quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Uma das maiores mentiras de Dilma.


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            A revisão das leis trabalhistas, que durante toda a campanha eleitoral de Dilma Roussef, o PT cansou de dizer que seria feita por Aécio Neves se fosse eleito, foi inteiramente planejada pelo próprio PT bem antes da eleição.
            E não deu outra, no fim do mês e do ano de 2015, depois de reeleita de forma muito suspeita pelas famigeradas urnas eletrônicas venezuelanas, Dilma anunciou que as regras para a concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários haviam sido mudadas.
            O anúncio chocou pelo pouco tempo decorrido entre o que o PT dizia que era o que faria Aécio, se eleito, e o que exatamente ela, Dilma, acabava de fazer, não dando sequer qualquer tempo para que a costumeira amnésia coletiva que sofre o povo brasileiro viesse a se manifestar.
            Mais uma vez, o governo, de forma injusta, cruel e covarde, prejudica sensivelmente os aposentados e pensionistas da Previdência Social, para tentar tapar o enorme rombo causado nas contas públicas pela inconpetência, incúria e corrupção de uma corriola que se aferra ao poder e é capaz de tudo para de lá não sair.
            E tudo foi adredemente preparado pela corriola de Dilma Rousseff antes da eleição ocorrida em outubro de 2014.
            Fontes do governo petista disseram à imprensa que as “novas normas” que limitam a obtenção do seguro-desemprego e de abono salarial, além da covardia de reduzir à metade a pensão por morte, foram planejadas em meados de 2014. Em agosto desse ano, o governo cortou em RS 8,8 bilhões a sua previsão de gasto com o abono salarial para 2015. Tal corte faz parte do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) para 2015, enviado naquele mês pelo Planalto ao Congresso, no meio de uma avalanche de outras medidas para que não chamasse muito a atenção.
            As referidas fontes do governo disseram que a previsão fora feita com base nas regras já então definidas e que seriam anunciadas “depois das eleições”, configurando assim a enganação coletiva.
            Durante a campanha, em ataques aos candidatos adversários, Dilma disse que não faria alterações na legislação que comprometessem direitos do trabalhador. Ao dizer isso, enfaticamente, disse que não alteraria os benefícios como o 13º Salário, “nem que a vaca tussa”...
            Se a vaca tossiu ou não, não vem absolutamente ao caso, pois o que ela fez foi mentir descaradamente ao povo brasileiro, de forma cruel, covarde e insensível, atingindo uma parte da população que não tem como se defender dessa agressão aos seus parcos proventos.
            A mentira se consolidou como mote da campanha eleitoral de Dilma, com o PT anunciando no website da candidata um movimento “em defesados direitos trabalhistas” com o nome de "Nem que a vaca tussa"...
            Logo no início de novembro, dias depois da eleição, o então ainda Ministro da Fazenda, Guido Mantega, numa frase, deu a dica daquilo que sua própria equipe já tinha urdido na calada da noite: "Temos agora que fazer uma redução importante das despesas com o seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença, que estão crescendo muito", vociferou o ministro num discurso na FGV (Fundação Getúlio Vargas), em São Paulo, desmascarando, em parte, a enorme mentira de Dilma e de seu partido contada ao povo brasileiro a título de promessa eleitoral.
            Depois dessa declaração de Mantega, Joaquim Levy que já havia sido anunciado como o substituto de Mantega na Fazenda, no final de dezembro (ele foi convidado oficialmente por Dilma para ocupar o cargo em 20 de novembro), anunciou o elenco das novas normas que estão previstas entrarem em vigor em março de 2015.
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Dados publicados pela Folha de São Paulo 
            Essas novas regras, restringem o acesso do trabalhador ao seguro desemprego, mas até aí nada demais. Também aumentam o rigor para a concessão de abono salarial, aumentando a carência que o trabalhador tem que estar empregado para recebê-lo. Também nada de muito draconiano nessa medida.
            Mas, a perversidade das mudanças se concentram na concessão de pensão por morte do cônjuge, auxílio doença e seguro defeso, pagos a pescadores durante períodos de proibição da pesca.
            Uma viuva de classe média será jogada na pobreza com tal medida, pois receberá apenas a metade do que têm direito e seu poder de compra e até de sobrevivência será duramente diminuído.
            Como isto será feito por meio das famigeradas “medidas provisórias”, o apelido atual do “decreto-lei” das ditaduras, terão que ser aprovadas pelo Congresso, que, em 2015, espera-se que seja muito menos subserviente e manietado pelo executivo.
            O governo espera economizar com isso RS 18 bilhões e as novas regras foram bem recebidas pelo mercado e por especialistas, por corrigir distorções e por reduzir os gastos públicos, mas certamente causará um estrago enorme na vida de pessoas que não têm mais condição de voltar a trabalhar em função da idade adiantada.
            A grande esperança dos pensionistas da Previdência Social repousa no novo Congresso que irá funcionar a partir de março e no Judiciário para corrigir as distorções da lei com relação aos parcos proventos que recebem para continuar vivendo com alguma dignidade. Certamente, tais cortes não abrangem o que ganham os pensionistas do Poder Legislativo, do Judiciário e do Executivo. Dai ser pura covardia o que essa grande mentira pode vir a fazer com gente humilde que só quer terminar suas vidas sem ser atirada na pobreza por um ato autoritário, insensível e ditatorial da Presidência da República.

:: FRANCISCO VIANNA, via Grupo Resistência Democrática.

"Vem pra rua!"


terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Votou na Dilma? Taí a revisão de regras trabalhistas que foi planejada antes da eleição.


Editoria de Arte/Folhapress

Revisão de regras trabalhistas foi planejada antes da eleição

LEONARDO SOUZA
DO RIO

A mudança nas regras para a concessão de benefícios trabalhistas e previdenciários, anunciada no final do mês passado como uma das medidas de redução das despesas públicas, foi decidida pelo governo de Dilma Rousseff antes da eleição, encerrada em outubro de 2014.
Um integrante do governo confirmou à Folha que as novas normas, que limitam a obtenção do seguro-desemprego e do abono salarial, foram definidas em meados de 2014.
Em agosto, o governo reduziu em R$ 8,8 bilhões a previsão do gasto com o abono salarial para este ano. A revisão consta do PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2015, enviado naquele mês pelo Planalto ao Congresso.
O integrante do governo ouvido pela Folha disse que a previsão foi feita com base nas regras já então definidas e que seriam anunciadas depois das eleições.
No dia 6 de novembro, o ainda ministro Guido Mantega (Fazenda) antecipou o que sua própria equipe já havia preparado. "Nós temos agora que fazer uma redução importante das despesas que estão crescendo, como o seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença", disse o ministro durante evento da FGV (Fundação Getulio Vargas) em São Paulo.
Quando as novas regras foram divulgadas, no final de dezembro, Joaquim Levy já havia sido anunciado como o substituto de Mantega na Fazenda. Levy foi convidado oficialmente por Dilma para ocupar o cargo no dia 20 de novembro, duas semanas, portanto, depois da declaração de Mantega na FGV.
Hoje, um trabalhador para receber o seguro-desemprego pela primeira vez precisa ter trabalhado seis meses nos últimos 36 meses anteriores à data da dispensa. Se requisitar o benefício pela segunda vez, vale a mesma regra.
Com as novas normas, que entram em vigor em março, para receber o seguro pela primeira vez o trabalhador precisa ter trabalhado 18 meses nos últimos 24 meses anteriores à demissão. Para obter o benefício pela segunda vez, o trabalhador precisa ter recebido salários por pelo menos 12 meses nos últimos 16 meses antes da dispensa.
Segundo cálculos da Fazenda, metade dos trabalhadores que pediram o seguro em 2014 pela primeira vez não teria direito ao benefício com as novas regras.
Para o abono salarial, pago ao trabalhador que recebeu até dois salários mínimos, haverá carência de seis meses de trabalho ininterrupto para a concessão do benefício. Hoje, basta trabalhar um mês no ano.
As novas regras tornam mais rígidas também as concessões de abono salarial, pensão por morte, auxílio doença e seguro defesa, pagos a pescadores durante períodos de proibição da pesca.
A maior parte das alterações será feita por medidas provisórias, que terão de ser aprovadas pelo Congresso. O governo espera economizar R$ 18 bilhões. As novas regras foram bem recebidas pelo mercado e por especialistas, por corrigir distorções e por reduzir os gastos públicos.
OUTRO LADO
O Palácio do Planalto foi procurado pela reportagem no início da tarde de sexta-feira (23). A assessoria solicitou que as perguntas fossem encaminhadas por e-mail.
Folha questionou quando as novas regras para a concessão dos benefícios trabalhistas foram elaboradas e se o Planalto confirmaria que as medidas foram desenhadas pela equipe do ex-ministro da Fazenda Guido Mantega.
Num primeiro momento, a assessoria do Planalto informou que o tema deveria ser respondido pelo Ministério da Fazenda.
Depois, acrescentou que repassaria as perguntas para a Fazenda, se fosse o caso.
Na tarde deste domingo (25), a Folha tentou novo contato com o plantão da assessoria do Planalto, mas não teve sucesso.
Até a conclusão desta edição, nem o Planalto nem a Fazenda ligaram de volta ou responderam os questionamentos encaminhados por e-mail.
No final do mês passado, quando as novas regras foram anunciadas, o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, disse que as medidas corrigiriam distorções existentes nos benefícios e que, por esse motivo, não configurariam uma contradição com as promessas feitas pela presidente Dilma Rousseff durante a campanha.
"Os direitos estão sendo mantidos. Estamos dando isonomia [aos trabalhadores] e alguns programas precisam de correção. [...] Nas conversas com centrais [sindicais], eles não só concordam, como sabem que existem distorções nas regras de acesso", afirmou ministro durante o anúncio das medidas.
"A grande distorção é para quem está entrando no mercado de trabalho. Se não fizermos essas alterações, as futuras gerações pagarão um preço muito alto. Precisamos olhar [para o futuro] de forma sustentável", disse Mercadante.

Durante a campanha, em ataques aos candidatos adversários, Dilma disse que não faria alterações na legislação que comprometessem direitos do trabalhador.Ao insinuar que seus opositores alterariam os direitos trabalhistas, chegou a afirmar que não mexeria em benefícios como férias e 13º "nem que a vaca tussa"O tema virou um dos slogans da campanha de Dilma. O PT anunciou no site da candidata uma mobilização nacional, batizada de "Nem que a vaca tussa", contra mudanças nos direitos trabalhistas.
No dia 6 de novembro, o ainda ministro Guido Mantega (Fazenda) antecipou o que sua própria equipe já havia preparado. "Nós temos agora que fazer uma redução importante das despesas que estão crescendo, como o seguro-desemprego, abono salarial e auxílio-doença", disse o ministro durante evento da FGV (Fundação Getulio Vargas) em São Paulo.
Quando as novas regras foram divulgadas, no final de dezembro, Joaquim Levy já havia sido anunciado como o substituto de Mantega na Fazenda. Levy foi convidado oficialmente por Dilma para ocupar o cargo no dia 20 de novembro, duas semanas, portanto, depois da declaração de Mantega na FGV.
Hoje, um trabalhador para receber o seguro-desemprego pela primeira vez precisa ter trabalhado seis meses nos últimos 36 meses anteriores à data da dispensa. Se requisitar o benefício pela segunda vez, vale a mesma regra.
Com as novas normas, que entram em vigor em março, para receber o seguro pela primeira vez o trabalhador precisa ter trabalhado 18 meses nos últimos 24 meses anteriores à demissão. Para obter o benefício pela segunda vez, o trabalhador precisa ter recebido salários por pelo menos 12 meses nos últimos 16 meses antes da dispensa.
Segundo cálculos da Fazenda, metade dos trabalhadores que pediram o seguro em 2014 pela primeira vez não teria direito ao benefício com as novas regras.
Para o abono salarial, pago ao trabalhador que recebeu até dois salários mínimos, haverá carência de seis meses de trabalho ininterrupto para a concessão do benefício. Hoje, basta trabalhar um mês no ano.
As novas regras tornam mais rígidas também as concessões de abono salarial, pensão por morte, auxílio doença e seguro defesa, pagos a pescadores durante períodos de proibição da pesca.
A maior parte das alterações será feita por medidas provisórias, que terão de ser aprovadas pelo Congresso. O governo espera economizar R$ 18 bilhões. As novas regras foram bem recebidas pelo mercado e por especialistas, por corrigir distorções e por reduzir os gastos públicos.

Vexame internacional de Dilma: Brasil perde direito de votar em Tribunal da ONU por falta de pagamento.


Segundo reportagem do jornal “Estado de S.Paulo” desta sexta-feira, o Brasil perdeu seus direitos no Tribunal Penal Internacional (TPI), após acumular e não pagar mais de US$ 6 milhões em dívidas com a entidade sediada em Haia. A situação coloca a diplomacia brasileira em uma “saia-justa”, já que o Brasil possui a segunda maior dívida de um país nas Nações Unidas. O Brasil é um dos membros fundadores do Tribunal Penal Internacional, entidade que representou o maior avanço no direito internacional desde o fim da Guerra Fria. Na prática, a suspensão impede o Brasil a votar, por exemplo, na escolha de novos juízes, “um constrangimento político que afeta o País que, em diversas ocasiões, usa o discurso do multilateralismo para insistir que apenas dentro do quadro da lei e da ONU é que conflitos podem ser superados”, diz o “Estadão”.
De acordo com o jornal, a dívida com o TPI é apenas uma de muitas que o governo brasileiro vem acumulando com a ONU. Conforme revelado com exclusividade pelo “Estadão”, a dívida do Planalto com o orçamento regular da ONU superava em 2014 pela primeira vez a marca de US$ 100 milhões e apenas os EUA mantinham um buraco superior. Documentos da ONU indicam que, até 3 de dezembro, o Brasil devia US$ 170 milhões à entidade. Isso sem contar com outra dívida de US$ 14 milhões (R$ 36,7 milhões) para a Unesco, que deu o título ao Brasil de segundo maior devedor da entidade cultural da ONU, além de outros US$ 87,3 milhões para as operações de paz dos capacetes azuis.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Brasil gera menos 721.000 empregos em 2014. O pior resultado desde 2002.

  
      
O Brasil fechou 2014 com a menor geração de empregos formais desde 2002, quando teve início a série histórica do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Em abril do ano passado, Manoel Dias estimou que o resultado do ano passado ficaria "em torno de 1,5 milhão de novos postos de trabalho". Ele foi reconduzido ao cargo, após um erro de 1,2 milhões de vagas. É o loteamento criminoso promovido por Dilma, onde o MTE é feudo do PDT.

O saldo entre contratações e demissões de funcionários com carteira assinada ficou positivo em 396.993 em 2014, na série com ajuste, segundo os dados divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). O resultado representa uma queda de 64,5% em relação ao saldo de 2013, quando foram gerados 1.117 mil empregos formais. O saldo é 721 mil empregos a menos.
http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,brasil-tem-a-menor-geracao-de-empregos-formais-desde-2002,1623879

Recessão prolongada da indústria é o maior problema do país.

O grande e experiente jornalista Pedro do Coutto chama atenção para a recessão (crescimento negativo ao longo do tempo) que atinge nosso estratégico setor industrial. É problema grave, porque a indústria é a verdadeira criadora de classe média, pois paga os melhores salários e permite ao trabalhador ascender na escala hierárquica, bem mais do que nos setores da agricultura/pecuária e dos serviços.
Em termos de participação da indústria no PIB, depois de atingir um pico nos anos 70, voltamos aos índices dos anos 50. E o pior é que as empresas mais atingidas são as de matriz no Brasil, justamente as que criam tecnologia nacional, que verdadeiramente capitalizam a economia nacional e garantem melhor padrão de vida ao povo. A meu ver, este é o maior problema estrutural da economia brasileira. Deve o governo voltar os olhos para ele e atuar para reverter tal situação.

OS MALES DA INDÚSTRIA
A indústria sofre dos seguintes males, que vêm se agravando ano a ano:
1) Alta carga tributária, de aproximadamente 37% do PIB e com viés de alta, junto com uma burocracia infernal, consumidora de tempo e energia;
2) Câmbio Desfavorável ( o grande ex-ministro Delfim Netto calcula que só o real sobrevalorizado causou perdas nas exportações industriais nos últimos 10 anos de US$ 450 bilhões, mais do que todas as nossas reservas, que são de US$ 377 bilhões;
3) Leis trabalhistas rígidas, que dificultam enormemente a demissão/contratação. Por exemplo, um trabalhador com quatro anos de empresa, ao ser demitido exige o equivalente de um ano de salários, o que engessa todo o processo;
4) Crédito muito caro, pois os juros comerciais são altos, exceção apenas para as taxas do BNDES, que são para poucos;
5) Energia cara, num dos países de maior potencial de geração.
LUCROS EM QUEDA
Em função de tudo isto, a lucratividade das empresas industriais, principalmente as de matriz no Brasil, tem caído nos últimos 10 anos, de um lucro líquido normal entre 15% a 18% ao ano, para apenas 7% ao ano, numa Inflação de também 7%. Como investir e despertar o instinto animal do empresário, numa conjuntura assim e com viés de baixa?
Mas com bons exemplos de cima e fazendo as coisas certas, o Brasil tem condições de reverter este quadro.
*Flávio José Bortolotto

domingo, 25 de janeiro de 2015

A mentirosa compulsiva fustigada por Aécio não é a única face escura de Dilma.


Ao qualificar a adversária de “leviana” num debate na TV, o candidato tucano provocou na seita lulopetista um cômico surto de cavalheirismo. Caprichando na pose de última virgem do bordel, marafonas profissionais fingiram indignar-se com a gravíssima ofensa a uma senhora tão ética, tão frágil, tão doce. Pois leviana é quase um elogio para uma figura com insanáveis defeitos de fabricação.
Dilma começou a tratar a verdade a pontapés quando ainda engatinhava ─ e nunca mais parou de mentir. No convívio com Lula, perdeu a vergonha de vez. Fez o diabo para manter o emprego. Para não perdê-lo antes da hora, fará coisas de que até Deus duvida. Mas estará condenada a um final infeliz se a oposição intensificar a ofensiva, aprender a opor-se o tempo todo e, sobretudo, escancarar aos olhos do país, e fustigá-las incessantemente, todas as faces escuras da presidente.
A que exibe a mentirosa compulsiva é só uma delas. Outras mostram (ou camuflam)  fustigar a supergerente de araque, a carrancuda insegura, a desastrada política aprendiz, a usina de frases sem pé nem cabeça, a campeã da inépcia, a arrogante  Doutora em Nada, a protetora de quadrilheiros e a madrinha dos corruptos de estimação, fora o resto. Há dinamite para todas. Com os desdobramentos do Petrolão, que vai sobrar munição.
Dilma e seu governo são um caso sem cura, e como tal deve ser tratado. Sem clemência.
*Augusto Nunes

A "pobreza" de Cerveró!

Ex-diretor da Petrobras reclama por receber hoje 10% do valor pago quando trabalhava na estatal; empreiteiros dizem que bloqueios de bens comprometem o sustento de suas famílias.

Empreiteiros presos durante as investigações da Operação Lava Jato têm alegado condições de pobreza para reaver bens bloqueados ou conseguir livrar-se da prisão. A choradeira tem sido usada por advogados dos envolvidos no esquema investigado pela Operação Lava-Jato em petições apresentados ao juiz Sérgio Moro, que comanda as investigações que pedem desbloqueio de contas e relaxamento de prisões dos investigados no esquema de corrupção instalado na Petrobras.
Preso há pouco mais de uma semana, o ex-diretor da área internacional da Petrobras Nestor Cerveró alega uma redução drástica de sua renda. Ele ganhava mensalmente R$ 100 mil e agora recebe R$ 5 mil de um aluguel de um apartamento em Ipanema e outros R$ 10 mil de aposentadoria. Em junho do ano passado, Cerveró transferiu aproximadamente R$ 500 mil de um fundo de previdência privada para sua filha, Raquel Cerveró. Essa transferência é vista como suspeita pelo Ministério Público Federal (MPF) e pela Justiça Federal.
Moro, em decisão que confirmou a prisão preventiva de Cerveró, afirmou que “a conclusão óbvia é que o objetivo é frustrar a aplicação da lei penal, ocultando os bens ou colocando-os fora do alcance da Justiça criminal mediante transferência a terceiros”. Agora, no pedido de habeas corpus, a defesa de Cerveró tenta explicar que a transferências de recursos aos filhos foi legal e ocorreu apenas por conta de uma dificuldade financeira do ex-executivo da Petrobras.
Além de Cerveró, empreiteiros investigados pela Polícia Federal tem usado a mesma choradeira em suas defesas. Em petição impetrada nesta semana, o diretor internacional da OAS, Agenor Franklin Magalhães Medeiros, e seus colegas, José Adelmário Filho e José Ricardo Nogueira Breghirolli, também da OAS, alegam que o bloqueio de bens efetuado pelo juiz Sérgio Moro é responsável por “sacrificar o sustento” de suas respectivas famílias. Agenor teve R$ 11,6 milhões bloqueados; Aldemário, R$ 52,3 mil e Breghirolli, R$ 691,2 mil.
Eles argumentam que foram bloqueados investimentos de cada um, como aplicações em previdência privada, CDB (Certificados de Depósitos Bancários), letras de cambio e até mesmo salários. “É oportuno esclarecer que essas incertezas têm causado transtorno aos Requerentes e às suas famílias, seja pela impossibilidade de receber livre e legalmente os seus salários, seja pela impossibilidade de movimentação para sustento familiar”, dizem dos advogados da OAS no pedido de desbloqueio de bens apresentados à Justiça.
O mesmo argumento é usado pelo presidente da UTC Engenharia, Ricardo Ribeiro Pessoa, em pedido de desbloqueio de R$ 20 milhões. Ele alegou que as instituições financeiras “foram além daquilo” determinado pelo juiz Sérgio Moro. “Não só procederam ao bloqueio de ativos mantidos em contas correntes e demais investimentos, como impediram e impedem o uso e livre fruição das contas bancárias”, informam os advogados de Pessoa. “A impossibilidade de livre utilização das contas bancárias de titularidade do recorrente, sendo uma delas inclusive co-utilizada por sua esposa, tem trazido diversos e ilegais transtornos aos familiares do requerente”, complementam os advogados.
Já o diretor-executivo do grupo Queiroz Galvão, Othon Zanoide de Moraes, tem reclamado de não conseguir movimentar seu salário de aproximadamente R$ 80 mil por conta da Operação Lava Jato. Em novembro, por exemplo, Zanoide teve bloqueado pela justiça o recebimento de R$ 120 mil, referentes à primeira parcela de seu 13º, além do salário do mês.
Outro caso semelhante é o do ex-diretor de serviços da Petrobras Renato Duque. Os advogados de Duque também tentam desbloquear parcelas do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que o executivo tinha direito. Ao todo, Duque alega que teve R$ 3,2 milhões bloqueados da Justiça. Só do fundo de garantia, foram uma parcela de R$ 502 mil, outra de R$ 54,2 mil e outra de R$ 20,4 mil.
*Via: http://ultimosegundo.ig.com.br/politica/2015-01-24/operacao-lava-jato-investigados-alegam-pobreza-para-se-livrar-de-punicoes.html

sábado, 24 de janeiro de 2015

Costa confirma que levou propina para não atrapalhar compra de Pasadena. Quem pagou? Fernando Baiano, um amigo do amigão do homem…

Em depoimento à Polícia Federal, Paulo Roberto Costa, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras que fez acordo de delação premiada, foi inequívoco: só ele recebeu US$ 1,5 milhão em propina para não criar dificuldades na compra da refinaria de Pasadena, nos EUA. Como era o titular de uma diretoria poderosa, tinha como dificultar os trâmites. E com quem ele acertou a canalhice? Segundo disse, com o lobista Fernando Baiano. O pagamento foi feito no exterior, no Vilartes Bank, no paraíso fiscal de Liechteinstein. Baiano, assegurou, era um operador do PMDB, mas também trabalhava para outros partidos. Segundo Costa, o homem era muito próximo do empresário José Carlos Bumlai. Quem é Bumlai? Clique aqui para saber. Trata-se de um dos maiores e mais fiéis amigos pessoais de Luiz Inácio Lula da Silva.
Em 2011, reportagem de VEJA começou a desvendar essa figura. Leio trechos:
“É um dos maiores pecuaristas do país, amigo do peito do ex-presidente Lula e especialista na arte de fazer dinheiro – inclusive em empreendimentos custeados com recursos públicos. Até o ano passado, ele tinha trânsito livre no Palácio do Planalto e gozava de um privilégio sonegado à maioria dos ministros: acesso irrestrito ao gabinete presidencial. Essa aproximação excepcional com o poder credenciou o pecuarista a realizar algumas missões oficiais importantes. Ele foi encarregado, por exemplo, de montar um consórcio de empresas para disputar o leilão de construção da hidrelétrica de Belo Monte, uma obra prioritária do governo federal, orçada em 25 bilhões de reais. (…)

Seus filhos também se tornaram amigos dos filhos de Lula. Amizade daquelas que dispensam formalidades, como avisar antes de uma visita, mesmo se a visita for ao local de trabalho. Em 2008, após saber que o serviço de segurança impusera dificuldades à entrada do pecuarista no Planalto, o presidente Lula ordenou que fosse fixado um cartaz com a foto de Bumlai na recepção do palácio para que o constrangimento não se repetisse. O pecuarista, dizia o cartaz com timbre do Gabinete de Segurança Institucional, estava autorizado a entrar “em qualquer tempo e qualquer circunstância”.
Há mais coisas sobre o homem. Vejam lá depois. Empreiteiras reclamavam, por exemplo, de suas intromissões na… Petrobras.
Aviso que dava a Bumlai aceso irrestrito a Lula, a qualquer hora. Um amigão!
Aviso que dava a Bumlai aceso irrestrito a Lula a qualquer hora. Um amigão!

Mas voltemos a Costa. Segundo seu depoimento, quem apareceu com o negócio de Pasadena foi Nestor Cerveró, e o que se comentava é que a propina, possivelmente paga pela Astra, a empresa belga que era dona da refinaria, foi de US$ 20 milhões a US$ 30 milhões.
Costa dá a entender que os que conheciam o assunto sabiam ser um mau negócio, mas aprovado pelo Conselho de Administração — presidido à época pela então ministra Dilma Rousseff — e também pela diretoria. O presidente da empresa era José Sérgio Gabrielli. Segundo disse, as obras de adequação da refinaria ficaram a cargo do petista Renato Duque, que seria o arrecadador das propinas do PT. Ele, então, escolheu para o serviço a Odebrecht e a UTC Engenharia, ambas investigadas na Operação Lava-Jato.
Sei não… Mas é possível que a importância de Fenando Baiano ainda cresça nessa narrativa.
*Por Reinaldo Azevedo

Esse é o PT: distribuindo grana para ONGs para comprar seus eleitores.

Vou virar sapata que é mais negócio neste período de economia desaquecida, transporte caro e desemprego. Ganharei mortadela na faixa, bolsa Pronatec e verba por leis de incentivos que foram todas desconfiguradas aqui no BR, assim como as ONGs e OSCIPs. Daí gritarei: petralhei, moooona! Tenho um preço!!!

*Dani Schwery, via Facebook