terça-feira, 29 de julho de 2014

Os "presos políticos": Como transformar algozes em vítimas, diante de uma sociedade perdida.

Por: Alexandre K. Azov
Foram incontáveis horas de escuta, dezenas de testemunhas, sendo 11 ex-participantes do movimento, 3 deles com maior relevância, incluindo um policial infiltrado, da Força Nacional de Segurança, milhares de horas de investigação pela Polícia Civil, tudo em conjunto com o Ministério Público, mandados de prisão emitidos por um juiz. A investigação começou em Junho de 2013, e não foram, portanto, "presos da Copa". Consequência: 23 pessoas presas por atos ilegais. Nenhuma foi presa por gritar que o governo é corrupto (Se assim o fosse, este que vos fala já estaria atrás das grades), portanto "preso político" é algo absurdo, tão risível que o consulado uruguaio (país com governo federal de esquerda) enxotou a advogada Eloisa Samy de lá.
Mas são tempos onde o absurdo, o surreal, triunfa, ditando os rumos de nossa rotina, nossa vida real do dia a dia. Tanto que na última quinta-feira feira (24), Elisa Quadros, a "Sininho", nossa "revolucionária" mór, saída das mesas do Baixo Gávea, do alto de sua propriedade intelectual e biográfica, estava em uma reunião para discutir a "relação entre manifestantes e a imprensa" , como se a imprensa, não cansada de ter seus direitos cerceados por qualquer idiota, se ajoelhasse frente à uma pseudo-ativista, para negociar. Ora, desde quando a imprensa necessita de autorização para publicar os acontecimentos? Desde quando a democracia se curva frente a adolescentes mimados, saídos das profundezas de conhecimentos superficiais com apoio de partidos de extrema esquerda? Quando é que a sociedade se perdeu no Brasil, a ponto de todo este surrealismo acontecer? É inconcebível que uma menina mimada, como diria Cazuza, seja levada a sério por qualquer pessoa, autoridade, órgão, instituição que seja. Com exceção da polícia, que o fez e foi desrespeitada, mais uma vez, no famoso "prende e solta" do judiciário brasileiro.
Aqui é necessário um adendo com características brasileiras, principalmente cariocas: 3 foragidos da justiça (Eloisa Samy e mais dois) foram levados, nesta semana, por uma deputada estadual do PSOL (tinha que ser), Sra. Janira Rocha , (parlamentar acusada de ter funcionários fantasmas), em um carro da ALERJ, após terem o asilo negado. Uma funcionária pública, paga com dinheiro público, levando foragidos (à época) da justiça, com plena ciência da parlamentar que, aos berros, nem tentou se defender, apenas "bateu no peito" e assumiu que o fez. Tal uso do carro e dinheiro público dará em alguma coisa? É evidente que não. Esta mesma parlamentar estava no restaurante Spaghettilândia, Centro do Rio, na última quinta-feira (24), junto de alguns "ativistas", comemorando a libertação dos mesmos, graças ao desembargador Siro Darlan, também funcionário público, pago com dinheiro do contribuinte, que deu as costas à sociedade e priorizou o interesse de pessoas pegas em flagrante, cometendo, planejando e comemorando crimes. Durante meses. Será que o desembargador apareceu para um choppinho?
Auto-intitulados "presos da Dilma", os "ativistas", principalmente "Sininho", sempre contaram com o apoio de um falso paladino da Justiça, Marcelo Freixo, que será merecedor de um texto aqui em breve. Freixo, em 2010, quando perguntado em quem votaria para presidente, em eventual segundo turno, não titubeou e afirmou que era dilmista, por motivos ideológicos. Portanto, o maior aliado político dos "presos políticos", PSOL e seus parlamentares, é alinhado com o PT. O PSOL veio das costelas do partidos dos trabalhadores, e isso não poderia dar em boa coisa e, de fato, não deu. Tanto que os membros dos movimentos de protesto, FIP, MEPR e OATL, não permitem a presença de políticos, com exceção do PSOL.
Em Fevereiro de 2014, um homem foi morto durante seu trabalho, que era documentar imagens através de sua câmera. Com Santiago Andrade, cinegrafista da Band, morria mais um pedaço da frágil democracia brasileira, que, antes mesmo de sua morte, já tolerava abusos e ataques à imprensa, com total apoio das ditas "mídias independentes", patrocinadas indiretamente pelo PT. Quanta contradição...Chegando ao ápice de Pablo Capilé, líder da "Mídia Ninja",  aparecer em fotos com José Dirceu (presidiário da Papuda, também auto-intitulado "preso político"). E é preciso dizer: com apoio de jornalistas também, pessoas que deveriam saber a importância da liberdade de imprensa, no principal grupo do ramo na internet, passam a mão na cabeça de todos, condenam a prisão, inclusive dos assassinos do Santiago, acham que a "mídia golpista" tem mais é que apanhar (Registro rápido: a maior parte dos que proferem este absurdo é militante do PSOL ou ligados a partidos de extrema esquerda), e pregam um discurso de inveja misturada com raiva por qualquer profissional que trabalhe na imprensa normal. Quanta hipocrisia.
Certos grupos realmente acham romântico o outro lado da lei, o que é extremamente bonito em um filme de Hollywood, mas é terrível na vida real. Quando uma investigação de meses é jogada no lixo, com a canetada de um desembargador leniente, desde sempre, com a ilegalidade, que joga para a platéia, ao invés de prestar contas à Constituição, é sinal de algo está muito errado com nossas percepções, como cidadãos.
Não, não são presos políticos. São presos. Seja Zé Dirceu ou Sininho (eventual futura candidata à presidência? Quem sabe? Se Dilma pode, por que não? Dirá que lutava pela "liberdade"). São indivíduos conscientes, que acreditavam piamente no que faziam, envolvidos na prática de desafiar a lei, sem temer as consequências. Foram presos, em um país onde é preciso implorar para ir para a cadeia, então, não, não queiram colocar o delegado, o MP, o juiz, como carrascos. Carrasco seria um grupo que incendiaria um prédio, com pessoas dentro, sem pensar duas vezes. 
Por falar em prédio público, a UERJ, faculdade bancada pelo dinheiro do contribuinte, foi palco, nesta semana, de um encontro da FIP, e dentre os temas levantados e acordados, estavam: "voltar às ruas para destruir o Estado e estudar uma forma de o movimento punir os juízes que estão deferindo as prisões"; deve haver também: "combatividade sem negociação"; e, antes de saberem da decisão do desembargador, "formas de causar tumulto nos presídios"; e, para o futuro, interferência em comícios políticos, com infiltração de membros nos atos, causando tumulto e quebra-quebra; e buscar atrair o apoio dos Sindicatos. Ou seja, nós, contribuintes, pagamos a conta da universidade para que grupos, ao invés de estudarem, discursem abertamente contra o estado democrático de direito e planejem terrorismo. Porque não há outro nome no dicionário para isso.
No grupo MPER, segundo afirmam em sua página no Facebook, as máximas de seus ideais revolucionários são Mao Tsé-Tung e Josef Stalin, dois dos maiores genocidas da História. O MPER tem em seu "currículo" o fato de ter marchado contra o Consulado dos EUA no Rio, jogado pedras e coquetéis molotov contra o prédio, além de quebrar bancos e um McDonald's, em 2003, feito comemorado e lembrado após 10 anos, com expressões de envergonhar qualquer um que já tenha passado da puberdade. São anti-imperialistas, anti-capitalistas, "anti-tudo" e, mesmo assim, mantém uma página no Facebook, expoente máximo do capitalismo americano.
Este ranço esquerdista, que contamina mentes e corações, inclusive de professores e através de professores, é um câncer nos pulmões do Brasil. Nosso país, ao contrário de grande parte dos vizinhos, não tem e nunca teve vocação para as paranoias contraditórias de Marx e seus discípulos. Eles pertencem ao que houve de mais atrasado na história recente, e estes partidos, ditos de esquerda, com uma mente no século passado, continuam perpetuando este falso ideal de "igualdade", "justiça", "revolução", "quem bate cartão não vota em patrão" e outros, sob muitas aspas, para os jovens de todas classes e rendas, tornando a manipulação ideológica de jovens em um dos mais graves crimes morais existentes. 
O movimento perpétuo de auto-vitimização, somado ao movimento de personificação de heróis de areia, que não se sustentam, seja Dirceu, Lamarca, Freixo ou Sininho, prova o quão atrasado o Brasil está, o quanto de educação e cultura ainda são necessários para nos tirar das trevas de ideologias de sistemas falidos, e passarmos por um "iluminismo", atrasado, porém necessário.
O descontentamento com a situação política no Brasil é divulgado sistematicamente pela imprensa.
É através da imprensa, independentemente de qual veículo, que a população, inclusive os "manifestantes" citados, fica sabendo dos crimes do poder público. Não fosse a imprensa e sua incansável natureza de trazer luz às sombras, o país estaria muito pior do que se encontra.
É extremamente simplista culpar a imprensa, xingar uma repórter da TV Globo na rua, bater em fotógrafos na saída do presídio, assassinar cinegrafista, mas parece que, para determinadas pessoas desprovidas de inteligência, e com alta taxa de cinismo, este é o caminho mais fácil. Este perfil de ódio à imprensa, que encontra eco nos setores radicais do PT e outros, tende a agradar inúmeros setores da sociedade. Seja desembargador, professor, filósofo, político, o que não falta, no Brasil, são pessoas que detestam a liberdade de imprensa.

Siglas - Fonte: Polícia Civil:

FIP - Frente Independente Popular - Organização que abriga vários grupos de manifestantes e defende a violência em protestos. Comandado por Elisa Quadros, a "Sininho".
OATL - Organização Anarquista Terra e Liberdade - Organização que reúne alto número de professores, entre eles Camila Jourdan.
MEPR - Movimento Estudantil Popular Revolucionário - Adepta da doutrina maoísta, também defende a "causa palestina".
Leia mais:
Testemunha e ex-Líder da FIP chama Siro Darlan de viado: http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-07-24/ex-lider-da-fip-e-a-principal-testemunha-em-inquerito-contra-ativistas.html
*Fonte: http://www.diariodacorteoficial.com/2014/07/os-presos-politicos-como-transformar.html?view=sidebar

segunda-feira, 28 de julho de 2014

As gambiarras da política energética do PT.

O ‪#‎GovernodoPT‬ transformou a ‪#‎PolíticaEnergética‬ num poste cheio de gatos e a cada dia fica mais difícil desfazer as gambiarras. No desespero de tentar faturar eleitoralmente com o anúncio de que as ‪#‎ContasdeLuz‬ ficariam mais baratas, o governo Dilma desestruturou o setor e o prejuízo os ‪#‎Brasileiros‬ estão sentindo no bolso: ao contrário do que a presidente prometeu, as contas de luz ficaram mais caras. http://goo.gl/KD9M7I

No engodo petista, sobra para o povo.

Ao contrario do que diz o PT, o Brasil ainda tem um enorme passivo de atraso social, as renitentes desigualdades regionais e uma classe política governante que prioriza a politicagem e descuida de melhorias prioritárias e necessárias. 
O governo Dilma investe mal em educação e saúde. Há enorme carência de hospitais públicos, faltam remédios, médicos, enfermeiros, aparelhos para exames e uma administração de qualidade. 
A população pobre sofre em enormes filas para ser atendida e muitos morrem antes da cirurgia marcada. 
Na educação a qualidade continua muito ruim, do fundamental ao universitário. Nada avançou nas áreas da saúde e educação no governo Dilma.
*Carlos Vilela, via Facebook

domingo, 27 de julho de 2014

Depois da derrota de Dilma, Lava Jato deve aprofundar desvios bilionários na Petrobras para políticos.

O Fundo BB Millenium (operado em 2006 e 2007, com a ajuda de grandes bancos transnacionais e brasileiros), as operações da Petrobras International Finance (PFICO, que sofreu uma “cisão parcial” em 16 de dezembro de 2013, em estranha decisão da Assembleia Geral da companhia) e os negócios da BR Distribuidora (desde que a empresa teve o capital fechado, no começo do governo Lula, em 2003). Estes são os possíveis alvos de investigação da Operação Lava Jato, que apura um mega esquema de lavagem, superior a R$ 10 bilhões, envolvendo o ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, o doleiro Alberto Youssef e uma penca de políticos que ainda não figuram como alvos judiciais.
A petralhada está com o coração apertadinho. Alguns já começam a enfartar – como ocorreu ontem com o doleiro Youssef. Todos já sabem que, depois de confirmada a derrota reeleitoral de Dilma Rousseff, um jato ainda maior e mais forte de denúncias de corrupção tende a atingir o núcleo duro dos petistas – com efeito muito mais devastador que o Mensalão. A tese geral é que não dá para acreditar que Paulo Roberto Costa agia apenas para ele mesmo, em parceria com o doleiro Youssef, sem o envolvimento de outros políticos graúdos – petistas ou não. A esperança dos petistas é que os tucanos, prováveis vencedores na eleição presidencial, desistam de ir fundo nos problemas da Petrobras.
Investigadores da Operação Lava Jato têm certeza de que a maior parte do dinheiro envolvido na megalavagem veio de desvios em contratos superfaturados com empreiteiras e fornecedores da Petrobras, usando offshores (empresas de fachada registradas em paraísos fiscais fora do Brasil). Investidores internacionais acreditam que, se forem rastreados os negócios da PFICO, da BR Distribuidora, e do fundo BB Millenium, o esquema de Youssef e Paulo Costa ficará maior – em bilhões de dólares.
Ontem, Youssef foi acusado pelo Ministério Público Federal de ter realizado 1.114 contratos de câmbio fraudulentos, envolvendo US$ 78,2 milhões, com duas empresas offshores no First Curação Bank nas Antilhas Holandesas. O doleiro é suspeito de cometer 3.649 vezes o crime de evasão de divisas. Entre 2011 e 2013, remeteu para o Exterior cerca de US$ 450 milhões. O dinheiro sairia do Brasil para pagamentos de importações fictícias de empresas operadas por laranjas.
Agora, os companheiros petralhas acompanham, com uma lupa banhada a ouro, as consequências da Operação Monte Branco, iniciada pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal de Portugal, para apurar transferências ilegais entre gestores de fortuna, em um dos maiores escândalos globais de lavagem de dinheiro. Os lusitanos suspeitam da ligação entre os esquemas investigados lá e a Operação Lava Jato brasileira. O dinheiro sujo ajudou a abastecer esquemas de campanha política, tráfico de drogas e diamantes, em uma conexão entre Brasil, Portugal, África e paraísos fiscais.
Previsão Médica
Pelo menos um famoso político brasileiro, lá do Nordeste, quase enfartou por causa dos escândalos e da crise no Banco Espírito Santo, de Portugal.
Tem muito petralha perto de passar muito mal, se forem investigados, com mais profundidade, os mecanismos de lavagem de dinheiro no circuito Brasil-Portugal-África.
E se o juiz Sérgio Moro continuar pegando na veia, chegando às conexões lusitanas de alguns negócios do doleiro Youssef, vai ter mais gente envolvida na Lava Jato com graves problemas coronarianos.
Exemplo da Cruz Vermelha
Foi salutar a decisão da Cruz Vermelha de divulgar, publicamente, todo o trabalho investigativo da britânica Moore Stephens, que identificou R$ 25 milhões em gastos sem comprovação e movimentações suspeitas de recursos na entidade, aqui no Brasil, entre os anos de 2010 e 2012.
Doações e contribuições voluntárias foram para o saco da corrupção, principalmente nos escritórios do Maranhão, Ceará e Petrópolis.
A presidente da Cruz Vermelha Brasileira, Rosely Sampaio, pedirá na Justiça a punição dos dirigentes envolvidos nas fraudes e a reparação dos danos à imagem da instituição – que é ligada à Federação Internacional da Cruz Vermelha.
Touro na unha da Dilma
Desde dezembro do ano passado, o Alerta Total antecipa que a Oligarquia Financeira Transnacional rompera com Dilma Rousseff e investiria na derrota dela.

Por isso, foi surpresa nenhuma a contra-propaganda contra Dilma feita pelo Banco Santander aos clientes “select”, com renda superior a R$ 10 mil.
Itaú e Bradesco, de maneira mais discreta, já tinham detonado o PT há muito tempo...
O governo petista é tão ruim que, mesmo lucrando astronomicamente como de costume, os bancos querem a sua substituição –provavelmente pelo Aécio Neves, que não deve fazer grandes mudanças no sistema financeiro...

E você acreditou, Chapolim Colorado?
Vamos trabalhar, Ministério do Trabalho?
O desempregado José Ruela da Silva, cartão do cidadão número 12492605142, esteve ontem no Poupa Tempo da Sé, em São Paulo, para dar entrada no seguro desemprego, mas vai ficar na mão por causa da “burrocracia”.
A empresa em que trabalhava (uma das maiores do mundo em seu ramo) vacilou e não registrou no site do Ministério do Trabalho as informações sobre os três últimos salários recebidos.
O problema deve ficar sem solução, já que a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do MTB só tem agendamento“possível” para o distante dia 24 de outubro, às 15 horas, na repartição da rua Martins Fontes, 119...
A empresa falha, o MTB demora a receber a reclamação e o desempregado que se dane...
É Pedreira...
Lembram-se daqueles pedaços de cinco vigas e mais algumas peças do viaduto da perimetral que desapareceram misteriosamente?
Circula no mercado negro da malandragem que o material foi vendido a uma pedreira por R$ 500 mil.
Breve, vai vazar que a grana foi torrada por políticos, em viagens ao exterior e outras safadezas menos votadas...
Em Famíglia...
As revistas Época e Veja acabaram com a reputação de bom moço e “Xerife” do deputado federal Rodrigo Bethlem (PMDB-RJ), com a divulgação das conversas dele com a ex-mulher, Vanessa Felippe, nas quais falou de uma “mesada” de R$ 65 mil a R$ 70 mil que recebia da ONG Casa Espírito Tesloo.
A grande pergunta agora é: como se chama o inimigo de Rodrigo Bethlem que fez o escândalo vazar em duas grandes revistas semanais, para ferrar o ex-Secretário de Ordem Pública, de Desenvolvimento Social e, até abril deste ano, de Governo da Prefeitura do Rio de Janeiro, na gestão Eduardo Paes?
Dessa briga de marido e mulher, onde o ditado popular prega que não se deve meter a colher, pode sair um indigesto angu de caroço para o Eduardo Paes e o Sérgio Cabral Filho – que sempre foram unha e carne do Bethlem.
Vingança?
A confusão será gigantesca, já que Vanessa é filha do presidente da Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, Jorge Felippe.
Há 15 dias, Vanessa Felippe está internada em uma clínica de repouso, depois de ter se jogado do terceiro andar de um shopping na Barra da Tijuca.
Vanessa gravou as conversas com o marido em 2011, usando as câmeras que mandou instalar por todo o apartamento, para registrar detalhes da complicada negociação de divórcio.
Já fazendo uma defesa preventiva do que poderia desabar sobre sua cabeça, Rodrigo divulgou na mídia um atestado médico informando que Vanessa estava em tratamento de “Transtorno de Personalidade Borderline”.
Prejuízo eleitoral
O escândalo queima o filme de Rodrigo, que tentava a reeleição para a Câmara Federal.
Também atrapalha os planos de seu filho com Vanessa, Jorge Felippe Neto, que concorreria a uma vaga de deputado estadual.
E tem tudo para impedir que o prefeito Eduardo Paes cumpra o acordo, costurado há muito tempo, de indicar o sogro de Rodrigo, o todo poderoso Jorge Felippe, para o cargo vitalício de conselheiro do Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro.
Concorrência
Vanessa Felippe, filiada ao PSL, tinha planos de se candidatar a deputada federal, para desbancar o ex-marido, mas seus problemas de saúde podem atrapalhar seus planos.
Anos atrás, quando tinha 21 anos de idade, Vanessa conseguiu o feito de ter sido eleita a mais jovem deputada federal do Brasil, com 64.822 votos.
Atualmente, Vanessa atuava como empresária: “Presidenta e Editora-chefe da B4-Editora”.
Conselho útil...
Filme velho!
© Jorge Serrão. Edição do Blog Alerta Total de 26 de Julho de 2014

Programa “Na Moral”, de Pedro Bial, tem barraco em debate sobre cotas e sai do ar.

É realmente um espanto! O programa “Na Moral”, comandado por Pedro Bial, anunciou um debate que prometia ser quente sobre cotas raciais. Mas ele não foi ao ar. Virou barraco sim, como costuma acontecer quando um lado não quer realmente debater, e sim impor seu ponto de vista, considerado uma verdade absoluta proferida por seres com infinita superioridade moral. O motivo de não ter ido ao ar é outro:
Segundo a Globo, a produção descobriu que uma das participantes está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) como candidata nas eleições deste ano e não poderia aparecer na TV, conforme a legislação eleitoral. A emissora alega não ter sido informada sobre a candidatura dos convidados.
Na verdade, dois convidados do programa serão candidatos: a desembargadora Luislinda Valois, primeira juíza negra do Brasil, e Douglas Belchior, militante do Movimento Negro, ambos favoráveis às cotas. Contra as cotas, foram convidados a procuradora Roberta Fragoso e o estudante negro Éder Souza.
[...]
Durante a gravação do bloco sobre cotas, que acabou não indo ao ar, o debate esquentou e virou bate-boca com muita gritaria. Pedro Bial teve que intervir em diversos momentos e pediu a Thiaguinho para cantar e acalmar os ânimos.
“O debate no programa foi violento. Eles [pró-cotas] começam a gritar até você se calar, são extremamente violentos. Creio que tenha prejudicado a exibição. Não fiquei chateada, mas o público perdeu muito”, diz a procuradora Roberta Fragoso, contrária às cotas, que lamenta o debate não ter ido ao ar: “O programa ficou péssimo. Não teve debate nenhum, só a opinião de atores da Globo sobre o negro nas novelas”.
Para a procuradora do Distrito Federal, que é branca, os convidados aproveitaram o Na Moral para fazer campanha eleitoral: “Eles agiram de má-fé. Sabendo que são candidatos, não poderiam aceitar o convite do programa”.
Curioso perceber que os participantes favoráveis às cotas raciais e que se propuseram a ser candidatos – para tanto se registrando no Tribunal Eleitoral – simplesmente “se esqueceram” de que seriam candidatos.
O candidato do PSOL, Douglas Belchior, ainda tenta se justificar: ”Não havia candidatura oficial na gravação do programa, que foi no dia 28 de junho. Os registros se deram apenas no dia 5 de julho. Mas, independentemente disso, não havia nenhuma orientação de que pudesse gerar algum problema. Eu mesmo desconhecia a tal regra e, afinal, sabemos que ela é seletiva, não é?”.
Ou seja, ele alega que a gravação do programa foi antes do registro oficial no TSE. Mas não sabia que seria candidato? Mas não sabia que o programa só ia ao ar depois do registro? Ah, não importa! Ele julga a regra “seletiva”, então pro inferno com ela! Ele está acima das leis…
Por fim, observem que quem é contra a cota racial normalmente não se candidata a nada, apenas defende suas ideias por princípios, por acreditar que as cotas realmente prejudicam o país, ao segregá-lo com base em conceito de raça. Também não recebe “verbas” públicas destinadas aos movimentos sociais. Cabe perguntar ao leitor: em quem você confia?
*Rodrigo Constantino

Programa "Mais aeroportos" para Cuba...enquanto isso no Brasil...

Dilma injetou U$ 150 milhões para remodelar os aeroportos de Cuba. Empréstimo está sob segredo de estado. Foi manchete no Diário de Cuba, mas não mereceu nem nota na Folha de São Paulo é absurdo- crime de lesa patria...merecia prisão.
Em vez de construir um dos 800 aeroportos regionais que prometeu em 2012, Dilma Rousseff mandou o dinheiro para remodelar e reformar os aeroportos cubanos. 
Uma espécie de "Mais Aeroportos" cubano. A notícia foi comemorada pelos jornais da ilha-prisão. Aqui no Brasil, a Folha de São Paulo prefere montar dossiês contra a oposição, mas não investiga estes empréstimos que ninguém sabe em que condições se deram, já que Fernando Pimentel, o petista que é candidato ao governo de Minas, colocou as operações sobre segredo de estado, por ordem da presidência da República. É hora da Oposição colocar o dedo na moleira deste governo corrupto.  
*Graça Ferraz, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática

Nanismo diplomático socialista.

Ministro Luiz Alberto Figueiredo, das Relações Exteriores do Brasil
Chumbo grosso – Comandar a chancelaria brasileira é, sem dúvida, uma das mais espinhosas e hercúleas missões que se pode dar a um cidadão. Isso porque ao longo dos últimos anos a diplomacia verde-loura foi tratada pelo PT com base na chicaneira ideologia esquerdista, sendo que os interesses do País no cenário internacional foram deixados de lado.
Muitos integrantes da diplomacia nacional certamente contestarão este site, mas não é difícil avaliar o quão desacreditado está o Ministério das Relações Exteriores, que viveu tempos pífios e sombrios enquanto esteve sob a batuta de Celso Amorim, um pelego de Lula cujo currículo dispensa maiores apresentações. Não se pode esquecer que foi sob o comando de Amorim que a diplomacia viveu um dos seus piores momentos, quando a embaixada brasileira em Tegucigalpa foi transformada em bunker de luxo do golpista Manuel Zelaya.
A política internacional do desgoverno do PT acumulou fracassos ao longo dos últimos onze anos, sendo que a prevalência da ideologia nas relações globais trouxe ao Brasil prejuízos imensuráveis. Basta ver o isolamento do Brasil no cenário internacional, apenas porque o Palácio do Planalto preferiu dar maior importância aos governos esquerdistas da América Latina e alguns outros espalhados pelo planeta.
Fora isso, o Brasil perdeu o bonde da história ao incensar os países que integram o combalido Mercosul, um agrupamento ideológico de quinta, enquanto nações finalizavam acordos comerciais bilaterais como forma de deixar a crise para trás.
Como se fosse pouco o estrago produzido por Celso Amorim, que demonstrou o ápice de sua incompetência na rodada de Doha, no Qatar, o governo petista arrumou um trotskista para ajudar na lambança. Trata-se de Marco Aurélio Garcia, o chanceler genérico inventado por Lula e que continua dando as cartas no governo petista quando o assunto é relações internacionais.
Nesta quinta-feira (24), o Itamaraty foi surpreendido por uma declaração dura e contundente da diplomacia israelense, que afirmou ser o Brasil um anão em termos diplomáticos e que sua opinião sobre a situação do Oriente Médio é suspeita e irrelevante.
De acordo com o jornal "The Jerusalem Post", o porta-voz do ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, classificou o Brasil como "anão diplomático", ao comentar a decisão do Palácio do Planalto de chamar o embaixador brasileiro para consultas sobre a violência na Faixa de Gaza. Nos últimos dezesseis dias, 644 palestinos e 31 israelenses (29 soldados) morreram no fogo cruzado entre Israel e o radical grupo islâmico Hamas.
Palmor disse que a decisão do governo brasileiro é "uma demonstração lamentável de como o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático a funcionar na contra-mão da vontade política do seu povo".
O chefe do Itamaraty, por sua vez, rebateu a crítica do porta-voz israelense. "Somos um dos onze países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU e temos um histórico de cooperação pela paz e ações pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles", disse o ministro Luiz Alberto Figueiredo, das Relações Exteriores. "Mas não contestamos o direito de Israel de se defender, jamais contestamos isso. O que contestamos é a desproporcionalidade das coisas", completou.
O PT crê que as relações internacionais devem ser encaradas com a mesma falta de cerimônia com que um metalúrgico opera um torno. O próprio nome "diplomacia" sugere a necessidade reinante de saber buscar soluções sem cometer equívocos e provocar rupturas.
O fato de o governo brasileiro ter criticado tanto o Hamas quanto o governo israelense não significa que tal postura seja garantia para se omitir em busca da paz, mesmo que essa seja de curta duração.
É preciso interromper a matança no Oriente Médio, pois civis não podem pagar com a vida a queda de braço que eclodiu na Faixa de Gaza. A disputa, é bom lembrar, interessa tanto aos lideres do Hamas quanto ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Luiz Alberto Figueiredo não chegou à chefia do Itamaraty por incompetência ou inocência, por isso é do seu conhecimento que o PT, assim como a esquerda nacional, tem enorme simpatia pelos radicais palestinos. Isso porque tal postura representa um contraponto aos Estados Unidos, que há décadas apoia Israel.
De igual modo, o Planalto não faz força para esconder a enorme simpatia que tem pela ditadura religiosa dos aiatolás iranianos, cujo governo, em tempos outros, negou a existência do Holocausto.
Não será com discursos obtusos e direcionados que a paz retornará à Faixa de Gaza. É preciso um esforço concentrado de muitas nações para que um cessar-fogo permita que israelenses e palestinos voltem a conviver pacificamente (?), enquanto autoridades internacionais, com o apoio da ONU, costuram um armistício duradouro.
Em relação à dura crítica feita pela diplomacia israelense ao Brasil, rebatê-la foi a única saída encontrada pelo Palácio do Planalto evitar estragos no projeto de reeleição de Dilma Rousseff, que tem guerreado silenciosamente com a crise que ronda a sua candidatura.
Em suma, a diplomacia brasileira sofre de nanismo severo, "como nunca antes na história deste país".
Link para esta matériahttp://ucho.info/?p=83298

Depois de construir Maracanã, general do Exército nunca mais conseguiu trabalho.

Engenheiro-chefe da obra do maior estádio do mundo, Herculano Gomes foi injustamente acusado de desvios.
Foto:Arquivo O Globo / Arquivo
General Herculano Gomes, que nada ganhou para construir o Maracanã, durante palestra: luta para provar inocência.
RIO — “Engenheiro Herculano Gomes, ex-dirigente das obras do Estádio Municipal do Distrito Federal, oferece-se para construir ou fiscalizar construções de qualquer natureza”, dizia o humilde anúncio publicado nos classificados do “Correio da Manhã" e da “Tribuna da Imprensa", em fevereiro de 1952. Os interessados deveriam enviar uma carta para a Rua Jardim Botânico, 581, ou ligar para o número 46-1515. Mas as cartas não chegavam, o telefone não tocava. Ninguém queria contratar o homem responsável por erguer, em apenas um ano e dez meses, o maior estádio do mundo.
Coronel Herculano no jogo inaugural do Maracanã - uma partida entre os engenheiros e os operários da obra. A foto foi tirada na noite de sexta-feira, 16/06/1950 Foto: Divulgação / Agência O Globo
(Divulgação: Agência O Globo)
Noite de 16/06/1950: Herculano, engenheiros e operários da obra disputam primeira partida no Maracanã.
A vida de Herculano Gomes divide-se em dois momentos: antes e depois do Maracanã. Considerado o maior especialista em concreto armado do país, ele foi convidado pelo então prefeito — e amigo de longa data — Ângelo Mendes de Moraes para ser o engenheiro-chefe da obra. Sua esposa, dona Celia de Campos Gomes, não gostou da ideia, mas acabou convencida pelo próprio prefeito de que seu marido era o nome certo para o desafio. Sua dedicação foi exemplar. No calor da obra, quando os operários trabalhavam 24 horas por dia, ele decidiu mudar-se para o canteiro, onde improvisou um quarto. Morou no Maracanã, longe de sua família, durante três meses.
— Como era general do Exército, ele não recebia salário pela construção. Estava cedido para a obra a pedido do prefeito. Nunca ganhou um centavo — conta uma das netas, a artista plástica Katie Hall Barbosa.
Terminada a Copa do Mundo de 1950, o sereno e elegante homem, filho de alfaiate e de uma dona de casa, foi acusado de ter desviado uma fortuna na casa dos 57 milhões de cruzeiros. Era a corda arrebentando do lado mais fraco, já que o próprio prefeito, pressionado pela oposição, instaurou a primeira de três comissões criadas para apurar possíveis irregularidades.
Durante os nove anos seguintes, até 1959, Herculano peregrinou por gabinetes de secretários, prefeitos, ministros e procuradores. Carregava consigo pastas e mais pastas, repletas de documentos e contratos que ele guardava zelosamente para tentar provar sua inocência. Com sua carreira de engenheiro estraçalhada, o general do Exército tentava salvar o que lhe era mais precioso: a honra de seu nome. Àquela altura, uma missão muito difícil.
— Fiz um relatório minucioso sobre o estádio do Maracanã. Havia irregularidades, mas nada contra ele. Não o citei em nenhum trecho do relatório, pois sabia tratar-se de um homem de bem — afirma Emílio Ibrahim, que assumiu em 1960 a Administração dos Estádios da Guanabara e depois tornou-se secretário de Obras do governo Carlos Lacerda.
Anúncio no jornal Correio da Manhã do engenheiro procurando emprego. O anúncio foi publicado em 10/02/1952 Foto: . / Arquivo O Globo
Engenheiro procura emprego (anúncio no jornal Correio da Manhã, 10/02/1952 - Arquivo O Globo)
POR FIM, A TRÁGICA MORTE DO FILHO
A vida de Herculano foi investigada por todos os lados. Os parlamentares estavam ávidos para encontrar qualquer indício de enriquecimento ilícito. Não encontraram nada que o incriminasse. Pelo contrário: com a falta de trabalho, as finanças da família — Herculano, a mulher e quatro filhos — estavam nas últimas. A casa de dois andares e quatro quartos na Rua Jardim Botânico —, onde hoje funciona uma clínica veterinária, perto da Rua Faro —, único bem do general, foi à execução judicial.
Em 1951, ele chegou a empenhar joias de sua esposa, tamanha a dificuldade. Dona Celia herdou um pequeno terreno em Juiz de Fora e acabou sendo citada em editais de ação executiva, pois o marido não teve meios de pagar o imposto cabível à herança de um único alqueire. Em documento redigido por ele mesmo em sua defesa, foi irônico: “Este é o talvez ímprobo manejador de milhões, que também teria permitido fossem dilapidados por auxiliares vorazes. Não teria aceitado o encargo se acaso suspeitasse que o Maracanã se transformaria em sinistro guet-apens (emboscada, em francês), armado pelo próprio chefe que me escolhera”.
Em entrevista ao “Jornal dos Sports", declarou ao repórter que seu processo “andou de mão em mão, como batata quente”. E interrogou: “Se fosse tão claro, tão definitivo assim, não acha que teria encontrado fim mais depressa? Não é estranho que se haja consumido em labirintos e só hoje venha a furo?” Herculano escreveu um livro, ainda não lido por ninguém, intitulado “A demolição de uma calúnia”. Katie, sua neta, prometeu para si mesma que um dia conseguirá publicá-lo.
— Vovô era um homem correto e digno, ligado à família. Apontava seus lápis impecavelmente com um canivete. Adorava ouvir música clássica. Lembro dele andando pela casa, enquanto a música tocava, imitando os movimentos de um maestro. Falava pouco e era muito carinhoso — lembra Katie.
Mas a maior tragédia de Herculano ainda estava por vir. Em 1961, apenas dois anos após ser inocentado das acusações, seu caçula de 20 anos caiu de mau jeito ao mergulhar da Pedra do Arpoador. Com o impacto da queda, Herculaninho ficou tetraplégico, mas não resistiu ao excesso de água nos pulmões e morreu dezoito dias depois. O garoto, único filho homem, era a alegria do pai.
— Ele começou a beber muito. Não encontrou mais respostas na Igreja Católica e virou espírita — conta a historiadora Vânia Fragoso Pires, também sua neta.
O quarto de Herculaninho virou seu escritório. Era lá que ele passava horas e horas lendo livros kardecistas. Dois anos depois, o general sofreu uma parada cardíaca na varanda do quarto. Era 11 de janeiro de 1963, ele tinha 63 anos.
Há não muito tempo, Katie e sua família conheceram um antigo funcionário do Maracanã — Isaías Ambrósio, falecido em 2012 — contratado pelo avô. Emocionaram-se ao ouvir dele que via Herculano, pois seu espírito ainda vagava pelo estádio.
Caio Barretto Briso - O GLOBO

sábado, 26 de julho de 2014

O início da revolução comunista brasileira patrocinada pelo PT.

Este ser , que não quis se identificar ,está na praça Cândido Mota em Caraguatatuba SP pregando revolução socialista em nosso país e detalhe diz que Cuba é maravilhoso ...
Então porque esse ser não volta pra lá se é tão bom?
Este é o país "casa da mãe Joana" onde o Governo não presta, onde não há ordem, controle de entrada e militância deste tipo de pústula no país.
Precisamos urgente tirar essa comunalha do poder!
Fora PT!

Assim como fez com ministro do STF no Mensalão, Lula pressionou ministro do TCU para livrar Dilma das acusações sobre a escandalosa compra de Pasadena.


Por O EDITOR
CoroneLeaks

Assim como tentou melar o julgamento do Mensalão, constrangendo o ministrodo STF, Gilmar Mendes, em encontro furtivo no escritório do ex-ministro da Defesa, Nelson Jobim, Lula também convocou para o seu escritório um ministro por ele indicado para o TCU. Objetivo: pressionar o tribunal para que isentasse Dilma Rousseff da responsabilidade sobre a escandalosa compra de Pasadena. Desta vez, não era Mendes. Era Múcio. Funcionou. A notícia abaixo é do Estadão.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva comandou a operação do governo para evitar que a presidente Dilma Rousseff fosse responsabilizada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por sua participação na compra da refinaria de Pasadena pela Petrobrás. Lula recebeu o ministro do TCU José Múcio Monteiro (foto) em um encontro na segunda-feira, em São Paulo, dois dias antes de o assunto entrar na pauta da corte de contas. 

Múcio confirmou ao Estado o encontro, mas negou que tivesse tratado de Pasadena. "Eu estava em São Paulo, não via o ex-presidente Lula desde o ano passado e resolvi fazer uma visita a ele de cortesia. Somos amigos. Não falamos absolutamente em Pasadena, não sabia que estava em pauta. Se eu soubesse, era capaz até de eu ter tocado no assunto. Conversamos sobre política, eleição, Brasil, o governo dele, as perspectivas, blablabá, a vida dele, a minha... conversa de compadre, foi exatamente o que aconteceu", disse. 

Após a conversa com Lula, porém, o ministro do TCU procurou os colegas e ponderou que responsabilizar Dilma neste momento eleitoral seria politizar demais o caso, além de repetir a defesa do governo de que a presidente votou a favor da compra da refinaria com base em resumo incompleto sobre o negócio. 

Ex-ministro de Relações Institucionais no governo Lula e conterrâneo do ex-presidente, Múcio foi nomeado para o TCU pelo petista. Até o início da semana, havia a expectativa no governo e na campanha de Dilma de que o ministro José Jorge, um ex-pefelista que se transformou no ministro responsável por relatar o caso, iria indicar a responsabilidade dela por ter votado a favor da compra da refinaria como presidente do Conselho de Administração da Petrobrás. Ele responsabilizou o ex-presidente da Petrobrás José Sergio Gabrielli, amigo de Lula, e os demais diretores da petroleira, mas decidiu excluir Dilma. 

A interlocutores justificou que foi avisado de que, se incluísse a presidente, seu relatório seria todo rejeitado pela corte. Como havia divergência na área técnica sobre responsabilizar o conselho de administração, seria a justificativa para os votos contrários. Neste caso, optou por "salvar" o relatório. Assim, o assunto se mantém na pauta do tribunal e da imprensa, uma vez que se inicia a fase de defesa e há a possibilidade de os "punidos" resolverem contar o que não veio à tona até agora.