quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Ei, vá tomar no...

Ninguém contou essa, mas O Antagonista conta.
Quando Dilma Rousseff se recusou a receber na última hora a credencial do embaixador da Indonésia, ela recebeu uma ligação de Mauro Vieira. O ministro argumentou que não era possível cometer tamanha falta de respeito com um país amigo e por aí vai.
Resposta da presidente da República Federativa do Brasil: "Vai tomar no cu".

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Milicos: medo, vergonha, omissão ou covardia?

Conforme conta a história, em 1964 os militares saíram da Caserna a fim de evitar que um bando de comunista transformassem o  Brasil em uma extensão de Cuba e/ ou da Rússia. A guerra foi árdua, mas os fardados saíram na frente, assumiram o poder e os terroristas, assustados como um grupo de abutres debandou para outros países.
No entanto, com o tempo, os militares parecem ter ficado cansados de ter o poder na mão e passaram o bastão para os civis. Aí, com uma anistia irrestrita, os terroristas cruzaram as fronteiras de volta. Contudo,  enganando o povo incauto, tomaram o poder através do voto. Hoje, muito desses terroristas estão presos por terem roubado bilhões do contribuinte brasileiro e outros, apesar do mundo inteiro saber que são ladrões de alta periculosidade, conseguem, assim como faz camaleão, se camuflar e escapar do xadrez.
Porém, o que começa assustar o povo brasileiro, é que: por medo; vergonha; omissão ou covardia os milicos permitiram que um comunista, daqueles dos velhos tempos, assumisse o comando do Ministério da Defesa e, sempre tendo ao lado o símbolo da foice e do Martelo, Aldo Rebelo mantém os oficiais generais com corda curta e, se algum deles abrir o bico, o comunista exonera e até manda prender. Pois é, esses são casos em que o contraste da vida, mostra que, realmente, a dita cuja se encontra pelo avesso.
“O mais importante e corajoso Comandante Militar do Brasil, General de Exército  Antônio Hamilton Martins Mourão que comandava a tropa na mais equipada área do exército brasileiro – Paraná,  Santa Catarina e Rio Grande do Sul – foi exonerado pelo Ministro Comunista da defesa Aldo Rebelo. Se existissem mais meia dúzia de MOURÕES nas FFAA isso não “vingava”. Mas como a REGRA é a mesma da Bolívia, Colômbia, Venezuela e Coréia do Norte, nós brasileiro somos obrigados a assistir essa triste realidade”.
Segundo a imprensa, procurando justificar o ato da exoneração, a Defesa confirma que a EXONERAÇÃO de GENERAL foi uma “resposta” às reclamações contra o COMANDANTE militar do SUL.
Segundo informa o Ministério da Defesa, o novo comandante Militar do Sul, sugerido pelo Comandante do Exército, será o general Edson Leal Pujol, ex-comandante das tropas no Haiti. Será que irá rezar na cartilha do comunista Aldo Rebelo ou também estará com a mente voltada para o absolutamente correto e passe a defender seu povo de um regime FDP como esse.

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

O boi.

Faltam-me palavras para dar conta do que está acontecendo no Brasil. Eu nunca vi o país assim. Já vi crises violentas como a morte de Getúlio ou o golpe militar, mas esta tem uma característica diferente; é pastosa, uma areia movediça que engole tudo.

O que é uma crise? Digamos que um projeto político ou empresarial quisesse chegar a determinado objetivo. Corria um risco. Se não desse certo, teríamos uma crise. Era a época dos riscos. Hoje vivemos na incerteza, porque não sabemos como agir.

Hoje, a crise é sonâmbula — como chegar e onde chegar? O grave é que esses impasses estão eliminando os instrumentos institucionais da democracia.

O Congresso brasileiro é chefiado por dois sujeitos investigados com provas e recibos por crimes na Lava-Jato, e também o Renan quando fugiu para não ser cassado pela evidência de suas jogadas. E hoje preside o Senado. Conta isso para um alemão, um inglês, e eles não acreditarão.

O Brasil está se esvaindo em sangue por causa de um cabo de guerra entre Dilma e Cunha, em amor e ódio, em busca de proteção mútua: “Você me salva do impeachment e eu tento evitar sua cassação”. O Brasil está paralisado porque o Cunha está mandando no país, porque detém o poder de chantagear todo mundo, mesmo denunciado até pela Suíça (que chic!). Como pode o Legislativo estar nas mãos desses caras? Parece não haver um só lugar onde não haja roubo. Na saúde, na merenda escolar, na educação.

O Brasil está encurralado entre uma flébil tentativa de ajustar as contas públicas e o ajuste sendo usado como moeda de troca. O Congresso está bloqueando nossa recuperação. O Brasil está sendo chantageado. “Se o Brasil não me atender, eu destruo o Brasil.”

Antigamente o segredo era a alma dos negócios espúrios. Hoje os mais sujos interesses são expostos à luz fria de um bordel. Está tudo em nossa cara.

Sempre houve roubalheira, considerada apenas um “pecado” e era uma roubalheira setorial, descentralizada, e não esta coisa sólida, extensa, onipresente. Tudo o que já apareceu nessa extraordinária ressurreição do Judiciário, por conta dos competentes juízes e procuradores, será um troco, uma mixaria quando chegarem ao fundos de pensão, ao BNDES e a outras empresas públicas.

A política está impedindo a política. Mentem e negam o tempo todo e não desmoralizam a verdade apenas; estão desmoralizando a mentira. São patranhas tão explícitas, tão cínicas que desmoralizam a mentira. O óbvio está escondido debaixo da mesa. O óbvio está no escuro, o óbvio está na privada. Quanto à verdade, é fácil descobri-la: ela é o contrário, o avesso de tudo que políticos investigados afirmam.

Ninguém acredita mais no que o Lula fala (só pobres analfabetos e intelectuais imbecis), ninguém acredita mais no que a Dilma gagueja sob o som dos panelaços, nem no Renan, no Cunha, mas o show continua. Há um complô de enganação da sociedade. Por quê? Porque a sociedade para eles é um bando de idiotas que precisam ser tutelados pelo Estado de esquerda ou enrolados pelos oligarcas privados. Esse foi nosso pior destino: a união entre a chamada esquerda e a velha direita.

Dilma não sai nem morta, ela disse. Cunha não sai nem morto. E os dois em confronto encurralam o país numa briga de foice. São demitidos 3 mil por dia e o total geral de desempregados já está em 1 milhão e 200 mil de pobres vítimas desse prélio de arrogância e narcisismo. Teremos um déficit fiscal de R$ 70 bilhões. E tudo bem? No Congresso ninguém liga. Dane-se o país, quero o meu...

Faltam-me palavras. Que nome dar por exemplo a esse melaço de gente que odeia reformas e o novo? Que medula, que linfa ancestral os energiza, que visgo é esse que gruda em tudo? É uma pasta feita de egoísmo, preguiça, herança colonial, estupidez e voracidade pura. Que nome dar? A gosma do Mesmo?

O dicionário não basta para descrever uma figura como o Cunha, cuja aparência não engana. Ele é o que parece, nunca vi um desenho tão perfeito de uma personalidade. O povo vê horrorizado sua carantonha e seu bico voraz e percebe que está diante do mal. O povão não entende muito, mas tem sensibilidade. Cunha é a cara do pesadelo brasileiro. E tantos outros, escondidos por sorrisos, cabelinhos de acaju ou de asas da graúna.

Nós jornalistas e comentaristas tentamos ver algum ângulo novo na crise atual, mas já estamos nos repetindo, martelando o óbvio. Todos os artigos parecem um só. Eu busco novas ideias, novas ironias para esculachar essa vergonha, mas ela é maior que as palavras.

Falamos, falamos e não descobrimos o essencial: como é que essa porra vai acabar?

O Brasil estava entrando no mundo contemporâneo com uma nova visão de economia e gestão e vieram esses caras e comeram tudo, como as porcadas magras quando invadem o batatal. Essa crise é terrível porque é uma caricatura. É crise do superficial, do inerte, da anestesia sem cirurgia.

A crise é um pesadelo humorístico. A crise não merece respeito. Sei lá, a depressão de 29 foi uma tragédia real. Esta nossa é uma anedota. Ela foi criada artificialmente por essa gentalha que tomou o poder e resolveu ser contra “tudo isso que está ai”. Quem estava aí era o Brasil. Eram as conquistas da democracia, essa palavra que eles usam com boquinha de nojo, apenas como pretexto, como estratégia para a tal “linha justa”.

Como dizia o Bobbio: “O que mais une o fascismo e o comunismo é seu ódio à democracia.” O que provocou tudo isso? Foi o populismo endêmico, o patrimonialismo secular, a ignorância histórica. E esse sarapatel pariu um sujeito despreparado e deslumbrado consigo mesmo, cujo carisma de operário fascinou intelectuais babacas e comunas desempregados desde 1968, que resolveram fazer uma revolução endógena, um “gramscianismo” de galinheiro.

O PT está arrasando o país. Essa é a verdade. Temos que dar nome aos bois, ou melhor, ao boi. O causador disso tudo que nos acontece e que poderá durar muito tempo foi o Lula. Sim. Esse homem que nunca viu nada, que não sabia de nada é o grande culpado da transformação. Mas, o MPF e a Polícia Federal estão chegando perto dele e de suas ocultações. Ele é o boi.


*Arnaldo Jabor - Cineasta e Jornalista

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

A esquerda domina o que há de pior nas universidades.

Por essas e outras é que o Brasil até hoje não ganhou um Prêmio Nobel, pois essas são as faculdades públicas brasileiras, uma cortesia do padrão MEC de ensino, criado por um canalha comunista chamado Paulo Freire. Infelizmente as faculdades públicas brasileiras foram reduzidas a fábricas de esquerdistas psicóticos e maníacos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Será que PMDB quer continuar a roubar o país, só que agora sem o PT?

PMDB ataca governo em novo manifesto partidário
O programa de governo que o PMDB apresentará no encontro da fundação do partido faz o mais duro ataque recente ao PT, culpa a "equivocada" política econômica de Dilma Rousseff por "todos problemas e dificuldades atuais" e sustenta que, ao contrário do que prega o Planalto, a crise "tem, sim, raízes ou causas internas".
O documento ao qual a Folha teve acesso é uma versão preliminar e ampliada, portanto sujeita a alterações, da peça que começa a ser discutida entre dirigentes do partido nesta quinta-feira (29). O manifesto será apresentado num congresso da Fundação Ulysses Guimarães, centro de estudos vinculado ao partido, em 17 de novembro.
O programa, no entanto, passou pelas mãos dos principais caciques peemedebistas. Contou também com a participação de economistas ligados ao partido, como Delfim Netto –um dos principais conselheiros do vice-presidente Michel Temer na área econômica.
Para o PMDB, o governo Dilma –do qual também faz parte– partiu de um "diagnóstico errado" na área econômica. "Não se compreendeu que a responsabilidade fiscal, embora condição necessária à estabilidade da economia, não se afigura motor do desenvolvimento econômico." Além de atacar o "equivocado diagnóstico" de que a deterioração da economia se deve ao quadro internacional, o partido diz que o ajuste fiscal, "por si só", não permitirá a criação das condições necessárias para que o país "deslanche para uma nova fase de crescimento e desenvolvimento duradouro e sustentado". "Nesse contexto, portanto, é que se percebe quão equivocada foi a política econômica governamental."
Aliado do PT desde o primeiro mandato de Lula, o PMDB diz que o partido de Dilma trava uma "luta política fratricida" e busca sempre a diminuição de seu papel e de sua importância. "Em função disso, é preciso que o PMDB passe a trilhar caminhos próprios, apartando-se, com elegância, do PT. O partido não pode estar atrelado aos insucessos do governo, ocasionados por decisões que, além de não terem sido suas, foram equivocadas."
Em um momento de autocrítica, a sigla diz que não tem "bandeira, discurso e identidade exclusivamente próprios" e, por isso, tira "pouco proveito" de ter o maior número de vereadores, deputados estaduais, prefeitos, governadores e senadores. Com os seus principais quadros investigados na Lava Jato, o partido não faz menção à operação. Defende apenas uma revisão da legislação sobre corrupção. ( Via Folha de São Pulo )

Agressão fascista: Entre os truculentos, assessores de Wyllys e de Jandira, maconheiros e tiazinha espetadeira do PSOL.

Acreditem, senhoras e senhores: na tropa de choque fascista, que cercou o MBL, havia assessores dos deputados Jean Wyllys (PSOL-RJ), cada vez mais um mero empregadinho do PT, e Jandira Feghali (PCdoB-RJ). Não só: vejam este vídeo.
Observem aí uma tiazinha que faz cara de sonsa. Ela estava com um instrumento pontiagudo na mão ferindo os manifestantes do Brasil Livre. Foi identificada pela Polícia Legislativa como servidora e militante do PSOL — o principal esbirro com o qual PT conta hoje em dia. Renan Santos, como se vê, foi ferido nas costas, embora protegido por uma camisa e uma camiseta.
Aliás, a trajetória desse partido é curiosa. Quando rompeu com o petismo, havia poucas denúncias de roubalheira contra os companheiros. As divergências eram basicamente ideológicas. Hoje que o PT está mergulhado na lama, os psolentos se apresentam como linha auxiliar.
Wyllys não me surpreende. Eu já tinha apurado ontem, junto a fontes na Polícia Legislativa, que ele estava estimulando os índios a ir disputar espaço com o MBL. Parece que os silvícolas de calção Adidas não caíram na conversa.
Willys tem um ódio patológico do MBL. Tanto que confessou ter apresentado um requerimento para ouvir um representante do grupo na CPI dos Crimes Cibernéticos com o objetivo de “enquadrá-los”. Certamente a coisa ficou pior depois que ele resolveu provocar Kim Kataguiri, e o rapaz o chamou para um debate público. Ele saiu correndo. Seu negócio é fazer fofoca em redes sociais e engravidar jornalistas amigas — pelo ouvido…
Kataguiri foi considerado pela Time um dos 30 jovens mais influentes do mundo. Wyllys é apenas o deputado do PSOL mais influente no PT.
E Jandira? Ainda me lembro desta senhora, há coisa de dois meses, a gritar que havia sido agredida pelo deputado Roberto Freire (PPS-SP). É claro que não aconteceu. Nesta quarta, lá estava a sua turma, em meio os tontons-macoutes, que distribuíam porradas também em mulheres. Sabem como é…
Jandira deve achar que mulher só é mulher quando de esquerda. Se for uma liberal, pode tomar porrada de macho covarde.
Não custa lembrar que, na noite de terça, representantes da União da Juventude Socialista, do PCdoB, já haviam tentado puxar brigam com os acampados.
Maconha
Sim, caros! Os agressores também chegaram ali para fumar a erva maldita — em meio, como eu já disse, às crianças. Depois de distribuir seus tabefes, alguns deles resolveram fazer seu cigarro e dar uma relaxada.
O regime ideal dessa gente, pelo visto, é o fascismo maconheiro, integrado por maconheiros fascistas.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Obama, o esquerdopata norte americano e o Estado Islâmico.

Para posar de pacifista Barack Hussein Obama II, como todo esquerdoso Democrata, retirou as tropas americanas do Iraque acabando com todo o plano estratégico criado pelos Republicanos na era Bush. Resultado: ascensão do maior e mais cruel grupo terrorista que o mundo já viu, o Estado Islâmico.

domingo, 25 de outubro de 2015

Bolivarianismo: etapa superior a barbárie.

Não há ‘direito’ que permita o cometimento de crimes ou ilegalidades, mesmo emHegel (Recht, Unrecht zu tun - Georg Wilhelm Friedrich 1770-1831), filósofo alemão inspirador do marxismo – a não ser quando apoiado em ideologia sociopolítica criminosa, como o é o nazi-fascismo, ou o comunismo. 
Em nossos novos tempos renasce o Jus talionis – ‘olho por olho, dente por dente’ – conhecido como pena/lei de Talião - dos tempos bíblicos pela qual se vingava odelito punindo o delinquente com o mesmo dano ou mal que ele praticara. Quem pratica o mal recebe o mal, quem exercita o bem acolhe o bem, quem planta ....
Nos tempos modernos tivemos um método rápido e eficiente de se fazer “justiça”: o linchamento.
Charles Lynch (1736-1796), filho de imigrantes irlandeses, agricultor de Virginia, noroeste dos EUA, dedicou-se à política e se converteu em juiz e férreo defensor dos “revolucionários” (Guerra da Independência); revolucionário, na qualidade de Corte do Condado de Virgínia, em 1870 – mandou prender e ordenou executar a um grupo de partidários do Rei (leais - loyalists) sem uma sentença judicial, sob o argumento de “necessidade em tempos de guerra”. O fato é que os acusados de sublevação, permaneceram cerca de um ano na prisão e por falta de condições para fazê-lo, nunca foram submetidos aodevido processo legal; e Lynch encerrou o “processo” com alguns vizinhos, que decidiram fazer “justiça com  as próprias mãos” e mandaram os leais à Coroa para a forca.
Esse fato - “processo/julgamento” - passou a denominar “Lynch Law” (Lei Lynch).
Mais tarde “popularizou-se” como linchamento a execução de uma ou mais pessoas por parte de uma multidão e sem o devido processo legal.
Atualmente é cada vez mais frequentes o uso dessa ferramenta, típica das sociedades sem Estado, sobretudo no rincão latino americano, cuja população se cansou de conviver com a impunidade, uma vez que alguns Estados, por suas  governanças, não cumprem com sua função básica de garantir o Estado de Direito e, assim a proteção dos cidadãos.
Assim, quando alguém comete um furto/roubo/latrocínio e é pego pela população é agredido e até assassinado pelos populares, que deixam claro a mensagem de que ‘o que se faz, se paga’, sobretudo ao governo que não garante o Estado de Direito e não aplica umsistema de sanções que reprima efetivamente as condutas à margem da lei (sistema de prêmios e castigos)
Desgraçada e tragicamente esse é o (des) caminho natural, sobretudo com aArmadilha Hobbesiana preparada adredemente, pelos novos governantes para minimizar os riscos das atividades criminosas, mas que proclamam defenderem os “direitos humanos”, a “igualdade”, justiça “social” e outras bandeiras abstratas, que se afastam da realidade, e, ainda ocultam dissimuladamente  o modelo  desejado de “direitos humanos” como o chinês, o cubano, o coreano ...
Vide o que ‘se pasa’ nas novíssimas república bolivariana da Venezuela  e popular Argentina, um dos satélites do novíssimo Foro de São Paulo, sem esquecer nosso País, nos tempos de excesso de amor aos “direitos humanos” – em seu (des) caminho rumo ao “socialismo del siglo XXI”: