terça-feira, 30 de setembro de 2014

OAB nega registro a um homem decente: Joaquim Barbosa.


OAB-DF nega carteira a Joaquim Barbosa,mas registro do mensaleiro e condenado,Dirceu é mantido.
*Sérgio Augusto @sergiaugusto 
COMENTO: Para um advogado que foi condenado corrupto a OAB dá toda regalia e nem cogita cassar seu registro...
Já com um Jurista capaz, sério e decente como Barbosa...

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

O engodo do "Mais médicos" e os falsos médicos cubanos.

É inacreditável! A Polícia Federal descobriu grande quantidade de diplomas falsos entre médicos cubanos do Mais Médicos, programa eleitoreiro do PT na tentativa de eleger o Alexandre Padilha a governador do Estado de São Paulo. O Alexandre Padilha é aquele que comprou Viagra superfaturado no Ministério da Saúde com o dinheiro do SUSto. Esses falsos médicos descobertos são acusados de não terem cursado Medicina alguma, inscritos nesse programa que veio para fazer politicagem para o PT e não para atender a saúde pública dos brasileiros que continuam sofrendo para ter um atendimento médico e hospitalar por falta de recursos à saúde pública, que, em vez de ter aumentado a quantidade de leitos hospitalares nos mandatos petistas, foram diminuídos 20.000 aproximadamente em todo o Brasil. Foram expedidos 41 mandados de busca e apreensão pela 7ª Vara Criminal da Justiça Federal do Mato Grosso. Esses mandados estão sendo cumpridos em 14 Estados: Mato Grosso, Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Roraima, Rio Grande do Sul e São Paulo. E a responsabilidade governamental pelo atendimento à saúde pública do povo brasileiro, como é que fica? Queira ou não, o governo petista é responsável pelo risco em que está sendo colocada a saúde dos brasileiros nas mãos de inabilitados profissionais da saúde.
*(Benone Augusto de Paiva, via e-mail)

domingo, 28 de setembro de 2014

Jornalista publica texto após visitar Cuba: 'Favela totalitária, em que todos nascem condenados à prisão perpétua'.

                                                                     Imagem: Gabriela di Bella/JC

O jornalista Juremir Machado da Silva, do Correio do Povo, republicou, nesta semana, artigo escrito após a visita a Cuba, gerando polêmica nas redes sociais. Para Silva, Cuba é um regime totalitário, uma "enorme favela em meio ao paraíso caribenho", uma grande prisão, em que "todos nascem condenados à prisão perpétua". Leia abaixo:
Na crônica da semana passada, tentei, pela milésima vez, aderir ao comunismo. Usei todos os chavões que conhecia para justificar o projeto cubano. Não deu certo. Depois de 11 dias na ilha de Fidel Castro, entreguei de novos os pontos.
O problema do socialismo é sempre o real. Está certo que as utopias são virtuais, o não-lugar, mas tanto problema com a realidade inviabiliza qualquer adesão. Volto chocado: Cuba é uma favela no paraíso caribenho.
Não fiquei trancando no mundo cinco estrelas do hotel Habana Libre. Fui para a rua. Vi, ouvi e me estarreci. Em 42 anos, Fidel construiu o inferno ao alcance de todos. Em Cuba, até os médicos são miseráveis. Ninguém pode queixar-se de discriminação. É ainda pior. Os cubanos gostam de uma fórmula cristalina: ‘Cuba tem 11 milhões de habitantes e 5 milhões de policiais’. Um policial pode ganhar até quatro vezes mais do que um médico, cujo salário anda em torno de 15 dólares mensais. José, professor de História, e Marcela, sua companheira, moram num cortiço, no Centro de Havana, com mais dez pessoas (em outros chega a 30). Não há mais água encanada. Calorosos e necessitados de tudo, querem ser ouvidos. José tem o dom da síntese: ‘Cuba é uma prisão, um cárcere especial. Aqui já se nasce prisioneiro. E a pena é perpétua. Não podemos viajar e somos vigiados em permanência. Tenho uma vida tripla: nas aulas, minto para os alunos. Faço a apologia da revolução. Fora, sei que vivo um pesadelo. Alívio é arranjar dólares com turistas’. José e Marcela, Ariel e Julia, Paco e Adelaida, entre tantos com quem falamos,pedem tudo: sabão, roupas, livros, dinheiro, papel higiênico, absorventes. Como não podem entrar sozinhos nos hotéis de luxo que dominam Havana, quando convidados por turistas, não perdem tempo: enchem os bolsos de envelopes de açúcar. O sistema de livreta, pelo qual os cubanos recebem do governo uma espécie de cesta básica, garante comida para uma semana. Depois, cada um que se vire. Carne é um produto impensável.
José e Marcela, ainda assim, quiseram mostrar a casa e servir um almoço de domingo: arroz, feijão e alguns pedaços de fígado de boi. Uma festa. Culpa do embargo norte-americano? Resultado da queda do Leste Europeu? José não vacila: ‘Para quem tem dólares não há embargo. A crise do Leste trouxe um agravamento da situação econômica. Mas, se Cuba é uma ditadura, isso nada tem a ver com o bloqueio’. Cuba tem quatro classes sociais: os altos funcionários do Estado, confortavelmente instalados em Miramar; os militares e os policiais; os empregados de hotel (que recebem gorjetas em dólar); e o povo. ‘Para ter um emprego num hotel é preciso ser filho de papai, ser protegido de um grande, ter influência’, explica Ricardo, engenheiro que virou mecânico e gostaria de ser mensageiro nos hotéis luxuosos de redes internacionais.
Certa noite, numa roda de novos amigos, brinco que,quando visito um país problemático, o regime cai logo depois da minha saída. Respondem em uníssono:
Vamos te expulsar daqui agora mesmo’. Pergunto por que não se rebelam, não protestam, não matam Fidel? Explicam que foram educados para o medo, vivem num Estado totalitário, não têm um líder de oposição e não saberiam atacar com pedras, à moda palestina. Prometem, no embalo das piadas, substituir todas as fotos de Che Guevara espalhadas pela ilha por uma minha se eu assassinar Fidel para eles.
Quero explicações, definições, mais luz. Resumem: ‘Cuba é uma ditadura’. Peço demonstrações: ‘Aqui não existem eleições. A democracia participativa, direta, popular, é um fachada para a manipulação. Não temos campanhas eleitorais, só temos um partido, um jornal, dois canais de televisão, de propaganda, e, se fizéssemos um discurso em praça pública para criticar o governo, seríamos presos na hora’.
Ricardo Alarcón aparece na televisão para dizer que o sistema eleitoral de Cuba é o mais democrático do mundo. Os telespectadores riem: ‘É o braço direito da ditadura. O partido indica o candidato a delegado de um distrito; cabe aos moradores do lugar confirmá-lo; a partir daí, o povo não interfere em mais nada. Os delegados confirmam os deputados; estes, o Conselho de Estado; que consagra Fidel’.Mas e a educação e a saúde para todos? Ariel explica: ‘Temos alfabetização e profissionalização para todos, não educação. Somos formados para ler a versão oficial, não para a liberdade.
A educação só existe para a consciência crítica, à qual não temos direito. O sistema de saúde é bom e garante que vivamos mais tempo para a submissão’.José mostra-me as prostitutas, dá os preços e diz que ninguém as condena:’Estão ajudando as famílias a sobreviver’. Por uma de 15 anos, estudante e bonita, 80 dólares. Quatro velhas negras olham uma televisão em preto e branco, cuja imagem não se fixa. Tentam ver ‘Força de um Desejo’. Uma delas justifica: ‘Só temos a macumba (santería) e as novelas como alento. Fidel já nos tirou tudo.Tomara que nos deixe as novelas brasileiras’. Antes da partida,José exige que eu me comprometa a ter coragem de, ao chegar ao Brasil, contar a verdade que me ensinaram: em Cuba só há ‘rumvoltados’. 
*Lígia Ferreira - Folha Política

sábado, 27 de setembro de 2014

Dilma Roussef tirou a máscara em Nova Iorque.

Ao conspurcar o nome do Brasil com as desastradas declarações que esparramou na ONU – acordo com terroristas decapitadores e rejeição do acordo sobre o fim para as devastações de florestas – a presidente Dilma Roussef tirou a máscara e mostrou quem realmente ela é.
. Estamos diante de uma personagem que precisa ser analisada sob o ponto de vista psíquico, mas tam bém a partir da releitura dos velhos, surrados e ultrapassados figurinos comunistas aos quais ela prossegue fiel.
. Um novo mandato de Dilma Roussef e do PT poderá resultar no mais completo vexame da jovem democracia brasileira.

Perigosa boquirrota.

Sempre ouvi dos meus pais: “quem conversa demais dá bom dia a cavalo”. Ou seja, o boquirroto, um dia, vai levar um coice. É um problema dele, claro. Contudo, quando o tal inconveniente conversador é o chefe de governo de um país, quem leva o coice são os cidadãos que ele diz representar.
Quando vi e ouvi a Roussef falando em “acordo”, “negociação” com o estado islâmico, vários pensamentos se atropelaram em minha cabeça. Será que ela é irresponsavelmente ignorante ou apenas irresponsável? Será que, por seu histórico terrorista, ela sentiu um frêmito revolucionário, um gosto de sangue? Será que aliados dos criminosos que escravizam Cuba imaginam ser capazes de dialogar com bestas assassinas no Oriente? A arrogância dos comunistas levou aquela senhora a se esquecer do cargo que ocupa no momento?
Não sei, nada sei. Desconheço as regras e leis que regem a diplomacia brasileira. Existem regras ou leis? Ou qualquer asno ou anta pode enfiar o país em um inferno de violências com pronunciamentos irresponsáveis diante do mundo inteiro?
Meu medo é que a insensata criatura, que discursou na ONU tratando os terroristas do ISIS como se fossem um Estado, tenha – tal qual o anel de Tolkien – desviado para nosso país, o olho vermelho e assassino do monstro que ora ameaça o mundo inteiro.
*Saramar Mendes

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Corte francesa inaugura o "direito a blasfêmia"

Corte francesa absolve feministas que invadiram Catedral de Notre Dame e condena vigias “por violência contra as militantes”

Em fevereiro do ano passado, algumas ativistas do movimento feminista Femen, famosas por suas exibições internacionais desnudas, decidiram “comemorar” a renúncia do Papa Bento XVI invadindo a Catedral de Notre Dame, em Paris, com inscrições no corpo que diziam: “ Pope no more - Papa não mais” e “Pope Game Over”. Além dos transtornos causados pela invasão do templo e pelo ultraje ao sentimento religioso dos católicos presentes, as militantes teriam danificado três sinos da igreja com bastões de madeira, segundo informações das agências internacionais.
Notícias recentes reportam que as feministas foram “absolvidas por ato na Notre Dame”. A Justiça penal da França não só decidiu “inocentar nove ativistas do movimento feminista Femen”, como “condenou três vigias da catedral que haviam tentado interromper a ação das militantes a multas que vão de 300 euros a 1 mil euros (...) por violência contra as militantes”!
Não, você não leu errado. É isso mesmo. As ativistas invadiram Notre Dame e saíram… impunes. Ao contrário, os vigias “malvados”, que não deixaram que as militantes “expressassem o seu pensamento”, foram condenados pelo tribunal a pagar multas.
Mas, o absurdo não para por aí. A Justiça francesa “considerou que não havia provas suficientes de que as ativistas haviam danificado o sino” da igreja! Ou seja, não tem problema nenhum em invadir a catedral, gritar e insultar a religião católica… contanto que os sinos da igreja permaneçam intactos. Está liberado entrar em templos religiosos e fazer o escarcéu… contanto que não se danifique nenhum móvel ou objeto do local. “Se alguém jura pelo Santuário, não vale; mas se alguém jura pelo ouro do Santuário, então vale!” (Mt 23, 16), decretam os fariseus do século XXI.
Os jornalistas que falam sobre a absolvição das jovens do Femen também estão obcecados com os sinos. “No julgamento, as militantes do Femen contestaram ter danificado o sino, alegando que haviam coberto os bastões de madeira com feltro” - “O advogado dos representantes da Notre Dame, por sua vez, disse que a proteção se descolou e que as ativistas tocaram o sino com um bastão sem proteção” - “A Justiça considerou que não havia provas suficientes de que as ativistas haviam danificado o sino”. Ora, quem é que pode se preocupar com um sino, ainda que de ouro, quando o santuário está sendo profanado? “Insensatos e cegos! Que é mais importante, o ouro ou o Santuário que santifica o ouro?” (Mt 23, 17).
Mas, em uma cultura materialista, as pessoas não são capazes de enxergar nada além do que captam os seus sentidos. Veem o ouro, mas já não conseguem contemplar a beleza do santuário. O edifício da igreja já não é nada mais do que cimento e tijolos. Non est Deus (Sl 53, 1): não há Deus, nem nada sagrado e transcendente pelo qual viver.
O bárbaro da modernidade já não é capaz de elevar-se… esforça-se por esquecer que seus antepassados faziam o sinal da cruz ao passar em frente a uma capela; trabalhavam duro para conseguir o pão de cada dia para os seus filhos; e iam à Missa todos os domingos, pois tinham consciência de que, se o Senhor não construísse as suas casas e cuidassem de suas cidades, em vão trabalhariam os construtores e vigiariam as sentinelas (cf. Sl 126, 1). Então, para não mais lembrar que a Europa um dia foi cristã, eles, com uma impiedade animalesca, precisam pôr abaixo tudo o que lhes lembra este passado glorioso, quando os homens, justamente por adorarem a Deus, eram homens de verdade, de corpo e de alma.
Inna Schevchenko, uma das fundadoras do Femen, comemorou a sentença da Corte francesa. “É um bom exemplo para os outros países. Isso nos encoraja a continuarmos com nossa ação. Temos orgulho de saber que a blasfêmia é um direito e que não seremos condenadas por isso”, afirmou.
O tempora, o mores! Para esta triste época, em que a impunidade é encorajada, o ateísmo é acolhido como “religião oficial” do Estado e a blasfêmia não só é praticada, como transformada em “direito”, não resta senão suplicar a Cristo que suscite nos corações dos cristãos o amor a Deus e o empenho de, mais uma vez, salvar o Ocidente da barbárie.
Por Equipe Christo Nihil Praeponere - Fonte: BBC Brasil 

O Estado banqueiro.

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Banqueiro caricato: no Brasil, esse é o próprio governo!

O MAIOR BANQUEIRO DO BRASIL

A esquerda nacional tem apenas um passatempo preferido ao antiamericanismo: o ódio aos banqueiros. Em época de eleição ele volta com tudo. Os banqueiros são tratados como os párias da nação, os gananciosos insensíveis responsáveis por todas as nossas desgraças. Há só um pequeno detalhe: o maior banqueiro do país, de longe, é o próprio estado.
Com mais destaque nos últimos anos, o BNDES ultrapassou o Bradesco no segundo trimestre deste ano em ativos e está próximo de superar o concorrente privado no mercado de crédito. Em junho deste ano, o banco federal de desenvolvimento se tornou o quarto maior banco do país em ativos, com R$ 803 bilhões, segundo levantamento do Banco Central com base nos balanços da instituição.
O banco está agora atrás de Banco do Brasil (R$ 1,3 trilhão), Itaú Unibanco (R$ 1 trilhão) e Caixa (R$ 963 bilhões). Ou seja, dos quatro maiores bancos do país, simplesmente três são estatais! O Brasil, nesse aspecto (e em outros), é um bom aluno marxista.
Afinal, Marx, em seu O Manifesto Comunista, escrito com Engels, propõe a concentração do crédito no estado como um dos instrumentos para chegar ao “sonhado” comunismo. Estamos quase lá, com mais da metade do crédito total nas mãos estatais.
E a presidente Dilma quer muito mais! Na entrevista ao “Bom Dia Brasil”, Dilma disse que Marina Silva quer enfraquecer os bancos públicos, e que sem eles não é possível conceder tanto crédito subsidiado para tantos programas sociais. Na cabeça da presidente, os recursos dos bancos públicos caem do céu ou brotam em árvores, e ela pode simplesmente definir uma taxa de juros arbitrária abaixo do mercado, impunemente.
É nisso que dá ter um banqueiro estatal tão grande: ele distorce totalmente a economia, a alocação de recursos, que deixa de seguir critérios econômicos e passa a responder aos interesses políticos e eleitoreiros. O maior banqueiro do Brasil é um populista que não liga para o amanhã, apenas para o hoje, o aqui e agora, o dia das eleições.
No caso específico do BNDES, temos o maior esquema já visto de transferência de recursos dos mais pobres aos mais ricos, uma Bolsa Empresário típica do nosso socialismo de compadres. Já o Banco do Brasil faz a festa dos “amigos do rei” no setor agrícola, enquanto a Caixa fomenta uma bolha no mercado imobiliário. Tudo de forma bastante irresponsável, de olho nos dividendos políticos.
Presume-se que no capitalismo o capital tenha alguma relevância. Pois bem: ele deveria ser alocado da forma mais livre possível, com base em critérios econômicos, na lei de oferta e demanda. Eis a forma mais eficiente que conhecemos. Mas no Brasil estamos muito longe disso.
Por aqui, o verdadeiro banqueiro é o próprio estado, decidindo de cima para baixo como o capital, oxigênio da economia, será distribuído. Alguém ainda fica espantado com tanta ineficiência, corrupção e alta inflação?
*Texto por Rodrigo Constantino

Tramita no Tribunal Internacional de Haia, uma ação criminal contra Maduro por crimes de lesa humanidade.

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, fala durante uma roda de imprensa conjunta com o presidente da Colômbia. Juan Manuel Santos (que não aparece nessa foto), em 1 de agosto de 2014, na cidade de Cartagena (Colômbia). Foto AP.
A Promotoria da Corte Penal Internacional (CPI) de Haia iniciou o estudo de uma denúncia apresentada por mais de 300 deputados e senadores da Espanha e da América Latina, que acusam a cúpula do regime bolivariano herdado por Nicolás Maduro do falecido Hugo Chávez Frías, de crimes de lesa humanidade durante a cruenta repressão das manifestações deste ano. 
A mesma denúncia, que também acusa o regime de manipular e aparelhar o sistema judicial venezuelano como instrumento de perseguição política, atribui ao chavezismo uma série de violações dos direitos fundamentais da pessoa humana que teriam sido perpetradas pelos “corpos de segurança” (inclusive milícias paramilitares) do chavezismo durante a feroz repressão aos manifestantes que deixou este ano mais de quarenta mortos, centenas de feridos, milhares de prisões e dezenas de casos documentados de tortura.
A denúncia tinha sido apresentada em abril pelos legisladores, agrupados sob a Aliança Parlamentar Democrática da América (APDA), organização constituída por deputados e senadores da América ibérica, interessados em promover os direitos humanos e os valores democráticos. Numa carta dirigida à Aliança, o chefe da Unidade de Informação e Evidência do Escritório do Promotor da Corte Penal Internacional, Mark Dillon, notificou os legisladores que seu escritório tinha iniciado a etapa de interrogatórios preliminares.
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 “Sob o artigo 53 do estatuto de Roma, o promotor deve considerar se existe uma base razoável para crer que foram cometidos crimes dentro da jurisdição da Corte, a gravidade desses crimes e se o sistema nacional está ou não investigando e processando os crimes relevantes no interesse da justiça”, escreveu Dillon na notificação dirigida ao presidente da APDA, o deputado boliviano Adrián Oliva. “A análise será feita com a maior celeridade possível, mas, por favor, tenha em conta que uma análise significativa desses fatores poderá levar algum tempo”, acrescentou o Promotor.
Já Oliva explicou da Bolívia que a comunicação emitida pela Promotoria da CPI é o prelúdio de uma eventual investigação por parte da Corte sobre as graves violações dos direitos humanos que estão sendo perpetradas na Venezuela.
Um dos objetivos da CPI é o de verificar se na Venezuela existem tribunais que estejam averiguando e tramitando ações públicas, populares ou não, de modo natural e processual habitual e as estejam processando para apurar responsabilidades de crimes pelas graves denúncias de violações aos direitos humanos no país durante o período mencionado.
No entanto, os legisladores argumentaram em sua denúncia que isso não é possível ocorrer diante da falta de independência do poder judiciário na Venezuela, onde Maduro dá “instruções aos promotores”, em público, para que processem judicialmente os seus oposicionistas.
As provas enviadas pelos denunciantes incluem testemunhos e material recolhido durante as manifestações que mostram como os agentes dos organismos de segurança e integrantes de milícias paramilitares vinculadas ao chavezismo utilizaram armas de fogo contra os manifestantes. Várias ONGs, incluindo a Human Rights Watch, emitiram uma série de informes sobre a sistemática violação dos direitos humanos na Venezuela, que incluem o uso frequente da tortura contra dissidentes.
A decisão da Promotoria de dar início ao exame do caso venezuelano ocorre em meio de uma recente onda de sinalizações e acusações de que o regime de Maduro está se tornando cada vez mais repressivo. Essas violações estão distanciando a “Revolução Bolivariana” sob o mando de Maduro frente do que era quando seu fundador, Hugo Chávez, estava vivo.
O ex-embaixador da Venezuela junto à ONU, Diego Arria, ressaltou que ainda quando Chávez acumulou um enorme poder e encarcerou arbitrariamente seus opositores, sempre cuidou de “manter as aparências” dando aos casos uma conformação legal. Isso, no entanto, não está acontecendo agora com Maduro, cujo governo adquire cada vez mais características ditatoriais, comentou Arria de Nova York. “Não se pode mais dizer que a Venezuela seja uma democracia, pois está sob um regime militarizado, onde mais da metade dos ministros são militares, onde os vice-ministros são militares ou obedecem instruções de militares cubanos investidos de mais força decisória que eles, e os presidentes das empresas estatais de uma economia francamente estatizada também o são”, disse o diplomata. “A Venezuela é o exemplo do que são as novas ditaduras do Século XXI, que mal têm uma roupagem institucional democratóide”, receita infalível para o caos, o retrocesso e o atraso.
Ainda assim, Maduro, com a repressão que exercita sob aconselhamento cubano, está se despindo de toda a roupagem institucional que possa fazer seu país sequer parecer uma democracia. “Está a fazer um striptease antidemocrático”, afirmou Arria.
Ao conjunto de denuncias, das ONGs e dos legisladores ibero-americanos está se somando o coro de vozes que advertem a comunidade internacional de que “o imperador está nu”, acrescentou o ativista democrático Luis Monch, cuja ONG ‘UNOAMERICA’, tem respaldado os esforços da APDA junto à CPI de Haia. “Está havendo a conscientização da comunidade internacional com relação à sistemática violação dos direitos humanos na Venezuela”, destacou Monch.
A cúpula do politiburo de Caracas parece estar pouco se lixando para o que decidir a Corte Penal Internacional de Haia, assim como já cansou de fazer os irmãos Castro em Cuba. Talvez sejam a hora e a vez de mudar essa estória medonha, pois o que o mundo menos precisa hoje é de instituições figurativas de “faz de contas”.
*Francisco Vianna, com mídia internacional.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Maduro se prepara para tornar a ditadura "bolivariana" mais radical.

A agência de notícias AFP (France Presse) publicou ontem que Caracas lançou o plano sancionado pelo ditador Nicolás Maduro para desarmamento total da população civil no país, através da “entrega voluntária” de armas de fogo. A Venezuela se tornou o segundo país mais violento do mundo com uma taxa de 53 homicídios por cada 100 mil habitantes.
Maduro declarou “aprovado e vigente o plano nacional de desarme com esta nova etapa que conta com recursos aprovados, com a instalação de 60 centros de desarmamento e com a participação do movimento pela paz e pela vida” (…) “Devemos perseguir o sonho, por tras da utopia, a utopia de uma Venezuela em paz”, disse Maduro após ter participado de uma caminhada no centro de Caracas pelo Dia Internacional pela Paz.
O presidente aprovou a verba de 300 milhões de bolívares (uns $47.6 milhões de dólares “no câmbio oficial”) para criar um ‘fundo nacional de desarmamento’ com o fim de incentivar a entrega de armas, ainda que não se tenham divulgado maiores detalhes sobre o plano.
“É preciso desarmar para coroar o ‘processo de paz’. É preciso que este desarmamento se faça com a colaboração da juventude a partir de sua consciência”, acrescentou Maduro.
Em junho de 2013, Maduro promulgou a lei para o controle de armas que pune o ‘porte ilegal’ de ar,as de fogo com até 20 anos de prisão. Já por volta de 2009, segundo avaliações oficiais disponíveis, na Venezuela havia mais de 15 milhões de armas, legais e ilegais, para uma população de 30 milhões de habitantes.
O país tem sido sacudido por uma onda de violência ligada à delinquência comum, enquanto os opositores do regime bolivariano acusam o governo de ter distribuído armas entre os chamados “coletivos”, grupos de milicianos simpatizantes do chavezismo, após o fugaz e fracassado golpe de estado de abril de 2002, contra o então presidente Hugo Chávez, hoje falecido (1999-2013).
Com uma taxa de 53 homicídios por cada 100 mil habitantes, a ONU considera a Venezuela como o segundo país mais violento do mundo, depois de Honduras (com 90,4 assassinatos por cada 100 mil habitantes).
A oposição considera a providência como um meio de tirar do povo a capacidade de defesa própria, de seus bens e de seus entes queridos, impossibilitando ou dificultando um movimento armado que pode levar a uma guerra civil que já se delineia no horizonte venezuelano. Com isso, apenas os milicianos pró-regime estarão armados e espera-se uma ditadura muito mais opressiva que a atual.
* FRANCISCO VIANNA (da mídia internacional)

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

PT desviou bilhões da habitação e do petróleo.

Dona de ONG revela como funcionava esquema que irrigou o caixa eleitoral do partido e beneficiou um senador, dois deputados federais, o atual candidato a governador e um ex-ministro do governo Dilma.
Robson Bonin
O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado pela ONG Instituto Brasil: mesada entre três e cinco mil reais
O candidato do PT ao governo da Bahia, Rui Costa, um dos políticos envolvidos no esquema alimentado pela ONG Instituto Brasil: mesada entre três e cinco mil reais (Luciano da Matta/ Ag. A Tarde/VEJA)
Desde 2010, o Ministério Público investiga o Instituto Brasil, uma ONG criada pelos petistas da Bahia. Em 2008, a entidade foi escolhida pelo governo do estado para construir 1 120 casas populares destinadas a famílias de baixa renda. Os recursos, 17,9 milhões de reais, saíram do Fundo de Combate à Pobreza. Os investigadores já tinham reunido provas de que parte do dinheiro desaparecera, mas não havia nada além de suspeitas sobre o destino final dele. O mistério pode estar perto do fim. Em entrevista a VEJA, a presidente do instituto, Dalva Sele Paiva, revela que a entidade foi criada para ajudar a financiar o caixa eleitoral do PT na Bahia, um esquema que funcionou por quase uma década com dinheiro desviado de “projetos sociais” das administrações petistas. A engrenagem chegou a movimentar, segundo ela, 50 milhões de reais desde 2004. O golpe era sempre o mesmo: o Instituto Brasil recebia os recursos, simulava a prestação do serviço e carreava o dinheiro para os candidatos do partido. Como os convênios eram assinados com as administrações petistas, cabia aos próprios petistas a tarefa de fiscalizar. Assim, se o acordo pagava pela construção de 1 000 casas, por exemplo, o instituto erguia apenas 100. O dinheiro que sobrava era rateado entre os políticos do partido.    

Video censurado pelo PT.


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domingo, 21 de setembro de 2014

O mal por si mesmo se destrói.

Descrição: Lula-Homo-corruptus_
Quem vê aí nessa imagem
Esse pária em decadência
Vencido pela demência
E tomado de podridão
Nem parece o charlatão
Amante de avião moderno
Enfiado dentro dum terno
Forradinho de mutreta
Que arrepiava até o capeta
Nas profundezas do inferno.
Maior medo desse cabra
É um dia ser investigado
Ter seus podres revirados
Cabo a rabo na sua vida
Com a teta quase perdida
Nem dorme de encagaçado
Caso seja desmamado
Dessa vaquinha tetuda
Será um Deus nos acuda
Com noites longas e frias
Pois vai terminar seus dias
Numa cela da Papuda!
*Alamir Longo, poeta e compositor gaúcho.

Insegurança no Brasil.

(...)
É de se reiterar: vivemos ao vivo e em cores dantesco o “experimento sociopolítico criminoso denominado comunista” ...., daí o desarmamento (Armadilha Hobbesiana) e outros incentivos ao crime.
O fato é que a real ameaça contra democracia e a cidadania, é o neopopulismo na America Latina, de tendência comunista  – configurado em ‘lideranças’ gestadas a partir da Ilha Cárcere de Cuba – de viés messiânico, suprainstitucional, com uma articulação de massas em corporações ou ‘movimentos’, organizados a partir do Estado,  os quais subtraem a representação parlamentar, sustentam-se com verba pública e obram a serviço da “causa” (delles); organizam (“constroem”)  e estimulam conflitos,  simulam lutar contra ‘conspirações’; se erigem em defensores dos direitos humanos, da justiça ‘social’, da igualdade, ou seja,  do povo ameaçado, e em seu nome cerceiam justamente as liberdades supostamente para combater o suposto mal criado (por elles mesmos).
Os objetivos, primeiro, como é natural (entre elles), são os meios de comunicação, instrumento que Mariano Grondona, jornalista argentino, onde o experimento está mais avançado,  chama de “hipnocracia”, onde as mensagens se repetem e dominam, dominam e reiteram, eliminando a pluralidade democrática com o discurso/pensamento único e inconstestável; segundo – o domínio total, ou seja, o totalitarismo.
* Rivadávia Rosa

O "socialismo bolivariano" já impõe um sistema ditatorial na Argentina, um país em derrocada.


sábado, 20 de setembro de 2014

Stedile, o maior pelego do Brasil, e Lula, o Mussolini de São Bernardo, querem golpear a democracia..


  

Mussolini (centro) na “Marcha Sobre Roma”, em 1922, que marca o golpe fascista

*Por Reinaldo Azevedo

João Pedro Stedile, o dono do MST, esteve naquela patuscada promovida por Lula em frente à sede da Petrobras no Rio. E demonstrou que é mesmo o que sempre afirmei: mero esbirro do PT. No seu discurso, ameaçou: “Vamos estar todos os dias aqui em protesto [se Marina ganhar]”. 


Cabe a pergunta: por quê? Por razões óbvias, ele não conhece as medidas de Marina na área do pré-sal pela simples razão de que ela ainda não venceu a eleição, ora essa. Não tendo vencido, não tomou posse. Não tendo tomado posse, ainda não governou. 

Stedile, em companhia de Lula, deixa claro, assim, que não reconhece as instituições do regime democrático, coisa que, diga-se, eu também sempre soube. Gente como ele — a exemplo de Guilherme Boulos, o líder do MTST — só existe porque a democracia costuma ser tolerante com elementos que buscam solapar seus fundamentos. 

O dito líder do MST é o maior pelego do Brasil. Dilma, na comparação com Lula e FHC, é a presidente que menos assentamentos fez. E nem acho que isso seja um problema em si, já que os sem-terra, de fato, não existem. O que existe é o MST, um aparelho que vive do dinheiro público. A grana que financia o movimento, na prática, tem origem nos recursos destinados à agricultura familiar. 

A declaração de Stedile, para a surpresa de ninguém, tangencia o terrorismo político. Observem que ele nem mesmo diz que promoverá protestos ligados à sua área de atuação. Nada disso! Agora, o capa-preta do MST pretende também dar ultimatos no setor energético. 

O que Lula e este senhor fizeram, nesta segunda, foi ameaçar o país. O Poderoso Chefão do PT está tentando alimentar temores que muita gente já expressou aqui e ali: se os petistas forem derrotados, o país se tornará ingovernável porque eles botarão a tropa na rua. Se, agora, diante do nada, brandindo um fantasma, uma invenção, uma fantasia, fazem esse escarcéu, imagine-se o que não fariam se, num eventual novo governo, tivessem seus interesses contrariados. 

Lula está ameaçando o Brasil com uma “Marcha Sobre Roma” se o seu partido for apeado do poder, se o eleitor insistir em fazer o que ele não quer. O ato desta segunda foi a manifestação explícita e arreganhada de quem não tem a democracia como um valor universal. Para os petistas, uma eleição presidencial é aquele processo que só admite um resultado: a vitória. 


É coisa de fascistas. Lula está pensando que o Brasil de 2014 é a Itália de 1922 e que ele é Mussolini. 

Partidos de Dilma e Marina lideram ranking dos ‘fichas-sujas’.

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                                                      O PT e o PSB abrigam 16% dos 253 candidatos considerados 'fichas-sujas'

Juntos, o PT e o PSB têm 16% dos 253 candidatos considerados 'fichas-sujas' pelos Tribunais Regionais Eleitorais.

Os partidos de Marina Silva e de Dilma Rousseff, lideram o ranking dos que têm o maior número de políticos “fichas-sujas” do Brasil. Juntos, o PT e o PSB têm 16% dos 253 candidatos considerados “fichas-sujas” pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
Com nove partidos filiados, a coligação “Com a força do povo” da presidente Dilma, candidata à reeleição, tem cerca de 110 candidatos com algum problema na Justiça Eleitoral. As legendas que apoiam a candidatura de Marina à Presidência têm 44 candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa.
Além desses, o Partido Progressista (PP), do deputado Paulo Maluf (SP) é o mais confuso. Dos 757 concorrentes a algum cargo político nas eleições deste ano, 18 tiveram a candidatura negada por conta da Lei da Ficha Limpa, inclusive Maluf, ou tiveram a prestação de contas rejeitada a outros cargos públicos.
A maioria dos candidatos “ficha-sujas” do PP continuam com as candidaturas em vigor, enquanto recorrem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dentre todos os 32 partidos registrados no país apenas o Partido Pátria Livre (PPL), Partido Comunista Brasileiro (PCB) e o Partido da Causa Operária (PCO) não tiveram políticos impugnados pela Lei da Ficha Limpa.
Para o juiz Márlon Reis, coordenador do Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) e idealizador da Lei da Ficha Limpa, os partidos tem que realizar uma análise nos históricos dos candidatos antes de lançarem uma candidatura. Reforçar o “filtro” interno, para ele, facilitaria a vida do partido e do eleitor. “É papel dos partidos políticos fazer esse crivo. A população também deve ficar atenta e exigir deles os critérios adotados pela Ficha Limpa”, diz o juiz.
Veja o ranking dos barrados pela Ficha Limpa, por partido:
PartidoCandidatosBarrados pela Ficha LimpaEm %
PSB1.238201,61%
PT1.296201,54%
PP757182,40%
PMDB1.170161,36%
PSD657152,28%
PDT1.001151,49%
PTB898121,33%
PV1.074121,11%
PR783111,40%
PEN872111,26%
PMN527101,89%
PSC93090,96%
PPS62081,29%
PSDB1.05380,76%
DEM63671,10%
PTdoB79370,88%
PCdoB81270,86%
SD53361,12%
PRB74260,80%
PSL79660,75%
PRP93660,64%
PTN62650,79%
PHS99640,40%
PRTB66830,44%
PSDC71930,41%
PTC77130,39%
Pros45520,43%
Psol1.15720,17%
PSTU25010,40%
PPL44200,00%
PCB12200%
PCO3200%
Total24.362253