segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A esquerda tumultua

Antes mesmo que os rebeldes líbios consigam (e vão conseguir, que Alá lhes dê uma mãozinha) derrubar Kadafi, a esquerda populista já saiu à campo plantando a dúvida da legitimidade dos fatos ou descaramente condenando o "destronamento" deste ditador sanguinário, um vero terrorista que chegou ao poder!
Porém, a incerteza do que virá em substituição aos ditadores dos países do Oriente Médio é uma constante: os povos de cultura árabe/muçulmana não estão preparados para viver sob regimes democráticos, e os fundamentalistas islâmicos estão à espreita de uma brecha ...para substituirem a meia dúzia existente por 1 dúzia e meia !
A mídia expõe a preocupação dos governantes pela estabilidade econômica do mundo colocada em risco por causa do que acontece nestes países. Já eu, que sou leiga no assunto , me preocupo mais é com o cenário que está sendo montado , bem tenebroso, e que nesta luta de gigantes pela defesa de seus interesses , poderá jogar o mundo numa guerra mundial...
*Mara Montezuma Assaf, por e-mail, via resistência democrática

O perigo na internet



Mais de três milhões de brasileiros navegam todo mês por sites de relacionamento. Para não entrar em furadas, veja as dicas para não ser enganado por estelionatários no mundo virtual.
*Reportagem do Fantástico - Rede Globo - Domingo, 27/02/2011

"Muitas mulheres gostam de apanhar..."

Al Qaradawi, o chefão da Irmandade no Egito: o que pensa este santo homem, com ar de intelectual? Parte do jornalismo ocidental o chama de "moderado" . Abaixo, escrevo sobre o que poderia chamar de “Ilusão Democrática”, que toma alguns analistas, certos de que, ao derrubar ditaduras, os povos optam necessariamente por democracia, como se ela fosse um valor que se impõe por gravidade. Operação intelectual correlata a essa é tentar fazer da Irmandade Muçulmana um grupo de cordeiros, eventualmente interessados em se manter longe do Lobo Mau imperialista — os Estados Unidos —, mas por métodos pacíficos, pela via do convencimento.E começa, então, o jogo do contente, num esforço para tentar preservar a Irmandade de si mesma. Elbaradei, o egípcio que é Prêmio Nobel da Paz, juntou-se ao grupo. Segundo ele, Hosni Mubarak usava a organização como bicho-papão para justificar a própria tirania. É claro que o ex-ditador fazia isso. Mas pergunto: não será mesmo a Irmandade bicho-papão da civilidade? A reportagem da VEJA a que me refiro traz uma seleção de frases do xeque Yusuf Al Qaradawi, o principal líder da Irmandade no Egito. Ele  revela as suas utopias. Leiam:
“Depois da libertação do Iraque, faltará conquistar Roma. Isso significa que  o Islã vai retornar à Europa pela terceira vez. Vamos conquistar a Europa. Vamos conquistar a América”.(Discurso a jovens muçulmanos feito em Toledo, nos EUA, em 1995)
“Foi com enorme pesar que ouvi o grande imã de Meca dizer que é proibido matar civis mesmo em Israel”
(Debate sobre ataques suicidas promovido pela revista Middle East Quarterly, em 2003)
“Pode até haver algumas mulheres que não concordem em apanhar do marido e vejam a punição como humilhação. Muitas mulheres, porém, gostam de apanhar e consideram adequado que o marido bata nelas apenas para fazê-las sofrer”.
(Artigo escrito em 2007 para o site IslamOnline.net)

“A obediência e a cooperação da mulher são um direito do homem. À mulher, é proibido se rebelar contra a autoridade masculina”
(do seu livro “O Permitido e o Proibido no Islamismo”)

“A circuncisão feminina (mutilação genital) não é obrigatória, mas os pais devem submeter suas filhas a ela se quiserem. Pessoalmente, sou favorável a isso”
(Artigo no IslamOnline.net, em 2007)

Encerro: Ninguém colocou essas palavras na boca de Al Qaradawi. Ele as pronunciou ou escreveu porque quis. É o principal representante da Irmandade Muçulmana no Egito e está de volta ao país. Também é uma das estrelas da emissora Al Jazeera — esta, sim, o verdadeiro “Facebook” da “revolução”.
Por Reinaldo Azevedo

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Na igreja do bispo Macedo..."ou dá, ou desce"

Frei Betto garante a reprovação no Juízo Final com a ópera da batina doida

Frei Betto não precisa fazer mais nada para ser espetacularmente reprovado no Juízo Final. Mas faz questão de ampliar o mastodôntico acervo de pecados com artigos em que até as vírgulas parecem falsas e as teses são tão verdadeiras quanto a fé religiosa do autor. A fantasia da semana foi concebida para explicar que tanto a discurseira destrambelhada de Lula quanto o silêncio obtuso de Dilma Rousseff são música pura. A ópera da batina doida pode ser resumida em uma linha: “Lula é uma escola de samba. Dilma uma ópera ou sinfonia do Teatro Municipal”.
Nada a estranhar. Nas dedicatórias dos livros que dá de presente aos amigos, Frei Betto rabisca a seguinte frase antes da assinatura: “Do irmão em Cristo e em Castro”. Isso mesmo: ele junta no mesmo andor Jesus e Fidel (e acha que o barbudo de Nazaré só pode orgulhar-se da companhia do decrépito barbudo da Adidas). É compreensível que, sem ficar ruborizado, ouça o falatório mambembe de Lula com o olho rútilo de quem degusta o melhor samba-enredo da história do carnaval. É natural que, sem cobrir o rosto, enxergue uma partitura de Bach na cabeça de Dilma — um deserto de neurônios sem nada de relevante a dizer.
*Texto por Augusto Nunes

A esquerda não viveria sem o "imperialismo ianque"

(...) Sem a ajuda dos Estados Unidos, mais de 600 brasileiros ainda estariam a ver navios no litoral de Tripoli e Benghazi. Mas Obama não vai ouvir de Lula, quando o mais loquaz dos governantes recuperar a voz, um único e escasso tanquiú gaguejado em surdina. Tampouco deve esperar agradecimentos formais do Itamaraty. Nessa parceria à brasileira, o País do Carnaval não só entra sempre com o problema como, entre um socorro e outro, debita na conta de quem o socorreu todos os males e pecados do mundo.
É o que fez a companheirada nos oito anos do que Ricardo Setti batizou de lulalato. É o que sempre fizeram os esquerdopatas que passam a vida sonhando com o extermínio do Grande Satã, mas não conseguiriam viver sem ele. “Nós precisamos do imperialismo norte-americano, assim como um retirante precisa de sua rapadura”, ironizou o grande Nelson Rodrigues em março de 1968. “Ele é a água da nossa sede, o pão da nossa fome, é o nosso gesto, é a nossa retórica. Quem nos justifica e quem nos absolve? O imperialismo”.
Num dos parágrafos, o cronista previu o que aconteceria “se Deus convocasse as nossas elites, as nossas esquerdas, inclusive a católica; se chamasse os estudantes, se chamasse os escritores e lhes perguntasse: ‘Venham cá. Vocês querem que eu expulse o imperialismo americano?”". Nem pensar, concordariam prontamente os consultados, prontos para a cena descrita por Nelson Rodrigues: ‘”Cairíamos de joelhos, na calçada, soluçando o apelo: ‘Não faça isso, Excelência, não faça isso!’”.
A ÚLTIMA BÚSSOLA
Se as coisas eram assim há 50 anos, pioraram extraordinariamente com o sumiço de todas as demais referências que orientavam os combatentes da Guerra Fria. De lá para cá, desapareceram a União Soviética, o Muro de Berlim, a Cortina de Ferro, o Pacto de Varsóvia, a China maoísta, o Partidão, até a Albânia. Fidel Castro virou garoto-propaganda da Adidas e agoniza numa Cuba em decomposição. A última bússola é o imperialismo ianque.
A hostilidade aos Estados Unidos é o derradeiro traço comum da tribo que junta stalinistas farofeiros, vigaristas bolivarianos, terroristas islâmicos, populistas malandros, socialistas gatunos e ditadores africanos de diferentes túnicas e contas bancárias na Suiça. Neste começo de milênio, caso acordassem num mundo sem os Estados Unidos, todos se sentiriam mais órfãos que um Pedro II sem pai nem mãe, sem trono e sem José Bonifácio.
“O tal ódio aos americanos não chega a ser um sentimento, não chega a ser uma paixão. É uma defesa”, diagnosticou Nelson Rodrigues. “O imperialismo é culpado de tudo e nós, de nada”. A acreditar na lengalenga dos guerrilheiros de festim, é por culpa da nação que garantiu em duas guerras o triunfo da liberdade sobre o totalitarismo que o Brasil ainda não acabou de vez com a fome, o analfabetismo, a seca do Nordeste, o impaludismo, os naufrágios do Enem, a mortalidade infantil, o déficit público, a impunidade dos corruptos e dos assassinos, o desmatamento da Amazônia e a pouca vergonha epidêmica.(...)
*Extraído do texto de Augusto Nunes

sábado, 26 de fevereiro de 2011

O ministro quer o povo subjugado?

No O Globo:
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quinta-feira que o governo vai retomar a campanha do desarmamento. Ele falou durante o lançamento do Mapa da Violência 2011 , que mostra que 50.113 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2008. Cardozo destacou que houve queda nas estatísticas em 2004 e 2005, atribuindo essa diminuição aos efeitos da campanha deflagrada em 2004.  ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse nesta quinta-feira que o governo vai retomar a campanha do desarmamento. Ele falou durante o lançamento do Mapa da Violência 2011 , que mostra que 50.113 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2008. Cardozo destacou que houve queda nas estatísticas em 2004 e 2005, atribuindo essa diminuição aos efeitos da campanha deflagrada em 2004.
O Ministério da Justiça irá retomar com muito rigor as políticas de desarmamento. Uma população armada é uma população violenta - disse Cardozo.
COMENTÁRIO: Quantos judeus armados morreram em Auschwitz? Nenhum. Os nazistas sabiam que indivíduos armados resistiriam ao domínio, mesmo que as chances de sobrevivência fossem pequenas. Portanto foi através de decretos e buscas que desarmaram milhares de judeus, por toda a europa ocupada, antes de executá-los. Desarmamento em massa é condição necessária para o domínio e abuso de pessoas pacíficas.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Protestos de alienados

Dá gosto ver estes estudantes paulistas fazendo manifestação no centro de São Paulo, em frente à Prefeitura e perturbando o trânsito, reclamando do aumento do prêço das passagens de ônibus. Todos de camiseta e tênis de grife. Deveriam mais é reclamar do preço escorchante da gasolina e do etanol lá na Praça dos Três Poderes em Brasília , pois tudo que estes estudantes conhecem dos ônibus é a lataria , vista de dentro de seus possantes importados. Ah...vão dizer que eles são solidários com o povo...O que eles são é massa de manobra manipulada pela UNE e pela militância ( desculpe a redundância)...uns cérebros de ameba de tal ordem que nem se apercebem disso.
 * Mara Montezuma Assaf, por e-mail, via resistência democrática

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

O que há por trás dos movimentos "democráticos" no oriente médio

"A Fraternidade Muçulmana participa, sim, de atividades políticas e defende o processo democrático. Todavia, isso não acontece porque ela tenha aceitado os princípios da democracia ocidental, mas porque o processo democrático pode ser explorado para estabelecer um regime islâmico que, então, tornará a democracia desnecessária, como ficou evidente por meio de sua plataforma nas eleições parlamentares egípcias em 2007. A organização afirmou que estava participando das eleições porque "a Fraternidade Muçulmana prega o caminho de Alá (...) [e, portanto, está participando] para cumprir com os mandamentos de Alá, de maneira pacífica,usando as instituições constitucionais existentes e uma decisão determinada pelas urnas de votação secreta". Ou seja, a democracia é o caminho de entrada do islamismo ao poder."
*Texto por Carmen Gomes, por e-mail, via resistência democrática.

Desrespeito ao trabalhador

“O SALÁRIO MÍNIMO É ESSE E CADA FAMÍLIA VAI DECIDIR O QUE FAZER COM ELE!”
Essa foi a frase dita por um desqualificado no Senado durante os debates do novo salário mínimo, frase de uma dessas coisas nojentas – desgraçados – que chamamos de políticos - vereadores, deputados e senadores -, e que continuam transformando o Brasil no Paraíso dos Patifes.
Esse estúpido está representando com louvor o novo regime político que apoia a presidente Dilma, que simplesmente manda e o Congresso obedece.
Acabou a oposição no país em um Congresso que foi comprado nos balcões do submundo da prostituição da política pelos instrumentos do mensalão pelos corruptores que estão próximos da absolvição pelo STF de seus crimes corrupção, prevaricação e de lesa-pátria.
Enquanto isso as Forças Armadas dormem em berço esplêndido nas suas depauperadas e humilhadas casernas vendo o circo da Ditadura Fascista ser erguido para ficar no lugar do Circo do Retirante Pinóquio sem fazer ou pensar fazer absolutamente nada.
Provavelmente os fardados do regime fascista do petismo comecem a fazer alguma coisa no dia em que uma parcela da sociedade perder a paciência – o que já devia ter acontecido se não tivéssemos os braços do nosso patriotismo amputados pela omissão ou pela covardia de segurar uma arma – e começar a colocar esses desgraçados desses políticos do paredão da vergonha. Nesse caso, contrariamente a expectativa de muitos, nossos humilhados comandantes e soldados irão apontar suas armas para os revoltados, e não para os componentes da mais sórdida burguesia que está tomando conta do país através de um Parlamento rigorosamente podre de valores ou princípios e subordinado de terroristas que fizeram da Abertura Democrática uma vergonhosa FRAUDE!
Cabe alertar aos idiotas e palhaços que votaram nesse patife que dá um foda-se para as famílias mandado elas fazerem as contas com os R$545,00,  que ele e seus comparsas do covil de bandidos são os parlamentares mais bem remunerados do mundo civilizado, que se alternam no poder ou são mantidos empregados no mais sórdido sistema oligárquico público-privado da história do país que pratica o troca-troca da política prostituída.
Esses miseráveis não precisam se preocupar com o que fazer com seus milhões de “rendimentos” anuais – por dentro e por fora –, pois a sobra é suficiente para levarem uma vida nababesca enquanto mandam as famílias decidirem o que fazer com R$ 545,00. FDP! A bolsa presídio pode pagar muito mais do que o salário mínimo seus desgraçados.
Quando não são eleitos essa corja de políticos e seus militantes mais “nobres”, são empregados no poder público sórdido que se multiplica a cada dia para sustentar esses patifes que estão destruindo o país. Vejam a Petrobrás que foi transformada no Centro Nacional do empreguismo petista para depois o rato dizer que as contas públicas não podem ser desequilibradas.
Cabe agora às famílias olharem para esse e os outros canalhas que moram nas mordomias do planalto central e fazerem as contas com o salário mínimo e ver o que podem fazer com ele, seguindo as instruções de um digno representante do fascismo petista que controla o país.
Agora cuidado! Se o dinheiro não der para a manteiga e alguém resolver roubar um pacotinho para passar no pão de seu filho vai preso por três meses ou mais enquanto a gang dos 40 está rindo à toa graças à degeneração moral da justiça – e dos Tribunais Superiores – do país que está vendada para conseguir “enxergar” os crimes de corrupção e prevaricação que todos os dias são praticados nas suas barbas.
Espero que todos os omissos e “pacientes” covardes que leiam mais essa minha revolta parem para pensar um pouco e entendam que nosso país já apresenta todas as características de uma Ditatura Fascista e somente não assistimos o sangue sendo derramado nas ruas porque depois do Regime Militar deixamos de ser um país digno, e sim um ajuntamento de gente escrava do assistencialismo sórdido, de uma classe mérdia omissa que prefere ver BBB e novelas espúrias  a discutir com suas comunidades o que se passa no país, e dos milhares de patifes esclarecidos do meio dos jornalistas, acadêmicos, empresários e artistas que escolheram o lado do petismo para ajudar a transformar o país no Paraiso dos Patifes.
* Texto por Geraldo Almendra - 24/02/2011

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Sejamos mais rigorosos com Dilma, “a rigorosa”

Por Reinaldo Azevedo:
Acho bom os coleguinhas e os veículos de comunicação que gostam de rigor fiscal — eu gosto; erga a mão quem não curte esse papo!!! — serem um pouquinho mais severos ao elogiar o “rigor” da presidente, sempre deixando claro que eu prefiro, naturalmente, que ela gaste menos a que gaste mais.
Sim, mas eu ia dizendo: é melhor um pouco mais de severidade, ou os governos vão ficar viciados numa prática bem condenável: em ano pré-eleitoral, pé na jaca; uma vez eleitos, rigor! A ser assim, os governantes serão sempre o remédio do mal que eles próprios provocam.
E isso não é bom!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Muammar Kadafi, o amigo e irmão de Lula

02 de julho de 2009. Único convidado de honra presente à Cúpula da União Africana, em Sirte, na Líbia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva responsabilizou os países industrializados pela crise do sistema financeiro e pelo "caráter perverso da ordem internacional".
A fala do brasileiro, aplaudida por ditadores, chefes de Estado e de governo e por líderes tribais africanos, foi sucedida por críticas à imprensa pelo que considerou "preconceito premeditado" por sua proximidade com ditadores da região.
O discurso começou com Lula dizendo ao ditador líbio Muammar Kadafi: "Meu amigo, meu irmão e líder".
*Com informações são do Jornal O Estado de São Paulo

Bem feito

Em tom de desabafo, mas com claros sinais de desespero, a ex-senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), envolvida em alguns escândalos, disse em seu Twitter, na sexta-feira, que pode ser expulsa do partido. "Agora querem me expulsar do partido que ajudei a construir, que ajudei a tornar um partido importante e respeitado em MT. Já não bastava terem me tirado o direito de ser candidata à reeleição, ter sido apunhalada pelas costas, terem me traído...".
Serys também faz críticas à ação de um "grupelho" e disse estar decepcionada. "Estou decepcionada... Desculpem o desabafo, mas ver um grupelho, uma facção querendo tomar o partido a força, não dá. PT é democrático". A política foi relatora do Orçamento no Congresso e nas eleições de 2010 tentou uma vaga na Câmara dos Deputados, mas, não foi eleita.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Ongueiros e vagabundos

Os dois grupos que mais se expandem no Brasil são “ongueiros” e “vagabundos”, sendo que raramente os primeiros se distinguem dos segundos. Existem os honestos? Claro que sim! Por isso mesmo estes não devem se ofender e até devem se orgulhar de sua condição de minoria.
Há muitos anos criei a sigla ONGG, uma jabuticaba inventada no Brasil. A ONGG é a “Organização Não-Governamental Governamental”. Em que consiste o truque? Partidos, geralmente no poder, criam eles próprios as ONGs que vão receber dinheiro do Estado para fazer “trabalho social”, pervertendo, a um só tempo, o sentido do governo e da ONG.
Todos vocês estão acompanhando a lambança da ONG do PC do B. Os comunistas do Brasil estão reclamando; eles se sentem perseguidos. É verdade, camaradas vermelhos! Fossem só vocês, seria menos grave, né? Mas o PC do B, vamos ser justos, nada mais faz do que copiar o modelo inaugurado entre nós pelo PT, que domina boa parte das entidades que recebem verba do governo — assim como domina os sindicatos. Isso não quer dizer que os comunistas estejam fazendo bonito, né?
Qual é o sentido de uma ONG? Originalmente, ela deveria fazer aquilo que o Estado não consegue, não pode ou não quer. E seu trabalho deveria, necessariamente, ser financiado com recursos próprios, não-estatais. Os fundos que manipula têm de vir do que consegue arrecadar na sociedade. Ora, o que aconteceu com as ONGs e suas parentes, as Oscips (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público)? Transformaram-se numa forma de terceirização do governo. Não! É pior do que isso: viraram intermediários entre a população e o governo; colocam-se, hoje, como uma camada burocrática a mais entre o estado e o cidadão.
É rigorosamente isso o que acontece com o Programa Segundo Tempo, do Ministério dos Esportes. Em vez de as cidades cuidarem do convênio com a pasta, isso fica a cargo de uma ONG, comandada por pessoas do mesmo partido do ministro Orlando Silva: o PC do B. E o que faz a dita-cuja? Cobra um pedágio. Para quem vai esse dinheiro? Raios me partam se não acabar, na melhor das hipóteses, no caixa do PC do B; na pior, acaba no bolso de membros do PC do B.
O líder do DEM na Câmara, ACM Neto (BA), disse que vai protocolar  uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) pedindo investigação sobre todos os convênios denunciados. Ele também quer uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU). “Não podemos dar um cheque em branco para essas ONGs. Vamos exigir do Ministério (dos Esportes) explicações em relação à prestação de contas. Estas justificativas apresentadas até agora são superficiais e inconsistentes”, afirmou o líder do DEM.
Convenham: por que cargas d’água as prefeituras têm de fazer convênio com a ONG e não com o Ministério? Tenham paciência! O Congresso já tentou fazer uma CPI das ONGs. Não chegou a lugar nenhum. Hoje, elas são uma das principais fontes de escoamento irregular de dinheiro público e de financiamento ilegal de partidos — isso quando não se presta ao enriquecimento puro e simples de larápios.
Orlando Silva, desta vez, está custando bem mais caro do que uma tapioca paga com cartão corporativo. Aquilo era só um indício do que viria. E veio;
* Por Reinaldo Azevedo

"O falso rigor esconde falta de rigor"

Entrevista de José Serra a O Globo, 21/02/11
Sem poupar críticas, José Serra diz que governo Dilma não vai cumprir promessas.
Depois de um período sabático de quase três meses, o ex-governador e candidato derrotado do PSDB à Presidência da República, José Serra, começou há duas semanas a retornar, aos poucos, à cena política. Esteve na Câmara para uma reunião com a bancada tucana em meio à discussão sobre o reajuste do salário mínimo, apareceu em uma feira agropecuária no Paraná e, em seu escritório, em São Paulo, voltou à agenda de reuniões políticas.
Nesta primeira entrevista ao GLOBO, após a derrota eleitoral, concedida sob a condição de que fosse por e-mail, Serra diz que vê em marcha um “estelionato eleitoral” ao comentar o início do governo Dilma. É contundente ao negar eventual intenção de lançar um novo partido e fala da adaptação à vida “normal”. Dias depois da votação do salário mínimo, considera que a oposição se “saiu bem”.
Apesar de as especulações sobre o seu futuro político, o ex-governador nega que haja um movimento em curso para levá-lo à presidência do PSDB. Afirma que não é hora de ter essa discussão, mas não rechaça a possibilidade, como faz categoricamente quando perguntado se vai disputar eleições em 2012. Sobre a disputa presidencial de 2014, Serra considera o debate neste momento uma “perda de tempo”.
Silvia Amorim
SÃO PAULO
O GLOBO: Como o PSDB se saiu na votação do salário mínimo na Câmara, primeiro teste da oposição na gestão Dilma Rousseff?
JOSÉ SERRA: O PSDB se saiu bem, e o mesmo vale para nossos aliados. A bancada caminhou unida e de maneira clara e firme. O partido defendeu com força e razões a proposta dos R$ 600. Há uma outra questão importante apontada pelo deputado Roberto Freire. O projeto que a maioria governamental aprovou na Câmara é inconstitucional, pois permite ao Executivo legislar sobre o salário mínimo por decreto nos próximos três anos.
Parte do PSDB, liderada pelo senador Aécio Neves, chegou a flertar com as centrais sindicais para apoiar um mínimo de R$ 560 e abandonar a proposta de R$ 600, bandeira da sua campanha. Como o senhor viu esse movimento?
JOSÉ SERRA: Ponto um: é evidente que o PSDB deve dialogar com sindicatos, centrais sindicais, associações, universidades. Deve apoiar e ser apoiado quando há convergência de pontos de vista, em torno de ideias e propostas concretas. Ponto dois: no reajuste do salário mínimo, a Força Sindical defendia R$ 580, muito mais próximos da nossa proposta de R$ 600 que do decreto do governo, de R$ 545. Só nos últimos dias, diante do rolo compressor do governo, as centrais começaram a mencionar os R$ 560. Agora, qualquer conversa do PSDB com entidades da sociedade civil deve ter o interesse do país como bússola. Não o interesse partidário ou o da corporação.
Qual a sua avaliação sobre a postura do governo Dilma nesse primeiro teste da presidente no Congresso?
JOSÉ SERRA: Lamentável. Está à vista de todos: oferece cargos, loteia o governo, promove a troca de favores não republicanos em troca da submissão de parlamentares. O valor do mínimo está sendo usado para o governo evidenciar ao mercado um rigor fiscal que ele absolutamente não tem. O falso rigor esconde a falta de rigor. Por que não começam pelos cortes de cargos comissionados ou dos subsídios, como os que são entregues ao BNDES? São uns 3% do PIB, R$ 110 bilhões. O governo está inflando despesas de maneira enganosa ou vai falir o país em um ano. Dou um exemplo: as despesas de custeio foram de R$ 282 bilhões em 2010. O orçamento deste ano diz que o governo vai gastar R$ 404 bilhões: um aumento de 43%. Os restos a pagar do governo Lula se elevam só neste ano a R$ 129 bilhões. Quer apostar como vão cancelar muitos dos projetos, depois de servirem como instrumento para atrair votos na campanha?
O senhor tem usado bastante o Twitter para criticar e cobrar ações do governo Dilma. O que destacaria deste início de governo?
JOSÉ SERRA: O destaque é o estelionato eleitoral. Há quatro meses falavam em investir num monte de coisas, milhões de casas, milhões de creches, de quadras esportivas, de estradas, de ferrovias. A realidade é que está tudo parado, a herança maldita deixada por Lula é gigantesca em razão do descontrole dos gastos, dos maiores juros do mundo, da desindustrialização. A montagem do governo foi um festival de barganhas e, antes de terminar o segundo mês, ainda tivemos o bloqueio a um salário mínimo melhor, o escândalo de Furnas e a não apuração dos escândalos da Casa Civil. Não é à toa que a presidente fala pouco e nunca de improviso. O atual governo optou por fingir que nada disso é com ele.
As suas recentes aparições em público têm sido interpretadas como uma demonstração de interesse pela presidência nacional do PSDB. O senhor está disposto a disputar o cargo?
JOSÉ SERRA: Depois da eleição, eu me recolhi, tive e tenho um período de maior reflexão. Eu estou voltando aos poucos. Não tenho me movimentado nem aparecido tanto assim. Mas vou voltar a trabalhar e ao ativismo político. Não é emprego, não é cargo. Meu objetivo é debater o Brasil. Eu já fui presidente do PSDB entre 2003 e 2004. Em nenhum momento, a ninguém, expressei o desejo de voltar à presidência do partido. Não acho que seja uma questão tão importante agora. Há muita fofoca, diz-que-diz-que, presunções. Em todo caso, dentro do partido são muito poucos os que desejariam trazer 2014 para 2011. Além de surrealista, isso nos tiraria o foco, enfraqueceria a oposição.
Um de seus principais aliados, o senador Aloysio Nunes Ferreira já disse publicamente que “Serra deve estar presente na direção do partido”. Isso não é um sinal de que há uma tentativa de viabilizá-lo?
JOSÉ SERRA: Posso garantir que não há nenhum movimento. A afirmação do Aloysio deve ter sido feita em resposta a alguma pergunta específica e tirada de contexto. Mas me parece óbvia: por que o PSDB iria excluir de seu quadro dirigente uma pessoa que teve o voto de 44 milhões de brasileiros? Por que excluiria um de seus fundadores? Por que excluiria um quadro que já foi deputado, líder, senador, ministro duas vezes, prefeito da maior cidade e governador do estado mais populoso?
O senhor cogita criar um novo partido?
JOSÉ SERRA: Isso é uma calúnia anônima, sem pé nem cabeça.
A disputa interna no PSDB visando 2014 já começou, e o novo comando partidário terá como tarefa unir e pacificar o partido. O senhor se considera um nome com condições de agregar o partido?
JOSÉ SERRA: Para mim, não começou de jeito nenhum. E não se trata de construir uma união nem de pacificar, pois isso significaria que o partido está desunido e em guerra. Não está. O que precisamos construir, e isso é diferente, é uma prática cotidiana de unidade de ação. Muitas vezes, concordamos com o mérito, e há divergências quanto à maneira de executar a tarefa. São problemas pequenos.
O atual presidente do partido, Sérgio Guerra, já se colocou na disputa pelo cargo. Vocês já conversaram sobre o assunto? Se não for candidato, apoiaria Guerra?
JOSÉ SERRA: Eu vou apoiar o que for melhor para o PSDB. O ideal é que o partido consiga construir coletivamente uma direção que o fortaleça ainda mais e o prepare para os próximos anos.
O seu nome também tem sido lembrado para a eleição de 2012 à Prefeitura de São Paulo. O senhor estuda essa possibilidade?
JOSÉ SERRA: Já disse e repito: não vou disputar eleição em 2012. Quem está trabalhando com essa hipótese está perdendo tempo.
Em 2010, o senhor foi considerado o candidato natural do partido à Presidência da República. O senador Aécio Neves é o candidato natural do PSDB para 2014?
JOSÉ SERRA: Não sei como aferir se uma candidatura é natural ou não. Quando só há um candidato, a candidatura não é natural, é única, como aconteceu com o Covas (Mário Covas) em 1989 e com o Fernando Henrique em 1994 e 1998. Em 2002, muita gente achava que eu era o candidato natural. No entanto, quando a eleição se aproximou, pelo menos dois qualificados companheiros também se apresentaram. O que eu acho é que 2014 ainda está muito longe, e há muitas variáveis ainda imprevisíveis. Seria perda de tempo ficar especulando sobre o assunto.
O presidente Lula diz que é difícil “desencarnar”. FHC também já admitiu que a transição para a vida “normal” é difícil. Como está sendo se adaptar à vida “normal”? Do que tem sentido falta?
JOSÉ SERRA: Do ritmo acelerado de trabalho, do fazer acontecer e do contato com as pessoas. Venho de muitos anos de intensa atividade pública, executiva e legislativa, além de campanhas. É óbvio que não é trivial reestruturar a vida. Mas estou otimista. Minha saúde é excelente, faço exercício físico, acupuntura, tenho colesterol baixo, pressão baixa. Vou retomar com mais intensidade e gosto o que sempre fiz: ler, pesquisar, escrever e dar entrevistas, aulas e conferências. Vou ter mais tempo para viajar com calma pelo Brasil.
É verdade que tem sofrido com os congestionamentos em São Paulo?
JOSÉ SERRA: Como todos, tenho duas personalidades. A minha e a que os outros constroem. Há mitos a meu respeito que me fascinam. Que sou mal-humorado, que sou centralizador, que me sinto autossuficiente em matéria de ideias e que sou impaciente. É tudo exatamente o contrário, menos o último. Reconheço que sou impaciente com coisas como o trânsito.
Após uma vida dedicada à política, o que diria aos eleitores de José Serra?
JOSÉ SERRA: Que tenho ainda uma longa trajetória na política, energia, coerência e vontade para saldar minha dívida com cada um. E que, esteja onde estiver, nunca os decepcionarei. Na vida pública nunca me servi do povo, sempre fui seu servidor.

Governo quer anistiar sonegadores

No blog Coturno noturno:
Governo estuda anistiar sonegadores que mandaram bilhões para fora. Aqui dentro, persegue o agricultor e o pecuarista.
O Brasil, segundo informações publicadas na imprensa, possui U$ 60 bilhões depositados na Suiça. São contas secretas, não declaradas, fruto, obviamente, da sonegação, do mensalão, da corrupção, até  mesmo de crimes como o tráfico de drogas. Pois o governo Dilma estuda oferecer benefícios para que este dinheiro sujo seja trazido de volta para o Brasil. Não cobrar impostos, por exemplo. Ou seja: lavar oficialmente o dinheiro criminoso que está lá fora. Anistiar bandido! Agora vejam só. Uma das medidas propostas pelo novo Código Florestal é perdoar os agricultores e pecuaristas que, antes da vigência da legislação ambiental no país, tenham cometido alguma irregularidade que possa ser considerada, hoje, como crime ambiental. Criar um marco zero para desmatamento zero, que é outra medida constante no projeto. O PT, o PV e o verdismo financiado pelo agrobusiness americano e europeu, junto com as ongs internacionais, são contra. Querem punir. Querem reduzir a área plantada. Querem empurrar o agronegócio um passo atrás. Para os bandidos do colarinho branco, o governo Dilma estuda dar anistia. Para os agricultores e pecuaristas, que representam um terço do PIB e dos empregos no país, o ordem é criminalizar, punir, retaliar. É uma vergonha. É o governo cuspindo no prato que come, já que o agronegócio é o único superavitário na balança comercial.

Manchete idiota

Manchete do jornal O Globo: “Dilma vence 1ª. Batalha na votação do mínimo”.
Pergunta: - Quais foram as armas da “batalha” vencida pela presidente?
Resposta: suborno moral, suborno financeiro, ameaça de vinganças, e tudo o mais que rola no submundo sórdido que liga o poder executivo ao poder legislativo.
Parlamentares aumentaram seus salários em mais de 60% com efeito-cascata na pirâmide sem-vergonha do poder público e agora passam o salário mínimo para R$545,00.
A desculpa é canalha e deslavada: evitar o descontrole das contas públicas.
Onde estavam os defensores das contas públicas enquanto o ex-presidente Lula torrava vergonhosamente o dinheiro público durante seus oito anos de governo praticado o assistencialismo comprador de votos e a degeneração das relações público-privadas subornadora dos canalhas esclarecidos?
Respondendo: – Estavam ajudando a afundar o país no bilionário orçamento do projeto de colocar na presidência a indicada do ex-presidente.
Um dos mesmos canalhas que enchem a boca vociferando um economês idiota para defender o “equilíbrio das contas públicas” com cara de rato ladrão, nunca levantou uma palavra para criticar o absurdo aumento da dívida pública do desgoverno anterior.
O mais espúrio Parlamento de nossa história com os mais bem pagos senadores e deputados do mundo mostrou sua vocação para manter-se lacaio e subordinado às ordens do poder executivo.
Afinal de contas com salários e mordomias milionários vale a pena dar uma de “herói” defensor da honestidade na relação do Estado com os contribuintes se posicionando como representante dos eleitores e não lacaios da presidente?
– Pelo comportamento desses bandidos da política a resposta somente pode ser NÃO.
O que eles esquecem ou não estão nem aí, é o fato de que seus salários e mordomias, para rico nenhum botar defeito, são também pagos pelos mesmos idiotas que agora vão ter que engolir essa vergonha de salário mínimo.
No mesmo dia dessa canalhice de batalha “vencida” pela presidente o PT – que está descaradamente apostando em uma solução fascista para a consolidação do seu projeto de poder – indica para presidir a Comissão de Justiça da Câmara, a mais importante do Congresso nada menos que um réu do escândalo do mensalão.
Peço desculpas a todos que leem este blog, mas a frase que o Parlamento, um covil de traidores da sociedade - bandidos e seus lacaios - repetem para os eleitores que os colocaram no poder, quase todos os dias, é o imperativo FODAM-SE todos vocês palhaços e idiotas defensores da moralidade, da honestidade e da dignidade dentro do poder público, pois isso não existe.
Transigir com um político canalha da base do desgoverno petista é pior do que transigir com um bandido comum e, se comparar o bandido com o político, está se ofendendo o bandido. (Frase adaptada de um jornalista cubano escrevendo sobre comunistas, no caso, o político canalha).
Vamos continuar transigindo com esses canalhas que todos os dias estão preparando a cama fascista para nossos filhos e suas famílias?
Como podemos ser tão covardes diante de um Parlamento tão safado?
Para fechar essa sacanagem agora o salário mínimo vai ser definido por decreto, ou seja,
um assunto de interesse direto dos cidadãos não mais será votado pelos seus representantes: o poder executivo já mostra as garras da ditadura fascista em formação. O que aconteceu no Congresso mostra claramente que os cidadãos não tem mais representação mais sim deputados e senadores subordinados ao poder executivo que fará do Brasil o que bem entender sem oposição.
A Fraude da Abertura Democrática está chegando ao seu estado da arte: uma ditadura fascista resultado da associação do submundo comuno sindical com os canalhas esclarecidos que aceitaram serem tratados como lacaios do poder exececutivo: os benefícios são irrecusáveis. Não é Silvio Santos?
Vem aí o aumento das bolsas qualquer coisa. Mais alguns milhões não vão precisar se preocupar mais em trabalhar ou estudar. Basta continuara votando nos representantes do mais sórdido parlamento de nossa história.
PS: Quando vão devolver a imagem de Cristo roubada do gabinete da presidência no Palácio do Planalto?
* Geraldo Almendrahttp://geraglaf.blogspot.com/2011/02/manchete-idiota.html

Salve a democracia, a paz e a liberdade

"E andarei em liberdade; pois busco os teus preceitos." (Salmos 119:45) "Prefiro a fantasia individual [de um liberal] ante a ilusão coletiva [de um socialista], pois esta irá se impor [inicialmente ao sabor de uma oclocracia e depois de uma tirania] e limitar, não apenas a possibilidade de eu concretizar minhas fantasias através de minha criatividade e dos meus dons, estudos, esforços e talentos, etc., como também irá retirar de mim a liberdade, a vida e o patrimônio e desenvolverá ações contra nós todos, pois não saberão observar o princípio da subsidiariedade, o estado de direito e a democracia [fundamentais para uma nação se desenvolver assegurando uma melhor qualidade de vida a todos]." (Gerhard Erich Boehme)

Dinheiro vem. Os comunistas "comem".

No Estadão:
O PC do B não titubeou em retirar o programa Segundo Tempo de uma comunidade carente na qual perdeu a eleição da associação dos moradores. Em maio do ano passado, o partido foi derrotado por uma filiada ao PSDB na disputa pelo comando da Associação dos Moradores de Alto da Ressurreição, bairro de Teresina.
Meses antes, no poder da entidade, os comunistas registraram no endereço da associação um núcleo do Segundo Tempo. O muro e a logomarca estão lá até hoje, mas não há nada no local. Depois de maio, dirigentes do PC do B no Piauí retiraram o Segundo Tempo e montaram um núcleo clandestino perto dali.
“Queriam que gente fizesse o Segundo Tempo, mas desde que só o pessoal deles, contratado por eles, tocasse o projeto. E ainda queriam que pagássemos a merenda. São desonestos”, disse Maria Zélia Honório da Silva, a tucana que agora preside a associação.
Em Campo Maior, um vereador do próprio PC do B critica o Segundo Tempo. Ele rompeu com a ala que dirige a Federação da Associação dos Moradores do Piauí. “Nunca vi esse projeto aqui na cidade. O dinheiro vem, mas não sei o que fazem com ele.”

Dilma no país das maravilhas

Os brasileiros estão encantados com as manifestações de rua no Egito. Nem bem Dilma Rousseff assumiu a Presidência, Hosni Mubarak tomou conta das manchetes. Deve ser difícil viver num país cheio de pirâmides e problemas. Por aqui está tudo bem. A "presidenta" assumiu e sumiu. Ninguém sente falta. Dilma acionou o piloto automático e foi cuidar de suas pirâmides.
Uma das mais visíveis fica na Câmara dos Deputados, e não é obra de Niemeyer. Num impressionante trabalho de engenharia, a "presidenta" colocou no alto da comissão mais importante do Legislativo uma peça de colecionador. Importado diretamente do escândalo do mensalão, João Paulo Cunha será o presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Nada mais justo. A comissão que decide o que poderá ou não ser lei no país tinha mesmo que ficar nas mãos de um réu. É uma questão de notória especialização.
O PT também está muito interessado nas manifestações populares no Oriente Médio. Quanto mais o Brasil olha para lá, mais fácil fica a reabilitação de seus faraós por aqui. José Dirceu e Delúbio Soares já estão se aquecendo à beira do gramado. Erenice e sua pirâmide familiar terão que esperar um pouco mais. Mas o gerente da Caixa Econômica que violou o sigilo do caseiro já está na área: foi nomeado assessor do Gabinete Pessoal de Dilma Rousseff. Como se vê, os egípcios estão em maus lençóis.
A opinião pública está cada vez mais fascinada com tudo que Dilma não fala. Dizem que é o silêncio de quem trabalha. É verdade. A "presidenta" trabalhou como ninguém para manter o faraó do Maranhão na presidência do Senado. As sete vidas de José Sarney no poder têm hoje o PT como principal acionista. É um investimento plenamente justificável: um político que é flagrado fazendo tráfico de influência e se mantém intocável tem mesmo é que comandar o Poder Legislativo. De lei ele entende.
Na pirâmide de Sarney, além dos simpatizantes empregados no Senado, tem ministro de Estado. Seu afilhado mais célebre no momento é Edison Lobão, o explicador de apagões. Se o Brasil ficar às escuras de novo, ninguém precisa se preocupar, porque Lobão já tranquilizou todos: "O sistema é robusto." Para o sujeito que está preso no elevador, não pode haver alívio maior do que saber que o sistema é robusto.
Essa robustez teve grande impulso na gestão de Dilma como ministra de Minas e Energia. Como especialista em gestão, ela comprimiu as tarifas para o consumidor sentir toda a bondade do governo popular - seguindo a escola dos Kirchner, o casal que levou a economia argentina ao pântano. O setor elétrico buscou então a solução mais criativa contra a falência: parar de investir no sistema.
Isso não chega a ser um problema, quando se tem um ministro eloquente e bem apadrinhado como Lobão. Agora a conta da Light vai subir acima da meta de inflação, mas tudo bem, porque o sistema é robusto.
Sob um governo que trabalha em silêncio, a população pode dormir em paz. O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, por exemplo, anunciou na posse que vai espalhar UPPs "pelos quatro cantos do país". Não se sabe exatamente o que significa essa precisão científica toda, mas também não interessa. Depois que as tropas de elite passaram a vender as armas do tráfico para as facções rivais, o ministro não disse mais nada. Deve estar em algum dos outros três cantos do país, talvez pedindo conselhos ao Capitão Nascimento.
Mesmo com toda essa eficiência, silêncio tem limite. E Dilma resolveu falar. Convocou cadeia nacional de rádio e TV para um pronunciamento à nação. Devia ser algo muito importante, a ponto de levá-la a interromper sua rotina laboriosa. Quem sabe, era o momento de tirar o véu por sobre os grandes projetos que o Brasil resolveu imaginar estarem sendo geridos pelo novo governo. Mas não era bem isso.
Forjada na lábia populista de Lula, Dilma estava com saudades dos comícios - que, como se sabe, são a alma do negócio. Ela caprichou. O gancho era um programa de apoio ao ensino técnico, desses que se anuncia com um press-release do segundo escalão. Naturalmente, o tal programa tomou só alguns segundos do pronunciamento à nação. A grande mensagem da "presidenta", essencial e inadiável, era um paralelo conceitual entre educação e pobreza (a especialidade da casa).
O Brasil foi convocado a ver e ouvir Dilma Rousseff explicar que o país tem agora que enfrentar a "fome do saber".
Não se sabe o que seria desta pobre nação sem os slogans do PT. Depois dessa emocionante ordem unida em cadeia nacional, teremos certamente um sistema educacional robusto. E tecnologias como a do Enem e do Sisu serão espalhadas pelos quatro cantos do país.
Quem depois disso continuar com fome de saber que vá se alimentar do noticiário sobre o Egito. Por aqui, estamos de barriga cheia.
* Texto do escritor GUILHERME FIUZA

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Cercado por fraudes, programa “Segundo Tempo” turbina caixa e políticos do PC do B

Por Leandro Colon, No Estadão:
Principal programa do Ministério do Esporte, comandado por Orlando Silva, o Segundo Tempo, além de gerar dividendos eleitorais, transformou-se num instrumento financeiro do Partido Comunista do Brasil (PC do B), legenda à qual é filiado o ministro. A reportagem do Estado foi conhecer os núcleos do Segundo Tempo no Distrito Federal, em Goiás, Piauí, São Paulo e Santa Catarina. A amostra, na capital e região do entorno, no Nordeste mais pobre ou no Sul e no Sudeste com melhores indicadores socioeconômicos, flagrou o mesmo quadro: entidades de fachada recebendo o dinheiro do projeto, núcleos esportivos fantasmas, abandonados ou em condições precárias.
As crianças ficam expostas ao mato alto e a detritos nos terrenos onde deveriam existir quadras esportivas. Alguns espaços são precariamente improvisados, faltam uniformes e calçados, os salários estão atrasados e a merenda é desviada ou entregue com prazo de validade vencido.
No site do ministério, o Segundo Tempo é descrito como um programa de “inclusão social” e “desenvolvimento integral do homem”. Tem como prioridade atuar em áreas “de risco e vulnerabilidade social”, criando núcleos esportivos para oferecer a crianças e jovens carentes a prática esportiva após o turno escolar e também nas férias.
Conferidas de perto, pode-se constatar que as diretrizes do projeto, que falam em “democratização da gestão” foram substituídas pelo aparelhamento partidário. A reportagem mostra, a partir deste domingo, 20, como o ministro Orlando Silva, sem licitação, entregou o programa ao PC do B.

Sandice comunista II

Por incrível que pareça, existem, principalmente em universidades, milhares de intelectuais que se confessam marxistas. Ou seja, eles interpretam o mundo e a história sob a ótica de um demente paranóico com incrível capacidade de distorcer os fatos e apresentar as maiores bobagens disfarçadas em profundas verdades.
São absolutamente cretinos.
Os postulados de Marx, apesar de exibirem o pomposo nome de "materialismo dialético", são tão ingênuos e absurdos que só podem ser entendidos como resultado da fé, ou seja, de uma religião secular, pois, quando alguém começa a crer, pára de pensar.
Por exemplo, a badalada "luta de classes". Marx afirma, solenemente que, por toda história, houve conflitos de classes, o que não passa de uma obviedade infantil. No entanto, desta premissa simplória ele conclui que os maiores males da humanidade advêm da "luta" entre empresários e empregados e que o caminho para uma "sociedade justa e solidária" seria os operários cortar a garganta dos patrões e assumir a direção das empresas. Ora, no passado esta "solução" foi tentada dezenas de vezes e nunca deu certo. Para que insistir? Hem, Lula?
Afirmar, como fazem os comunistas/marxistas, que o empregado se apropria da "mais valia" de empregado é outra idiotice. É mais lógico supor que são os empregados que se beneficiam da criatividade e da coragem de assumir riscos dos empresários.
Tanto assim que países, como a URSS, que tentaram acabar com os empresários, só conseguiram fazer com que os operários trabalhassem instituindo regimes de terror e campos de trabalhos forçados (gulags). No capitalismo, ao contrário, vigora o regime de recompensa e do respeito ao Direito de Propriedade, com melhores resultados e sem necessidade de exterminar milhões de cidadãos, como ocorreu nos países comunistas.
*Recebido por e-mail, via resistência democrática

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Manobra petista

A indicação, pelo PT, do deputado João Paulo Cunha como presidente da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, além de ser um menosprezo à opinião pública e uma demonstração de que a Câmara já não tem mais força moral para impedir gestos que a desmoralizem, faz parte de uma ampla manobra petista para constranger o Supremo Tribunal Federal no julgamento do mensalão que se avizinha, tratando os acusados como virtualmente absolvidos.
Dessa manobra participa, sobretudo, o ex-presidente Lula, que, depois de ter feito um discurso à nação dizendo-se traído, ainda em 2005, tem se dedicado nos últimos anos a tentar apagar da História do país o maior escândalo de corrupção já registrado, alegando que se tratou de uma tentativa de golpe para tirá-lo do governo.
Ainda na Presidência da República, Lula recebeu no Palácio o ex-ministro José Dirceu, acusado pelo procurador-geral da República de ser o "chefe da quadrilha" do mensalão.
Dirceu saiu alardeando que Lula se dedicaria, quando deixasse a Presidência, a esclarecer "a farsa" do mensalão para provar que ele não passara de um golpe político. Ele, que dissera anteriormente que "mensalão não é corrupção, é financiamento de campanha com caixa 2", agora adota a teoria conspiratória que transforma o episódio em uma luta dos legalistas do PT contra os golpistas.
O próprio Lula adotou o discurso, sendo essa pelo menos a terceira versão que abraçou. Primeiro se disse "traído", sem acusar ninguém - insinuou que quando deixasse a Presidência revelaria -, depois alegou que o caso não passava de uso do caixa 2 em campanha eleitoral, o que seria tradicional no Brasil, e agora vem com essa história de golpe antidemocrático.
"Vocês viram o que aconteceu comigo em 2005?", gritou em recente comício. "Mais uma vez se tentou truncar o mandato de um presidente democraticamente eleito."
Dentro do PT há também diversos movimentos concatenados para tratar os acusados do mensalão como se tivessem sido virtualmente absolvidos dos crimes de que são acusados.
O ex-tesoureiro petista Delúbio Soares, por exemplo, expulso do partido ainda em 2005, quando o escândalo de que foi protagonista estava quente, agora está querendo que a direção partidária reconsidere sua situação. Ele, que se diz um "petista histórico", quer ser reinserido nos quadros do PT.
Delúbio ficou famoso ao cunhar a expressão "dinheiro não contabilizado" para tentar explicar a fortuna que ele fez circular entre petistas e aliados no episódio do mensalão, dinheiro que, segundo a acusação aceita pelo Supremo Tribunal Federal, foi desviado dos cofres públicos e de empresas privadas para comprar votos no Congresso a favor do governo.
Ele foi responsabilizado pelos empréstimos fraudados com o empresário Marcos Valério, feitos em nome do partido, mas hoje tem apoio da principal corrente, à qual continua ligado - o antigo Campo Majoritário, hoje chamado de Construindo um Novo Brasil -, para retornar oficialmente ao grupo, do qual nunca se separou mesmo depois de expulso.
Delúbio tem uma visão particular do mensalão: disse em entrevista, ao completar 50 anos, que o caso acabaria "virando piada de salão". Da sua parte, está fazendo o possível para tornar a previsão realidade.
Também o ex-secretário-geral do partido Silvio Pereira, que pediu desfiliação na mesma época para evitar a expulsão, pretende pedir a reintegração partidária. Silvinho, como era conhecido nos meios políticos, era quem fazia as seleções dos "companheiros" e aliados para os cargos públicos, e entrou no noticiário do mensalão por meio de uma prova ostensiva de corrupção: ele recebeu um jipe Land Rover de um empresário, na intermediação de uma negociata na Petrobras.
Segundo a denúncia do procurador-geral da República, Pereira "atuava nos bastidores do governo, negociando indicações políticas espúrias que proporcionavam desvio de recursos em prol de parlamentares, partidos e particulares".
Silvinho não está mais entre os acusados pelo mensalão do processo do Supremo: ele fez um acordo com a Procuradoria Geral da República e aceitou fazer 750 horas de serviços comunitários em três anos, numa aceitação de culpa.
O crime de que ele era acusado, o de formação de quadrilha, pode prescrever ainda em agosto deste ano caso a condenação venha a ser de apenas um ano. Outras nove pessoas, entre elas, José Dirceu, estão acusadas nesse crime e podem ser beneficiadas pela prescrição.
Apesar dos esforços do relator, ministro Joaquim Barbosa, para acelerar o processo - e de fato, apesar de já terem corrido três anos, o processo do mensalão está acelerado pelos padrões do Supremo -, o julgamento só deverá ocorrer no fim deste ano ou no início de 2012.
A complexidade do caso e o grande número de envolvidos (38 réus) fizeram com que o procurador-geral da República na época, Antonio Fernando de Souza, só formulasse a denúncia perante o STF em abril de 2006, que viria a aceitá-la em agosto de 2007.
Barbosa tem conseguido, com o apoio de seus pares no Supremo, evitar boa parte dos recursos protelatórios, utilizados especialmente por dois dos réus: o ex-deputado Roberto Jefferson, que detonou o episódio ao denunciar o mensalão em uma entrevista à "Folha", e o empresário Marcos Valério.
*Texto por Merval Pereira

A trajetória do PT

Laguardia, Infelizmente, eu,em particular, não estou mais acreditando na Justiça do Brasil. Lula deitou, rolou, esculhambou durante sua gestão e nada aconteceu. Fez sua sucessora, como um terceiro mandato indireto, usando de todos tipos de ilegalidades e nada aconteceu. E haja falação até no aniversário de 31 anos do PT, com rasgados elogios a Dilma e hoje, o Lula,é seu Presidente Vitálicio com salários de R$13 mil. É isto democracia ou estamos numa Ditadura Gramsciniana no Brasil? Com impunidade para o Lula e seu PT, além dos terríveis reflexos para o futuro, quando teremos empobrecimento da Classe Média, nivelamento por baixo, com baixos salários, alta carga tributária, concentração do capital, repercussões negativas e severas por falta de investimentos na infraestrutura, em especial, nas áreas da segurança, saúde e educação. O Brasil será apenas importador de produtos de tecnologias agregadas, não industrializados aqui, mas das quinquilharias da China ou de outros país mais desenvolvidos como States, Alemanha, Inglaterra, Japão onde se respeitem à lei de patentes, diferentes da China, que investem, desenvolvem em pesquisas e que detenham produtos de melhor qualidade? E nossas matérias primas? O que apenas teremos para concorrer? Exportar matérias primas? Ora sem preços competitivos e até levadas para o exterior de formas criminosas (roubos, maquiados, etc). Levadas das Reservas dos Índios, conforme as façanhas dos Ideólogos Petistas e das ONG alienígenas, com suas demarcações e libertinagens, drogas e outros vícios entre indígenas e demais etnias sem escolaridade? Não sou pessimista, mas vejo estas terríveis dificuldades e manobras que nos assolam com este Modelo que se monta no Brasil. Da Revolução do Antonio Gramsci. Quando não passaremos de uma nação de quinta categoria, não pacificada, mas fratricida em ebulição, além de ser governada por um Partido Único e sem Oposição. Veja, então, que o PT tem apenas um Projeto de Poder e não para desenvolver o país, através da Educação ou com um Pragmatismo definido: Desenvolver, além de ter políticas públicas saudáveis e com respeito aos direitos dos seus trabalhadores. Mas para o PT os fins justificam os meios. De ter o Poder por tempo indeterminado, mas até promovendo o retrocesso e a submissão do nosso povo às potências externas, no particular, alinhado daquelas que difundem à Utopia para enganar às massas humanas, para implantação do Estado Totalitário. Desgraçadamente, estamos neste curso com pequenas resistências de pessoas comuns. Não de entidades, nem de instituições ou de Lideranças Políticas que disponham a contrapor e a reagir. Quanto à Justiça do Brasil, eu recordo bem de um provérbio sertanejo: ¨A Justiça daqui é como rama do gerimum, o dono da terra bota onde quer¨. O PT, assim, está com o Congresso, a Justiça e até com órgãos da Imprensa em suas mãos; então faz o que lhe aprouver do Brasil. Que Deus nos ajude!
* Por José de Araújo Madeiro comentário em A trajetória do PT às 09:36
   No blog Brasil-Liberdade e democracia

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Sandice comunista

Uma das sandices comunista é o uso malicioso da palavra "imperialismo". Os Estados Unidos venceram duas guerras mundiais e não se apropriaram de nem um metro quadrado de território, enquanto a URSS, após a II Guerra Mundial, anexou dezenas de países e os manteve subjugados a poder de fuzis e tanques, como Hungria, Checoslováquia e Alemanha Oriental.
No entanto, comunas de todo o mundo referem-se aos Estados Unidos como país imperialista e esquecem-se que a URSS, esta sim, a nação mais imperialista de todos os tempos, anexou tantos países que chegou a atingir 21 milhões de quilômetros quadrados (quase três brasis).
Comunas vivem no mundo da lua e não cultivam o menor compromisso com a realidade nem com a coerência. Só desejam o poder, para usar e abusar.
*Garacialavida, por e-mail, via resistência democrática

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Um produto revolucionário. Use sem moderação.

Documento estranho

Você já viu uma foto do novo registro civil, instituído pela Lei 12.058, de 2009?
Dê uma olhada no modelo abaixo.

Veja mais de perto os dados pessoais que ficam ao lado da foto maior do documento.

É isso mesmo que você está vendo! No registro civil único da Republica Federativa do Brasil os dados são enunciados na Língua Portuguesa e... EM INGLÊS! Leia a advertência que se encontra no novo registro civil brasileiro.
Um documento nacional, com validade exclusiva no território nacional brasileiro, com enunciados em Inglês!
Lembram quando o molusco declarou que "quem falava inglês era metido a besta?"
*Fonte: Blog Lilicarabina

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Dilma corta as asas de Jobim.

No blog Coturno noturno:
A reunião foi ontem e durou três horas. Nelson Jobim saiu dela com um corte brutal no orçamento para contribuir para o "equilíbrio" das contas públicas. São 37 ministérios e o da Defesa terá que cortar R$ 4 bilhões do orçamento para cumprir a meta dos R$ 50 bilhões determinados pela herança maldita do governo Lula-Dilma. É, sem dúvida alguma, a maior contribuição. Paulo Bernardo, que foi o pai do Orçamento 2011 e agora é ministro das Comunicações,terá que fazer um corte mais suave: R$ 450 milhões e ainda terá um por fora de R$ 300 milhões para a Telebras. Resta saber se, mesmo com todos os cortes, Dilma ainda vai manter a compra dos aviões de caça e deixar recruta passando fome nos quartéis. O certo é que Dilma cortou as asas do Jobim. E, por tabela, da milicada melancia.

Recado de quem tem razão

"Nós não cometemos nenhuma devastação ambiental; nós cometemos uma devastação no bolso dos agricultores europeus. Isso, sim, o agronegócio fez."

SENADORA KATIA ABREU (DEM-TO), Presidente da CNA, respondendo ao lobismo das ONGS internacionais contra o novo Código Florestal.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A esquerda e a estratégia da mentira

A estratégia da mentira, da fraude, da falsificação histórica e do revanchismo, é típica de certo esquerdismo, na realidade eufemismo para comunista. Os anacrônicos conceitos esquerda x direita, oriundos da Revolução Francesa, foram instrumentalizados pelos comunistas para ocultar essa ideologia sociopolítica criminosa.
Pois é o que se deve não só pensar, mas também dizer. Não é a toa que quem viveu o experimento comunista adverte:
“Transigir con un comunista es mil veces peor que transigir con un ladrón, sin que con esto quiera yo ofender a los ladrones...” José I. Rivero, jornalista cubano
Ademais – não se pode esquecer de certo segmento comunista que apóia incondicionalmente o teniente-coronel-presidente Chávez Frías, idolatra os irmãos democidas Fidel e Raul Castro, há mais de meio século no poder mediante a escravidão do povo cubano, e cultua LÊNIN, STÁLIN e MAO; e ainda adotas as táticas nazi-fascistas – só pode ser mentirosa, terrorista e assassina com uma visão cínica, do poder e da política.
No mais com relação aos ex-comunistas concluo com JAMES RUSSSEL|: “Só os mortos e os loucos nunca mudam de opinião.”
*Texto por Rivadávia Rosa, por e-mail, via resistência democrática

Os mendigos de Fidel Castro

No bairro de La Víbora, perto da Praça Vermelha – que não é praça nem está pintada de vermelho – uma duzia de mendigos tomou posse de uma esquina, com amplos portais que servem de cama, teto e mesa. E também para a tralha ambulante.
Luis, um dos indigentes domiciliado na esquina central da rua Carmem com 10 de Outubro, logo cedo, começa a tomar na companhia de seus cumpinchas mendigos, um rum caseiro, feito com carvão e merda de vaca, com cheiro nauseabundo e quase impossível de tragar.
Quando o sol esquenta, já estão bêbados. Sem nenhum alimento no estômago, depois de um bate-boca ocasional com algum transeunte, caem como moscas nos papelões que servem de colchão.
Em Havana os mendigos se tornaram comuns. Mas estes mendigos do século 21, quase todos nascidos com a revolução, são seres carrancudos. Uma mistura de esquizofrenia e violência. Não conseguem articular mais de 200 palavras e se movem como ratos nas padrugada para remexer latas de lixo.
Alimentam-se das sobras deixadas em pratos de cafés e restaurantes: os restos de comida encontrados em latas de lixo. Dormem onde sejam surpeendidos pela noite: parques, portais ou escadarias de edifícios.
A imprensa oficial, cega para os problemas da cidadania, prefere publicar as notícias de esperança e relatar os números das metas de produtividade cumprida em qalquer província.
Por seu lado, o maior artífice de uma revolução que jurou eliminar a pobreza, olha para o outro lado. Sua visão está nos temas debatidos nos centros do poder mundial. Da crise do capitalismo à guerra atômica – que segundo ele – está por acontecer.
A economia estã no chão. Pouco dinheiro nos cofres estatais e um milhão e 300 mil trabalhadores desempregados ha cerca de 3 anos. Vendo assim, para os governantes, talvez o aumento da mendicância seja um mal menor. Preferem virar a página."
*(Extraído do texto em http://www.desdelahabana.net/?attachment_id=5381 - Tradução livre: A. Montenegro)

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Anarquista por conveniência

Criador da Azul sugere extinção da Lei de Licitações e do TCU
O sucesso da empresa aérea Azul tem gosto de vingança para seu fundador, David Neeleman, americano nascido no Brasil. Há quatro anos, feriado de São Valentim, quando uma tempestade paralisou a JetBlue nos Estados Unidos, ele entrou em confronto com os acionistas e acabou demitido da empresa que criou. "O conselho queria que eu desaparecesse. Agora, eles têm sempre que ler sobre o David nas páginas das revistas de negócios nos Estados Unidos", diz Neeleman, de 51 anos: "Quando uma porta fecha, outras se abrem. Na Azul tem 3.000 pessoas e 7 milhões de clientes felizes por eu estar aqui". Neeleman defende a criação de terminais temporários nos aeroportos para dar conta da demanda da Copa do Mundo e ataca a Lei das Licitações (de 1993, que estabelece normas e prazos para contratação por todas as esferas do poder público) e o Tribunal de Contas da União. "Eu queria acabar com a lei 8.666 e com o TCU. Em Vitória, gastaram R$ 30 milhões com as obras do aeroporto. Aí sumiu R$ 1 milhão e o TCU mandou parar tudo. Faz cinco anos que a obra está parada e os R$ 30 milhões foram para o lixo. Tem que investigar, mas não precisa parar a obra. Eu sempre pergunto aos brasileiros sobre isso e eles dizem: 'Isso é o Brasil'. Não aceito. A Nigéria não faz coisa tão estúpida", afirma David Neeleman.

Os novos ricos do PT

Estaria tudo bem, se a riqueza fosse fruto do trabalho dos militantes, e não do assalto aos cofres públicos.
O fato é que a burguesia lulista obtém mais lucros do que muitas empresas, bancos inclusive.
O PT espera arrecadar R$ 3,6 milhões neste primeiro ano de governo Dilma Rousseff só com as contribuições de parlamentares e ocupantes de cargos de confiança filiados ao partido. O valor é pouco superior ao que foi amealhado no último ano de mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apesar da eleição de um número maior de deputados e senadores e do aumento da participação de integrantes do partido no primeiro escalão do governo.
Mas os R$ 3,6 milhões mostram que a arrecadação cresceu mais de 700% em relação ao valor arrecadado em 2002, antes da chegada do PT ao Palácio do Planalto.

Tô fora!

Ao Governo Dilma: amiguinhos, o caixa está estourado? Vou avisando: não é minha culpa. Paguei todos os meus impostos, "doei" quase 5 meses de meu trabalho para vocês, sem falhar.
Todos todos meses, eu lia nos jornais que a arrecadação de tributos batia recorde atrás de recorde. Mesmo assim, eu não vi ainda para onde foi o meu dinheiro, pois as escolas continuam péssimas, as rodovias caindo aos pedaços, os hospitais públicos em estado de calamidade, os aeroportos estão precários e, vira e mexe, uma capital ou outra vive apagões.
Se o serviço tivesse melhorado, tudo bem, mas vejam só, amiguinhos, para tirar um simples passaporte, levamos hoje mais de um mês!
Portanto, não me venham falar em "cortes profundos" e "dor". Eu aqui, que paguei tudo direitinho, e não foi pouco, não tenho nada com isso. 
Se houver sacrifício, que seja aí, entre vocês, que devem saber o que fizeram com aquele dinheirão todo que eu dei nas suas mãos.  Eu "tô fora"!
*Maria Cristina Rocha Azevedo - Florianópolis, SC - por e-mail, via por um Brasil melhor

Que inveja dos italianos

José Dirceu está confiante de que, por um ataque de paralisia do STF , o processo pelo qual é indiciado por formação de quadrilha, corrupção e quetais vai prescrever.
E eufórico, Dirceu já defende a refiliação de Delúbio no PT, afinal, um cão fiel  que não latiu nem rosnou contra o dono, alem de ser um "mala de ouro"....
Com muita inveja vejo os italianos nas ruas contra o ministro Berlusconi bradando que a Itália não é um bordel! 
Quando será que sairemos às ruas para bradar que o Brasil não é covil de bandidos, quadrilheiros e corruptos protegidos pelo Estado?
 * Mara Montezuma Assaf, por e-mail, via resistência democrática

A esquerda enjeitada pelo PT

Por Gabriel Manzano, no O Estado de S.Paulo:
Houve muita festa, bolo com velinha e convidados ilustres, mas, se alguém na sala gritasse "fora FMI" ou "o mundo marcha para o socialismo", iria estragar o clima. O PT de meia idade que comemorou 31 anos na quinta-feira, em Brasília, é um senhor comportado - ideologicamente - que ao chegar ao governo trocou, como já fizeram tantos outros partidos-camaradas, as bandeiras da utopia socialista pela lógica da manutenção do poder. Ao subir a rampa do Planalto, em 2002, o petismo deixou para trás uma esquerda órfã, que foi se esvaziando, ficou desimportante e sem horizontes. E nenhum dos pequenos grupos radicais conseguiu reverter esse quadro.
O debate sobre esse vazio, num terreno onde antes pululavam grupos trotskistas, o velho Partidão e o PTB da era Vargas, leva a uma polêmica interminável. Há os que entendem que o sonho socialista morreu. Uma minoria acredita que dá para revivê-lo. E, para muitos outros, a esquerda vai muito bem, obrigado, só deixou de lado a briga por mais-valia ou uma sociedade sem classes e se concentrou no controle puro e simples da economia e da política pelo aparelho do Estado.

A hora do funcionário público

Dilma Rousseff decidiu levar a mão a um vespeiro. Vai mandar ao Congresso projeto que altera o sistema de previdência dos servidores públicos.
Hoje, ao vestir o pijama, o servidor assegura aposentadoria igual ao salário que tinha na ativa.
Deseja-se interromper a mamata para os servidores que ingressarem nos quadros do Executivo, Legislativo e Judiciário depois da aprovação da nova lei.
Deve-se a informação ao líder de Dilma no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Quem já tem direito à aposentoria integral não será importunado, diz ele.
Quem ainda não tem, vai aos quadros do Estado com as mesmas regras do trabalhador da iniciativa privada.
Significa dizer que, ao aposentar-se, o novo servidor receberá no máximo o teto fixado pelo INSS para o setor privado. Em cifras de hoje: R$ 3.689,66.
No mesmo projeto, o governo vai regulamentar o fundo complementar de aposentoria do setor público.
Quem achar que a nova aposentadoria não enche a geladeira poderá associar-se ao fundo. O reforço será condicionado à contribuição (entre 6% e 9% do salário).
A União será patrocinadora do fundo, na proporção de um para um. Ou seja, borrifará no fundo valor igual à contribuição do servidor.
Junto com a perspectiva de estabilidade, a aposentadoria integral atrai milhões de jovens para os concursos públicos.
Sem ela, a fila de candidatos talvez fique menor. No longo prazo, dimunirá também o décifit da Previdência. Justo, muito justo, justíssimo.
Agora, só falta o governo combinar com os russos –no caso, os congressistas.

Prouni: onde está o efeito do PROUNI e onde está a Oposição?

No blog Coturno noturno:
Ninguém quer mexer no assunto. Para o governo federal, o PROUNI é uma arma de propaganda fantástica. Para as universidades privadas, um achado: trocam isenção fiscal por 10% de vagas ociosas. Então, há um pacto em torno das irregularidades. Não aparece um senador ou um deputado federal para mexer na lama. Nem mesmo o Paulo Renato de Souza(PSDB-SP), ex-ministro da Educação, que conhece tudo em detalhes, abre a boca para não perder clientes na sua consultoria. As vagas do PROUNI não estão sendo preenchidas integralmente. Estão sobrando vagas. A evasão é altíssima. Ninguém está cumprindo a lei. O Censo da Educação Superior, que poderia apresentar os dados, esconde, escamoteia, ignora. Qual é a evasão do PROUNI? Qual o percentual de concluintes? O assunto é um tabu para o governo e para a oposição. Ontem o governo federal lançou o PROTEC, para o ensino técnico, na esteira do sucesso do PROUNI. Será que, desta vez, vai aparecer algum parlamentar para exigir uma avaliação rigorosa do PROUNI, antes de conceder mais um arma de propaganda enganosa para o governo?
Apenas dois números:
-Em 2006 ingressaram no ensino superior privado um total de 1.151.102 calouros. Em 2009, o número de ingressantes foi de 1.157.057. Poucos mais de 6.000 novos alunos em 4 anos.Crescimento zero!
-Em 2006, eram 2.298.493 vagas oferecidas nas universidades privadas. Em 2009, o número subiu para 2.770.797. Um crescimento de quase 500.000 vagas para pouco mais de 6.000 alunos.
Sobram duas perguntas: onde está o efeito do PROUNI e onde está a Oposição?

O custo poste: Surge o montante da conta que Lula/Dilma fizeram e o povo tem que pagar

No blog Coturno noturno:
Começa a aparecer, de forma escancarada, o custo poste. O custo de tirar alguém do nada e transformar em presidente da república. Um ônus criado por meio de uma estratégia atroz para o país: o poste beneficiado era quem fazia acontecer as obras e ações eleitoreiras no governo anterior. O velhaco negociava empurrar o poste como presidente do país e o poste assinava o cheque sem fundos para pagar a própria conta, no futuro.
Os números que começam a aparecer nas manchetes de jornal são estupendos. Em 2003, o país economizava 3,84% do PIB no superavit primário, número que caiu para 2,78% em 2010.
A dívida pública era de R$ 932 bilhões em 2003 e já está em R$ 1,47 trilhão.
O saldo comercial que era de U$ 24 bilhões em 2003 caiu para R$ 20 bilhões em 2010.
Por fim, a explosão das despesas, que cresceram 50% em quatro anos! Sabem quanto cresceu em média por ano? R$ 55 bilhões. O número não é familiar?
O governo não está tendo que cortar R$ 50 bilhões do orçamento? Agora vejam quanto o custo de pessoal aumentou no último mandato do velhaco: R$ 51,8 bilhões. Novamente, o mesmo número que eles terão que cortar. Em vez de enxugar a máquina pública, promoveram o aparelhamento total.  A verdade é que o poste vai ficar apagado por um bom tempo, por falta de energia. É o apagão completo do poste. É hora da oposição brilhar e mostrar ao país o que fizeram com ele.

domingo, 13 de fevereiro de 2011

Obama e o Newspeak

O Egipto e o Paquistão são, no mundo muçulmano, os maiores destinatários da ajuda americana e a situação em que estão deveria, num mundo onde a realidade dominasse a ideologia, fazer acender uma luz vermelha algures nos corredores da Administração Obama.
O Egipto, com o Exército mais poderoso e bem equipado do mundo árabe, caminha a passos largos para os braços da Irmandade Muçulmana e o Paquistão acaba de duplicar o seu arsenal nuclear, que já é maior do que o da Grã-Bretanha.
Sendo o Paquistão um estado quase falhado, quase falido, radicalizado e onde o fundamentalismo islâmico e os sentimentos antiocidentais fazem parte da ideologia dominante inclusivamente no establishment militar e das informações, não é excessivo deduzir que uma parte substancial da ajuda americana acaba por, indirectamente, financiar a proliferação nuclear.
O Paquistão é a exemplar crónica de um desastre anunciado, face ao qual a Administração Obama se dedica a exercitar números de retórica politicamente correcta, faz de conta que nada de grave se passa e lança “hope” às carradas sobre a desagradável realidade.
Não há, por isso, uma estratégia realista para fazer face ao problema.
Na verdade nem sequer será fácil formulá-la, porque a Administração Obama entrou por zonas orwellianas, banindo palavras que descrevem as situações reais, na esperança de que sem palavras para a descrever, a própria realidade se dissolva.