terça-feira, 4 de novembro de 2014

Mais um dirigente da Petrobras foi obrigado a afastar-se da empresa envolto em grossa suspeita de corrupção.

Os corruptos só deixam o governo petista por conta própria ou quando alguma instituição externa assim exige. Se dependesse do PT, continuariam sãos e salvos 
Mais um dirigente da Petrobras foi obrigado a afastar-se da empresa envolto em grossa suspeita de corrupção. Mais uma vez, a saída acontece a pedido. O padrão se repete: quando alguém é flagrado em tenebrosas transações, o governo petista estende-lhe o tapete vermelho. Demitir jamais.
Citado na Operação Lava Jato, Sérgio Machado apresentou ontem pedido de licença da presidência da Transpetro, cargo que ocupava desde que o PT chegou ao poder. A licença deve converter-se em saída definitiva, tão logo os holofotes se virem para algum outro escândalo.
Machado foi docemente constrangido a deixar o cargo que ocupa há quase 12 anos depois que a empresa que audita as contas da Petrobras negou-se a assinar o balanço relativo ao terceiro trimestre da estatal enquanto o nome do presidente da subsidiária não fosse retirado de lá. Parece um vexame, e é.
Na sexta-feira, a reunião do conselho de administração da Petrobras foi interrompida depois que a PricewaterhouseCoopers apresentou a ressalva. Machado é acusado de repassar R$ 500 mil em dinheiro vivo a Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, como parte do esquema que pode ter desviado R$ 10 bilhões da companhia. Como a SEC, xerife do mercado americano, investiga o caso, os auditores redobraram os cuidados.
A saída do presidente da Transpetro emula o padrão verificado quando Costa deixou a Petrobras. A renúncia do ex-diretor foi saudada em ata da reunião do conselho de administração por "relevantes serviços prestados". Contra todas as evidências, Dilma Rousseff jura até hoje que foi ela quem o demitiu. Fará o mesmo com Machado?
O nome de Sérgio Machado já aparecera em denúncias de fraudes em licitações, como a que contratou 20 comboios para transportar etanol na hidrovia Tietê-Paraná. Realizada há dois anos, não entregou nem uma peça até hoje, embora tenha consumido R$ 22 milhões. É alvo de investigação do Ministério Público.
Pior é que os escândalos na Petrobras e em suas subsidiárias continuam pipocando. O próximo deve envolver a compra de duas refinarias no Paraná, num episódio que ficou conhecido como "mini Pasadena". As duas unidades valiam pouco menos de R$ 200 milhões, mas a estatal pagou R$ 255 milhões por metade delas, num padrão bem parecido com o que adotou na aquisição feita nos EUA, como revela hoje o Valor Econômico.
Durante a campanha eleitoral, a candidata oficial repetiu que, sempre que se viu diante de malfeitos, demitiu os envolvidos. Mentira. A saída de Sérgio Machado da Transpetro é mais um exemplo de que os corruptos só deixam o governo petista por conta própria ou quando alguma instituição externa assim exige. Se dependesse do PT, continuariam sãos e salvos.
*Este e outros textos analíticos sobre a conjuntura política e econômica estão disponíveis na página do Instituto Teotônio Vilela

Comprovação de fraude nas urnas?

Alguém pode me explicar isso!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
400 “votinhos” em 5.000 urnas são = DOIS MILHÕES DE VOTOS.

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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Alckmin falou e disse!

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), repercutiu com jornalistas, durante visita ao Salão Internacional do Automóvel em São Paulo, a liminar concedida na última semana pela Justiça de São Paulo que proíbe o uso de bala de borracha pela Polícia Militar (PM) durante manifestações. Na ocasião, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a PM recorrerá da decisão.
"Decisão Judicial se cumpre. Se cabe recurso, vamos verificar. A polícia é bem treinada para preservar o direito de ir e vir das pessoas, o direito de manifestações, mas sem vandalismo e depredação do patrimônio. É isso que se deseja. A população é favorável a manifestações, mas radicalmente contra a destruição. Ninguém quer usar bala de borracha, mas às vezes é necessário para preservar a ordem pública", disse.
A questão da falta de água em municípios da Grande São Paulo também não ficou de fora. Alckmin comentou sobre o pedido do fim da cobrança de impostos federais para as empresas de saneamento feito à presidente. A desoneração de impostos da Sabesp, segundo ele, poderia ser benéfica durante a crise hídrica que afeta o estado de São Paulo.
"Pode ajudar muito porque só a Sabesp, que é uma empresa de saneamento, pagou nos últimos quatro anos R$ 2 bilhões e meio de reais de PIS/COFINS para o Governo Federal. Não existe imposto municipal, nem estadual, você tem uma carga tributária muito elevada sobre água e esgoto. É estritamente federal, então se você desonerar o setor de saneamento, o Brasil todo vai poder investir mais."

Questionado pelos repórteres, o governador negou que tenha tomado a decisão apenas agora. 
"A presidente Dilma prometeu há quatro anos desonerar o setor, todos os candidatos prometeram na eleição de 2010. Desoneraram para muitas áreas mas não para a água. Invés de pagar 600 milhões por ano, você terá 600 milhões a mais para investir. Essa pauta já está colocada, prometida e é necessária. É justa sob o ponto de vista social. Vamos levar para todos os governos estaduais e municipais porque todo mundo paga, o impacto é imediato."
*Do Portal Terra.

domingo, 2 de novembro de 2014

Uma vez mais Evo Morales bota o governo brasileiro de quatro e, com chantagem, leva US$ 434 milhões.

Eles estão rindo da tua cara. Mas Lula deve se orgulhar. Sua proteção ao índio cocaleiro e abertura da fronteira para 70% da produção boliviana de coca, rendeu ao Brasil o título de campeão mundial no consumo do crack e vice-campeão em consumo de cocaína. A gente ainda chega lá...
Não bastasse ser corroída pelas ratanas de criação própria na Petrobras petralha, o Brasil tem um grande ratón, logo ali na cordilheira, um protegido de Lula que acha que pode achacar, chantagear, invadir e tomar manu militari, só porque é outro típico idiota sulamericano que carrega a bandeira chavista.
Denúncia hoje no Senado vai fazer Dilma e Maria Caveirão Foster aumentar e muito a pressão esfincteriana. Terão de explicar um “extra” de US$ 434 milhões que a estatal brasileira pagou no último setembro ao índio fake e cocaleiro Evo Morales. O governo boliviano alega que está enfiando no gasoduto um gás “rico” que teria capacidade de aumentar a produção de energia elétrica.
Só podia ser coisa de Lula. Este “extra” que agora Morales cobra na base do paga ou fechamos o gasoduto, foi acertado em 2007 quando o cocaleiro veio ao Brasil para tratar também da Rodovia da Cocaína.
O senador do Mato Grosso do Sul, Ruben Figueiró (PSDB) já conseguiu aprovar a convocação para que Graça Foster seja ouvida na Comissão de Relações Exteriores e Segurança Nacional.
O blog de Reinaldo Azevedo ultrapassa 15.000.000 de acessos em um único mês.
Será um péssimo final de semana para a manada. Isso faz petralha urinar sangue,
ter constipação intestinal braba e uma produção bem desagradável de bili, que na forma de visgo verde escapa pelo canto da boca. Oh! Céus...

@brasilianas - 01/11/14

Sábado de protestos no Brasil.


Senador Mario Couto protocola impeachment de Dilma.

O país sob má gestão!


sábado, 1 de novembro de 2014

Os comunistas, que não toleram homossexuais, engana-os com "mimos" ilegais.

Haddad dá prioridade a gays e travestis na aquisição de unidades residencias do projeto "minha casa minha vida"...

Seria isso preconceito contra os NÃO-gays e NÃO-travestis?
Parece ser mais uma jogada do Haddad, dessa vez usando a questão sexual como bandeira política. Coisa de esquerdista tarado, que finge defender minorias para concentrar poder, sempre prejudicando o indivíduo.
E o princípio Constitucional da Isonomia? Como é que fica a igualdade de todos perante as leis?
* Com Daniel Halbreich, via Facebook

Toffoli ainda estaria com condenação no Amapá?

Toffoli tem condenação em 1ª instância no Amapá.

Ministro da AGU e mais três pessoas devem pagar R$ 420 mil ao estado.
Nesta semana, ele foi indicado pelo presidente a uma vaga no STF.


Do G1, em São Paulo
Foto: Renato Araújo/ABr

Toffoli foi indicado pelo presidente Lula ao Supremo Tribunal Federal (Foto: Renato Araújo/Agência Brasil )

O "Diário de Justiça Eletrônico", do Tribunal de Justiça do Amapá, publicou, em sua edição de 8 de setembro, uma sentença contra o advogado-geral da União, José Antonio Dias Toffoli. Ele e outras três pessoas foram condenadas a devolver ao estado R$ 420 mil. Atualizado, o valor pode passar dos R$ 700 mil.

Toffoli, que hoje é ministro- chefe da Advocacia Geral da União, foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na quinta-feira (17), para substituir no Supremo Tribunal Federal o ministro Carlos Alberto Menezes Direito, que morreu no último dia 1º. A escolha ainda tem que ser aprovada pelo Senado.  
A decisão judicial, da 2ª Vara Cível e Fazenda Pública, é referente a uma ação popular movida por Annibal Barcellos. Segundo a publicação oficial, Barcellos questiona a contratação dos advogados para prestação de serviços ao estado, em 2001. O texto diz que "ao arrepio da lei, foram nomeados colaboradores eventuais do Estado do Amapá, profissionais da relação de amizade do ex-governador." 
O ex-governador João Alberto Rodrigues Capiberibe também é réu nesse processo. 
Na contestação, ele afirmou que os atos praticados eram legais e que havia "má-fé" do autor da ação. Toffoli alegou nulidade de sua citação e sustentou que a contratação foi regular, "em causas de grande importância jurídica e financeira para o estado"

O juiz considerou que o procedimento licitatório para contratação dos advogados "está eivado de nulidade", pois não houve participação regular da Comissão Permanente de Licitação e não há a assinatura de todos os membros desse grupo nos documentos.
Ainda de acordo com a publicação oficial, os advogados receberam R$ 35 mil por mês.
Na sentença, o juiz disse que ficou constatada a existência "do binômio ilegalidade e lesividade, além da afronta ao príncipio da moralidade administrativa, com lesão aos cofres públicos". Ele determinou a invalidade da licitação e condenou Toffoli, Capiberibe e outras duas pessoas, além do próprio escritório de advocacia do qual o ministro da AGU era sócio, a devolverem os R$ 420 mil, em valores corrigidos.
Recurso
A advogada de Toffoli nesse caso, Daniela Teixeira, disse ao G1 que já recorreu da sentença. Segundo ela, o processo não é contra o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), mas contra a empresa da qual Toffoli foi sócio até dezembro de 2002. “É uma ação popular. O réu é a pessoa jurídica”, afirmou. 
A advogada afirmou que o recurso é baseado em dois pontos: além do cerceamento de defesa, não há impedimento legal para a contratação da empresa da qual Toffoli era sócio. 

O processo contra a empresa da qual Toffoli foi sócio já é de conhecimento do Senado, segundo a assessoria do ministro da AGU. De acordo com a assessoria, Toffoli teria informado à Comissão de Constituição e Justiça da Casa sobre o caso. 
G1 procurou o governo para que avaliasse se a condenação poderia comprometer a indicação, já que Toffoli ainda tem ter seu nome aprovado após sabatina no Senado. O assessor do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para assuntos internacionais, Marco Aurélio Garcia, disse que não comentaria o caso por não saber se era verdadeiro.

G1 tentou falar com o juiz Mário César Kaskelis, que proferiu a sentença, mas ele não foi localizado. Ao jornal "Folha de S. Paulo", Kaskelis disse que seria "inoportuno e inadequado" comentar a decisão. Na mesma reportagem, Capiberibe teria dito que o julgamento da ação foi acelerado para prejudicar a indicação de Toffoli.

Por que eles tem medo da transparência?