúbio Soares, Erenice Guerra quis dizer que se for abandonada pelo partido e pelo governo federal, não terá o mínimo constrangimento em falar tudo o que sabe.
Amigos não fazem segredo que Erenice se sentiu abandonada por Dilma Rousseff e pelo PT; não cansam de propagar que a ex-ministra é uma bomba em movimento. Afirmam, ainda, que a propina recebida pelos seus filhos e amigos é café pequeno, considerando o montande que foi distribuído para pessoas próximas ao governo, que dele faziam uso de forma nada republicana.
*Li no blog GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS  em 28/10/2010 04:27:00 PM

O apocalipse

Lula, novos paradigmas

O passado oculto de Dilma Roussef

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

É dando que se recebe

O SBT e Lula...tudo a ver! 
A Caixa Econômica Federal anunciou, em novembro do ano passado, a aquisição de 35,54% do capital do banco Panamericano, de propriedade de Silvio Santos Participações Ltda. A operação foi contabilizada em R$ 739, 2 milhões. De acordo com a Caixa, a venda inclui um acordo de acionistas, pelo qual a Caixapar passa a participar da governança do PanAmericano.
Banco Central aprova operação de compra do Panamericano pela Caixa - uma materia perdida..lá do dia 20/07/2010.
Depois, veio a visita do Sílvio Santos ao Lula...até acertaram uma participação no Teletom.., logo em seguida, Lula até disse, no palanque de Dilma que depois do dia 31 de Dezembro, poderia ser um apresentador de programa de auditório, como o Sílvio Santos...depois, o SBT monta a fraude da bolinha de papel e é desmascarado...enfim, quando se liga os pontos, vai ficando claro o desenho que se pretende formar ...agora estou começando a entender porque ontem, o SBT Nordeste, onde se concentra o maior número de eleitores de Dona Dilma cancelou, apesar de ter acordado com as assessoria dos dois candidatos que, caso um faltasse o outro teria direito a uma entrevista de 30 minutos, cancelou a entrevista que José Serra teria direito, pois Dilma fugiu, por pressão da cúpula central do SBT.

Um presidente que não sabe o que diz

Depois de acusar José Serra de ter convertido o tumulto de uma caminhada no Rio de Janeiro em “falsa” agressão, Lula passou a sofrer críticas generalizadas.
Alheio às reprimendas, o cabo eleitoral de Dilma Rousseff não parece disposto a abandonar o papel de faísca que alimenta o fogo.
Nesta terça (26), em meio a uma cerimônia oficial do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Lula fez piada com o “bolinhagate”.
Disfarçado de presidente da República, discursou sobre os avanços no debate ambiental. Enxerga uma unificação de posições.
O governo, segundo Lula, já não precisa adotar comportamento defensivo. Ao recordar o passado, fez uma analogia desajeitada.
Comparou a posição preventiva das autoridades do governo com os escudos usados por PMs na contenção de confrontos:
"O governo ia para reuniões como se fosse de forma preventiva com aquele negócio que a polícia de choque usa para não tomar bordoada, ou seja, para que não caísse um papelete na cabeça".
Depois da alusão ao “papelete”, Lula soou confuso.
É pena que não dispusesse de um desses rolos de fita adesiva que Serra diz ter alcançado sua calva no Rio.
Se tivesse a fita-crepe à mão, Lula poderia ter selado os próprios lábios.
Teria evitado pronunciar a seguinte frase:
“Então, eu acho que nós estamos numa situação muito importante, que é a compreensão dos trabalhadores, a compreensão dos empresários...”
“...A compreensão do governo e a compreensão dos ambientalistas...”
“...Estamos, hoje, compreendendo que a somatória, ou seja, da síntese de uma compreensão nossa sobre a questão do clima...”
“...É que pode permitir que o Brasil possa ser transformar, definitivamente, num país vanguarda na discussão da questão do clima”.
O repórter suspeita que Lula tenha desejado dizer o seguinte:
O consenso em torno dos problemas climáticos pode levar o Brasil a avançar na matéria.
*O texto é de Josias de Souza, na Folha online

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Sobre os tais "coronéis'

Sim, o PSDB quer voltar ao governo federal – na verdade o PSDB acaba de se eleger para governar a maior parte do PIB brasileiro – Santa Catariana, Parana, São Paulo, Minas ... Não são na verdade onde se encontram os antigos “coronéis” – a gente da Arena, depois PFL e PDS está com o Lulla – será que voces não sabem que o Serra tem apoio de 2 ex – presidentes, ambos democratas verdadeiros – já a Dilma tem a seu lado – Collor e Sarney – e os demais “coronéis” Renan, Jucá, o ficha suja do Para, e tantos outros..... partido dos grotões e dos coronéis é o PT.
fONTE: http://gracanopaisdasmaravilhas.blogspot.com/2010/10/sobre-os-tais-coroneis.html

Erenice confirmou encontro com empresários que pagariam taxa de sucesso aos seus filhos

Da Folha de São Paulo:
A ex-ministra Erenice Guerra mudou a versão que sustentava até agora e confirmou à Polícia Federal que recebeu na Casa Civil empresários que negociavam contrato com a firma de lobby dos filhos dela para obter um empréstimo do BNDES. Na época, a ministra era Dilma Rousseff, atual candidata do PT à sucessão presidencial, e Erenice, seu braço direito. A Folha teve acesso à íntegra do depoimento dela, que durou quatro horas e teve mais de cem perguntas sobre o esquema de tráfico de influência na Casa Civil.
A assessoria da Casa Civil, por meio de notas oficiais, havia negado por duas vezes à Folha a participação de Erenice na reunião com os empresários de Campinas que negociavam com a empresa de lobby Capital. Em uma delas a assessoria alegou "incompatibilidade de agenda" da então secretária-executiva da Casa Civil.
Após a Folha publicar a negociação do filho de Erenice com esses empresários, ela deixou o governo. Erenice afirmara, em entrevista à revista "IstoÉ", após deixar o cargo, que "nunca" recebeu representante da EDRB Brasil, empresa de energia solar de Campinas que procurou a empresa dos filhos dela para obter financiamento do governo.
Ontem Erenice mudou a versão. Disse à PF que recebeu, no ano passado, os empresários paulistas no prédio do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde funcionava provisoriamente o governo. Ela relatou que esteve na reunião "salvo engano, entre 20 e 30 minutos". Procurada mais uma vez, a Casa Civil disse ontem à Folha que as informações prestadas antes partiram da então ministra e que não iria comentar o depoimento. O dono da EDRB, Aldo Vagner, e o consultor Rubnei Quícoli disseram à PF que após a reunião com Erenice foram procurados pela empresa dos filhos dela para viabilizar o projeto em troca de "taxa de sucesso".
A PF perguntou a Erenice se Dilma tinha conhecimento do projeto apresentado na reunião. Ela disse que não saberia responder. Ela negou que tenha pedido, por intermédio do ex-diretor dos Correios Marco Antonio Oliveira (tio de um sócio do filho dela na empresa de lobby), dinheiro para a campanha de Dilma. Erenice afirmou que nem ela nem Dilma conhecem Oliveira. No depoimento, Erenice também confirmou que se encontrou no início do ano, numa padaria de Brasília e em seu próprio apartamento, com outro empresário, da MTA Linhas Aéreas, que contratou a empresa dos filhos.
Erenice negara os encontros à revista "Veja". Em nota, a Casa Civil dizia que a ministra só recebia empresários "em seu gabinete, com agenda prévia e pública". Erenice disse ainda que "não sabia" que seu ex-assessor Vinícius Castro, sócio do filho dela na empresa de lobby, "pretendia assessorar a empresa EDRB no projeto apresentado à Casa Civil". Também não disse se foi ele quem agendou a reunião. Erenice contou à PF que, "em data não recordada", o filho Israel lhe disse que "tinha a intenção de montar uma empresa de assessoria na área de aviação", e que Vinícius Castro seria convidado para futura sociedade. Apesar disso, disse que "não era de seu conhecimento" que Vinícius e Israel estavam procurando empresas.

Vindo de Lula, nada dá certo


Provando que tudo que deu certo no governo Lula, adveio do governo FHC, eis mais um projeto do governo Lula ( foram uns dois ou três ao todo ) que também não de certo.
Foi mais um engodo.Mais um factóide que custou milhões aos cofres públicos.

Eles querem a ditadura

Comunistas tradicionais e encrustados no poder. Bajuladores de todo e qualquer líder socialista. Estas pessoas demonstram torcer por uma ditadura socialista. Pela supressão da liberdade e da democracia ao se aliarem aos socialistas convictos.
Um país tão belo e próspero não merece retrocesso politico-social.

Debate repete os mesmos temas e nada acrescenta para o eleitor

Os candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) participaram na noite desta segunda-feira (25) de mais um debate deste segundo turno das eleições. O encontro aconteceu em São Paulo e foi promovido pela TV Record.
O debate foi dividido em três blocos. No primeiro e no segundo bloco, cada candidato fez duas perguntas para o adversário. Quem pergunta tem direito a réplica e quem responde tem direito à tréplica. No terceiro bloco, cada candidato fez uma pergunta ao adversário. Na sequência, eles fizeram as considerações finais.
O debate, que durou cerca de 1h30 e abordou os seguintes temas: Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), obras na região Nordeste, internet banda larga, denúncias de corrupção, Prouni, projeto ficha limpa, saúde, exploração do petróleo do pré-sal, geração de empregos e Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST).
*Portal G1

Direito a verdade

Dilma De assalto ela entende?

O assalto, planejado por Dilma e seus companheiros da militância armada pelo socialismo
Por Domitila Becker:
A noite estava chegando quando as duas camionetes estacionaram numa ladeira do bairro de Santa Tereza, no Rio. Armados de revólveres e granadas, 11 homens e duas jovens desembarcaram e, em movimentos rápidos, invadiram o casarão onde morava Ana Benchimol Capriglione, amante do ex-governador paulista Adhemar de Barros, famoso pelo bordão “rouba, mas faz”. Na hora do crepúsculo de 18 de julho de 1969, começava o maior assalto praticado durante a ditadura militar por grupos partidários da luta armada.
Disfarçados de policiais à caça de documentos considerados subversivos, os invasores se espalharam pela mansão. Enquanto alguns subiam ao segundo andar para localizar o cofre, outros imobilizaram moradores e empregados, furaram os pneus dos carros estacionados na garagem e cortaram as linhas telefônicas. A operação durou exatamente 28 minutos. E enriqueceu em US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 30 milhões em valores atuais) a VAR-Palmares, organização comunista que tinha entre seus mais ativos militantes a universitária mineira Dilma Rousseff. “A gente achava que o golpe ia ser grande, mas não tinha noção do tamanho”, disse Dilma numa entrevista publicada em 2006.

O Brasil da China

A Amazônia chinesa - Rubem Azevedo Lima - Correio Braziliense - 25/10/2010:
O ex-ministro Delfim Netto voltou a falar, em fins de setembro último, no Perfil Econômico, da ação do Estado chinês, que comprou, na Amazônia, recursos naturais do Brasil - propriedades agrícolas, minas de ferro, de cobre ou manganês -, sob o disfarce de empresas estatais.
Segundo o ex-ministro, a China pretende crescer 9% ao ano, após os 11% de crescimento nas três últimas décadas. Mas, como não tem terra cultivável, ela só alcançará esse objetivo se comprar outra China. O país não tem água abundante, disponibilidade energética, nem matéria-prima e está longe de ter autonomia alimentar.
O normal, diz Delfim, seria as empresas chinesas comprarem no mercado o que precisam. O Estado chinês adotou a estratégia de comprar diretamente recursos num país soberano e ser o proprietário deles.
Então - prossegue Delfim - o próprio crescimento chinês faz explodir os preços dessas matérias-primas. Como proprietária de minas no Brasil, ela exportará o minério pelo preço que lhe convém. Teremos de introduzir sistema de preço mínimo para exportação do minério. Mas, se fizermos isso, o governo chinês reclamará: não é possível o Brasil tributar um governo soberano.
É inadmissível um Estado soberano comprar os recursos naturais do Brasil, que pertencem à sociedade brasileira, não a nenhum governo de plantão. Se quiserem comprar minérios, que uma empresa privada se instale aqui, extraia e exporte minérios. O inadmissível é o Estado chinês, disfarçado em estatal, comprar mina de ferro ou de cobre e enormes terras para produzir soja. Nada de pegar minério aqui, enviá-lo a uma indústria de bens de capital lá, a preços políticos, em vantagem sobre qualquer economia.
Tão grave quanto isso foi a jactância de Lula, segundo a qual "nunca os banqueiros ganharam mais no Brasil" do que em seu governo.
Delfim vê desnacionalizar-se a Amazônia, sob Lula, um anti-Artur Bernardes (digam-lhe quem foi) e teme o Estado chinês, não os chineses. Não se quer expulsá-los, mas uma Amazônia em segurança e nossa, mais nada. É o que se pede a quem eleger-se presidente dia 31, eleitores.
http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2010/10/25/a-amazonia-chinesa

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Coisas do petismo?

Rodovia Cuiabá-Santarém em 2010
Rodovia Cuiabá-Santarém. Eis o verdadeiro PAC de Lula e Dilma. A "mãe do PAC" só pariu este tipo de obra. As demais, até as que inauguraram, estão em início (apenas para nutrir a propaganda) ou nem começaram.

Lula é bonzinho com estrangeiros, usando o nosso dinheiro

Essa gravura ilustra o texto do Economist, que fala que Lula fala manso e carrega um cheque em branco quando se trata de dar ajuda
A revista Economist estranha que o Brasil gaste tanto em “diplomacia de generosidade”, com países emergentes, da África e America Latina, enquanto existem enormes bolsões de miséria no Brasil. Traduzindo: Lula quer aparecer como pai da humanidade, torrando o dinheiro dos brasileiros no exterior. E tome carga tributária.
Uma reportagem publicada nessa semana pela revista britânica “Economist” calcula que os recursos gastos pelo Brasil em ajuda humanitária e desenvolvimento no exterior podem chegar a US$ 4 bilhões por ano.
O cálculo, que inclui as iniciativas brasileiras de assistência técnica, cooperação agrícola e ajuda direta a países da África e América Latina, mostra que o Brasil “está se tornando rapidamente um dos maiores doadores mundiais de ajuda aos países pobres”, diz a revista.
A reportagem chega ao montante de US$ 4 bilhões somando os recursos da Agência Brasileira de Cooperação, projetos de cooperação técnica, ajuda humanitária a Gaza e ao Haiti, recursos destinados ao programa de alimentos da ONU e outros, e financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES, nos países emergentes.
Entretanto, a Economist vê o que chama de “ambivalência” nos programas de ajuda do Brasil. Lembra que o país ainda precisa combater bolsões de pobreza dentro de seu próprio território, aponta deficiências na estrutura burocrática voltada para a cooperação internacional e avalia que funcionários e instituições voltados para este fim estão “sobrecarregados” com o crescimento exponencial do volume de assistência durante os anos do governo Lula.
A revista diz que o governo brasileiro está indo longe demais, rápido demais.
Na desesperada busca de tentar ganhar o Premio Nobel da Paz ou de um emprego na ONU, Lula joga recursos que deveriam ser destinados aos brasileiros, em outros países.
Somos nós brasileiros que estamos bancando a mais cara campanha para o premio Nobel da Paz da história da humanidade.
COMENTO: Existe comentários, feitos por quem conhece os bastidores do poder, que muito desses recursos "doados" a outros países e ONGs, estão retornando para a campanha de Dilma. É apenas uma parte, dizem, coisa em torno de 200 milhões de dólares. É preciso checar se a informação é precisa. Mas que há uma certa desconfiança...há!

A turma da Dilma já deu o pré-sal


Isto é o que se chama privatizar o pré-sal pelas beiradas. Isto é coisa do Lula, do petismo, com o apoio de Dilma, entregando o pré-sal ao estrangeiro.

domingo, 24 de outubro de 2010

Discurso do Aécio em Copacabana.wmv

Virei militante

Virei militante, só nestas eleições, nesta altura de minha vida. Com mais de 70 anos, simplesmente não me acomodei. Graças a Deus, tenho saúde e paixão pelo que faço. Meu ritmo de atividade ainda é intenso: trabalho de 10 a 12 horas por dia. Enquanto tiver saúde, não me aposentarei: quero morrer escrevendo. Nas últimas semanas, apenas mudei o conteúdo de trabalho.
Virei militante cívico e político, só nestas eleições, porque acredito na possibilidade de um novo Brasil. Por isso, arregaço as mangas para que esse sonho se realize. Não esperei de braços cruzados o resultado do primeiro turno destas eleições gerais nem vou esperar, sentado, a chegada do segundo turno. Virei militante. E vou dizer por quê.
Virei militante, só nestas eleições, para tentar impedir que o PT transforme o Brasil em sua propriedade exclusiva ou das piores oligarquias deste País. E para quem não sabe, confesso que tenho saudade daquele PT que vi nascer,que repudiava a corrupção. Não fui fundador do partido, mas gostava de sua proposta a ponto contribuir financeiramente para que ele se consolidasse em seus primeiros anos, como poderá testemunhar uma petista histórica, a jornalista Lia Ribeiro Dias. Aquele PT, puro e idealista, morreu, corrompido pela sede de poder. Muito antes da saída de Hélio Bicudo, de Ferreira Gular, de Plínio Sampaio e de tantos outros, eu já havia me desencantado com o PT, com seu oposicionismo cheio de ódio e de hipocrisia, até os anos 1990. Depois da vitória de 2002, tudo mudou. A partir do mensalão, em 2005, eu concluí que esse partido não é igual aos demais: é muito pior.
Virei militante, só nestas eleições, com o propósito único e claro de obter mais alguns votos para José Serra. Mesmo que seja apenas meia dúzia de votos. Para consegui-lo, tenho falado, desde o primeiro turno, com dezenas de amigos, vizinhos, gente conhecida e desconhecida, dos mais próximos aos mais distantes, sem brigar, sem ofendê-los, apenas mostrando fatos e pedindo que reavaliem as razões de seu impulso inicial em favor de Dilma. Faça o mesmo, meu amigo. Consiga mais meia dúzia de votos. Assim, a vitória de Serra não será apenas possível ou provável: será certa.
Virei militante, só nestas eleições, nesta altura de minha vida, para levar minha palavra a todos os brasileiros que considero honestos, idealistas e patriotas, para que eles conheçam melhor e consolidem sua preferência por Serra. Quero apenas morrer num país realmente democrático, um país mais justo e mais desenvolvido do que o de hoje. A todos que me perguntam que “outras razões” teria eu para tanto empenho, digo-lhes ainda que não tenho reivindicações corporativas, não ambiciono cargos, nem concessões estatais, nem favores de qualquer espécie.
Virei militante, só nestas eleições, para que o Brasil seja conduzido por um presidente da República experiente, sério, capaz, culto e, principalmente, por seu passado absolutamente limpo, sem qualquer envolvimento em corrupção ou negociatas.
Virei militante, só nestas eleições, para que o Brasil se transforme um dia nesse país de meus sonhos. Como já disse noutro artigo, quero viver em um Brasil onde o bandido não tenha mais direito nem mais proteção do que suas vítimas. Quero viver num país sem impunidade, sem leis bastardas que reduzem sempre e cada vez mais as penas dos piores delinquentes, em progressões vergonhosas, para que o criminoso mais cruel volte logo a matar, roubar e estuprar. Um país com leis duras e implacáveis com todos os corruptos e prevaricadores. Um país que não faça valer os direitos humanos apenas em benefício de assassinos, ladrões e malfeitores.
Virei militante, só nestas eleições, porque tenho certeza de que José Serra, como presidente da República dará tratamento prioritário à educação e valorizará o professor e a criança.
Virei militante, só nestas eleições, porque tenho certeza que Serra jamais ameaçará a liberdade de imprensa de meu País com mordaças, censura, ou supostos controles sociais.
Virei militante, só nestas eleições, porque quero viver num País que incentive e dê todo apoio aos cidadãos de baixa renda e aos portadores de deficiências, para que eles possam superar suas limitações e alcançar a qualidade de vida que todos merecem.
Virei militante, só nestas eleições, porque não suporto mais os impostos escorchantes – que a maioria do povo nem sabe que está pagando. Reitero: não quero mais viver num País com impostos escandinavos e serviços públicos africanos.
Virei militante, só nestas eleições, porque não suporto mais viver num país dominado pelo empreguismo e pelo nepotismo. Num país cujo Estado está sendo aparelhado, dominado e corroído por cupins, mensaleiros, petralhas,corruptos.
Virei militante, só nestas eleições, porque, diferentemente do quadro ilusório que nos apresentam o presidente ventríloquo e sua candidata fantoche, o Brasil não passa hoje de um gigante de pés de barro, porque este governo não investiu prioritariamente na infraestrutura econômica e social do País.
Virei militante, só nestas eleições, para enfrentar a tropa de choque que me escreve e patrulha todos os dias, tentando convencer a opinião pública que o melhor do Brasil de hoje foi obra de Lula, ao longo de dois períodos de governo petista – quando, na verdade, a estabilidade monetária e as mudanças mais positivas do Brasil de hoje foram baseadas nas reformas anteriores, no Plano Real e na Lei de Responsabilidade Fiscal – contra os quais o PT votou.
Virei militante, só nestas eleições, para responder sem medo a essa tropa de choque, como a um desses patrulheiros, chamado Raimundo, que ataca Serra com mentiras e calúnias e justifica seu voto em Dilma dizendo que, “nos tempos de chumbo da ditadura, quando muitos se acovardaram e fugiram do Brasil, ela ficou aqui, enfrentando coturnos e baionetas, mesmo sabendo que seria torturada”. Respondi-lhe que voto em Serra porque em sua biografia, não há corrupção, nem mensalão, nem tráfego de influência. E explico-lhe, a seguir, mais uma vez, porque exilar não é fugir.
Virei militante, só nestas eleições, para dizer a todos os Raimundos que, como milhares de outros brasileiros, lutei nos limites de minhas forças e como pude contra a ditadura. Mas que, diferentemente de José Serra, fiquei aqui, resisti, fui preso diversas vezes, simplesmente por pertencer à Ação Popular e por criticar a ditadura. Fiquei porque não consegui me exilar. Não foi por medo. Mas por opção. Porque tinha melhores condições de luta aqui do que lá fora. Porque, diferentemente, de outros, patriotas equivocados, não parti para o terrorismo. Até porque nunca acreditei nesse caminho. E sempre me recusei a matar inocentes. Quem critica os que foram para o exílio, como o faz Raimundo, levianamente, ofende a memória de brasileiros como Leonel Brizola, Luiz Carlos Prestes, Miguel Arraes e dezenas de outros patriotas, independentemente de concordarmos ou não com suas ideologias. Grandes homens em todos os países tiveram que se exilar.
Virei militante, só nestas eleições, porque me sinto na obrigação de trazer este depoimento, como dever de consciência, para a reflexão de todos que se disponham a votar em um candidato capaz de mudar a cara do Brasil, assegurar-nos a democracia, a liberdade de imprensa, o progresso social e o desenvolvimento econômico sustentável.
Pensem em tudo isso, meus amigos.
*Por Ethevaldo Siqueira - 6 de outubro de 2010

A violência no discurso petista

Corrupção no governo do PT: Secretária abre o jogo e confesssa

sábado, 23 de outubro de 2010

A tirania petista

A campanha dos bilhões

“O esquema para a eleição da Dilma envolve bilhões de reais. Tem caixa 2 da Venezuela, de aplicadores internacionais, até do Irã. Confiram”.
Onde conferir isso? Em que jornal? Em que revista?
http://twitter.com/carlosvereza
Fonte: http://blogdomariofortes.blogspot.com/2010/10/campanha-dos-bilhoes.html

A bichinha palanqueira e suas gafes

Lula tira 2 bilhões da saúde no Brasil

Independentemente da administração que assumirá a gestão pública federal no próximo ano, o Sistema Único de Saúde terá R$ 2 bilhões a menos. Os cálculos foram feitos e divulgados nesta sexta-feira (22) pela Confederação Nacional dos Municípios com base na proposta de lei orçamentária anual de 2011.
A CMN informou nesta tarde que pela proposta de orçamento da União foram destinados à atenção básica de Saúde pouco mais de R$ 12 bilhões. Foram analisadas as transferências regulares de programas federais - saúde da família, agente comunitário de saúde, saúde bucal e os Núcleos de Apoio à Saúde da Família (Nasf’s). “Com base na execução orçamentária de 2010, 92% da previsão orçamentária será comprometida”, observa o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski.
Em texto encaminhado ao ucho.info, a CNM afirma que o problema fica ainda mais grave quando se adiciona ao orçamento da atenção básica os orçamentos previstos para apoio administrativo, média e alta complexidade ambulatorial e hospitalar, vigilância em saúde, saúde suplementar (ANS), vigilância sanitária (Anvisa), Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O montante de recursos chega a R$ 59,5 bilhões e compromete 87% do total do orçamento.
*Fonte: http://ucho.info/saude-publica-tera-r-2-bilhoes-a-menos-no-orcamento-da-uniao-do-proximo-ano

Ditadura: PT quer processar pessoas que divulgam notícias contra Dilma Rousseff

Jornalista de pena destacada, Marli Gonçalves, que semanalmente honra os leitores do ucho.info com seus preciosos artigos, recebeu há dias uma mensagem eletrônica que, não fosse o acirramento da corrida presidencial, poderia ser considerada como mais uma maldade cibernética. A mensagem, enviada por pessoa até agora desconhecida, informa que o Partido dos Trabalhadores contratou um conhecido escritório de advocacia para cuidar judicialmente das mensagens contra a candidata Dilma Rousseff que circularam na rede mundial de computadores.
Preocupada, Marli resolveu checar a veracidade do teor da mensagem e fez contato com o escritório Bottini & Tamasaukas Advogados Associados, com sede em São Paulo e Brasília. Em conversa telefônica com Pierpaolo Bottini, sócio da mencionada banca advocatícia, Marli conseguiu confirmar a intenção do PT: identificar as pessoas que “divulgam e repassam e-mails contra a campanha, sua candidata, contra o que considerarem ofensivo e tom difamatório” e contra as mesmas representar no Ministério Público Eleitoral por crime eleitoral.
Ex-secretário Nacional de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça da gestão do ministro Márcio Thomaz Bastos, Bottini explica que “os crimes contra a honra, eleitorais, geram ações públicas. Não é direito privado”.
Confira abaixo a íntegra da entrevista que o advogado concedeu por telefone à jornalista Marli Gonçalves
O Dr. Pierpaolo Bottini confirmou, no entanto, que o escritório foi contratado, sim, pela campanha do PT para avaliar os crimes contra a honra e de tom difamatório. Os crimes podem ser tipificados em difamação, calúnia, injúria, fatos inverídicos, correspondendo cada um deles a um tipo de condenação, explicou.
- Nós provocamos a investigação. Mas é o Ministério Público que analisa e faz a denúncia. E a polícia que faz as investigações. Nem teríamos condições de fazer isso. Fazemos as representações e elas progridem. Pode ser instaurado também um inquérito policial.
O sócio do escritório fala com certo orgulho que foram eles os responsáveis pela entrada de ações que estão correndo contra José Serra, candidato da oposição à presidência da República, e seu vice, Índio da Costa, por conta das acusações e falas públicas (e publicadas nos jornais) contra Dilma Rousseff, Lula e campanha petista.
Ao ser questionado sobre quantas dessas representações já foram apresentadas, o advogado calculou que já foram cerca de 30 representações. “Mas não me lembro de ter qualquer uma sobre e-emails”, desconversou, ao ser posto diante do cenário, absolutamente possível, por exemplo, de uma senhora mais idosa, em casa, indignada com o PT, e repassando e-mails, por exemplo, piadas ou constatações da vida pregressa (e ainda em parte, desconhecida) de Dilma Rousseff. Todos nós já recebemos ou repassamos algumas delas. O que, inclusive, pode ser o caso da nossa personagem, que nos fez chegar a denúncia.
- O senhor tem idéia da gravidade disso? – perguntei.
- Sim, mas não acredito que isso ocorra, respondeu Bottini, sempre atencioso. Procuramos sempre nos basear em artigos de jornais. Mas há casos de envio indevido que podem estar sendo investigados.
Em momento algum ele afirmou que isso, o fato relatado no e-mail, não poderia ter ocorrido, o que torna extremamente grave o assunto, principalmente para quem só será notificado depois das eleições, quando o assunto cairá no esquecimento e as pessoas terão de se defender solitariamente.
*Fonte: http://ucho.info/ditadura-pt-quer-processar-pessoas-que-divulgam-noticias-contra-dilma-rousseff

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

A colunista dos socialistas

Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, deverá participar de uma caminhada, em prol da candidatura de José Serra, no dia 29, no Largo de São Francisco em São Paulo.
Sobre o assunto, a colunista Monica Bergamo, "admiradora de Lula e Dilma" expressou-se, em sua coluna, ironicamente: "A sucessão de 2010 vai ao verbete da enciclopédia como uma história de conversões do tucanato. Depois de aceitar Roberto Jefferson na coligação e Deus na programação de rádio e TV, o PSDB converteu-se a FHC."
A jornalista pode ironizar à vontade. É a liberdade de expressão tão combatida por seus amigos socialistas que a permite assim escrever em sua coluna.
A colunista, desta forma, se porta como serva de Dilma e Lula enquanto atribue aos tucanos a serventia, por conversão segundo ela, a Deus.
Isto, Monica Bergamo, me traz um certo alento! Enquanto demonstras estar ao lado de socialistas, que se cercam de baderneiros, irresponsáveis e mentirosos, os tucanos buscam a Deus.
Te cuida Monica!
DEUS É MAIS!

O recado do general

Ministro do STM adverte que Exército vai intervir se algum doido decidir se perpetuar no poder.
As Legiões deram o mais duro recado ao presidente Lula da Silva, desde o começo da crise militar gerada pelo motim dos controladores de vôo da Aeronáutica. O Ministro do Superior Tribunal Militar (STM) e General de Exército da reserva, Valdesio Guilherme de Figueiredo, aproveitou sua entrevista ao caderno “Prosa e Verso” do jornal O Globo para avisar. "Se algum doido decidir se perpetuar no poder", o Exército vai intervir. Pela primeira vez um General de Exército do STM comentou o processo movido por uma família de ex-militantes do PCdo B contra o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra (que comandou o DOI-Codi em São Paulo, na década de 70), para que ele seja considerado oficialmente um torturador. O General Guilherme detonou: “Por que não se preocupar com tanto ministro que está aí e que fez pior que o Ustra? Tem ministro aí que matou, enquanto o Ustra dizem apenas que torturou. Não consta que ele tenha matado ninguém”. Conhecido nos tempos da Vila Militar como “Toquinho da Maldade”, o General também mandou um recado aos petistas que desejam acabar com a Lei de Anistia. Foi a mais forte manifestação desde que o governo Lula indicou para o STM a Procuradora da República Maria Elizabeth Guimarães Teixeira Rocha. Filiada ao PT, do qual foi advogada, amiga do casal Lula e Marisa, além de pessoa de confiança do advogado José Dirceu, de quem foi assessora na Casa Civil, Maria Elisabeth é casada com o General Romeu Costa Ribeiro Bastos, amigo do presidente Lula, que comanda a Secretaria de Administração da Presidência da República, responsável, só no ano passado, pelo gasto secreto quase R$ 5 milhões de reais no cartão de crédito corporativo do governo. Ao lembrar que a Lei de Anistia foi sancionada pelo último presidente do ciclo militar, o general Guilherme Figueiredo praticou mais um toquinho de maldade verbal contra o presidente Lula: “Quem cometeu delito está usufruindo dela. E bem. Estão bem remunerados. Agora, quem cometeu delito do outro lado o fez sob a égide de uma Constituição, de 1967. Se comparar a pensão do presidente da Repú­blica (R$ 4,5 mil) com a pensão dos pais do Mário Kozel Filho (soldado que morreu num atentado) é ridículo. Hoje, aqueles que cometeram delitos estão sendo premiados. Agora, não se pode dizer que o Exército é torturador, isso e aquilo. Meia dúzia de malucos faziam isso. O General adverte que “essa conversa de que o Exército mudou é conversa fiada”. Segundo ele, “as Forças Armadas não mudaram nada, porque não mudam nunca. Apenas se recolheram. Agora, se tiver que intervir, claro que vão intervir. É missão constitucional, a garantia da lei, da ordem e das instituições. Vem um doido aí e re­solve dar uma de presidente da Venezuela e querer se per­petuar no poder. Quer dizer ... Se o Congresso mudar a Constituição, vamos bater palmas. Se não mudar, aí não pode. É lógico que tem que haver uma defesa das instituições”. O General Guilherme deu outro recado político ao governo: “Numa ditadura se faz o que quer independentemente da lei. E não sei se agora estamos numa ditadura. Faça uma lei e revogue a Lei da Anistia! Não é mais simples? Processar, pode processar quem quiser. O Ministério Público está aí. Oferece a denúncia e o juiz aceita se qui­ser. Deveríamos estar preocupados não com o coronel Ustra mas com a economia, com o desemprego, com a falta de equipamentos nos hospitais públicos, com a má qualidade do ensino”.
*Por Jorge Serrão

Candidata do governo ganhará a eleição, diz datafolha

Pesquisa Datafolha confirma que Dilma Rousseff (PT) estancou sua perda de votos iniciada no final de setembro. A petista voltou a subir e agora tem uma vantagem de 12 pontos sobre José Serra (PSDB) na disputa pela Presidência da República.
Quando se consideram os votos válidos (excluídos brancos, nulos e indecisos), a petista tem 56% contra 44% do tucano. Esses 12 pontos de vantagem estão abaixo do que foi registrado na véspera da eleição do último dia 3, quando o Datafolha fez uma simulação de eventual segundo turno --Dilma tinha 57% contra 43% de Serra.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Campanha suja e ilegal - Panfletos anti-Serra são distribuídos por sindicatos dentro da Transpetro, uma estatal

No Globo Online. Volto depois:
Panfletos contrários ao candidato do PSDB à Presidência, José Serra, foram distribuídos nesta quarta-feira dentro da sede da Transpetro, subsidiária da Petrobras, segundo denúncias de funcionários. Elaborado pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e por outras entidades, a propaganda convoca trabalhadores para uma caminhada nesta quinta-feira, no Centro do Rio, contra “o retrocesso e as privatizações”, e traz uma caricatura de Serra como um monstro.
De acordo com funcionários da empresa, o panfleto estava disponível dentro da sede da Transpetro, em frente aos elevadores dos funcionários. Junto à propaganda, outros jornais de sindicatos, todos com mensagens contra a campanha tucana, eram distribuídos.
Segundo o advogado Sílvio Salata, presidente da Comissão de Estudos Eleitorais da OAB de São Paulo, o ato fere a legislação. Ele afirma que, se a campanha tucana for à Justiça, poderá pedir a apreensão dos panfletos e multa aos sindicatos: “A lei é clara e proíbe este tipo de propaganda, ainda mais dentro de estatais.”
O coordenador da FUP, José Antônio de Moraes, afirma que todos os sindicatos estão orientados a evitar fazer a convocação para o ato dentro das empresas estatais: “Temos que ver o que pode ter acontecido. Talvez algum funcionário tenha colocado os panfletos ali, inadvertidamente, ou então foi uma ato automático, no local onde os jornais do sindicato sempre ficam à disposição”, disse.
Comento
A canalha nada mais fez do que repetir o comportamento do presidente da Petrobrás, José Sérgio Gabrielli, hoje o mais graduado dos terroristas eleitorais entre os que trabalham para estatais.

Querem eleger o radicalismo e a intolerância

O Ibope divulgou, na noite de ontem, quarta-feira (20), nova pesquisa de intenção de voto para a Presidência da República. O levantamento traz a candidata petista a frente da preferência popular com 56% dos votos válidos, contra 44% do candidato José Serra.
Na pesquisa anterior, divulgada no último dia 13, Dilma tinha 53% dos votos válidos, e Serra, 47%.
É sempre assim. Aproxima-se o dia da eleição e vêm os institutos de opinião com numeros sempre inflados em favor da petista.
É bem verdade que ela teve mais mídia, mais tempo de campanha, mais máquina pública a seu favor. Também tem vantagem na preferência do eleitorado mais pobre e mais ignorante e, portanto, quase da maioria num país de analfabetos, sobretudo, políticos.
Mas, convenhamos: Só a condescendência da grande imprensa, minimizando escândalos petistas e dando espaços, no mínimo generosos, para o presidente da República endeusar sua "mãe do PAC" diante de milhões de brasileiros, já foi uma "colher de chá" nunca vista na história deste país.
Ademais, as denúncias vazias e infundadas, muitas vezes fantasiosas e vergonhosamente expelidas pelo mentor maior da candidata e seus asseclas, soavam diáriamente aos ouvidos dos incautos.
Qualquer que seja o poder da oposição em conquistar votos, jamais se comparará ao poder do Estado e da imprensa amestrada "a serviço" da candidata do governo.
Esta eleição é uma covardia. Esta covardia se estende desde o posicionamento das grandes redes de televisão, passando por jornais, revistas, e igrejas caça-níqueis espalhadas por todo país.
Todos sabemos que o modelo chavista é o modelo dos seguidores, admiradores e mentores da candidata socialista. Todos sabemos que este modelo tolhe a liberdade do povo sob todos os apectos.
Não adianta dona Lily Marinho oferecer chá a candidata. O chavismo não perdoa a imprensa livre. O PT também não. Aliás, o PT não tolera quando a imprensa diz a verdade sobre suas mazelas. O PT gosta de elogios e abomina criticas, mesmo as mais suaves e construtivas. 
Os querem o poder cada vez mais, e dele não querem abrir mão jamais mesmo que, em nome da manutenção deste poder, possa rasgar a Constituição, calar a voz dos justos e aniquilar o bom senso e a liberdade.
Que se cuide a imprensa livre e séria que ainda resta neste país. Que se cuidem aqueles que lutaram para formar suas famílias e criar seus filhos em um ambiente de liberdade e democracia. Estamos diante de uma eleição onde deveremos escolher entre o lado que quer esmagar, aniquilar, destruir - até fisicamente- os que não comungam ou se quedam ante seus princípios radicais e aqueles que, democráticamente, com toda liberdade de expressão e ação, permitiram que os falaciosos radicais estivessem, hoje, no poder.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

O que faz um presidente

Petistas agridem Jose Serra no Rio de Janeiro

Terminou em pancadaria e muita confusão uma caminhada do candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, no início da tarde desta quarta-feira no calçadão de Campo Grande, tradicional área de comércio popular do bairro da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. O tumulto teve início depois que cabos eleitorais do PT - partido de Dilma Roussef, adversária de Serra no segundo turno das eleições -, foram ao encontro de militantes tucanos, para enfrentamento 
Durante o quebra-quebra que se formou, Serra foi atingido na cabeça por uma bobina de adesivos lançada por um dos petistas. Acompanhado do deputado federal Fernando Gabeira (PV) - que neste domingo manifestou publicamente seu apoio ao candidato - Serra e simpatizantes tiveram que se esconder em uma van por alguns minutos para fugirem da pancadaria.
O tucano tinha acabado de iniciar uma visita ao bairro e fazia uma caminhada próximo à linha férrea, quando o grupo encontrou com militantes do PT na outra ponta do calçadão. Os petistas, que traziam faixas com dizeres contrários a campanha do PSDB, se aproximou de Serra, proferindo insultos e dando início a um empurra-empurra que terminou em uma briga generalizada
Com a confusão, o comércio fechou as portas e a polícia teve trabalho para controlar o tumulto. Depois de alguns minutos, com o fim da briga, Serra fez questão de dar continuidade à caminhada e manifestou sua indignação com o ocorrido.
"Isso me fez lembrar a tropa de assalto dos nazistas", disparou, se referindo a ideologia formulada por Adolf Hitler e que culminou com a Segunda Guerra Mundial. "O PT também tem sua tropa de choque, infelizmente isso já aconteceu outras vezes em São Paulo", completou.

Mensagem a Heloisa Helena, ao sair do PSOL

Que surpresa, D. Heloisa Helena!
Lembrou-se de mim? Mas será que lembra que eu sou aquela que a Sra.. quando senadora mandou procurar um psiquiatra e que eu tinha ódio no coração e que não seria perdoada por Jesus, apenas porque questionei quanto ao Achille Lollo, o terrorista fugitivo da justiça italiana, condenado a prisão perpétua, pelo assassinato de duas crianças e que recebeu guarida do PT e seus militantes, como que os seus crimes fossem uma coisa normal e não obstante quando saiu do PT a Sra.. o levou embaixo do braço e com ele fundou o PSOL. Não era eu que precisava de um psiquiatra. A Sra.. já era pra estar internada num hospício com camisa de força. Pensou que iria enganar os seus eleitores por muito tempo?
Enganou o seu povo passando-se como uma pessoa honesta e idônea e no entanto fez vista grossa aos crimes e as mentiras do PT, como o assassinato do Celso Daniel, onde a vi em lágrimas abraçada, acho  que ao senador Suplicy, gritando alto que estavam matando os militantes do seu partido, dando a entender que o criminoso era o PSDB. Viu como não sou maluca e não preciso de psiquiatra? Outra safadeza que a senhora ex- senadora abafou, foi a disseminação da Vassoura de bruxa nas plantações de Cacau no interior da Bahia e tem mais uma. Mais uma vez a proteção a bandidos e criminosos, os seqüestradores de Abílio Diniz.
D. Heloisa Helena, vou lhe dar um conselho. Se afaste de vez da política e continue nas salas de aula enganando aos seus alunos. A Sra.. fingindo que ensina e eles fingindo que aprendem. Não é assim o lema dos socialistas?
O país esta transbordando de gente da sua espécie que não acrescentou e não acrescentará em nada na política.
Tenho mais cretinices feitas pelo seu ex-partido com a sua conivência dentro do senado, mas prefiro não me alongar, seria perda de tempo e o meu é muito precioso pra desperdiçar com criaturas inexpressivas.
Passe muito mal D. Heloisa Helena.
SueliGuerra-Rio de Janeiro, por e-mail via resistência democrática

Em Alagoas, Serra começa a virada no nordeste

A disputa pela faixa presidencial sofre uma reviravolta em Alagoas, de acordo com a primeira pesquisa Gape realizada no Estado neste segundo turno das eleições. Durante todo o primeiro turno, todas as pesquisas divulgadas em Alagoas mostraram a candidata do presidente Lula (PT), Dilma Rousseff (PT), à frente do tucano José Serra (PSDB).
Mas agora o jogo foi invertido.
Segundo os números da pesquisa Gape, neste segundo turno quem está na frente é o candidato José Serra. Ele aparece com 47% dos votos dos alagoanos, contra 43% somados pela ex-ministra Dilma Rousseff.
A diferença é de quatro pontos percentuais. Desta forma, considerando a variação permitida pela margem de erro, de três pontos percentuais para mais ou para menos, na corrida presidencial em Alagoas também seria correto afirmar que foi registrado empate técnico entre os candidatos à Presidência da República.
A pesquisa Gape foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL) com o código f28aa43c87.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A turma unida em favor da candidata Dilma

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O engodo do pagamento antecipado da dívida com o FMI

O Brasil se encheu de orgulho em 2005, quando a mídia noticiou o fato histórico da quitação da dívida brasileira com o FMI, ainda mais com dois anos de antecipação. O presidente Lula, como sempre, capitalizou ao máximo tal evento (coincidentemente às vésperas das eleições), aproveitado a ocasião para manifestar sua intenção de emprestar dinheiro ao FMI. “Vocês não acham chique? O Brasil agora vai emprestar dinheiro ao FMI!”, perguntou o presidente aos jornalistas em tom de campanha e de deboche. O fato histórico ajudou Lula a diminuir o impacto da crise do PT pós-mensalão, contribuindo para sua reeleição no ano seguinte.
Mesmo percebendo o objetivo eleitoral do Governo na antecipação da quitação da dívida, a oposição teve que se calar diante de um fato simbólico e tão importante para a auto-estima do povo brasileiro. Mesmo assim, algumas vozes dissonantes na “Imprensa Golpista” questionaram o esforço do Governo em apressar a liquidação de uma dívida que cobrava juros de apenas 4% ano, enquanto que, ao mesmo tempo, o Tesouro continuava a pagar juros superiores a 13% ao ano da Dívida Interna.

O outro lado da história

No mesmo ano do badalado pagamento da dívida com o FMI, o Governo fez diversas operações no mercado financeiro para capitalizar recursos em troca de títulos da dívida brasileira. Segundo a Auditoria Cidadã da Dívida, além de US$ 4.49 bilhões em títulos da dívida brasileira no exterior, o Governo trocou C-Bonds por A-Bonds no valor de US$ 4,4 bilhões e antecipou o lançamento de US$ 3,5 bilhões em títulos da dívida externa que estavam programados para o ano seguinte. Traduzindo o “economês”, o governo pediu emprestado ao mercado financeiro um total de US$ 12,4 bilhões, um valor bem próximo aos US$ 15,5 bilhões pagos ao FMI. Ou seja, o governo juntou o valor dos empréstimos com a parcela da dívida programada para o ano de 2005 e criou o factóide da quitação do FMI. Na prática, o governo trocou uma dívida com juros de 4% ao ano por outra com juros entre 8% e 12,75%.

O mar das dívidas

Assim como os rios correm para o mar, todos os “títulos” vendidos pelo Governo no mercado financeiro são incorporados às dívidas interna e externa. Desde o governo FHC estas movimentações têm se concentrado na dívida interna, a qual não pára de crescer. Abaixo um gráfico divulgado pela Auditoria Cidadã da Dívida que mostra sua evolução nos últimos anos.
Traduzindo o “economês”, o refinanciamento da dívida significa renovar as dívidas vencidas com novos prazos e juros, naturalmente. Em outras palavras, significa jogar a responsabilidade para o próximo governo.

Petistas derrotados

Após o debate, na Rede TV, ontem à noite, Dilma Roussef e seu staff demonstram o desânimo da derrota. Impelida a enfrentar um dos mais preparados candidatos à presidência da República Federativa do Brasil, a candidata socialista não resitiu ao melor preparo intelectual e a experiência política e administrativa de José Serra.
Ver petistas desolados, desanimados, abatidos, aparentando sentimento de derrota...não tem preço!

Dilma não seria brasileira?

Chegou às nossas mãos, via blog do Aimar, a cópia do jornal da Bulgária (ver acima) e da certidão de nascimento de Dilma Roussef, nascida na Bulgária e não no Brasil, conforme publica o jornal.
É uma tremenda coincidência de sobrenomes, logo, especula-se tratar-se da candidata a presidência da República.
Não creio nisso, repito: acho uma mera coincidência. Se fosse a certidão verdadeira da candidata, a Constitução impede que estrangeiros se candidatem à presidência da República.

domingo, 17 de outubro de 2010

Trio parada dura

Se algum deles chegar (ou os três juntos chegarem) perto de você, tranque as portas, feche as janelas, coloque as mãos nos bolsos, não deixe nada sobre a mesa!
*Li no http://claudiolessa.com/

No debate de hoje...

Para descontrair: O jegue milionário

Petistas querem proibir a transmissão de missas pela TV

Os petistas se comportam como Ateus, embora alguns estejam engajado nas diversas religiões, mas já estão implantando um governo apátrida e sem religião no BRASIL, que é tido como o maior pais católico do mundo.
Agora já estão mexendo na transmissão da Missa pela TV, fato que nunca preocupou os mais diversos governos, desde os essencialmente Democratas como todos os Governos da Revolução de 31 de Março.
Esses são aqueles que usam seguidamente a palavra DEMOCRACIA, seguindo o comunista GRAMSCI, mas que escondem o sentido DITATORIAL que eles querem implantar no nosso pais, em detrimento de toda a população.
O primeiro passo já estão dando através da sugestão da retirada da grade da programação a transmissão da missa pelas TVs estatais, mantidas pelo governo federal, conforme sugestão de um dos membros do conselho curador da TV Brasil.
A continuar com esse objetivo sórdido, a maioria dos cristãos não votará na candidata socialista Dilma pois, não pretendem ser corresponsáveis pela DESTRUIÇÃO da sociedade do  BRASIL e pela infelicidade de seu filhos e netos.

sábado, 16 de outubro de 2010

Injustiça com tiririca

É uma tremenda injustiça! Tiririca tem somente 10 dias para provar que é alfabetizado.
Pô, o Lula teve 8 anos e a gente ainda tá na dúvida...

Como vive um Brasileiro

PT confessa haver contratado institutos de pesquisa

Se havia alguma dúvida, agora não existe mais. Os institutos de pesquisa Ibope e o Vox Populi, justamente os institutos que mais erraram no primeiro turno, 6 e 11 pontos percentuais, respectivamente, estão comprados pelo PT. A informação é oficial, dada pelo próprio presidente do partido. Veja acima o que saiu em O Globo.

O "homem da Dilma" e uma fraude de 157 milhões de euros

Valter Cardeal, homem de confiança de Dilma Rousseff, na história de uma fraude de € 157 milhões
O engenheiro gaúcho Valter Luiz Cardeal de Souza é o diretor de Planejamento e Engenharia da estatal Eletrobras, maior empresa de energia elétrica no país. Pragmático e influente, tem fama de possuir mais poder do que o cargo sugere. Empresários do setor, executivos de grandes empresas e a elite da burocracia tratam Cardeal como o “homem da Dilma”, referência às estreitas ligações políticas, profissionais e pessoais entre ele e a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff. Cardeal entrou para o setor público em 1971, quando se tornou funcionário da Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul (CEEE). Cardeal e Dilma se aproximaram durante o governo de Alceu Collares (1991-1995), quando ela era secretária de Energia do Rio Grande do Sul e ele diretor da CEEE. Desde então, ele se tornou homem de confiança de Dilma no setor elétrico. Os dois pertenceram ao PDT e, em 2001, ele a acompanhou na mudança para o PT. Dois anos depois, Cardeal chegou à Eletrobras por indicação de Dilma, ministra de Minas e Energia no início do governo Lula. Em 2007, ele ocupou interinamente a presidência da estatal, uma tentativa frustrada de Dilma para manter o controle sobre a empresa, que acabou nas mãos do PMDB. Com 59 anos, alto e falante, Cardeal costuma ser poupado nos rompantes de mau humor de Dilma nas reuniões com subalternos.
Em 2007, Cardeal foi denunciado pelo Ministério Público Federal por gestão fraudulenta e desvio de recursos com base nas descobertas da Operação Navalha, da Polícia Federal, que investigou irregularidades em obras públicas. Sob a proteção de Dilma, manteve-se apesar disso firme no governo federal. Foi presidente do Conselho de Administração de Furnas e da Eletronorte, outras duas estatais federais. Como diretor de Planejamento e Engenharia da Eletrobras, é responsável por projetos bilionários do sistema Eletrobras, como o programa de incentivo ao uso de energias alternativas, conhecido como Proinfa. Cardeal ainda acumula o cargo de presidente do Conselho de Administração da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), uma subsidiária da Eletrobras. Por causa desse segundo emprego, o nome de Cardeal aparece em um dos maiores escândalos da área de energia no governo Lula.
ÉPOCA teve acesso a uma ação de indenização por danos materiais e morais apresentada contra a CGTEE em agosto deste ano na 10ª Vara Cível de Porto Alegre pelo Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW) – um banco de fomento controlado pelo governo da Alemanha, uma espécie de BNDES germânico que foi criado na época da reconstrução do país depois da Segunda Guerra Mundial. Nessa ação, o KfW afirma ter evidências de que Cardeal teria conhecimento, desde o início, da emissão de garantias ilegais e fraudulentas, para que duas empresas privadas brasileiras obtivessem um empréstimo internacional no valor de e 157 milhões destinados à construção de sete usinas de biomassa de geração de energia no Rio Grande do Sul e no Paraná. Para o banco que empresta o dinheiro, essas garantias forneceriam um atestado de que, se o devedor não pagasse, alguém – no caso a CGTEE – funcionaria como fiador e arcaria com essa responsabilidade. Só que essas garantias, dadas em nome da CGTEE, violavam a Lei de Responsabilidade Fiscal, no artigo que proíbe empresas do governo de dar aval internacional a empresas privadas. Esse artigo determina que elas não podem funcionar como fiadoras nesse tipo de empréstimo. Ele foi incluído na lei para evitar o descontrole no endividamento das empresas estatais em moeda estrangeira e para impedir que o patrimônio do Estado seja colocado em risco. Todo gestor público experiente deve saber dessa proibição.
Cardeal foi denunciado em 2007 pelo Ministério Público por desvio de recursos da Eletrobrás
Na ação judicial, o banco alemão faz uma afirmação ainda mais comprometedora. De acordo com o KfW, a então ministra, Dilma Rousseff, tomou conhecimento do negócio em 30 de janeiro de 2006, durante um seminário, em Frankfurt, sobre investimentos em infraestrutura e logística no Brasil. “Até mesmo alguns políticos conheciam os fatos, como a então ministra, Dilma Rousseff”, afirma a ação. Ao processo, os advogados do KfW anexaram documentos do seminário. Dilma, na época ministra da Casa Civil, foi inscrita como chefe da equipe da Presidência do Brasil (leia abaixo a reprodução do programa do seminário). As garantias da operação, de acordo com o banco, foram discutidas num dos fóruns do seminário de que ela participou. Na apresentação do negócio a Dilma, o KfW diz ter informado que a operação ainda tinha o desafio de obter as garantias. Em seguida, apresentou uma saída: “Solução: emissão de garantia de pagamento por uma subsidiária, com patrimônio suficiente, da empresa governamental de energia Eletrobras”. Segundo o KfW, a subsidiária da Eletrobras já teria sido aceita pela agência oficial alemã de crédito de exportação. Dois dias depois do seminário com a presença de Dilma, o KfW, de acordo com a sindicância da CGTEE, registrou a obtenção das garantias aos financiamentos. Em nota enviada a ÉPOCA, o banco alemão afirma que recebeu garantias da CGTEE em março e agosto de 2005 para empréstimos para a empresa Winimport construir as usinas de biomassa.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Segundo turno indica empate técnico

Uma ala do PMDB começa a desembarcar do barco de Dilma

Christiane Samarco / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Setores do PMDB lulista deram a partida na operação de desembarque da candidatura de Dilma Rousseff. Em meio à queda da petista nas pesquisas de intenção de voto, o diretório do PMDB do Rio Grande do Sul decidiu ontem, por maioria, depois de quatro horas de reunião, recomendar o voto no tucano José Serra.
Ao mesmo tempo em que algumas regionais do partido dão passos concretos em direção à Serra, líderes nacionais do PMDB que foram colocados de escanteio pela cúpula do PT na campanha de Dilma, ou atropelados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas eleições estaduais, cruzam os braços no segundo turno.
Até o candidato a vice na chapa petista e presidente nacional do PMDB, deputado Michel Temer (SP), tem revelado desânimo nos bastidores. A vários interlocutores, ele se queixou de que foi marginalizado pelo PT na campanha. "Me esconderam, e agora estão tentando reparar", disse a um correligionário, destacando que os petistas só pediram sua ajuda depois que "levaram um susto". O PT estava certo de que levaria a eleição no primeiro turno. Com Lula à frente, não precisavam de mais ninguém.