quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Até quando Renan será mimado?



O senador Renan Calheiros começou a vida política em Alagoas ligado ao obsoleto PCdoB e depois, mudando de partido, foi se firmando como liderança que age em nome de si próprio, servindo - e sendo mimado - por vários governos. Já é hora de dar um basta a tanto mimo (ainda mais às custas do contribuinte). 

Renan Calheiros é o garoto mimado da República. Como todo garoto mimado, ele só tem um lado: o seu próprio.

Fernando Collor o projetou nacionalmente como líder do governo. Quando veio à tona o esquema de PC Farias, Renan abandonou o barco e se salvou.

No primeiro mandato de Fernando Henrique Cardoso, foi presenteado com o Ministério da Justiça. Sim, você talvez não se lembre, mas Renan Calheiros foi ministro da Justiça de FHC — e, com isso, ganhou respeitabilidade, digamos, e aumentou a sua influência.

Sob o PT, Renan Calheiros se tornou um garoto ainda mais voluntarioso, porque se vendeu como essencial para a governabilidade. Virou um dos meninos donos da bola.

No segundo governo Lula, para não ser cassado depois que descobriram que ele pagava a pensão de sua amante com dinheiro da Mendes Júnior, renunciou ao mandato de senador — e voltou, mimado pelas generosas urnas alagoanas.

Até o último momento, Renan Calheiros foi acarinhado por Dilma Rousseff. Atraído por Michel Temer, ele fez doce, mas acabou votando pelo impeachment da petista.

Sob o PMDB, ele continua a ser considerado “peça estratégica”. Todos dizem em Brasília que, sem Renan Calheiros, é impossível passar as reformas e governar o Brasil. Eu acho que, também por isso, ele é mimadíssimo pelo STF. Renan Calheiros tem oito inquéritos que correm no tribunal. Quer dizer, que andam a passo de tartaruga ou estão completamente parados.

Acuado pela prisão dos cangaceiros legislativos pela Polícia Federal, Renan Calheiros acusou a PF de “fascismo”, afirmou que o magistrado que emitiu o mandado era um “juizeco de primeira instância” e chamou o ministro da Justiça de “chefete de polícia”.

Hoje, noticiou-se que Michel Temer “acalmou” Renan Calheiros.

Até quando o veremos ser mimado (e com o nosso dinheiro)?

*Texto de Mário Sabino

O lixo moral dos comunistas, com as mãos sujas de sangue, tenta atribuir a culpa a quem combate invasões.

Defensores das ações promovidas por uma organização criminosa agora tentam atribuir a seus adversários responsabilidade pela tragédia que matou Lucas Eduardo Araújo Mota, de 16 anos.
Aconteceu o que as pessoas sensatas temiam. As invasões de escolas no Paraná já têm um cadáver: trata-se do garoto Lucas Eduardo Araújo Mota, de 16 anos, assassinado na escola Santa Felicidade, em Curitiba, por um outro invasor, este de 17 anos. Segundo a apuração da polícia, ambos haviam consumido uma droga conhecida por “balinha”. “Bala” é o nome que se dá ao ecstasy. Lucas foi atacado no pescoço com uma faca. O assassino fugiu, mas foi capturado pela polícia. A Santa Felicidade é uma das mais de oitocentas escolas invadidas no Paraná pelo PT e pela extrema esquerda. Cada unidade conta com não mais de duas dezenas de truculentos, que impedem o funcionamento normal das aulas. O governador do Estado, Beto Richa (PSDB), emitiu uma nota de solidariedade à família e pediu o fim das invasões. Uma cadeia de ações e omissões criminosas conduziu a esse fim. O episódio trágico demonstrou, uma vez mais, que as esquerdas não têm limites nem qualquer senso de moralidade. Acreditem: embora o crime tenha acontecido numa escola invadida a que pessoas contrárias à invasão não têm acesso; embora assassino e assassinado fizessem parte da ocupação criminosa promovida pelo PT e pelas esquerdas; embora esses meliantes estejam com as mãos sujas de sangue do ponto de vista moral, os defensores do movimento tentavam acusar, nesta segunda, seus adversários pelo episódio.
As declarações compõem o repertório das coisas mais asquerosas que já li. Uma tal Tânia Mandarino, que, segundo a Folha, é advogada e defende voluntariamente as invasões, deu a seguinte declaração: “Esse colégio não tem faca, não tem armas. A culpa dessa morte é do governo do Paraná, que está incitando a violência contra as ocupações”. Não é possível que essa senhora possa fazer tal declaração sem que lhe sobrevenham consequências. O governo do Estado está moralmente obrigado a representar contra ela na OAB.
O que ela sugere? Que a faca foi plantada na escola pelo governo? Que o assassino agiu sob o mando de quem não queria a invasão?
Calma que o show de imposturas ainda não terminou. Vejam o que diz Loren Júlia, professora de português: “Esse colégio estava numa verdadeira paz. Tem todas as regras na entrada. Um cartaz em frente ao colégio diz: ‘Proibidos artigos ilícitos dentro da instituição. Favor deixar na portaria. Não resista’.” Ora, professora, é claro! Basta haver um cartaz, e tudo está resolvido.
Mais: o que quer dizer um colégio invadido em paz? A professora de português acha que uma escola está em paz quando nem ela própria pode dar aula? A propósito: essa gente recebe salário em paz?
O Movimento Ocupa Paraná, uma miríade de grupelhos de extrema esquerda, deu uma declaração revoltante. Afirmou que a vítima “não era um dos estudantes que ocupava a escola” e que uma vida foi perdida para “o ódio, a intolerância e a violência”. Entendi: o morto estava no lugar errado. O assassino era da escola. Estava no lugar certo.
É espantoso.
Nesta terça, grupos de pais de alunos se mobilizam em Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Irati para tentar retomar as escolas. Eu já havia denunciado aqui que membros do MBL tentaram entrar nos estabelecimentos para dialogar com os estudantes e foram agredidos por trogloditas. Na sexta, em Londrina, o Conselho Tutelar impediu o acesso de pais às escolas. Os senhores desse órgão alegaram que a assembleia de estudantes era soberana para decidir quem podia e quem não podia entrar.
Na Santa Felicidade, entraram um futuro assassino e um futuro assassinado.
Os maiores de idade que comandam essas invasões têm de ser identificados e acusados por aquilo que praticam: organização criminosa.
Não dá mais para tolerar. Hoje, os grupos que defendem e promovem as invasões das escolas estão com as mãos sujas de sangue. Era o que eles queriam desde sempre. Só que esperavam que o cadáver fosse produzido pela polícia. Aí, então, poderiam tentar parar as escolas de todo o país.
Essa gente é um lixo moral e merece o repúdio das pessoas decentes.

Roda Viva recebe Monica de Bolle, professora da Universidade Johns Hopkins.

Roda Viva recebe Monica de Bolle, professora da Universidade Johns Hopkins. Autora do livro “Como matar a borboleta-azul: Uma crônica da era Dilma”, ela fala sobre as causas da crise econômica brasileira e as medidas necessárias para a recuperação. E também comenta a chamada “PEC do Teto”, que é a proposta de emenda constitucional que prevê um limite para os gastos públicos, entre outros assuntos.

Governo teme uma ‘inundação de armas’ provenientes da Venezuela e Colômbia.


Órgãos de inteligência do governo federal receiam que ocorra uma elevação no volume do armamento que entra ilegalmente no Brasil. Avaliam que é grande o risco de o país sofrer o que um ministro chama de “inundação de armas”. Elas passaram a chegar em maior quantidade de dois países vizinhos: Venezuela e Colômbia. E reforçam o arsenal do crime organizado, sobretudo no Rio e em São Paulo.
Relatórios sigilosos vinculam o incremento no comércio ilegal de armas a dois fenômenos: o derretimento do regime bolivariano na Venezuela e a desmobilização das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Armadas pelo ex-presidente Hugo Chávez, morto em 2013, milícias pró-governo descobriram na venda de fuzis uma fonte de renda para enfrentar a crise na Venezuela. Guerrilheiros das Farc também levam suas armas ao balcão.
A elevação da oferta provoca um barateamento do produto. Em consequência, cresce o volume de vendas. São cada vez mais frequentes as apreensões de armas de fabricação Russa nas mãos de criminosos brasileiros. Suspeita-se que tenham sido originalmente importadas pelo governo de Hugo Chávez, que se dissolve nas mãos do sucessor Nicolás Maduro.

Outra grande preocupação do governo na área da segurança pública é a “nacionalização” das facções criminosas de São Paulo (Primeiro Comando da Capital, PCC) e do Rio de Janeiro (Comando Vermelho, CV). Elas já controlam os principais presídios do Norte e do Nordeste. Estiveram por trás dos surtos de violência que ocorreram recentemente no Maranhão, no Rio Grande do Norte, Roraima e Rondônia.
O expansão do PCC é a que mais inquieta o setor de inteligência. A organização criminosa paulista revela-se mais uniforme e dispõe de maior capacidade econômica do que sua congênere carioca. Já começou a operar no Paraguai, onde disputa território com quadrilhas locais. Avalia-se em Brasília que o PCC persegue o modelo do Cartel de Medellín —a rede de traficantes de drogas que surgiu na Colômbia na década de 1970 e se espalhou na década de 1980 por países como Bolívia, Peru, Honduras e até Estados Unidos.
As inquietações do setor de inteligência contrastam com a incapacidade que o Estado vem demonstrando no Brasil de lidar com o avanço da criminalidade. O crime é organizado porque os governos estaduais e a União revelam-se cada vez maos avacalhados. A penúria do Tesouro Nacional e a ruína dos cofres estaduais tendem a agravar o problema.


quarta-feira, 26 de outubro de 2016

" Não queremos mais ver Renan Calheiros livre e fora das grades".

A prisão preventiva do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) tem de ser o ponto de partida para outras de políticos com o mesmo "pedigree". É o caso de Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado Federal, que responde atualmente a 12 inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), nove deles relacionados às investigações sobre o esquema de corrupção da Petrobras, um relativo à Operação Zelotes, além de dois que apuram irregularidades no pagamento da pensão de uma filha que o senador teve num relacionamento extraconjugal. E vem mais por aí. Felipe Parente, que é ligado a Sérgio Machado, ex-presidente da Transpetro, afirmou em delação premiada que Renan Calheiros e o senador Jader Barbalho (PMDB-PA) são beneficiários de propinas pagas entre 2004 e 2006 no valor de R$ 5.5 milhões provenientes do esquema de desvios de dinheiro da Petrobras. Era ele o responsável pela entrega de dinheiro em espécie aos "quotistas". Por isso, era conhecido como o "homem da mala do PMDB";
Convém destacar que Sérgio Machado tornou-se delator da Operação Lava-Jato onde expôs gravações de conversas telefônicas com Renan quando o senador alagoano falava em mudanças que seriam feitas na lei de delação premiada com o objetivo impedir que alguém preso se tornasse relator. Um agravante está no fato de as propinas serem originárias das empresas Queiroz Galvão e UTC, "estrelas " da Operação Lava-Jato. Como não podia deixar de ser, mesmo com todas as evidências e delações, tanto Renan como Jader desmentem tudo. O primeiro afirma que sequer conhece Felipe Parente, enquanto o segundo garante que nunca recebeu dinheiro das mãos de Sérgio Machado, indicado por Renan Calheiros para presidir a Transpetro deu mais uma informação que não favorece em nada a Renan ao dizer que era requisitado pelo presidente do Senado para providenciar mensalmente dinheiro para sustentação política dele e de seu grupo. Era muito dinheiro. O Brasil espera que o Supremo cumpra o seu dever: julgar, condenar e prender Renan Calheiros.



quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Projeto: "Minha tornozeleira minha vida".

Uma tornozeleira para chamar de sua
A Assembleia Legislativa do Rio deve votar hoje projeto de lei que permitirá que os condenados pela Justiça comprem suas tornozeleiras eletrônicas, se quiserem cumprir pena em regimes aberto e semiaberto.
A proposta quer resolver um problema que já se tornou crônico: o Estado não tem dinheiro para comprar os itens — a dívida com um fornecedor, segundo o G1, chega a R$ 3,6 milhões.
Pelo projeto, cumprida a pena, o dono da tornozeleira a transfere automaticamente para o Estado.


terça-feira, 11 de outubro de 2016

MPF denuncia Lula, Odebrecht e mais 9 pessoas.




O Ministério Público Federal denunciou nesta segunda-feira o ex-presidente Lula, o empresário Marcelo Odebrecht e mais 9 pessoas pelos crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, tráfico de influência e organização criminosa.
Segundo a denúncia, Lula teria atuado junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros órgãos sediados em Brasília com o objetivo de garantir a liberação de financiamentos pelo banco público para a realização de obras de engenharia em Angola. Em retribuição, a construtora Odebrecht teria repassado de forma dissimulada aos envolvidos no negócio cerca de R$ 30 milhões, em valores atualizados.
A denúncia separa a atuação do ex-presidente em duas fases: a primeira, entre 2008 e 2010, quando ele ainda ocupava a presidência da República e, na condição de agente público, praticou corrupção passiva. E a segunda, entre 2011 e 2015, já como ex-mandatário, momento em que cometeu tráfico de influência em benefício dos envolvidos.

Veja a lista dos denunciados:

Lula – Organização criminosa, lavagem de dinheiro, tráfico de influência, corrupção passiva
Marcelo Odebrecht – Organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa
Taiguara Rodrigues dos Santos – Organização criminosa, lavagem de dinheiro
José Emmanuel de Deus Camano Ramos – Organização criminosa, lavagem de dinheiro
Pedro Henrique de Paula Pinto Schettino – Lavagem de dinheiro
Maurizio Ponde Bastianelli – Lavagem de dinheiro
Javier Chuman Rojas -– Lavagem de dinheiro
Marcus Fábio Souza Azevedo – Lavagem de dinheiro
Eduardo Alexandre de Athayde Badin – Lavagem de dinheiro
Gustavo Teixeira Belitardo – Lavagem de dinheiro
José Mário de Madureira Correia – Lavagem de dinheiro


sábado, 8 de outubro de 2016

Escândalo: Curso exclusivo para o MST em Universidade Federal?


O historiador Marco Antonio Villa faz uma denúncia gravíssima: há universidades, como a Federal do Paraná, que mantêm cursos exclusivos para os facínoras do MST - e escolhidos pelo próprio movimento antidemocrático e violador da legislação. 
Como diz um leitor do blog, depois viram promotores, juízes etc. Em poucas palavras, o projeto criminoso de poder continua ativo, tentando aparelhar o Judiciário. Alô, ministro da Educação! 
(Na primeira parte do vídeo, Villa fala em Boulos, o terrorista do MTST; a partir da segunda metade, comenta esse escândalo perpetrado por universidades públicas).

http://otambosi.blogspot.com.br/2016/10/escandalo-universidades-mantem-cursos.html

O anticristão ameaça o carioca.

O Antagonista comenta: Depoimentos de Sexta (ontem) na Lava Jato.


E, assim, sabemos, inclusive, a safadeza da imprensa brasileira em omitir-se diante de fatos tão sérios. A roubalheira foi e é séria neste país.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

PT é sempre PT, inclusive na Bahia.

Polícia Federal bateu na porta do PT baiano e pega de calça curta Rui Costa e por tabela, Jaques Wagner. Negromonte ( o Negroponto de Dilma )  também está no esquema. 
O modus operandi é sempre o mesmo. "Leia meu rei!!!"
...
O ex-ministro das Cidades e ex-deputado pelo PP Mário Negromonte, conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, foi um dos principais alvos da Operação Hidra de Lerna, deflagrada na última terça-feira (4/10) pela Polícia Federal. A ação, autorizada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), surgiu a partir da colaboração premiada do empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené, pivô da Operação Acrônimo. A apuração é sobre financiamento ilegal de campanhas na Bahia a partir de fraudes em licitações e contratos no Ministério das Cidades.

Os agentes e delegados cumpriram 16 mandados de busca e apreensão na Bahia, Distrito Federal e Rio de Janeiro. O Correio Braziliense apurou que agência de publicidade Propeg foi visitada pelos policiais atrás de documentos para confirmar acusações feitas por Bené.

De acordo com o delator, o ex-ministro das Cidades Mário Negromonte recebeu propina de 10% dos contratos da agência com o Ministério. Antes de fechar a contratação, houve interferência de Márcio Fortes, outro ex-ministro, segundo Bené. “Mário Negromonte 
solicitou, por indicação de Marcio Fortes, que o colaborador mantivesse cantata com o assessor chamado Alcione, para que fosse informado sobre o andamento da licitação”, narrou o empresário, que também denunciou o ex-amigo e governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, em outro inquérito.

Segundo Bené, 3% do faturamento da sua empresa, a Dialog, com o minsitério também era repassado a Negromonte como forma de propina.

Os mandados foram autorizados pela relatora do caso, a ministra Maria Thereza Rocha de Assis Moura, do STJ. Conselheiros de contas têm foro privilegiado, o benefício de só serem investigados e julgados pelo tribunal superior.

Além de Bené, a Hidra de Lerna está embasada em outras duas colaborações de investigados na Acrônimo já homologadas pela Justiça. Segundo a PF, as declarações estão “em contínuo processo de validação” pela corporação. Dois novos inquéritos correm no STJ.

"Em uma das linhas de investigação a suspeita da PF é que os esquemas investigados realizassem triangulações com o objetivo de financiar ilegalmente campanhas eleitorais, para isto a empreiteira sob investigação contratava de maneira fictícia empresas do ramo de comunicação especializadas na realização de campanhas políticas, remunerando serviços prestados a partidos políticos e não à empresa do ramo de construção civil”, informa a polícia. “Em outra direção a PF pretende investigar a ocorrência de fraudes em licitações e contratos no Ministério das Cidades."

Desdobramento

O nome da Operação faz referência à “a monstruosa figura da mitologia helênica”, Hidra de Lerna. “Ao ter a cabeça cortada, ressurge com duas cabeças”, diz a PF. A corporação avalia que a Acrônimo chegou a um dos líderes de uma organização criminosa e se deparou com fatos que exigem a abertura de dois novos inquéritos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

A "Nova esquerda" e sua índole assassina.

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A Nova Esquerda e o Comunismo Assassino de Karl Marx.

Rede, de Marina Silva, naufragou na primeira eleição.


Em 2014 Marina Silva já havia criado a Rede, mas não tinha obtido as assinaturas necessárias para a legalização do novo partido. Por esse motivo foi candidata a vice de Eduardo Campos pelo PSB, e acabou sendo a candidata dos socialistas em consequência da tragédia que matou o candidato a presidente. 
Marina teve 22 milhões de votos na eleição presidencial, ficou em terceiro lugar,e legalizou a Rede. Havia uma expectativa sobre a performance da Rede, com sua apregoada anti-política, nas primeiras eleições que disputou. Mas naufragou. A Rede lançou 820 candidatos a prefeito, mas só elegeu cinco: Cabo Frio (RJ), Lençóis Paulistas (SP), Brejões (BA), Livramento de Nossa Senhora (BA) e Seabra (BA). Mesmo assim em Cabo Frio o candidato da Rede foi o segundo colocado, só será confirmada sua eleição se o candidato que ficou em primeiro lugar, Marquinhos Mendes (PMDB), tiver confirmada sua impugnação no TSE, caso contrário a Rede só terá 4 prefeituras. E disputa no 2º turno em Macapá, capital do Amapá. 
Dentro do partido Marina é apontada como centralizadora demais, não ouviria ninguém e teria posições "ambíguas". Por conta disso um grupo de fundadores da Rede anunciou que está deixando o partido. Vejam o exemplo do Rio de Janeiro, Alessandro Molon, o candidato da Rede teve apenas 43 mil votos (1,43% dos votos válidos) e o partido não atingiu o quociente eleitoral não elegendo nem um vereador. 

A conta corrente de Lula no setor de propinas da Odebrecht.

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Sem dinheiro, PM do Rio pede blindado da Marinha emprestado.

Com a maioria dos caveirões da Polícia fluminense quebrados e sem dinheiro para a manutenção, José Mariano Beltrame vai pedir emprestado à Marinha um blindado para transportar os policiais em operações nas áreas conflagradas.


A falsa greve dos bancários é nada mais que um movimento comandado pelos comunistas da CUT.

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Contra impunidade, STF mantém prisão na 2ª instância.

(Vagner Rosário/VEJA.com) 
Executivo Marcelo Odebrecht está preso desde 19 de junho deste ano, por suspeita de corrupção e lavagem de dinheiro na Petrobras.


Na carceragem de Curitiba e de Pinhais, onde estão detidos empreiteiros e empresários enrolados na Operação Lava-Jato, e nas principais bancas de criminalistas do país, todas as atenções se voltavam nesta quarta-feira para o Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília. A corte se preparava para julgar dois processos que poderiam acabar de vez com a sensação de que corruptos poderosos e endinheirados possuem verdadeiros passaportes para a impunidade. Com dinheiro suficiente para pagar bons advogados, eles criavam na prática “quatro instâncias” para recorrer em liberdade – juízo de primeiro grau, Tribunais de Justiça ou Tribunais Regionais Federais, Superior Tribunal de Justiça e o próprio STF. Na prática, raramente cumpriam pena. 

Os detentos do petrolão tinham especial interesse no veredicto de hoje. Se a indústria dos recursos eternos fosse mantida, poderiam ser interrompidos os acordos de delação premiada que revelariam ainda mais detalhes do esquema de corrupção instalado na Petrobras. Com a perspectiva de só terem de enfrentar realmente os riscos de cadeia dentro de anos, empreiteiros como Marcelo Odebrecht e Léo Pinheiro se calariam. Manteriam a tradicional omertà.

Nesta quarta-feira, porém, o desejo dos poderosos do petrolão não se confirmou. O Supremo confirmou, por apertados seis votos a cinco, que a execução das penalidades pode ser feita já na segunda instância, sem depender do chamado trânsito em julgado. No julgamento no STF, o ministro Luiz Fux resumiu: “Estamos discutindo isso porque no Brasil as condenações são postergadas com recursos aventureiros, por força de recursos impeditivos do trânsito em julgado”. 

Entre os magistrados, um exemplo recorrente de impunidade: o jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, condenado pelo assassinato da ex-namorada Sandra Gomide, no ano 2000, passou 11 anos solto. Pimenta era réu confesso, mas só foi preso em 2011. Neste ano passou para o regime aberto. 

Do plenário, os ministros mandaram um recado claro contra a impunidade dos poderosos, que contam com o conceito elástico de presunção de inocência para nunca expiar culpa atrás das grades. “O sistema brasileiro hoje frustra na maior medida possível o senso de justiça de qualquer pessoa. Um sistema de justiça desacreditado pela sociedade aumenta a criminalidade, não serve para o Judiciário, não serve para a sociedade, não serve para ninguém”, disse o ministro Luis Roberto Barroso ao falar sobre a dificuldade de levar criminosos poderosos efetivamente para atrás das grades. “Por ser um princípio e não uma regra, a presunção de inocência é ponderada e ponderável com a efetividade do sistema penal, que é um valor que protege a vida das pessoas para não serem assassinadas, protege a integridade física, protege a integridade patrimonial”, continuou. “[Sem a prisão em segunda instância] O sistema brasileiro não era garantista. Era grosseiramente injusto”. 

Entre os ministros que consideraram que a prisão já em segunda instância é possível, prevaleceu o entendimento que o trecho da Constituição que trata de prisão é o inciso 61 do artigo 5º: “Ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente, salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar, definidos em lei”. 

“Depois da segunda instância, sobe o interesse do sistema de fazer aplicar a norma penal. Depois do segundo grau, o peso da presunção da inocência fica mais leve e menos relevante em contraste com o interesse estatal”, afirmou Barroso. Em fevereiro, por sete votos a quatro, o STF havia entendido que a segunda instância é a última que analisa provas de materialidade e autoria e, por isso, a pena já poderia ser executada. 

Desde a retomada do tema à discussão, advogados articularam uma proposta alternativa: a de que a execução da pena possa ocorrer após o julgamento do recurso especial pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). A iniciativa significaria que um tribunal superior teria confirmado a condenação do réu, mas apenas os ministros Marco Aurélio Mello e Dias Toffoli – que mudou o entendimento pessoal desde fevereiro – consideraram a hipótese. Também votaram contra a execução da pena em segundo grau os ministros Ricardo Lewandowski, Rosa Weber e Celso de Mello. Hoje, o decano criticou o que chamou de “pragmatismo de ordem penal” e disse que o STF deve assegurar o direito fundamental de um acusado ser presumido inocente até que se sobreponha sentença condenatória transitada em julgado. “A majestade da Constituição Federal não pode ser violada pela potestade do Estado”, afirmou. 

Ao longo de toda a discussão, foram repisados por advogados argumentos que suspeitos podres seriam os principais prejudicados e ampliariam ainda mais a situação de caos do sistema penitenciário brasileiro. Teori Zavascki rechaçou de pronto a tese. Segundo ele, é improvável que condenados menos abastados entupam a justiça de recursos, além de ser necessário considerar que todos os recursos deles fossem aceitos e, ao fim, eles fossem declarados inocentes. “É absolutamente desprovido de base real que a improcedência da ADC [ação declaratória de constitucionalidade julgada hoje] iria acarretar injusto encarceramento de dezenas de milhares de condenados, notadamente pessoas humildes defendidas pela Defensoria Pública. Isso parte da premissa que tem recursos e que recursos serão acolhidos e que todos eles são inocentes”, disse.

*Por Laryssa Borges, Veja.com

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

A bomba que o PT teme que estoure.

A Dercy, hoje.

Peço perdão antecipado pelo que vou falar. É que lembrei da Dercy Gonçalves quando ela disse que a melhor coisa do mundo era dar uma boa cagada. Nós costumávamos rir meio envergonhados das baixarias dela. A Dercy era especialista em chocar as pessoas com suas tiradas “politicamente incorretas". Mas por dentro, nós concordávamos com ela. Pois é assim que nos encontramos agora, nesse momento político. O pt foi defecado e sobrou muito pouco dele. Alívio, pois. O lula, questão de dia mais, dia menos, vai-se retirar para a lata de lixo de onde nunca deveria ter saido. Ou para a Papuda. O Moro vai continuar investigando e processando, numa faxina muito aplaudida. Então agora tudo bom? Maizomeno. A eleição do rapaz Dória foi uma benção. Mas tem muito chão pela frente. A situação econômica do Brasil é catastrófica e não vai mudar num passe de mágica. BNDES é a próxima caixa de surpresas, quero dizer, de mutretas. Vai ser um desabamento em cima de nossas cabeças conhecer o tamanho do desastre. A ação da Justiça americana que vai abrir fogo contra os desmandos da Petrobrás, então....nem sabemos se vai sobrar alguma coisa dela. O STF com seus juízes petistas intocáveis, sem prazo de vencimento, vamos ter que aguentar quanto tempo essa situação? O Supremo não é uma pedra em nosso caminho, é uma Serra da Mantiqueira. O PMDB, provisoriamente saiu da linha de tiro de nossas críticas, se escondendo atrás do pt, como se não tivesse nada com isso. Mas terá logo revelada sua participação no “desastre Brasil”. Se vai sobrar para o Temer e sua equipe, saberemos logo, os petistas não vão deixar barato a sua derrota eleitoral. As urnas eletrônicas?... é vital que sejam destruídas antes da próxima eleição presidencial. É logo, faltam dois anos, só. A lei que protege os políticos corruptos de serem processados e condenados, esse privilégio odioso, ela precisa cair. O Renan, todo mundo fala, é a bola da vez. Será? E como o Temer vai manejar a inevitável situação da Reforma Agrária? E a da Previdência. Como vamos combater a droga, a delinquência, a pobreza que faz lotar as cadeias, que levam ao bandidismo? As favelas esperam uma idéia, uma estratégia. E a educação, que é a base sobre a qual se pode levantar o país, como fica? A discrepância de ganhos, altos salários dos da Justiça e outras áreas, contrastando com a miséria dos que não tem nada? Somos um país de injustiças abissais. Exemplo disso é a saúde, em caixa baixa. E a ignorância das massas, que se comove com demagogias baratas, está aí para ser confrontada. Não veremos muito progresso nessa relação de pendentes no tempo exíguo do governo Temer. Ele vai tentar a reeleição? Perguntas, temos de montão. Respostas, muito poucas. A Dercy está fazendo falta.

sábado, 1 de outubro de 2016

"Mundo de sombras".

O céu era o limite para Antonio Palocci Filho, mas, na versão do juiz Sérgio Moro, ele preferiu esgueirar-se por um “mundo de sombras que encobre sua atividade”, atirar-se no colo da empreiteira Odebrecht, fazer as maiores tramoias e reunir somas inimagináveis sob o pretexto da eternização do PT no poder. Palocci poderia ser tudo, mas acaba como um triste troféu de luxo entre os presos da Lava Jato.
Tivesse mantido a aura de médico sanitarista, prefeito bem-sucedido de Ribeirão Preto (SP) e ás do diálogo e da composição, Palocci teria todas as condições para disputar a sucessão de Lula em 2010. Tinha um patrimônio pessoal: sólidas relações em três mundos cada vez mais embolados, o político, o empresarial e o financeiro. E tinha um patrimônio herdado de Lula: o crescimento econômico de 7,5% naquele ano.
Seria imbatível dentro do governo, da base aliada e do próprio PT, já que José Dirceu tinha a máquina do partido, mas jamais foi próximo o suficiente de Lula para ser lançado por ele à Presidência e começou a balançar já no início da era petista, quando seu braço direito, Waldomiro Diniz, foi flagrado pedindo propina… a um bicheiro. Dirceu foi afundando até ser tragado pelo mensalão. Quanto mais ele submergia, mais Palocci emergia.
Dirceu caiu da Casa Civil de Lula em junho de 2005 e Palocci caiu da Fazenda menos de um ano depois, metido numa casa suspeita no bairro mais rico de Brasília e em figurinos bem diferentes do jaleco do médico do bem, cara bonachão, maridão exemplar, político acima de qualquer suspeita. Segundo o caseiro Francenildo Pereira, a tal casa era usada para orgias à noite e para acomodar pastas de dinheiro durante o dia.
O destino ainda deu uma segunda chance a Palocci. Por intermédio de Lula, virou o cérebro da campanha de Dilma Rousseff, caiu nas graças dela e voltou por cima a Brasília: do antigo Ministério da Fazenda, subiu para a chefia da Casa Civil, no Planalto. Mas ele desabou de novo, agora sob o peso de contas milionárias, empresas mal explicadas e negócios esquisitos que, tantos anos depois, continuam vagando como fantasmas – dele e do PT.
O “Italiano”, como Palocci é chamado nos e-mails da Odebrecht, deveria ser o guardião da economia nacional, mas cuidava era das contas milionárias do PT e era pau para toda obra da maior empreiteira do País. É suspeito de dar jeitinhos para ajustar regras de IPI numa medida provisória, favorecer a empresa no nebuloso negócio dos navios-sonda e mergulhar até no projeto de submarinos da Marinha, o Prosub. Como “é dando que se recebe”, Palocci é acusado pelos investigadores de dar uma força para a Odebrecht com uma das mãos e embolsar uma gorda porcentagem com a outra.
Lá atrás, com a queda de Dirceu e de Palocci em 2005 e 2006, Lula chegou a namorar a tese de um terceiro mandato, mas os amigos e o bom senso entraram em campo para dissuadi-lo dessa saída “bolivariana” e só restou para sua sucessão em 2010 o nome de Dilma, que não tinha a liderança política de Dirceu nem a habilidade pessoal e o trânsito de Palocci. Uma tragédia.
A vida não é feita de “se”, mas impossível não derivar para uma reflexão quando Palocci é preso pela Lava Jato: se fosse realmente grande, como se imaginava, ele poderia ter sido o candidato do PT à Presidência em 2010 e toda a história poderia ter sido muito diferente. Mas Palocci, segundo o despacho de Moro, preferiu usar as campanhas e os mais altos cargos da República para achacar empresários, fazer negócios escusos e amealhar a bagatela de R$ 128 milhões (fora os R$ 70 milhões ainda em investigação) para o PT. Moral da história: ao tentar eternizar o partido no poder, ele se transformou no oposto – em agente decisivo para ameaçar o PT de extermínio.

*Por Eliane Cantanhêde - colunista do Estadão e comentarista do telejornal Globonews Em Pauta, da Rádio Estadão e da Rádio Metrópole da Bahia.

O amigo que recebeu 23 milhões da Odebrecht.

 
*Via O Antagonista

A Lava Jato está mais próxima de descobrir quem está por trás do codinome "amigo" que aparece nas planilhas da Odebrecht associado à propina de R$ 23 milhões.

Nos autos do pedido de prisão preventiva de Antonio Palocci, a Polícia Federal anexou vários emails e mensagens de celular em que Marcelo Odebrecht e outros executivos do grupo se referem a um certo "amigo" de Emílio Odebrecht.

Esse amigo é Luiz Inácio Lula da Silva. 

Ao longo do relatório da PF há, pelo menos, 50 menções a Lula como o "amigo". Essas menções se referem, na maioria dos casos, a projetos de interesse da Odebrecht que eram acompanhados de perto pelo ex-presidente.

No mesmo conjunto de mensagens em que Lula aparece como o "amigo", Palocci é o "italiano", João Santana é o "feira" e Gilberto Carvalho é o "seminarista". A lógica é implacável.