terça-feira, 7 de julho de 2015

Cinco adolescentes estupram menina de 12 anos e filmam crime na baixada fluminense.

Mãe cobra justiça de adolescentes que estupraram sua filha
Mãe cobra justiça de adolescentes que estupraram sua filha Foto: Márcio Alves / Extra


O livro de colorir esconde o rosto envergonhado pela violência sofrida. Traumatizada, a menina de 12 anos mal consegue conversar com estranhos, nem mesmo demonstrar a alegria característica da idade. A perda de parte dos sonhos da infância começou no mês passado, quando ela foi estuprada por cinco adolescentes no bairro Paiol, em Nilópolis.
Segundo parentes, a menina voltava a pé da escola onde estuda, perto de casa, com uma amiga. Ela teria sido atraída por essa colega para um local conhecido como Fazendinha, onde estavam cinco garotos. Logo depois, a amiga teria ido embora levando os pertences da vítima, que teve as roupas rasgadas e foi estuprada.
— Minha filha viu os meninos e tentou correr, mas um deles puxou os cabelos dela e tirou sua roupa. Ela estava uniformizada — conta a mãe da menina: — Minha filha foi encontrada por vizinhos, assustada e sangrando. Alguns me contaram que ela gritava muito de tanto medo.
Desde o crime, a vítima foi transferida do turno da tarde para a manhã. Mas, apesar dos cuidados da escola, o recomeço tem sido difícil.
— Minha filha fez todos os exames médicos e está tomando os remédios necessários em casos como esse — diz a mãe, preocupada com a reação da menina na volta para o segundo semestre: — A diretora deu sete dias para ela ficar afastada. Convívio com os coleguinhas, agora, só depois das férias de julho.
A investigação do caso segue sob sigilo na 57ª DP (Nilópolis), onde o caso foi registrado. A Polícia Civil, porém, já identificou todos os envolvidos no estupro e deve encaminhar o inquérito para o Ministério Público em até dez dias.
Um vídeo, que foi feito durante o crime, está sendo analisado pela polícia. Os parentes da vítima não chegaram a ver as imagens, mas ficaram sabendo do conteúdo do material. A irmã da vítima diz que o vídeo circulou pelos celulares de alguns alunos da escola, aumentando o constrangimento.
— Muitas pessoas lá no colégio ficaram revoltadas com isso — ressalta.
“Ela não pode confiar em ninguém”, diz mãe
A mãe da menina cobra agora a solução do caso. Mesmo sabendo que a maior parte dos envolvidos no estupro é menor de idade (apenas um tem 18 anos), ela quer que os envolvidos sejam punidos pelo crime que cometeram.
— A polícia está fazendo a a parte dela. Sei que os envolvidos já estão identificados, mas quero justiça. Muita justiça. Minha filha agora vai andar na rua com medo. Ela não sabe quem é do bem e quem é do mal. Não pode mais confiar em ninguém — lamenta a mãe.
Segundo a família da vítima, o trauma sofrido pela menina fica ainda mais evidente enquanto dorme, já que ela sempre acorda assustada à noite.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

A Grécia ilustra 150 anos de fracasso do socialismo na Europa.


Estamos testemunhando hoje, em tempo real, o resultado de 150 anos de socialismo europeu chegando ao seu estágio final na Grécia.
Os cidadãos europeus dos países produtores de riqueza -- e que sustentam todo o arranjo da União Europeia por meio de seus impostos -- estão começando a perceber que foram, todo esse tempo, espoliados pela UE, que, ao garantir explicitamente não deixaria nenhum governo quebrar, criou um risco moral irreversível: qual governo adotaria uma política fiscal cautelosa sabendo de antemão que, se quebrasse, seria socorrido pelos pagadores de impostos de outros países?
A Grécia simplesmente acreditou piamente nessa garantia, e adotou políticas fiscais expansionistas que levaram o país à falência. Outros países da UE não estão muito atrás.
No cerne dessa tragédia europeia está o ideal socialista. A Europa vem flertando com o socialismo desde o final do século XIX. O socialismo bismarckiano, que começou no final daquele século, produziu duas guerras mundiais. O socialismo leninista, até o seu eventual colapso, dizimou e escravizou centenas de milhões de indivíduos. Sem se sentirem afetados, tão logo a Segunda Guerra Mundial terminou, os socialistas europeus embarcaram em um novo sonho socialista.
Afinal, se o socialismo havia fracassado em um país, certamente ele funcionaria em outros. E, se ele fracassasse em outros, então certamente ele funcionaria se toda a Europa fosse arregimentada sob uma organização socialista supra-nacional.
É claro que eles não chamam de “socialismo” o arranjo (baseado na transferência de renda dos mais produtivos para os menos produtivos) que surgiu desse sonho, mas é um socialismo ainda assim.
O socialismo jamais irá funcionar, seja em um único país, seja em uma região formada por vários países, como a Europa, ou até mesmo no mundo como um todo.
Ludwig von Mises, ainda em 1920, já explicou por que o socialismo não é um sistema econômico alternativo. O socialismo nada mais é do que um programa de consumo. O socialismo nada diz sobre a produção. O socialismo não tem uma teoria sobre a produção econômica.
Dado que, no socialismo, a produção de cada indivíduo será redistribuída para toda a humanidade, não há incentivo econômico para se produzir nada. Por outro lado, haverá vários incentivos para a coerção, para ameaças de violência e, em última instância, para a escravização completa.
Sob um arranjo socialista, tanto o trabalhador quanto seu supervisor, mesmo sob constantes ameaças de morte, jamais saberiam o que produzir, como produzir, em que quantidade produzir e com que qualidade. Essas direções econômicas são produtos do capitalismo de livre mercado e do sistema de preços, ambos abolidos sob o socialismo.
Já sob o capitalismo, o indivíduo se especializa em produzir bens que podem ser livremente trocados pelos bens produzidos por terceiros. Essa é apenas uma maneira de ilustrar a Lei de Say: a produção tem necessariamente de anteceder o consumo, e a própria produção cria uma demanda por outros produtos.
Por exemplo, um agricultor pode cultivar milho para a sua própria família ou para alimentar seu rebanho, mas ele irá vender a maior parte do seu milho no mercado em troca de dinheiro. E ele utilizará esse dinheiro para satisfazer todas as suas necessidades e desejos. Sua plantação de milho, portanto, representou sua demanda por outros bens e serviços, e o dinheiro foi simplesmente o meio de troca que ele utilizou para satisfazer sua demanda.
Keynes tentou refutar a Lei de Say alegando que a demanda, por si só -- criada artificialmente por meio da impressão de dinheiro pelo Banco Central --, iria estimular a produção. Ele tentou, de maneira ilógica e sem êxito, colocar o consumo antes da produção (exatamente como fez o governo brasileiro ao adotar a Nova Matriz Econômica). Isso gera apenas inflação de preços e endividamento.

O que Joanna Maranhão efetivamente representa.

Quando a nadadora Joanna Maranhão publicou um vídeo patético, dias atrás, reclamando da aprovação do fim da impunidade para menores predadores, foi devidamente desconstruída aqui neste post. Aquele papinho de “não represento um Brasil que apoia (x)” só enganaria pascácios mesmo. Mas ainda restava uma pulga atrás da orelha: de onde veio tanto interesse?
Uma pista está aqui logo abaixo, direto do site do Ministério do Esporte. Veja o print screen:
Por que não estou surpreso?
Claro que ela pode até dizer que é “tudo mera coincidência”, mas que mais uma vez o padrão esperado se manifestou, quanto a isso não há dúvida alguma. Nota-se que, para além da Lei Rouanet, é preciso também abrir uma CPI para investigar essa historinha muito esquisita de “bolsa” para atletas.
Se o dinheiro é público, devemos questionar se ele deve parar na mão de esportistas e artistas, que deveriam ser abastecidos com dinheiro unicamente privado, ou ser investido em coisas muito mais produtivas, como distribuição de cornetas, confecção de origamis e compra de alpiste.
Ademais, como já havia ficado claro, é um fato que ela não “representa” o Brasil. Se nem a seleção brasileira o faz, quem é ela para dizer “representar” quem quer que seja? No máximo, ela representa a verba recebida. A qual foi originada do suor dos outros, bem como extraído via coerção.
Quem sabe Joanna Maranhão não sirva de inspiração para lutarmos por uma lei para eliminar não só a Lei Rouanet como essas bizarras “bolsas” para atletas?
*POR , vIA http://lucianoayan.com/2015/07/06/o-que-joanna-maranhao-efetivamente-representa/#comments

A responsabilidade de cada um.

Esse vídeo pode educar uma criança muito melhor que todo o MEC junto, vale muito a pena assistir.

"Lula não tem moral para falar de desvirtuamento do PT".


domingo, 5 de julho de 2015

Dilma é xingada por brasileiros nos Estados Unidos.

A conquista do fogo pela inventora da mulher sapiens recomenda a troca do terninho vermelho por uma camisa de força.

Um trecho do Discurso da Tocha, improvisado por Dilma Rousseff para acender simbolicamente a pira olímpica de 2016, anaboliza a suspeita de que o neurônio solitário, seviciado pelo sol do Rio de Janeiro, ultrapassou o ponto de combustão e sucumbiu ao curto-circuito. As faíscas viraram chamas. E o pedaço da cabeça que governa o raciocínio lógico foi incinerado.
Só um estrago de bom tamanho pode explicar o conteúdo do vídeo. Com apenas três frases abaixo transcritas sem retoques, a presidente ergueu em 30 segundos um portentoso monumento à maluquice:
1. “Dentre todos os processos tecnológicos que a humanidade criou, dois se destacam”.
Quem estaria na comissão de frente do bloco dos processos tecnológicos que a humanidade criou? A mandioca e a mulher sapiens? A mandioca e o milho? A mandioca e o Petrolão? Nenhuma das opções, corrige a continuação do besteirol.
2. “Um é a imensa… o imenso poder, o (sic) imensa força, a imensa capacidade de desenvolvimento que, em qualquer atividade… humana, tem um processo chamado cooperação”.
Sabe-se agora que, para Dilma, cooperação é um processo tecnológico. Falta saber que diabo de “cooperação” é essa. A última frase também não tem pé nem cabeça. Mas pelo menos é mais concisa:
3. “E o outro foi a conquista do fogo”.
Para Dilma Rousseff, portanto, o fogo foi conquistado e o evento se destaca entre os processos tecnológicos criados pela humanidade. Antes do Discurso da Tocha, até os doidos de pedra achavam que nunca existiu uma conquista do fogo: o fogo foi descoberto.
Depois do que Dilma disse, continuam achando que o homem descobriu o fogo. Mas agora os fregueses do hospício querem descobrir por que a colega do Sanatório Geral ainda usa aquele terninho vermelho em vez de uma camisa de força.(Augusto Nunes )

sábado, 4 de julho de 2015

Pergunta aos “progressistas”: vocês realmente acham que um moleque estupra e mata porque não teve aulas de matemática?

                                                 Quem defende o estuprador vira as costas para a vítima.

Champinha tinha 16 anos em novembro de 2003, quando inaugurou a carreira de bandido sem cura com o sequestro de um casal de namorados, vários estupros, sucessivas sessões de tortura e um assassinato a sangue frio, tudo isso em menos de uma semana.
Liana Friedenbach também tinha 16 anos quando foi sequestrada em companhia de Felipe Caffé, 19. Ele foi abatido com um tiro na nuca por um dos integrantes da quadrilha liderada pelo delinquente principiante. Ela ficou cinco dias em poder de Champinha, que a estuprou e torturou incontáveis vezes – nos intervalos, obrigava a presa a saciar o apetite sexual dos comparsas – antes de executá-la com 15 facadas.
Passados dez anos, Liana (da mesma forma que Felipe) é apenas uma vida que poderia ter sido e não foi. O destino e os códigos legais foram bem mais gentis com Champinha. “Matei porque deu vontade”, informou ao ser capturado. Nem por isso lhe faltaria a mão amiga de uma Justiça sempre camarada com feras precoces.
A legislação que trata de crimes cometidos por menores de idade é tão misericordiosa com menores que matam quanto inclemente com menores que morrem. Só é proibida a identificação dos delinquentes. A vítima pode ser exposta sem quaisquer restrições, sem tarjas cobrindo os olhos nas fotos, sem iniciais que escondem o nome completo por trás de iniciais.
Até que o matador chegasse à maioridade, os relatos da imprensa sobre o mergulho no inferno de Liana Friedenbach, ilustrados pela fisionomia suave da menina assassinada, não puderam mostrar o brilho homicida do olhar de Champinha, muito menos revelar o nome e o prenome camuflados por quatro letras: RAAC.  Trata-se de Roberto Aparecido Alves Cardoso, lembrou neste domingo o programaFantástico, da TV Globo, que exibiu imagens do meliante que, aos 26 anos, é um dos internos do Unidade Experimental de Saúde (UES),  criada pelo governo de São Paulo.
“Existe o menor infrator e existe uma minoria que é irrecuperável”, pondera o advogado Ari Friedenbach, que hoje prossegue na Câmara Municipal de São Paulo a luta para mudar a legislação absurdamente branda com marginais prematuros. “Não seria exagero chamá-lo de besta, no sentido demoníaco da palavra”, afirmou o pai de Liana na conversa com o site de VEJA republicada na seção Entrevista. Dele discordam dirigentes de entidades que tentam libertar Champinha desde que completou o limite de três anos de internação na Fundação Casa, antiga Febem.
Esse atentado à sensatez poderá consumar-se ainda neste mês, avisou a reportagem do Fantástico. Basta que a Justiça considere procedente uma ação civil, protocolada em abril passado por uma ramificação paulista do Ministério Público Federal, que pede a extinção da UES, que mantêm distantes da sociedade alguns maiores de 18 anos que cometeram crimes considerados graves e já superaram o tempo máximo de permanência na Casa, mas continuam com o direito de ir e vir interditado por laudos médicos desfavoráveis. Roberto Aparecido Alves Cardoso é um deles.
“Os jovens deveriam ser tratados em instituições de saúde adequadas, segundo os preceitos que norteiam o tratamento de suas moléstias e não em uma instituição que se encontra num ‘limbo jurídico’”, alega a ação subscrita pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão de São Paulo, pelo Conectas Direitos Humanos, pela Associação Nacional dos Centros de Defesa da Criança e do Adolescente, pelo Instituto de Defesa dos Direitos de Defesa e pelo Conselho Regional de Psicologia da 6ª Região.
Vários exames feitos nos últimos anos concluíram que Champinha continua tão cruel e perigoso quanto se mostrou naquele novembro de 2003.

Pedro Antônio de Oliveira Machado, procurador regional dos Direitos do Cidadão, qualifica de “medieval” o tratamento dispensado aos jovens bandidos. Segundo o procurador, a UES não pode ser considerada penitenciária, nem colônia agrícola, industrial ou similar, nem cadeia pública, hospital de custódia e tratamento ou qualquer outra modalidade de estabelecimento penal. “Os jovens ali internados não estão cumprindo pena decorrente de processo crime”, afirma num trecho da ação.
“O local também não pode ser considerado um hospital, porque não possui projeto terapêutico para tratamento dos jovens internos e os prontuários médicos não são acessíveis aos jovens e seus familiares”, prossegue o arrazoado. Embora admita que os reclusos da UES ─ “em caso de necessidade” ─ sejam transferidos para “estabelecimentos inscritos no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, como Centros de Atenção Psicossocial III (leitos em internação) e hospitais gerais”, o procurador prefere devolver às ruas Champinha e seus colegas.
“Após o término do período improrrogável de três anos de internação na Fundação Casa, ou ao completar 21 anos, com o esgotamento da competência da Justiça da Infância, deveriam ser postos em liberdade”, argumenta. “Além de estarem sendo responsabilizados duas vezes pela prática do mesmo ato, a internação compulsória na UES se dá por tempo indeterminado, como se perpétua fosse”. Vários exames feitos nos últimos anos concluíram que Champinha continua tão cruel e perigoso quanto se mostrou naquele novembro de 2003. Mas nada disso parece impressionar o primeiro a assinar a ação.
Caso seja libertado, Roberto Aparecido Alves Cardoso poderia prestar serviços a Oliveira Machado como motorista particular. A coluna se dispõe a bancar-lhe o salário. E topa pagar o dobro se o patrão entregar a Champinha a missão de transportar, entre a casa e a escola, as crianças da família.
*Augusto Nunes 

Polícia Federal investiga contratos entre a Rede Globo e CBF.

Empresas de mídia são suspeitas de pagarem propina no escândalo da Fifa

A Rede Globo está sendo investigada no esquema de pagamento de propinas que enfraqueceu as estruturas do futebol mundial e levou para a prisão sete dirigentes ligados à Fifa. Foi o que informou o colunista Ricardo Feltrin, do Grupo Folha, nesta quinta-feira (2).
Como parte da colaboração da PF com as investigações do FBI relacionadas ao escândalo de corrupção, o contrato televisivo entre a Globo e a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) está sendo analisado por agentes federais.
De acordo com informações levantadas pelo colunista, a Polícia Federal quer entender como funcionou a relação entre a gestão do ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira, e o Departamento de Esportes da Globo. Na TV aberta, a emissora carioca detém o monopólio de transmissão dos principais torneios de futebol há quase 40 anos.
Em 2011, contudo, a Rede Globo esteve perto de perder os direitos televisivos do Campeonato Brasileiro. Na ocasião o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), ao concluir que o modelo implantado nas negociações favorecia a TV Globo, determinou ao Clube dos 13 que uma licitação fosse aberta para definir quem teria direito à transmissão dos jogos.
A ordem, no entanto, serviu de estopim para a implosão do Clube dos 13, comandada pelo então presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, e os clubes passaram a negociar individualmente acordos com a emissora do Rio de Janeiro. Estima-se que assim a Globo teve de gastar quase R$ 1 bilhão a mais do que teria desembolsado no modelo anterior. 

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Quanto você paga para os blogs sujos do PT.

Fernando Rodrigues, a exceção do UOL, divulgou as contas de publicidade federal para os blogs patrocinados pelo PT para atacar jornalistas e veículos independentes que denunciam a roubalheira do suposto partido.
As verbas da chamada “mídia alternativa” (à verdade) passaram de R$ 6,9 milhões em 2013 para R$ 9,2 milhões em 2014, “que teve eleições gerais no Brasil – e a presidente Dilma Rousseff foi reeleita”.
Petrobras (e subsidiárias), Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil desembolsaram praticamente 91% (8,4 milhões de reais) do dinheiro repassado (por dentro) aos blogueiros sujos do PT.
As tabelas abaixo mostram quanto você paga pela propaganda petista.
01-Tabela-custos-alternativos-02jul201502-Tabela-alternativos-geral-02jul2015