sexta-feira, 31 de maio de 2013

Luta inglória.

Lutei contra a ditadura, sim! Tomei borrachadas, engoli gaz lacrimogênio, corri da cavalaria na Av. são João em direção a Praça Antonio Prado e à Praça da Sé. Participei das perigosas assembléias dos sindicatos, onde milicos escondidos na massa guardavam na memória o rosto dos mais exaltados. Arrisquei o emprego, pichei muro com os slogans "Abaixo a Ditadura". Distribui panfletos. Morri de medo. Chorei quando anunciaram a devolução do poder ao povo: eu e mais alguns milhões. Hoje, vendo pessoas morrendo em filas de hospitais, bandidos matando por R$10, pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas, adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8, meninas de 14 anos parindo filhos sem pais, toda a classe política desse país desfilando uma incompetência absurda, a polícia corrompida, o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos... Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz... Deveria ter ficado em casa.
*Rogério Moreira, São Paulo, Capital, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Conheça o novo Ministro do STF em ação.


Foi uma grande escolha de Dilma. Quem consegue defender, com tanta ênfase, um comunista criminoso, como Cesare Battistti, tem ou não uma grande capacidade profissional?

Incapacidade vermelha.

 
Hermann Hoffman Venicius Santos, um brasileiro formado na ELAM-Cuba, grande defensor da importação de médicos estrangeiros.
Não conseguiu passar num vestibular de medicina no Brasil, nem sequer passou perto disto, nem das piores disponíveis!
Foi enviado para Cuba, onde é o líder da facção local do PT, na época desta foto, cursava o 5º ano da faculdade de medicina na ELAM, sabendo-se despreparado para revalidar seu diploma, luta com unhas e dentes pela revalidação automática.
Estas são as pessoas que se dizem preocupadas com a saúde do povo no Brasil, quando na verdade só se preocupam com o próprio umbigo, almejando algo que legal e méritocraticamente não conseguiram.

Conspiração e incompetência governamental na área da saúde.


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Procuradoria acusa ministro Fernando Pimentel de ter desviado R$ 5 milhões da Prefeitura de Belo Horizonte.

A PGR (Procuradoria-Geral da República) acusa o ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, de ter atuado no desvio de R$ 5 milhões da Prefeitura de Belo Horizonte em 2004, quando era prefeito da capital mineira.

Cotado para coordenar a campanha de reeleição de Dilma Rousseff, ele é acusado pela PGR, em inquérito que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) sob relatoria do ministro José Dias Toffoli.

De acordo com informações do jornal Folha de S.Paulo deste sábado (25), o inquérito avalia a contratação da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte, pela prefeitura, quando da implantação do projeto "Olho Vivo", que estabelecia a instalação de 72 câmeras de segurança no centro da cidade.

O documento da procuradoria é de março do ano passado, assinado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, e sua mulher, Cláudia Sampaio. Segundo o texto, "o denunciado [Pimentel] concorreu ativamente para o desvio dos R$ 5 milhões em favor da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte".

A procuradoria acusa Pimentel de "apropriação de bens ou rendas públicas", com pena de até 12 anos de prisão. Segundo o órgão, o convênio com a Câmara dos Dirigentes Lojistas foi um modo de contratação sem o processo licitatório, e que o dinheiro foi encaminhado a uma empresa fantasma.

De quem é a culpa da insegurança no Brasil?

 

O roubo na cúpula.

terça-feira, 28 de maio de 2013

A marcha das vadias.


Observem a foto e me respondam, se puderem: Quem financia isto? Quem está pagando estas moças para fazer isto? Quem são estas moças? Pelo que vejo, na grande maioria, são moças jovens, brancas , bonitas, de boa pele. Seriam estas moças bailarinas de alguma casa de shows? Ou moças "alegres" das calçadas noturnas? Ou gente querendo "aparecer"? Muitas trazem cartazes com dizeres americanos , o que me leva a crer que se trata de movimento internacional, com pagamento em Euro. Chique não? Estas moças são muito estranhas para as mulheres brasileiras. O que desejam? SER PUTAS? Ora, mas já não são? Querem autorização para serem putas? E já não tem? Querem o que? Capar os homens para terem o direito de andar nuas? Me ajudem...Agora, é inegável a associação das VADIAS com o comunismo. ( Graciaslavida por e-mail, via Grupo Resistência Democrática)

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Polícia Federal descobre origem do boato sobre o fim do Bolsa Família.

     
Os bem alimentados beneficiários do Bolsa Família
A Polícia Federal publicou nota na manhã de hoje afirmando ter descoberto a origem dos boatos sobre o fim do Bolsa Família.
Diferentemente do que se acreditava, a farsa não partiu de nenhuma agremiação que faz oposição ao governo, já que as mesmas, segundo a própria PF, não tem competência nem pra espalhar mentiras.
Segundo a conclusão apresentada no relatório do inquérito, “ocorreu um grande mal entendido, pois algumas pessoas tiveram acesso a um vídeo da campanha eleitoral de 2002, no qual o ex-presidente Lula critica a política assistencialista dos governos. Algumas pessoas desinformadas pensaram que o vídeo era recente, e acharam que Lula ia mandar acabar com o bolsa família”.
No vídeo mencionado, o ex-presidente condena a distribuição de cestas básicas e tickets de leite, afirmando que tais medidas são uma verdadeira “compra de votos”.
Segundo Maria Magalhães Mascarenhas de Macêdo, beneficiária do programa, o boato se espalhou quando “a gente viu o presidente dizendo que no Brasil ninguém votava por ideologia, que o povo pensa com o estômago e não com a cabeça, aí a gente pensou que ele ia ser coerente e ia mandar a Dilma acabar com a Bolsa (Família)”.
Embora a PF tenha concluído que o vídeo do ex-presidente foi quem causou o mal entendido, Lula não será interrogado, pois segundo sua assessoria comunicou, ele não sabia de nada.
Abaixo o vídeo que causou a confusão: (JoselitoMuller)
 

domingo, 26 de maio de 2013

A tática dos comunistas, no poder.

1- Uma conhecida tática gramsciana é colocar na boca do adversário o que ele nunca disse.
2- Em seguida, criticar ferozmente o absurdo que, supostamente, ele teria dito.
3- A plateia, naturalmente, concorda.
4- Corações e mentes idiotizadas aplaudem entusiasticamente.
5- Desde que recebam "bolsas" está tudo bem.
6- Doutrinação e corrupção é problema dos "outros".
7- A tática é esperta e está funcionando bem.
8- Uma reação a esta situação vai ficando sem apoio, difícil e improvável.

sábado, 25 de maio de 2013

Corrupção na Venezuela.

A chamada ‘Revolução Bolivariana’ está cada vez mais sendo chamada na Venezuela de “robolución”, ou seja, de ‘roubolução’. O regime está imerso numa corrupção galopante, agravado pela inépcia de seus próceres e funcionários e pelas manobras e conspirações internas para propiciar a queda de seu líder substituto de Hugo Chávez, Nicolás Maduro. Há uma sedenta corrida aos cofres do país para um saqueio gigantesco que está a permitir um enriquecimento ilícito, vertiginoso e rápido, da cúpula dirigente, tudo com o beneplácito da inteligência cubana que controla efetivamente o país. Pelo menos é o que revela um personagem do primeiro escalão do regime, Mario Silva, angustiado pela possibilidade de a oposição vir a acabar com a situação de submissão à inteligência de Havana e com o empobrecimento acentuado do povo venezuelano.
 
Cabello e Maduro, os nuveaux riches do comunismo bolivariano
As revelações de Mario Silva – que é um dos porta-vozes mais visíveis do chavezismo – deixam claras as profundas fissuras existentes entre Maduro e Diosdado Cabello (presidente do Congresso ou Assembleia Nacional), que é considerado uma das maiores ameaças ao processo ‘revolucionário’ comunista por sua alegada ‘avareza e desmedida ambição de poder’. Cabello era quem, segundo a violada Constituição venezuelana, deveria ter assumido a presidência do país para o mandato tampão a que foi guindado Maduro por meio de um golpe apoiado pelas Forças Armadas.  
           Tais declarações de Mario Silva estão contidas numa gravação que foi entregue pela oposição à imprensa e que foram expressas durante uma conversa entre Silva e um agente da inteligência cubana, identificado como Palacios, na qual o dirigente chavezista o advertia sobre o grave perigo enfrentado pelo regime de Maduro diante das manobras de Cabello. 
            Apesar de o primeiro nome do agente cubano não ter sido mencionado na gravação, analistas disseram que pode se tratar de Aramis Palacios, um tenente coronel enviado pela ditadura cubana a Caracas para treinar o chavezismo nas tarefas de ‘contrainteligência’.
            Na gravação, Mário Silva diz ao seu interlocutor cubano, literalmente, o seguinte: "Eu tenho medo, Palacios. Um medo [...] Que eu diria visceral, emocional, muito aferrado. Tenho estado muito deprimido nos dias de hoje. Mas eu tenho um medo, mas um medo terrível de que estejamos a enviar toda essa merda para o espaço". Silva tem um programa de TV chamado ‘La Hojilla’ (O Folhetim), que é visto como uma das principais plataformas de Chávez para transmissão ideológica (lavagem cerebral marxista).
            De acordo com Silva, “a imensa corrupção praticada pela cúpula do chavezismo, cuja cúpula trata de se enriquecer ao máximo e a toque de caixa, é um dos principais fatores da deterioração da economia venezuelana, praguejada neste momento por uma das mais altas taxas de inflação do planeta e por um déficit público que representa o dobro do ocorrido na sofrida e atribulada Espanha, além de uma aguda escassez de produtos de primeira necessidade que causa uma crescente insatisfação popular no país”.
            E o mais cruel e irônico de tudo é que, além dos capitais terem se espaventado para fora da Venezuela e a mão de obra qualificada ter emigrado para os países vizinhos, é descomunal a quantidade de dinheiro que os corruptos atuais estão enviando para fora do país, principalmente para os EUA e paraísos fiscais, segundo o consenso da classe média.
            Em suas confissões ao cubano, Silva disse em dado momento que a corrupção, ainda durante o governo de Chávez, era tão alarmante, que o então guru das finanças públicas venezuelanas, Jorge Giordani, esteve a ponto de renunciar ao seu cargo no ministério do falecido. Segundo Silva, “um dos que mais enriqueceu ilicitamente com tanta corrupção foi Diosdado Cabello”. “Vou cair fora desta faina porque estes putos estão sangrando o país”, teria dito Giordani ao então ministro da Defesa, Henry Rangel Silva, referindo-se às ‘meganegociatas’ nas quais grupos associados a Cabello roubavam a metade das centenas de milhões de dólares que recebiam com ‘taxa preferencial’ para realizar importantes obras ou importar produtos de primeira necessidade.
            Mas, além do impacto econômico de toda essa corrupção, vejam como Mário Silva procura entregar mais a Venezuela ao controle de Cuba para garantir ao máximo o “socialismo bolivariano” no país.  Silva se mostra perante o enviado de Havana preocupado pelo poder político de Diosdado Cabello sobre o setor policial e militar do país, e com suas manobras para, segundo diz, ‘se impor a Maduro’. “Tal concentração de poder torna Cabello um perigo para a sustentabilidade do regime comunista de Maduro”, diz Silva.  Maduro está obrigado, sim, está obrigado, a seguir a trilha do Comandante [Chávez]; e está obrigado a por contra a parede Diosdado Cabello. Obrigado…”, comentou.
 
            “Oxalá meu Comandante tenha mandado gravar um vídeo no qual tenha exposto os motivos de ter escolhido Maduro para sucedê-lo, em face do que estavam conspirando a toda faina. Porque estou certo de que meu Comandante sabia que ia morrer logo, tenho certeza disso. Mas meu Comandante, caso fosse deixar tudo bem costurado, deve ter gravado tal vídeo. Teria que tê-lo gravado”, acrescentou. E continua: “Esse vídeo, se existir, seria importante para derrubar Cabello e tirá-lo do caminho, porque Maduro não tem força suficiente para afastar o presidente da Assembleia Nacional por sua própria conta”. “Além disso, Diosdado também pode acusar Maduro de traição e [nesse caso] criar uma confusão total dos diabos no país e a única forma de deter Diosdado será a existência de uma prova cabal e indiscutível de que o Comandante sabia de tido”, disse na gravação.
Mario Silva, o comunista entreguista da Venezuela à ditadura cubana, é o pior inimigo interno que o povo venezuelano tem.
            Segundo Mario Silva, Maduro quer afastar Cabello, mas não sabe como. “Acredito que Nicolás, assim, tenha vontade de fazer o que quer fazer, mas está enrolado. Vou supor isso porque o tenho visto, porque falando com ele tenho constatado isso, e vou supor que ele tenha a vontade, mas as amarras que o impedem estão em todos os grupos de poder [controlados por Cabello]”, explicou no áudio.
            O dirigente chavezista sugeriu que a eliminação de Diosdado Cabello também seria do interesse de Cuba, já que o presidente da Assembleia Nacional, na realidade, acredita que a aliança entre a Venezuela e a ilha-cárcere dos Castros deve ser posta de lado, uma vez que Cuba representa hoje um fardo pesado demais para ser carregado pelo país.
            Mario Silva explicou ainda em sua conversa com Palacios que “em face das necessidades por que estamos passando, os que formam os grupos em torno de Diosdado Cabello, consideram uma obrigação a da Venezuela se desligar, manter relações diplomáticas, mas por fim à ‘irmandade’ que existe atualmente,  e acabar com os ‘convênios’ firmados com Cuba”, disse o dirigente.
            Seu interlocutor cubano concordou que isso terminaria com os programas de “assistência médica”, conhecidos como “Barrio Adentro” que, na verdade, além de algum atendimento primário de qualidade extremamente duvidosa, se dedica muito mais à lavagem cerebral marxista dos bairros mais pobres de Caracas e se mantêm em estreita submissão à inteligência de Havana.
            Como se pode deduzir dessa gravação, não é impossível que Diosdado Cabello, por mais que tenha enriquecido com a corrupção generalizada e desenfreada do regime “bolivariano”, passe a formar, ostensivamente ou por baixo dos panos, uma aliança com a oposição de Capriles, caso esse líder assim entenda como útil para frear a entrega de um país inteiro à ditadura cubana.
            Ao invés do regime encontrar um vídeo sonhado por Mario Silva ou outra qualquer prova que possa incriminar Cabello, foi a oposição que recebeu de presente uma gravação que equivale a uma imensa quantidade de merda jogada no ventilador de uma Venezuela quase destruída pela famigerada mentalidade socialista.
            Afinal, é mais fácil correr atrás e pegar um mentiroso do que um coxo...
* Por FRANCISCO VIANNA, com imprensa internacional, via Grupo Resistência Democrática.

E o PT insiste e declara: quer implantar o comunismo no Brasil.


 
Neste vídeo, sendo elaborado pelo PT ou não, mostra qual é o pensamento do PT para o Brasil e o golpe comunista que estão tentando implantar no Brasil.
Neste vídeo, inclusive, é assumida a existência do Foro de São Paulo a ligação do PT com projetos para implantação do comunismo na América Latina e no Mundo.
Fica claro que o grande passo do PT é a implantação do comunismo ( eles chamam de socialismo petista) no Brasil.
Até quando a sociedade, a imprensa, o empresariado, admitirá que tal coisa prospere?

sexta-feira, 24 de maio de 2013

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Suspenso do Mercosul, país quer fazer parte de grupo formado por Chile, Colômbia, México e Peru.

 


Suspenso do Mercosul e da Unasul (União das Nações Sul-Americanas), entidades de caráter marxista e antiamericano desde a deposição legal do presidente Fernando Lugo pelo Congresso e pelo Judiciário e conforme a Constituição do país, em junho de 2012, o Paraguai busca diversificar seus parceiros econômicos na América Latina, uma vez que retomou o crescimento após a ameaça socialista que pairava sobre o pequeno país sulamericano.
Com esse objetivo, o país pediu para ingressar na Aliança do Pacífico, bloco formado por Chile, Colômbia, México e Peru.

De acordo com o jornal ABC Color, a solicitação foi muito bem recebida pelos quatro membros e está sendo analisada, sendo bastante provável a sua inclusão.
A resposta deve sair na próxima semana, quando o grupo se reunirá em Cali.

O embaixador mexicano em Assunção, Fernando Estrada, afirmou que o setor empresarial do Paraguai tem sinalizado muito interesse em se incorporar à Aliança e que, em vista do recente crescimento da economia paraguaia o interesse é recíproco.

A tendência é que o país seja incorporado primeiramente como observador, para depois ser elevado a membro pleno do bloco. Em relação ao Mercosul e à Unasul, o Paraguai deve ter sua suspensão derrubada após a posse do presidente eleito, Horacio Cartes, em agosto. Todavia, não se sabe ainda se Assunção aceitará o seu retorno.

Além do Paraguai, Costa Rica e Panamá já pediram para serem incorporados ao bloco. São observadores Canadá, Guatemala, Uruguai, Espanha, Austrália, Nova Zelândia e Japão. 
Os investimentos norteamericanos privados mais do que triplicaram no Paraguai desde que o país foi suspenso das organizações socialistas da América do Sul.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Verdades que doem.


Por Pedro Luiz Rodrigues

Muitos parlamentares manifestaram indignação, outros ficaram fumegando de raiva e chegaram mesmo a lançar impropérios contra o Presidente do STF, Joaquim Barbosa, pelo fato de o nobre magistrado, em exposição a estudantes, ter dito verdades conhecidas por todos, inclusive dos fumegantes. O problema é que quando a realidade é exposta, assim, com cristalina clareza, ofende os que preferem a opacidade e as regras tortuosas, que os beneficiam. Outra conversa é saber se há também benefício para o País.

Com base em dados estatísticos, o ministro do STF observou que a maioria dos projetos de lei não é de iniciativa do Legislativo, mas do Executivo. Identificou, ainda, como a debilidade mais grave do Congresso brasileiro o fato de ser dominado institucionalmente pelo Poder Executivo". Terá, talvez, o Presidente do STF se inspirado nas recentes declarações do Presidente do Senado, Renan Calheiros, após a aprovação, na undécima hora, da MP dos Portos. Até ele, um aliado fiel do Planalto, disse que assim não dá, que, em bom Português, o Congresso não é capacho do Planalto.

Imagino quanta ira teria varrido os corredores do Congresso e as sedes partidárias, se o Ministro Joaquim tivesse dito também que as instituições política brasileiras são encarquilhadas, estão velhas de dar dó, remontando ao século XIX. E se tivesse dito não acreditar que uma reforma partidária profunda pudesse passar no Congresso, pela impossibilidade de se reunir uma vontade política conjugada. E se tivesse dito que a reforma não consegue prosperar porque aqueles que são eleitos os foram com as regras atuais e não são desejosos de modificar essas regras. Pois bem, políticos e politiqueiros, guardai o vossa rancor, pois o autor de tais declarações não foi o Ministro Joaquim, mas o ex-presidente do Senado, José Sarney - o mais profundo conhecedor da realidade política e partidária do País – em recente visita que fez a Porto Alegre.

E se o Ministro Joaquim Barbosa, em sua análise, tivesse explicitado seus pontos de vista sobre a adoção do financiamento público exclusivo das campanhas eleitorais no País, o fim das coligações para eleições proporcionais, coincidência de mandatos, ou tivesse recomendado como modelo para o Brasil o sistema eleitoral belga? Bélgica, rosnariam alguns, o que temos de aprender com a Bélgica? Pois são estes alguns dos itens que constam do recentíssimo relatório sobre reforma eleitoral feito pelo deputado Henrique Fontana, do PT gaúcho. Em tempo, o sistema belga, prevê uma lista flexível de candidatos. O eleitor pode votar em um candidato de sua preferência ou na legenda.

O mesmo Fontana, em declaração recente à imprensa, admitiu que nem tudo vai passar, pois ao votar leva em conta sua situação política e no estado. Há deputados insatisfeitos em suas legendas que enxergam , na janela uma oportunidade para mudar sem perder o mandato. Também em conversa com jornalistas, há algum tempo, o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ) disse não acreditar em avanços na votação, diante da falta de consenso dos líderes em torno de pontos da reforma proposta por Fontana. Ou seja, ninguém parece muito a fim de mexer muito.



Recordemos o que o nosso caro professor Alberto Carlos Almeida, em recente artigo que publicou na imprensa, observou: “não há uma fórmula para uma reforma política que ajude os partidos a se renovarem por dentro. É preciso, em primeiro lugar, se queremos isso. Em caso afirmativo, será preciso tomar medidas para reduzir o peso dos governos sobre os partidos, sobre suas convenções partidárias e modalidades de financiamento. Não há caminho fácil para uma reforma dessa natureza (...)”

O Presidente do STF, Joaquim Barbosa, tem a extraordinária capacidade de chocar a patuléia simplesmente por dizer as coisas, até mesmo as coisas óbvias, de forma direta. Nada daquele rodeio, daquela coisa cheia de dedos, de rasga-seda ou baba-ovo. É pão-pão, queijo-queijo. Todo mundo que se interessa pelas coisas da política, em particular os próprios políticos, sabem que uma grande reforma é fundamental para acabar com as sérias distorções que, entre outras coisas, fazem hoje do Congresso, em ocasiões frequentes, uma quase-marionete nas mãos do Poder Executivo. Essa intervenção não é tema de debate, é uma constatação e pode ser medida estatisticamente. O próprio presidente do Senado, Renan Calheiros, irrita-se com o excesso de Medidas Provisórias (que deveriam ser baixadas para resolver casos de extrema relevância). Afinal, ninguém gosta de ver a instituição de que faz parte – em particular quando essa instituição é um dos poderes da República – ter de se curvar desmesuradamente a quem quer que seja. Senado e Câmara têm diversos projetos, individuais e coletivos, de reforma política. Mas nada avança, pois nenhum parlamentar quer mudar as regras que eles dominam e pelas quais eles se elegeram.

A Rússia está armando a Síria e a Síria arma o Hezbollah contra Israel.

 
Ao insistir em armar Bashar al-Assad, e com a defesa aérea cada vez mais sofisticada, Moscou corre o risco hipócrita de esquentar a fronteira norte ao ponto de ebulição.
 
Por DAVID HOROVITZO chanceler russo Sergey Lavrov com o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu em Jerusalém há dois anos (Foto crédito: Avi Ohayon/GPO/Flash90)
            Sergey Lavrov disse que não entende o porquê de toda a encrenca. Em entrevistas nos últimos dias, o ministro das Relações Exteriores da Rússia afirmou a obrigação de Moscou – não importa se tem ou não direito a isso – de honrar um contrato para fornecer ao regime do presidente Bashar al-Assad, da Síria, avançadas baterias de defesa aérea S-300, e do que há demais atual em sistemas que podem interceptar caças e mísseis de cruzeiro. O arrazoado de quatro partes de Lavrov continua:
            1) A credibilidade da venda de armas da Rússia estaria destroçada se o país não honrasse o negócio fechado com Damasco;
            2) A Rússia nunca fez o menor segredo de seus vários contratos de fornecimento bélico a al-Assad;
            3) Tais sistemas de defesa antimísseis não são armas de ataque; e
            4) As vendas não representam uma quebra da lei internacional ou das regulamentações ostensivas de internas de contenção rigorosa da própria Rússia.
            Para dizermos de uma forma polida, Lavrov está sendo hipócrita. Seu raciocínio legalista e limitado desmorona diante de uma realidade terrível em que o seu cliente, Bashar al-Assad, passou os últimos dois anos agarrado ao poder massacrando seu próprio povo (e as forças "rebeldes" muitas vezes, extremamente insossas ​​que se juntaram a luta para derrubar o regime). A venda de armas da Rússia para al-Assad está permitindo que o derramamento de sangue chegue a proporções genocidas na Síria. E ao capacitar o arsenal do regime alawita com um dos sistemas de defesa aérea dos mais sofisticados do mundo, a Rússia fará com que o ‘açougueiro de Damasco’, que tem notavelmente conseguido suplantar até mesmo a capacidade de matar seu cruel pai, se torne mais inexpugnável.
                                                                                                        Um míssil russo S-300 antiaéreo antimíssil em exposição em algum lugar não revelado da Rússia (foto-crédito: AP)
            O sábio e experiente antigo chefe da inteligência militar (IDF), Amos Yadlin, comentou no fim da semana que, por insistência otimista de Lavrov, que acha que a venda do sistema S-300 será completada, pois, não está convencido de que Moscou vai realmente entregar as baterias de mísseis. Em vez disso, na avaliação de Yadlin, o S-300 é apenas uma peça no complexo discrepante que a Rússia está encenando com Washington sobre a Síria. Por manter com insistência seu apoio militar a al-Assad, disse Yadlin, os russos estão dizendo aos americanos, "nós perdemos o Egito, você levaram o Iraque  tomaram a Líbia. Mas a Síria não será de vocês".
            E os norteamericanos, por sua vez, estão censurando publicamente os russos por essa postura. Na sexta feira, o diretor do escalão conjunto dos EUA, o general Martin Dempsey, criticou duramente Moscou por ter fortalecido al-Assad via S-300 e outras vendas de armas. "É, no mínimo, uma decisão infeliz que vai animar o regime e prolongar o sofrimento e, por isso, é inoportuno e muito infeliz", segundo Dempsey disse a jornalistas no Pentágono.
            O que temos assistido na Síria, portanto, é um miniconfronto entre a única superpotência do mundo e a nação que alguns políticos querem revivê-la como a antiga superpotência inimiga. O azar de Israel é o de ser pego no meio delas.
            Autoridades israelenses no anonimato emitiram declarações que são contraditórias nos últimos dias – ‘queremos que al-Assad permaneça’, ou ‘quanto mais cedo ele cai melhor’, ou ainda todos os tipos de variantes entre estas. O fato é que Israel sente a mesma indignação moral que qualquer um sente ao ver al-Assad sendo autorizado a fazer toda a matança contra seu próprio povo por tanto tempo. E Israel sabe que não há qualquer possibilidade de que quem quer que o suceda possa ser mais brutal, menos pragmático, e mais perigoso para Israel.
            Não é surpresa, portanto, que Israel tenha feito o seu melhor para ficar fora da guerra civil da Síria, e que gostaria dessa forma. O problema é que a rota pela qual o Irã fornece armas ao Hezbollah, a sua milícia procuradora anti-Israel, acontece justamente via Síria. E, com a ostensiva cumplicidade de al-Assad, o Irã tem tornado o Hezbollah na organização terrorista melhor armada do mundo, com mísseis que podem atingir e causar danos imensos, a simplesmente qualquer alvo em qualquer lugar em Israel.
            Duas vezes, neste mês, e em ocasiões anteriores também, Israel tem interceptado armamentos iranianos ainda mais avançados em sua viagem através da Síria em direção ao sul do Líbano. Tais missões de interceptação na Síria têm sido levadas a cabo com alta precisão e baixíssimo dano colateral. Nenhuma defesa antiaérea é impenetrável, mas o emprego do sistema S-300 russo faria com que tais missões de interceptação se tornassem muito mais complexas. Com a Síria de Assad protegida sob o guarda-chuva s-300, o Irã seria encorajado a fazer suas transferências de armas para o Hezbollah, um grupo terrorista semissoberano declaradamente comprometido com a destruição de Israel. Israel se sentiria obrigado a encontrar outros meios para evitar a melhora da capacidade militar já formidável do Hezbollah.
            E as tensões ao longo das fronteiras já instáveis entre Israel e Síria, e entre Israel e Líbano, se agravariam de forma explosiva podendo forçar os judeus a anexar todo o sul do Líbano e empurrar para o norte toda a resistência que ainda sobrar desse grupo sustentado pelo Irã, com ou sem a aprovação da ONU, mas com o indispensável apoio da OTAN.
O Presidente russo Vladimir Putin, à direita, ouve o Primeiro Ministro israelense Benjamin Netanyahu durante seu encontro em Bocharov Ruchei, residência do presidente russo no Mar Negro na cidade de Sochi, na terça feira, 14 de maio último (foto-crédito: AP/ Maxim Shipenkov)
 
            É por isso que o Primeiro Ministro Benjamin Netanyahu alegadamente disse ao Presidente da Rússia Vladimir Putin, quando se encontraram para conversações de emergência sobre a Síria na semana passada, que a entrega das baterias S-300 baterias a al-Assad "poderá fazer com que Israel, como resposta, se envolva em nova guerra na região como única alternativa de defesa contra a agressão indireta e contínua do Irã via Síria”.  “É preocupante” – teria respondido Putin a Netanyahu – “porque qualquer ataque aéreo israelense à Síria poderá ter o mesmo resultado contra Israel”. Como Sergey Lavrov sabe muito bem, este é o tamanho de toda a encrenca que a Rússia pode criar no Oriente Médio.

terça-feira, 21 de maio de 2013

A "aloprada".


Tiro certeiro – O presidente nacional da Mobilização Democrática, deputado federal Roberto Freire (SP), classificou de “irresponsável” a declaração, via twitter, da ministra Maria do Rosário (Direitos Humanos), que acusou a oposição de espalhar boatos de que o Bolsa Família iria acabar. “Quem manipula informações sobre o programa são os governistas que, em épocas de eleição, afirmam que, caso a oposição seja eleita, vai pôr fim a ele”, disse Freire.
Os boatos sobre o fim do programa causaram tumulto nas agências da Caixa Econômica Federal e lotéricas de várias cidades do país. Após apontar a oposição como responsável pelas notícias falsas, a ministra afirmou à imprensa que havia postado aquela mensagem no microblog porque associou o fato com a eleição, no fim de semana, do senador Aécio Neves (MG) para a presidência do PSDB.
“A oposição brasileira é muito responsável e não faz esse tipo de coisa; já a ministra é de uma irresponsabilidade que não tem tamanho, para falar em nome do governo e dizer essas aleivosias”, declarou Freire, ao rechaçar as acusações.
O presidente da MD comparou o episódio com o Plano Cohen, engendrado por Getúlio Vargas em 1937 para criar um clima de instabilidade no país e promover um golpe de Estado. “Será que estão querendo dar um golpe?”, especulou Freire, lembrando que a armação serviu para justificar a perseguição aos comunistas do PCB.
Aloprada
Já o líder da MD na Câmara, deputado federal Rubens Bueno (PR), diz que a ministra Maria do Rosário segue a cartilha da mentira e dos dossiês falsos do PT. “Depois de Lula, agora a presidente Dilma também tem sua aloprada de estimação”, ironizou o parlamentar. ( Geraldo Almendra)

Carros usados importados do Japão e EUA fazem sucesso no Paraguai.

Foto-efe
ASSUNÇÃO - O Paraguai se converteu no principal destino sulamericano de carros usados de países como Japão e Estados Unidos. Uma regulamentação mais permissiva das importações facilitou a compra de automóveis de segunda-mão no exterior. Carros semi-novos são vendidos por menos de R$ 10 mil.
Conhecidos como 'autos de Iquique' - nome do porto chileno por onde os veículos chegam ao Continente - os veículos importados de segunda mão se transformaram em um fenômeno no país, onde circulam depois de ser transportados por milhares de quilômetros e serem transformados ou reparados em solo paraguaio.
"Os preços que oferecemos são bons", explica o revendedor de usados Francisco Lopez, que tem uma loja em Assunção onde vende carros de segunda mão importados do Japão, Coreia do Sul e Estados Unidos.
Os preços variam a partir de 20 milhões de guaranis, o equivalente a R$ 9,5 mil. "O problema é que o mercado cresceu muito, pois muitos comerciantes de veículos perceberam que este é um bom negócio", admite Lopez.
Um representante da Direção Nacional de Aduanas informou à agência de notícias Efe que a importação subiu de 3,2 mil unidades em 2003 para 35 mil em 2008 e mais de 55 mil no ano passado.
 Enquanto isso, a importação de veículos novos foi de 28,8 mil no ano passado, 1,72% a menos que em 2011, segundo a Câmara de Distribuição de Automóveis e Máquinas do Paraguai.
Entre janeiro e março deste ano o Paraguai importou 23,3 mil automóveis. Desse total, 16,1 mil eram usados.
Os dados do primeiro trimestre refletem um aumento de 14% na importação de carros usados em relação ao mesmo período do ano passado.
A chegada ao Paraguai dos carros usados é o fim de um longo processo que se inicia quando eles são descartados em seu país de origem. Eles são transportados de navio até Iquique, no Chile, e depois seguem em caminhões até o Paraguai. Antes de serem revendidos, são revisados e, quando chegam do Japão, são adaptados com a transposição do volante para o lado esquerdo.
O transporte encarece o preço final em cerca de US$ 2 mil, o equivalente a R$ 4 mil, mas ainda assim eles são mais vantajosos do que a compra de um modelo zero quilômetro.
O aumento da importação se ampara em uma legislação que permite a compra de carros usados de até dez anos no exterior. O Peru e a Bolívia limitam a compra a carros de até cinco anos, enquanto o Brasil e a Argentina proíbem totalmente a importação de usados.
"Dizem que os carros usados emitem mais poluentes, mas isso não é verdade, por revisamos todos eles e adaptamos outras peças quando necessário", defende-se o revendedor Lopez.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

O raivismo comunista.


O raivismo comunista é a síntese de sua própria ideologia. A ideologia comunista é uma ideologia de mortos ou de estrangeiros! Os comunistas são incompetentes e incapazes de planejar e mudar a sua própria realidade, precisam de "super heróis": Lula, Che, Fidel, Hugo, Lênin, Stalin, Pol Pot, Zinoviev, Martov, Kamenev, Troski, Bukarin, Mao Tse Tung, Ho Chin Minh e muitos outros. Têm uma enorme necessidade de livrarem-se de seus egos frustrados. E assim, perdidos na imensidão do seu nada, tentam persuadir os outros para convencerem a si próprios, precisam se alienar da própria realidade insignificante para viver a realidade de outros indivíduos e povos. E nessa tentativa desesperada de encontrar um sentido para a própria existência medíocre, arvoram-se em REVOLUCIONÁRIOS. E em nome dessa suposta condição de revolucionários, sem os freios de uma boa formação familiar, social ou religiosa, brutalizam-se ao extremo, perdendo qualquer resquício de ética, moral ou sentimentos nobres.
Os comunistas nunca foram, não são e jamais serão verdadeiros revolucionários no sentido de transformadores, para melhor, das sociedades; São sim REVOLTADOS SOCIAIS, preguiçosos mentais que querem enriquecer às custas das propriedades e dos frutos do trabalho alheio. E nessa ganância desenfreada cometem todas as formas de crimes possíveis e imagináveis sem nenhum remorso ou arrependimento. Precisam de utopias, de quimeras e de países das maravilhas. Pessoas como os comunistas interessam demais ao sistema de dominação! Os comunistas criticam os religiosos e são muito mais alienados do que eles. Alguns até se preocupam em ler Marx, Engels ou Lenin, mas não se preocupam em saber o que Marx, Engels e Lenin realmente estavam pensando ao escrever, ou seja: O que Marx, Engels e Lenin queriam que os comunistas pensassem para assim poder usá-los como massa de manobra. Os fundamentos da ideologia comunista é o pensamento de Moisés Hess. Moisés Hess é o pseudônimo de Moritz Hess, um judeu, que nasceu em 1812 e morreu em 1875. Bastante conhecido entre o grupo chamado “jovens hegelianos” e foi um dos primeiros a admitir ser um comunista. Ele representou em Paris, de 1842 a 1843, o jornal radical Rheinische Zeitung (Gazeta do Reno), quando conheceu primeiro Karl Marx, um individuo extremamente confuso do ponto de vista ético, moral e espiritual e, depois, Friedrich Engels, outro confuso. Depois de devidamente doutrinados por Hess, Marx e Engels, após muitos entendimentos e desentendimentos, lançaram o Manifesto Comunista.
A ideologia dos comunistas é baseada em “pesquisas”, “dados”, “listas”, “estatísticas”, “relatórios” “demonstrativos” e “enquetes”. Eles são incapazes de praticar a observação cartesiana dos fatos, ou seja, praticar o Ceticismo Metodológico. Os imbecis são tão burros que não sabem que as “pesquisas”, "dados", "listas", “estatísticas”, "relatórios", "demonstrativos" e "enquetes" não têm por fim mostrar a realidade, mas criar uma falsa realidade na mente das pessoas! E assim vão vivendo de ilusões e utopias, No fim de suas vidas estragadas e vazias os comunistas terão vivido as vidas de muitos outros... Menos as deles próprios! E da mesma forma que alguns religiosos precisam do diabo ou dos demônios; Os comunistas do Brasil precisam do diabo capitalista ou dos "demônios" militares para ser a origem de todos os males.
Eles dizem que os generais prendiam torturavam e matavam os “coitadinhos” dos terroristas, mas convenientemente "esquecem" de dizer que esses “coitadinhos” discordavam do regime assaltando bancos, roubando, matando, sequestrando e torturando, é isso mesmo, torturando pessoas inocentes e assassinando os próprios companheiros que, após perceberem o erro que estavam cometendo, queriam cair fora! Mas essa verdade não lhes "convém"! Não estamos dizendo que os generais foram "bonzinhos", mas com certeza foram muito mais suaves do que os “super heróis” comunistas endeusados pela patuleia petista. Sendo alguns deles: Fidel, Che, Mao Tse Tung, Pol Pot, Stalin e outros. Se eles não tivessem sido tão suaves com essa corja de terroristas, corruptos, amorais, traidores, bandidos da pior espécie, talvez o povo brasileiro, hoje, não estivesse nessa situação! Mas não adianta discutir. Discutir com comunistas é como jogar xadrez com um pombo, eles cagam no tabuleiro, derrubam todas as peças e saem de peito estufado, dando risada e dizendo que ganharam o jogo!
*RUI COSMEDSON

domingo, 19 de maio de 2013

Mais um engodo bolivariano.

Dilma Roussef  "inaugurou" o estádio "Mané Garrincha", fardada de líder socialista bolivariana. O estádio não está concluído, como de resto, nada neste país está concluído. Tudo fica pela metade ou faltando detalhes essenciais.
Assim a transposição do São Francisco completa uma década sem conclusão, mas as verbas aumentam a cada ano e são, devidamente, liberadas para as empreiteiras.
Assim, brevemente, completaremos meio século de contínua obra de construção da Ferrovia Norte-Sul, já chamada de a "interminável" e que lá levou bilhões dos nossos impostos e bate recordes de erros crassos de projeto.
Tudo que o PT administra, hoje, e está dando certo, foi o que começou e foi concluído pelo governo do PSDB.
O PT "tascou gambiarras" aqui e acolá, mudou nomes, mas não decolou um só projeto original.
Terminou por ceder ao óbvio que o PSDB sempre defendeu como tese de administração pública: A parceria público privada é a saída para o desenvolvimento.
E aí, Dona Dilma começa a fazer, embora de forma tímida, algumas concessões ( eles chamavam de "privataria tucana" na época de FHC ) não só em rodovias, estádios de futebol, como também no que antes eles consideravam inconcebível privatizar: portos e aeroportos.
Hoje, acham que é este o caminho do desenvolvimento. Só lamento que este país esteja caminhando para um comunismo disfarçado de "capitalismo de estado", com o agravante do "bolivarianismo" que nada mais é do que o maldito totalitarismo vermelho.
Não sei a sua opinião, mas sempre pensei que :
1º - Se comunismo fosse bom, ninguém ia querer fugir dos países comunistas.
2º - Se comunismo fosse bom, não seria necessário calar a imprensa, pois esta não teria coisas ruins para dizer dos dirigentes e mais, não teria quem quisesse dar crédito a estas notícias.
3º - Se comunismo fosse bom as eleições seriam livres, sem perseguições .
4º - Se comunismo fosse bom, não haveria necessidade de polícia política, vigiando todo mundo.
5º - Não há um único país que, tendo sido comunista, tenha deixado a riqueza distribuída entre a população. Quem se saiu muito bem foram os dirigentes.
6º - Se comunismo fosse bom, seus dirigentes não criariam uma dinastia, onde a direção passa de pai para filho e/ou de irmão para irmão.
Estamos caminhando para nos tornar uma grande Venezuela. Vem chumbo grosso por aí. Estas tais comissões da verdade, que nada apura de verdade, senão mostraria as ações criminosas da própria Presidente, é um grupelho sem noção. gente comprada com gordos salários/pensões ou indenizações para falar e escrever aquilo que os comunistas, que estão no poder, querem.
Isto sem falar na limitação cultural e formação acadêmica dos que exercem cargos no poder executivo de Brasília. Faz até vergonha ouvi-los ou ler seus, digamos, escritos.
Meu desejo é que a democracia prevaleça, mesmo com estas "coisas" no poder. Afinal, como já dizia Churchil, a democracia é a pior das formas de governo, tirando TODAS as outras.

O infanticida dos EUA foi condenado à prisão perpétua. E os de Cuba, quando serão?

*Escrito por Graça Salgueiro 

Em Cuba, os bebês que nascem com alguma patologia grave, que requer cuidados especiais neo-natais, são deixados ao relento para MORRER e não constar da estatística como “mortalidade infantil”. São os chamados “fetos inviáveis”.
O mundo acompanha estarrecido o julgamento do médico norte-americano Kermit Gosnell, acusado de ter assassinado três bebês e uma mulher em uma clínica na Pensilvania. Hoje, ele foi condenado a prisão perpétua sem direito de pedir liberdade condicional. Gosnell, de 72 anos, foi julgado culpado de assassinato em primeiro grau pela morte dos três bebês que ele matou utilizando tesoura para cortar suas espinhas dorsais. Alguns desses bebês nasceram vivos depois dos seis, sete e até oito meses. A mulher, da qual ele também é acusado de assassinato, morreu por excesso de anestesia quando ele lhe fazia um aborto.
A notícia é chocante, asquerosa, desumana, digna de horror e perplexidade. Entretanto, na Cuba dos Castro essa é uma prática corriqueira. Na edição de hoje, tentando esclarecer aos leitores do Notalatina o que há por trás da grande farsa propagada sobre a “excelência” da medicina cubana, apresento um vídeo que não requer maiores esclarecimentos porque as denúncias feitas por um médico cubano - cujo nome não é citado -  na entrevista concedida a María Elvira, no programa María Elvira Live em 2009, fazem os crimes do médico norte-americano parecerem coisas de aprendiz.
Nessa entrevista o médico explica porque Cuba aparece perante os organismos mundiais, como OMS, ONU, UNICEF, como um país onde o índice de mortalidade infantil é um dos mais baixos do mundo, apresentando um percentual de 4,7%, igualando-se ao Canadá, Luxemburgo e Países Baixos. No estado de Las Tunas, este índice alcança a irrisória cifra de 2,7% de mortalidade infantil.
 O que o mundo não sabe é que este índice é tão baixo porque os bebês nati-mortos não contam para a estatística e que os bebês que nascem com alguma patologia grave, que requer cuidados especiais neo-natais, são deixados ao relento para MORRER e não constar da estatística como “mortalidade infantil”. São os chamados “fetos inviáveis”.
Ele conta que existe um programa chamado “Programa de Atenção Materno-Infantil” (PAMI) onde se registra os nascimentos de onde se fazem as estatísticas. Os dados registrados nesses livros são deliberadamente falsificados para baixar a estatísticas de mortalidade infantil e são esses os dados que o governo ditatorial envia para os organismos internacionais. Recomendo que se preste bastante atenção a partir do minuto 5:58, onde ele conta o caso de um bebê que nasceu e foi dado como morto, enrolado em um jornal para ser cremado e que foi salvo porque se mexeu e o faxineiro chamou um médico que lhe salvou a vida.
Ele conta ainda que há aproximadamente 10 anos aconteceu um caso desses, onde o bebê foi morto, mas a mãe descobriu e denunciou. Para parecer que o regime não tolerava o desrespeito à vida humana, o médico que praticou o crime - que é rotineiro em todas as maternidades por ordem da ditadura - que era vice-diretor do Hospital Che Guevara em Las Tunas, foi condenado a 30 anos de prisão, juntamente com outro médico e dois enfermeiros. Foram os bodes expiatórios para encobrir os verdadeiros autores de tanta criminalidade.
A respeito desse genocídio contra a vida de bebês indefesos - afora os milhares de mulheres, homens, crianças, idosos e doentes mentais -, recomendo, mais uma vez, a leitura do artigo “Substância negra fetal e a Drª Hilda Molina” republicado recentemente pelo Mídia Sem Máscara. É esta a farsa grotesca da “excelência” da medicina cubana e do baixo índice de mortalidade infantil na Ilha dos ditadores Castro. É através da eliminação física, do assassinato de bebês nascidos vivos mas considerados “inviáveis” que essas estatísticas vendem seu peixe podre. O Dr. Joseff Mengele não teria feito melhor. Estes crimes clamam aos céus e não podemos ficar calados sabendo que são monstros abjetos como os assassinos ditadores Castro que o governo brasileiro teima em manter às custas do dinheiro dos nossos impostos, sem nos consultar! Não se resolve esse problema “revalidando” os diplomas dos “comissários políticos” da ditadura cubana, mas NÃO ACEITANDO, POR NENHUMA HIPÓTESE QUE O NOSSO DINHEIRO SIRVA PARA PERPETUAR ESTE GENOCÍDIO! Fiquem com Deus e até a próxima!
  

sábado, 18 de maio de 2013

A filósofa do fim do mundo.


A declaração da filósofa e professora da USP Marilena Chaui no debate sobre os dez anos do governo do PT é, no mínimo, curiosa. "Odeio a classe média. É um atraso de vida, a estupidez, o que tem de mais reacionário, conservador arrogante e terrorista", afirmou, do alto de sua sapiência (15/5, C2).

Ficam, então, as dúvidas:

1) Quer dizer que a ilustre professora odeia todos os seus colegas professores e também a maioria dos alunos não só da USP, mas de todas as escolas, uma vez que a maioria deles pertence à classe média? Ou os professores da USP poderiam ser classificados como "uma classe média especial"?

2) Qual a carga de ódio que essa senhora carrega para odiar mais de metade da população brasileira?

3) É com esse espírito que ela dá suas aulas, transmitindo ódio e ressentimento?

4) E quanto aos milhares de petistas que ascenderam à classe média - incluindo o ex-presidente Lula, que no momento do debate ainda brincou dizendo ter lutado para chegar lá, ou seja, para ser incluído nessa classificação -, muitos se aproveitando da farta distribuição de cargos, também são odiados pela mestra?

5) Será que uma parcela desse ódio sobra para a "elite" que o PT sempre criticou antes de chegar ao poder e hoje vive à custa de generosos empréstimos do BNDES, dos quais sempre sobra uma fatia para as doações de campanha, ou essa elite estaria acima do bem e do mal?

6) Será que a professora quis dizer que mais de metade dos brasileiros são estúpidos, reacionários, arrogantes e terroristas?

7) Poderia a nobre professora descer de seu altar e apontar algum integrante da classe média que tenha praticado ato de terror em tempos recentes?

8) Por último, será que esse ódio todo é dirigido contra pessoas que desejam apenas trabalhar, estudar, realizar suas aspirações e ver um País melhor, sem corrupção, sem mensalões, sem populismo oportunista e sem que o Estado seja posto a serviço de um grupo que tenta perpetuar-se no poder?

CARLOS TAQUARI
taquari1@hotmail.com
O Estado de S.Paulo
São Paulo

COMENTÁRIO: Marilena Chauí é referência de ignorante…
Marilena Chauí é uma piada ambulante que entre outras coisas – algumas na sequência – disse isto sobre o sapo barbudo: “…quando Lula fala, o mundo se abre, se ilumina e se esclarece…”
É “farinha (i)moral” do mesmo saco. Apropria-se, como o PT, das obras alheias sem pestanejar e sai pelo Universo vendendo a si mesma como pessoa digna e respeitável. Volto abaixo. “…quando, na década de 80, José Guilherme Merquior flagrou um plágio num livro de Marilena Chaui, no lugar de se explicar, a filósofa partiu para o ataque e disse que Merquior era um servidor do Estado — como se ela, professora da USP, não o fosse. Depois, para disfarçar, os intelectuais aliados de Marilena Chaui disserem que, no lugar de plágio, era imperativo aceitar a “filiação de pensamento”. Quer dizer, a filósofa pensava igual ao filósofo plagiado, o francês Claude Lefort, que, líder do grupo, apoiou a doutora em Espinosa…”
“…quem quer saber até onde vai a “honestidade intelectual” da senhora Marilena Chaui… Abram o [livro] “Convite à Filosofia“, escrito por ela na página 99 e leiam a parte que fala das três concepções de verdade. Depois, arranjem o livro Introduccion a la filosofia“, do espanhol Julían Marías, um dos mais importantes do século XX e solenemente ignorado no Brasil por ser contrário ao establishment esquerdista, escrito em 1947, no capítulo II, ponto 24 (na versão que tenho, terceira edição, é página 104), no título chamado “Três conceptos de la verdad”. Sugestivo, não? Exatamente! Essa parte do livro de Marilena Chaui é uma cópia exata do livro de Julían Marías. Ela usa as mesmas palavras do espanhol, simplesmente traduzindo-as, sem qualquer referência…
O desespero do PT é gritante. Na cabeça deles, DILMA, A ABORTISTA, estaria no trono desde o dia 3, como todos sabemos. Não deu. Em desespero total, ressuscitaram mais uma ogra, a plagiadora delirante muito bem descrita por seus atos aí em cima. (Cavaleiro do Templo)

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Milicos perdem até espaço físico no governo...

O novíssimo gabinete de Guilherme Afif ocupará parte do prédio ocupado pelo Exército Brasileiro. Segundo o Exército, no segundo semestre deste ano tanto o prédio principal quanto o anexo estarão desocupados pela Força. O Ministério do Planejamento, a quem a Secretaria de Patrimônio da União - que controla os imóveis da União - está vinculada, informou que ainda não há decisões sobre que outros órgãos poderão migrar para a área ocupada por militares.
O inchaço da máquina pública desde o início do governo petista tem levado o governo a gastar milhões com aluguéis de imóveis para acomodar os novos inquilinos.
A desocupação de prédios dos comandos militares não focou só nisso. Antigos ministérios - e hoje comandos da Aeronáutica e da Marinha - também terão novas sedes fora da Esplanada. A atual ocupação militar na Esplanada é herança dos tempos em que, em vez da Defesa, havia as pastas do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Há quase 14 anos foi criada a pasta da Defesa, mas os comandantes das três Forças, apesar de terem perdido o status de ministro, continuaram na Esplanada dos ministérios comendo o que cai das mesas de Dilma e seus amigos.
*http://sociedademilitar.com.br   (Fotografia trabalhada e modificada de http://jgimenez.fot.br/)
 

Canalhice.

Nas noites, de 14 e 15.05.2013, brasileiros e brasileiras vocês viram e assistiram a palhaçada a canalhice na câmara dos deputados para votarem e aprovarem a MP dos portos brasileiros que irá modernizar e baratear os produtos brasileiros que são exportados que a maioria é contra vou explicar o porque os sindicatos essa quadrilha que que controla e roubam os trabalhadores brasileiros vão perder boa parte da fatia de arrecadações que são descontados dos salários dos coitados dos portuários que dão o sangue enquanto os safados canalhas dos presidentes dirigentes dos sindicatos ficam sentados frente a uma mesa assistido vocês se ralando para ganhar salário de fome esse Paulinho da força é bandido vagabundo ele e todo o partido que ele representa o PDT partido dos tranqueiras. E mais esse mafioso Daniel Dantas outro canalha sabendo que também vai perder a sua mamata de roubar o país e os trabalhadores com regime de escravidão além é claro tem centenas de políticos e parlamentares que estão comendo nas mãos de vagabundo para deixar tudo como está portos obsoletos mas que dão lucros ao sr. Daniel Dantas quanto mais bagunçado melhor não da para o governo controlar os ganhos do canalha e cobrar os impostos. trabalhadores brasileiros sindicato sô serve para te roubar te enrolar e atrasar o país saia fora deixe de alimentar vagabundos quadrilheiros fascistas.
*Extraído do texto de Norberto Ferreira, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Irritando os demagogos.


Bolsonaro apresenta projeto de cotas para deputados negros, irritando demagogos. "Se é bom para o povo é bom para o Congresso. Quero ver quem será favorável".
 
 

terça-feira, 14 de maio de 2013

Brasil da petralhada comunista - formando retardados desde sempre

 
A esquerda burra brasileira está, cada vez mais, penetrando com sua ideologia asinina nas escolas brasileiras. Isto traz um perigo para as futuras gerações que, se doutrinadas, serão partícipes da derrocada do país a exemplo de Cuba e da Venezuela que hoje, mesmo rica em petróleo, tem sua população em situação de miserabilidade e sem a liberdade de expressão e ação.
A esquerda brasileira é B U R R A porque quem não aprende com os erros da história, e está sujeita a repetir as maléficas consequências deles.
Eles não comparam a implosão da União Soviética com o sucesso e a riqueza dos países capitalistas. Não comparam a miséria e escravidão de Cuba e da Coreia do Norte com a riqueza da Coreia do Sul.
Mas os dirigentes comunistas enriquecem, às custas do povo escravizado. Por isso pregam  o comunismo (que chamam de socialismo) para os trouxas do povo.
 

O horror sem limites na Síria.

O vídeo abaixo é para almas cujo estômago suporta o horror. Ou então não vejam. Ali aparece um líder rebelde sírio, chamado Abu Sakkar, um dos fundadores da Brigada Farouq, arrancando e, santo Deus!, comendo o coração de um soldado leal ao governo de Bashar Al Assad. E ele o faz diante das câmeras, para o mundo, com um recado: “Juro por Deus que vamos comer seus corações e seus fígados, soldados do cão Bashar!”. Como, então, quem destrinchasse um porco — ou nem isso, já que esse animal e considerado sujo pelo islamismo —, ele cavouca o peito do soldado que acabara de morrer (ainda não há rigidez cadavérica), arranca o coração e leva à boca. A denúncia não é feita por um grupo qualquer. Foi tornada pública pela Human Rights Watch. Segue o vídeo. Volto depois.

Voltei
Não escrevo com o objetivo de ter razão. Tampouco me compraz constatar que minhas piores expectativas às vezes se cumprem. Mais de uma vez, expressei aqui meu ceticismo em relação à dita “Primavera Árabe”, cuja existência não reconheço. Trata-se de uma invenção da imprensa ocidental, que se dá por mimetismo. Tenta-se se ver nesses países movimento semelhante ao que resultou na derrocada comunista. É uma besteira. Nos países comunistas, não havia apenas democratas — também havia os nacionalismos de caráter até fascistoide —, mas a pressão por democracia era e é real. Nos países árabes, infelizmente, esse é um desejo que se manifesta do lado de cá, nas democracias ocidentais, não do lado de lá. A exceção jamais fará a regra.
No dia 19 de julho de 2012, escrevi um post intitulado “Por que não me entusiasmo com os ‘democratas’ da Síria. Um trecho, em azul, diz o seguinte:
(…)
Conheço, já contei aqui, famílias sírias no Brasil que têm parentes em seu país de origem. Desde o começo do levante, relatam a espantosa violência dos insurgentes. Como Assad é um ditador, suas versões sobre os fatos, e não por maus motivos, sempre caem no descrédito. Mas o fato é que também os que se opõem ao governo recorrem a execuções sumárias, ações terroristas, barbárie. Não vou abrir meus braços para essa gente e saudar: “Bem-vinda à democracia!”.
Mais: a Síria é uma espécie de síntese ou emblema de todas as questões que têm se mostrado até agora insolúveis no Oriente Médio, a começar de sua própria composição interna. Os Assad pertencem à minoria alauíta — 10% da população —, um ramo do xiismo odiado, igualmente, pela maioria sunita e pelos xiitas. São hoje parte da elite dirigente do país. A chance de que essa e outras minorias — como a cristã, por exemplo — venham a ser esmagadas é grande. E isso pode se dar sob o silêncio cúmplice da imprensa ocidental, a exemplo do que se verifica no Egito. O assassinato de cristãos naquele país “democrático” se tornou corriqueiro. Estão sendo expulsos de suas propriedades. As igrejas estão sendo incendiadas. Nada disso é notícia!
(…)
Retomo
Fui acusado, claro!, de distorcer os fatos a partir da experiência pessoal, de querer igualar desigualdades, de não reconhecer o lado bom da história. Qual lado bom? Eis aí. Extremistas como o canibal que aparece acima ganharam uma importância enorme na “luta”. A Al Qaeda comanda boa parte da resistência armada. Essa gente está a serviço de uma espécie de governo sírio na oposição, cuja existência foi reconhecida pela União Europeia e pelos EUA.
É claro que Assad é um tirano asqueroso. A questão é saber até onde se pode ir para apeá-lo do poder.
No texto cujo link vai acima, escrevi ainda (em azul):
Nego-me a me comportar como o Foucault de Higienópolis, entenderam [Nota: Foucault se encantou com a revolução iraniana]? Assad é um assassino asqueroso, como era o xá Reza Pahlev, no Irã. Vejam lá a maravilha de democracia e tolerância em que se transformou o país dos aiatolás… Os métodos a que aderiram os insurgentes sírios não me animam, e não vejo uma trilha virtuosa caso cheguem ao poder — o que parece, a esta altura, inevitável. De resto, entendo que o Oriente Médio e a África islâmica passam, infelizmente, é por um processo de “desocidentalização”, não o contrário.
*Por Reinaldo Azevedo, na Veja.com