domingo, 13 de agosto de 2017

Tropas de assalto. Caravana de Lula pelo Nordeste receberá reforço de grupos esquerdistas.


Militantes de movimentos de esquerda escoltarão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a caravana que fará pelo Nordeste brasileiro a partir da próxima quinta-feira (17). Integrantes do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e de sindicatos rurais acompanharão, em suas motos, a chegada de Lula às cidades do interior do Brasil.
Segundo petistas, o cortejo tem dupla função: atrair atenção e intimidar os opositores do ex-presidente. Os dirigentes nacionais do MST se dividirão para coordenar a recepção a Lula, que visitará 25 cidades.
Embora a segurança do ex-presidente fique a cargo da GSI (Gabinete de Segurança Institucional), da Presidência, uma equipe do Instituto Lula procurou as Casas Militares dos governos estaduais para discutir medidas complementares para sua proteção.
Presidente do instituto, Paulo Okamotto, afirma que foi um “mero gesto de educação”. A assessoria do ex-presidente explica que é um procedimento de praxe.
A Casa Militar do governo de Pernambuco, por exemplo, informou ter recebido solicitação, por parte da Secretaria-Geral da Presidência da República, de apoio operacional à visita.
Em Pernambuco, Lula visitará a comunidade de Brasília Teimosa e participará de ato no parque Dona Lindu. Em Sergipe, fará de barco uma travessia do rio São Francisco. Antes participará de atividade ao lado de mulheres catadoras de aratu.
Em Salvador, embarcará em vagão do metrô ao lado do governador Rui Costa e do ex-ministro Jaques Wagner. Um dos responsáveis pela organização da caravana e vice-presidente do PT, Márcio Macedo, afirma que uma equipe será encarregada de vistoriar as cidades visitadas antes da chegada de Lula.
“Haverá precursora política, de comunicação, e de segurança, como em todos os atos em que o presidente Lula participa”, diz Macedo.
Escalado no PT para organização da viagem, Macedo diz também que “a segurança de Lula é compatível com o fato de ele ser ex-presidente da República e a maior liderança política e popular do país”.
Ao longo da caravana, o ex-presidente se reunirá com líderes políticos de diferentes matizes partidárias. Na quarta, jantará com o governador Renan Filho e o senador Renan Calheiros (PMDB), em Maceió. Também está prevista uma reunião com integrantes do PMDB da Paraíba, onde se reunirá com o governador Ricardo Coutinho (PSB).
Sua caravana já produziu tremores no Ceará, onde o governador Camilo Santana (PT) é aliado dos irmãos Ciro e Cid Gomes. Potencial candidato a presidente pelo PDT, Ciro está, segundo aliados, contrariado com a acolhida dedicada a Lula.
Ciro já avisou que não participará de atividades dedicadas a Lula em seu Estado. Ao responder se acredita na hipótese de obter apoio petista na corrida presidencial, Ciro é nada otimista. “Só se eu vencer e passar ao segundo turno, e eles não”.
Embora tenha sido condenado pelo juiz Sergio Moro em primeira instância, Lula deu sinais de esperança na manutenção de sua candidatura ao traçar seu roteiro pelo Nordeste. Segundo colaboradores, recomendou que fossem selecionadas cidades que não possa visitar durante a campanha presidencial de 2018.
Lula também pediu um levantamento de todas as realizações dos governos petistas nas regiões visitadas. E fez um pedido: pernoitar em hotéis para evitar que crianças sejam tiradas de suas camas para acomodar um ex-presidente. 
* Via Folha de S. Paulo

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

A roubalheira de Sérgio Cabral parece não ter fim.



Ontem o MPF apresentou mais duas denúncias contra Sérgio Cabral, como desdobramento da Operação Ponto Final. Segundo os procuradores do MPF, a roubalheira é tão grande que "fica difícil imaginar o final". 
Cabral já foi condenado a 14 anos e dois meses de prisão pelo juiz Sérgio Moro. É réu em 11 processos que estão nas mãos do juiz Marcelo Bretas, e agora enfrenta mais duas denúncias, onde também deverá virar réu. E como frisa a força-tarefa da lava Jato no Rio não para por aí. 
Não foi por falta de aviso, cansei de denunciar a corrupção de Cabral durante anos, que as autoridades do Rio não tomaram nenhuma providência. Eu avisei!

O pior está por vir.

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segunda-feira, 7 de agosto de 2017

Palavras enganosas para venezuelizar o Brasil.

Será que o governo Temer é tão bom a ponto de o Psol ter de mentir para fazer-lhe oposição? Na propaganda eleitoral gratuita, no rádio (25/07/17), o Psol foi o de sempre. Numa das "inserções", por exemplo, a ex-deputada Luciana Genro - que, para demonstrar a profundidade do seu pensamento, abriu com um originalíssimo "Para começar, fora Temer!" - fez malabarismo retórico para dizer sem dizer que é culpa de Michel Temer haver 14 milhões de brasileiros desempregados. Tudo bem! Ele era o vice de Dilma.
Mas, como bem sabe Luciana Genro, Temer assumiu o governo com o país ladeira abaixo, com mais de 12 milhões de desempregados, inflação disparando, juros estratosféricos e nenhuma previsão de crescimento. E ela sabe mais, o que empurrou o Brasil para o abismo econômico foi existir, com as impressões digitais de Dilma Rousseff, a macabra combinação de absoluta incompetência administrativa com roubalheira descontrolada.
Estarei defendendo Michel Temer? Não! Só alguém com deficiência cognitiva tiraria semelhante conclusão: repelir uma acusação falsa não implica ignorar os erros do presidente. Ademais, basta ter juízo – não sei se alguém do Psol tem - para enxergar a realidade. Fato é que, apesar de estar enrolado com a polícia, o governo Temer começou a recuperar a economia. Inclusive, embora lentamente, o desemprego vem caindo. Sim, é um governante menor do que o seu governo: a equipe do suspeitíssimo Michel Temer conseguiu melhorias palpáveis na economia, desfazendo pouco a pouco o desastre deixado por Dilma.
Mas o Psol não terá nada de base conceitual a discutir? Nenhuma ideia? Não conseguirá ir além daquela arenga de grêmio estudantil, atacando as reformas que, há não muito tempo, até as esquerdas pediam?
Não. O Psol jamais fará uma oposição racional. E se o governo é ou não acossado por denúncias não muda nada em sua agenda. Porque o objetivo do Psol é o caos social e político, reduzir tudo a ruínas para, num final imaginado por ele, implantar a sua ditadura do proletariado. Sim, o Psol, que é só um PT sem grife, quer venezuelizar o Brasil.
* Por Renato Sant’Ana, Psicólogo e Bacharel em Direito.( www.alertatotal.net)

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Ele venceu! Uma análise do ex-presidente Lula.

Ser vitorioso independe do lado em que se terça as armas: se em nome da consolidação das instituições nacionais, se em nome da destruição de todas elas. O que distingue o vencedor é o resultado atingido ao pôr em prática as formas de ação para alcançar os objetivos pretendidos. Ora, Lula é um vitorioso quanto ao seu desempenho e a de seus asseclas na demolição do tríplice alicerce do Estado: a Família, a Educação, a Fé. Não há como negar esta verdade.
Refiro-me à Fé, à Crença, e não à Igreja, tão poluída quanto qualquer outra instituição. O país desmoralizou-se, tornou-se promíscuo, liberou o materialismo arraigado nessa doutrina infame pela qual reza o rebotalho dos que infectaram Brasília e contagiaram todas as demais capitais.
Por isso, qualquer que seja o veredicto das sentenças futuras que venha receber o abjeto Lula, qualquer que seja o seu destino na vida particular e pública, terá já conquistado o laurel de vencedor. O miserável torneiro mecânico deu asas à sua imaginação nanica de sádico e pôs à deriva uma nau gigantesca que espera um comandante patriota para fazê-la retornar ao porto seguro. Todo o esforço desenvolvimentista do governo militar submerge na irresponsabilidade dos sacrílegos Lula, Dilma, e na dos chicaneiros dos outros Dois Podres Poderes da República.
Quem, senão ele, participa, em primeiro plano, das estatísticas internacionais como o maior assaltante de cofres públicos e de estatais que o mundo já conheceu? Quem, senão ele, destruiu todas as instituições do país em pouco mais de uma década? Sim, Lula é o grande vencedor! E pode gabar-se desse feito inédito e internacional ao lado do séquito de comparsas, levantando a munheca vermelha e grunhindo a frase que se tornou legenda de sua vil presença neste território que sempre detestou: “Nunca na história deste país ...”, e acrescentamos nós: houve um presidente que destruísse o Brasil como o migrante de Garanhuns!
O repugnante sujeito não rompeu as fronteiras da rejeição, não impôs a sua cara congestionada, sua voz grosseira, seu palavreado de pasto, para governar com decência o país. Não tem alma nobre para tal missão; ocupou o Executivo apenas para vingar-se de ter nascido pobre, de ser “filho de mãe analfabeta”. Para ele, a nação lhe devia com juros a sua infância miserável. A sua única meta, portanto, foi realizar a rapina de todos os dutos que pudessem satisfazer a concupiscência de um torneiro mecânico alçado ao trono de uma claudicante república.
Ensinaram-lhe o significado literal de ‘coisa pública’. E assim entendida, botou-a, rapidamente, no bolso, sem-cerimônia. Comprou o apoio da ralé estrangeira com o dinheiro do contribuinte brasileiro; permitiu a entrada de quem quer que seja em nosso território e se vangloria disso ao rosnar para a fiel plateia de seu aprisco, as asnices de ébrio.
Como a Justiça no Brasil parece também estar a caminho do camburão, nada acontece com ele quando, nos arroubos de fanfarrão, confessa abertamente a traição e a intencional bancarrota do país. Cobertos pela toga, magistrados empertigados, igualmente destroem o país, entupindo os ouvidos da maltratada população com um dialeto de casta, com um jargão de gueto. Estando ausente o notório saber, tomou o seu lugar o notório engrupir.
Lula é, realmente, vitorioso. Vitorioso na crueldade, à custa do sofrimento dos “oprimidos” que diz defender. Que todos sejam como ele, é o seu supremo desejo: um indivíduo sem categoria definida. Vitorioso, ao destruir a Educação quando já havia destruído a Família. Sem alicerce familiar a Educação não se sustenta. Sem a Fé, não nos sustentamos. Vitorioso, ainda, ao destruir a inocência das crianças, ao liberar nas escolas o lixo da promiscuidade sexual, travestida de “gênero” que autores perniciosos, adoradores do ídolo ordinário, disseminaram.
Vitorioso ao dominar a mídia para veículo de desmoralização das Polícias Militares e das Forças Armadas. Vitorioso ao exterminar com a Saúde no Rio de Janeiro, por vias do apoio ao sórdido Sérgio Cabral e à sua miserável quadrilha.
Lula venceu, sim. Vitorioso na ignomínia, no retrocesso moral e na desintegração do país. Lula é o símbolo do Vazio, do Roubo, da Traição, da Mediocridade, da Incultura, do Asco. Destruiu um gigantesco Brasil em quatorze anos e que levará meio século, ou mais, para se reerguer, se houver um dirigente à altura e que tenha por ele alguma afetividade e noção de civismo.
O vencedor transformou as instituições em células do PT, a maior Organização Criminosa de todos os tempos. Fez das Estatais doadores de sangue para fortalecimento do corpo patrimonial dos confrades; substituiu o Estado pelo governo, representante máximo do desqualificado partido. Toda a destruição planejada executou e fez executar. É ou não um vencedor? É ou não o “bezerro de ouro” das camadas enfurnadas na sua própria alienação?
* Aileda de Mattos OliveiraDr.ª em Língua Portuguesa. Acadêmica Fundadora da ABD. Membro do CEBRES)

sábado, 29 de julho de 2017

Veja quando Diogo Mainardi desmoralizou Lula no Programa do Jô.

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O esquerdismo “nem-nem”.

Até que ponto o crescimento das ideologias de esquerda, tanto no mundo, quanto no Brasil, nas suas mais variadas versões (na régua ideológica: ultraesquerdaesquerda e centro-esquerda), e do surgimento daideologia da juventude NEM-NEM (jovens que não estudam nem trabalham), estariam relacionados entre si?  Até que ponto as invasões migratórias dos países ricos por populações mais pobres de outros países estariam acontecendo por iniciativa e coordenação das esquerdas?  

A matéria é delicada e as fontes de pesquisa raras. Para que melhor se compreenda o raciocínio, o fenômeno mundial das migrações externas em massa de gente de diversas nacionalidades, com destino a países mais ricos, integrará a discussão. Onde essa situação mais se acentuou foi na migração de expresivos contingentes populacionais do mundo islâmico, tanto para os países mais desenvolvidos da Europa, quanto para os Estados Unidos.  Nesse exato sentido,  o Presidente Donald Trump  está encontrando muita dificuldade para restringir e regulamentar  tais migrações , que considera prejudiciais ao povo do país que governa, devido àjá parcial esquerdização e islamização desse país, incrementadas  fortemente nos Governos  do seu antecessor  Barack Obama, que aparelhou as instituições públicas americanas nessa direção, com muitadedicação.                                                                                                                                              
Quanto aos recentes acontecimentos na Europa, a imprensa nem tem mais espaço para noticiar todos os horrores que diariamente estão acontecendo, especialmente na Alemanha e França, onde os islâmicos praticamente já tomaram conta, agindo como se donos fossem desses países. Mas o pior de tudo é que essas práticas estão sendo incentivadas e mesmo patrocinadas pelo esquerdismo escancarado que foi implementado   tanto na UNIÃO EUROPÉIA, quanto na ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS-ONU. Por isso deve-se compreender perfeitamente as razões da saída do Reino Unido (Brexit) da União Europeia, que tomou essa medida para evitar sua própria contaminação do terrorismo que já assolou seus parceiros da UE.

Não há como fugir da conclusão que o DNA que move o esquerdismo dentro dos países se identifica com o DNA que regula as migrações tanto internas quanto externas, invariavelmente de populações de regiões ou países menos desenvolvidos para regiões ou países mais desenvolvidos.  Dito fenômeno marca presença especial em alguns países, fortemente no Brasil, onde as migrações internas também têm como principal característica o abandono de regiões mais pobres em busca de regiões mais ricas e desenvolvidas. No Brasil esse fenômeno corre frouxo, e jamais funcionaria com tanta velocidade sem o patrocínio e incentivo dos governos. Dessa política absurda emerge que o assalto migratório ilimitado de regiões mais pobres sobre regiões e cidades mais ricas, paulatinamente está invertendo o comando dessas cidades, onde os seus naturais, que construíram toda a riqueza existente, são forçados a ceder seus direitos para esses alienígenasinvasores.  São Paulo é quem mais sofre com essa situação. Não é mais o paulista quem manda em S. Paulo, porém outros, que inclusive são decisivos nas escolhas dos políticos eleitos. Isso seria sinal de liberdadeou esculhambação mesmo? Estaria se respeitando os direitos dos locais?

casa-da-mão-Joana é conhecida como aquela onde todos mandam, sem qualquer organização, onde cada um faz o que bem entende. Está sempre aberta para qualquer um entrar. Ninguém, por livre consentimento, admitiria morar numa casa desse tipo. Ora, é evidente que a cidade, o estado e o próprio país são extensões do próprio lar. Por consequência essas unidades político-administrativas também não poderiam ser transformados em casas-da-mãe-Joana, como foram e continuam sendo. Mas infelizmente no mundo e particularmente no Brasil a política é essa. Portanto os próprios países, sob patrocínio da ONU, foram transformados em típicas casas-da-mãe-Joana. O mesmo acontece internamente no Brasil, com as suas cidades, regiões e estados não possuindo quaisquer poderes para legislar sobre os seus próprios interesses, inclusive sobre migração. Por aí se vê a grande mentira que é a propalada autonomia constitucional dos Estados e Municípios na (pseudo) federação brasileira. O Brasil é um Estado-Unitário, não federativo. A Constituição mente. E descaradamente.

Interessantíssimo é observar que a juventude nem-nem predominantemente tem vocação ideológica de esquerda. Mas parece que essa característica vai bem mais longe. As populações carentes que migram de países mais pobres para países mais ricos provavelmente chegaram a essa situação devido ao mesmo fatornem-nem, não obtendo vidas estáveis nos seus países de origem por não gostarem ou não terem aptidões para trabalhar ou estudar. Ninguém migra de um país para outro quando tem estabilidade social e econômica na origem. Resumidamente, é gente que não deu certo nos seus próprios países. Será que eles seriam diferentes e somariam nos outros países pelos quais optaram migrar, coincidentemente ricos? Por que não migram para regiões também pobres?  Teriam que trabalhar para construir? Eis a questão.

A título de mero recheio, a população de jovens nem-nem cresceu no Brasil em 2015 para 22,5 % (Síntese de Indicadores Sociais-SIS-2016-IBGE), coincidente com o aumento do esquerdismo e ideologias similares.

O que se torna claro é que esse migrantes forçados pelas más condições das suas vidas nos países de origem nada ou pouco fizeram para construção dos seus próprios países. E de si mesmos. Que moral teria essa gente para migrar para países já organizados, desenvolvidos e ricos, construídos exclusivamente pelos respectivos povos? Isso não se configura apropriação de bens alheios?

Essa vocação seria tão somente usufruir da obra dos outros?  Não de construir para si próprio e para o coletivo?  Teria mais sabor a riqueza dos outros do que as próprias? Por que não fizeram isso nos seus países de origem? Mas me permito colocar no mesmo saco das esquerdas classificadas lá no início, tanto o socialismo em si, quanto o comunismo, o marxismo, o gramscismo, o fabianismo, a social-democracia, e todas as suas ramificações.

A ironia de toda essa situação é que especialmente os radicais esquerdopatas têm como principal característica a guerra declarada contra o capital. Porém esquecem que o capitalista, titular do capital, também trabalha, e geralmente bastante, mais que a maioria dos seus subordinados. Todavia os nem-nemparecem estar vendo no capital um concorrente desleal, que ocupa o espaço que eles mesmos queriam ter. Mas a diferença está em que o concorrente desleal faz jus ao que ganha porque trabalha, e muito. Enquanto isso, os nem-nem só querem usufruir da riqueza dos outros. Por coincidência, essa dinâmica éigual à IDEOLOGIA DO LADRÃO, que habitualmente rouba ou furta para bem-viver, sem que a sua consciência seja abalada. Qual a palavra que melhor definiria a situação de quem não estuda, não trabalha, nem se interessa por nada disso, preferindo só reclamar, fazer-se de vítima do sistema, criticar e usufruir do que outros construíram? A palavra é uma só: V-A-G-A-B-U-N-D-A-G-E-M !!!

* Texto por Sérgio Alves de Oliveira / Advogado e Sociólogo
        

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Brasil e o mundo respiram: fantasma da morte verde saiu pela porta.


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         O Papa Francisco intercedeu inutilmente para os EUA não saírem do malfadado acordo.
O pesadelo uma massiva redistribuição das riquezas planetárias, que tal vez só Marx imaginou nos horizontes fumacentos de sua futurologia, e o estabelecimento de um superpoder planetário anarco-tribalista radical foi adiado.
Queira Deus que seja para sempre sepultado.
Tinha um nome e era “Acordo de Paris”. Os EUA caíram fora. Sem eles vai ser difícil que a esmagadora canga verde seja carregada por muitos países que assinaram com um pé atrás.
O “acordo de Paris” poderá sobreviver no limbo da papelada da ONU que o mundo venera mas arquiva. Foi o caso do histórico precedente do Protocolo de Kyoto.
O Brasil só tem a comemorar. As esquerdas e grande parte do mundo político enleado em investigações, processos e até prisões berraram ao uníssono contra a decisão americana. Mas logo a seguir terão que cuidar de seus problemas pessoais.
O País ficou, porém, com sua parte da canga do “acordo de Paris”, uma das piores heranças do governo de Dilma Rousseff. 
Os proprietários agrícolas brasileiros estão ameaçados de ter que pagar por volta de 40 bilhões de dólares de seu próprio bolso para se adequar às exigências do  acordo. 
O volume a pagar ainda está sendo discutido. A única coisa certa é que esse é apenas o primeiro de uma enxurrada de controles e opressões que poderão vir em decorrência do acordo. 
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Acordo de Paris' reuniu 'todos os revoltados da Terra" contra a atitude de Trump.


Esperamos que na terra de Nossa Senhora Aparecida também prevaleça o bom senso e a justiça. Que a tempestade seja afastada como nos EUA.
Uma boa metade dos americanos tinham fortes razões para achar que o acordo parisiense é péssimo. Em pequenas cidades comemoraram nas ruas a saída do acordo como se fosse uma Copa do Mundo, segundo informou o “The New York Times”. 
Pois acham que esse Acordo foi mal negociado pela administração Obama. Sem dúvida foi um péssimo negócio, mas não faltou habilidade nos negociadores obamistas. Até sobrou para esconder o que verdadeiramente estava sendo cozinhado.
Se houve um negócio desastroso foi por causa de uma ideologia comuno-anarquista que sonha extinguir a nossa organização civilizacional e retroagir o mundo a um estado utópico sonhado por Marx e radicalizado pela Teologia da Libertação.
De acordo com um estudo da NERA Economic Consulting cujos dados teriam sido ouvidos pelo presidente Trump, atender aos compromissos assumidos por Obama no Acordo de Paris custaria à economia dos EUA cerca de US$ 3 trilhões nas próximas décadas.
Custo socialmente mais devastador teria sido a perda até 2040 de 6,5 milhões de empregos no setor industrial (inclui 3,1 milhões de empregos do setor manufatureiro). 
As milhares de folhas assinadas em Paris, como já tivemos ocasião de tratar neste blog, tem um viés faccioso contra os países que respeitam, bem ou mal, a propriedade privada e a livre iniciativa.

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A China duplica EUA na emissão dos gases proibidos, mas é a heroína do clima! Os EUA que está reduzindo as emissões é o 'vilão'! Gráfico do "The New York Times". O acordo exibe uma incompreensível condescendência com os países socialistas ou comunistas.


Esses – é o caso eminente da China – poderiam desrespeitar o acordo à vontade. Enquanto o látego ambientalista do “acordo de Paris” cairia sobre as economias livres.
A China teria “passe livre” para poluir, produzir gazes estufa, CO2, etc., etc. E ainda há quem a apresente como a heroína líder dos salvadores do planeta ameaçado pelo bicho papão do “aquecimento global”. 
O jornal “The New York Times”, contrário à decisão do presidente Trump, publicou elucidativos quadros estatísticos. 
Esses mostram que as emissões condenadas que causariam o “aquecimento global” estão crescendo em ritmo vertiginoso na China!!! 
O mesmo gráfico mostra que os EUA (e as economias desenvolvidas) estão diminuindo gradual e estavelmente suas emissões, equivalendo em números absolutos à metade do que emite a heroína chinesa da salvação do globo. 
O CO2 não tem nada de ruim. Pelo contrário é altamente positivo e indispensável. Ele está no ponto de partida da vida na Terra. 
Porém, para tentar tranquilizar a agitação verde-vermelha, os EUA e os países industrializados aplicaram programas para reduzir a produção humana de CO2.
Então desde 2006, as emissões americanas de CO2 diminuíram 12%, e espera-se que continuem a fazê-lo. Mas mesmo assim os EUA seguem sendo o diabo. No mesmo período, a China multiplicou suas emissões de modo alucinado. Mas é vermelha comunista, então tudo bom!
Além da devastação na máquina produtiva americana, a administração Obama comprometeu US$ 3 bilhões no Fundo Climático Verde que deveria reunir US$ 100 bilhões em 2020, e como início de conversa.



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Momento em queTrump, corajosamente, anuncia saída do malfadado"acordo de Paris".

Esse Fundo será destinado a promover energias e formas econômicas alternativas no planeta. Leia-se vai ser o grande financiador das ONGs e projetos socialistas ambientalistas que infernizarão a vida dos homens que querem trabalhar e produzir racionalmente. 
Também, dizem os países africanos, servirá para impedir que eles saiam do subdesenvolvimento com o pretexto de não cair nos “males” da civilização ocidental, ou do (para eles) malfadado progresso.
Para acréscimo de ridículo, numerosos estudos feitos por altos cientistas, como, por exemplo, do Massachusetts Institute of Technology – MITse todos os requisitos do acordo de Paris fossem cumpridos à risca pelos países assinantes, o impacto sobre o clima seria insignificante!!!
As metas estipuladas, se atingidas, poderiam reduzir o aumento da temperatura global em menos de 0,2 graus Celsius em 2100. Uma ninharia, até para os verdes mais moderados, com um custo mastodôntico que estimulará a miserabilização dos homens.
Nos 130.000 anos dos quais se tem registros científicos, a natureza já demonstrou que pode aquecer ou esfriar muito mais do que isso sem intervenção do homem, que nestas matérias é inexpressivamente pequena.
O que visa a revolução ambientalista não é esse absurdo material. Mas a utopia comuno-tribalista anti-civilização e anti-cristianismo.
Por isso, os homens de bem, hoje comemoram.

domingo, 16 de julho de 2017

Lasier conclui relatório que moraliza uso do cartão corporativo.

Está pronto para ser votado na Comissão de Constituição e Justiça o relatório do senador Lasier Martins (PSD-RS) favorável ao projeto que reforça o rigor no uso de cartões corporativos pelo governo federal. O PLS 84/2016 fixa limites e faz divulgação online dos gastos. O texto também proíbe saques e acréscimos a valores comprovados de despesas. Atualmente inexiste restrição, dando margem a abusos. 
O senador mandou dizer ao editor que o uso dos cartões corporativos é abusivo, citando este dado:
- Entre 2003 e 2015 os pagamentos com cartões corporativos alcançaram R$ 615 milhões, 95% dos quais com despesas sigilosas.          
Pela proposta, nome e matrícula do portador do cartão serão identificados na internet, bem como data e montante do gasto. O total das despesas no exercício será publicado, mensalmente, por unidade gestora. O projeto também limita o valor da compra de produtos e serviços por órgão a pouco mais de R$ 6 mil mês. 

·         *Via polibiobraga

sábado, 15 de julho de 2017

Lula e Temer entram na História do país sob o manto da corrupção


O Brasil vive hoje momento inédito em sua História. Um ex-presidente da República acaba de ser condenado por corrupção passiva e o atual está sendo investigado também por corrupção. As dúvidas que pairam no ar nos dois casos são: O Tribunal Regional da 4ª Região (TRF-4) irá confirmar a condenação de Lula e ele se tornará inelegível? Quando isto irá acontecer? Ou nada disso acontecerá? Todo Brasil quer saber, tanto os que apoiam o líder petista como os que lhes são contrários. Uma enorme quantidade de juízes poderá ser chamada a interferir no assunto, num total de 14. Os magistrados da 8ª Turma do TRF-4 têm fama de terem a mão bastante pesada, principalmente em casos de corrupção, destacando-se o desembargador Gebran Neto relator do processo da Operação Lava-Jato do TRF-4 por ser bastante rigoroso, com elevado índice de pareceres recomendando a condenação dos réus.
Além desses, também a 8ª Turma do Superior Tribunal de Justiça tem mais ministro para participar do processo. Quanto ao presidente Michel Temer, a situação aparenta ser mais tranquila porque na 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) estão os ministros Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes, com o ministro Edson Fachin como relator, onde tudo pode acontecer pelo que já se conhece de alguns deles. Seja qual for o resultado final de tudo isso, mesmo com Lula podendo concorrer em 2018, a biografia dos dois terá sempre como primeiro capitulo as acusações de corrupção.   

domingo, 9 de julho de 2017

O constrangedor retorno de Aécio Neves.




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O discurso de Aécio Neves na sua volta ao Senado, após o afastamento de 46 dias, foi anunciado como uma volta triunfal. 
Mas o desfecho foi o anticlímax. Nada de plenário lotado para prestigiá-lo, muito menos claque nas galerias para aplaudi-lo, nem mesmo discursos acalorados da oposição questionando as palavras do senador. Aécio Neves discursou para apenas 10 colegas, nem todos os senadores tucanos foram dar-lhe força e os adversários políticos nem se deram ao trabalho de rebatê-lo. 
Foi tratado como "cachorro morto" pelos colegas. Quanto ao teor do pronunciamento muito blablablá sobre ter sido vítima de uma "armação" e um único pedido de desculpas, pelos palavrões que falou ao telefone, nas conversas gravadas pela Polícia Federal. Foi constrangedor.  

sábado, 1 de julho de 2017

14 pontos desconhecidos sobre os índios brasileiros.

Eles não dormem em ocas, aproveitam a eletricidade e falam português. Dados revelados pelo IBGE mostram o retrato do índio brasileiro hoje (Marco Prates, "Revista Exame", 10-8-12).
A mais atualizada pesquisa sobre a população indígena do Brasil, divulgada pelo IBGE, mostra números que revelam um panorama bem diferente do que os portugueses encontraram aqui em 1500.
Mais de um terço dos índios vive em áreas urbanas e quase ninguém dorme dentro de ocas ou malocas. Alguns se declaram índios, mas não sabem a que etnia pertencem.
Confira abaixo os destaques das informações obtidas a partir do Censo 2010:
1) Existem 896,9 mil indígenas no País.
Em 1500, estimativas de historiadores é de que esse número seria de até cinco milhões.
2) Um em cada três vive em áreas urbanas
O IBGE descobriu que 36,2% da população indígena reside em área urbana e 63,8% na área rural. Entre as regiões, o maior contingente fica na região Norte, com 342,8 mil indígenas, e o menor no Sul, com 78,8 mil.
3) O português domina
Dos indígenas com cinco anos ou mais de idade, 37,4% falam uma língua indígena, enquanto 76,9% falam português. Fora das terras demarcadas em todo o território nacional, somente 12,7% falam alguma língua indígena.
Entre aqueles com mais de 50 anos de idade dentro das terras demarcadas, quase 98% não falam português.
4) Quase 80 mil deles não se declaram índios
Pela primeira vez, o IBGE contou não somente as pessoas que se declararam indígenas, mas também as que, apesar de viverem em áreas demarcadas e se considerarem indígenas em termos de tradições e costumes, declaravam-se de outra cor ou raça. 78,9 mil indígenas foram contados assim, sendo que 70% desses se declaravam pardos.
5) São 305 etnias que falam 274 línguas
Pela primeira vez, o IBGE contabilizou estes números.
6) Parte deles não sabe a que etnia pertence
Exatos 147,2 mil índios (16,4%) não souberam dizer a que etnia pertenciam. Outros 6% não declararam.
7) Eles detê m 1/8 do território brasileiro
O território demarcado está dividido em 505 terras identificadas, que totalizam 106,7 milhões de hectares (12,5% do Brasil), concentrados na Amazônia Legal. Dessas, 291 têm populações em que vivem entre cem e mil índios.
8) Os Tikúna são os mais numerosos
Com 6,8% do total de índios (46,1 mil), os Tikúna constituem a etnia mais numerosa do País, seguidos pelos da etnia Guarani Kaiowá, com 43,4 mil. Considerando os que vivem em uma mesma terra, porém, a liderança é dos Yanomámis, que totalizam 25,7 mil pessoas em área nos estados do Amazonas e Roraima.
9) População jovem
No Brasil, 22,1% da populaç ão em geral tem entre 0 e 14 anos. Já na população indígena, quase metade (45%) tem esta idade.
10) Mais da metade deles não ganha nada
Quando se trata de rendimentos, 52,9% dos índios não recebem nada, proporção ainda maior nas áreas rurais (65,7%). O IBGE ressalta, no entanto, que esta informação é de difícil mensuração, pois muitos trabalhos são feitos coletivamente e a relação com a terra tem enorme significado, sem a noção de propriedade privada.
Na região Norte, por exemplo, 92,6%, das pessoas indígenas de 10 anos ou mais recebiam até um salário mínimo ou não tinham rendimentos.
11) Quem mora em oca ou maloca é minoria
Pr edominam as casas. Somente 12,6% dos domicílios são constituídos por "ocas ou malocas", que não são muito comuns nem nas terras indígenas, onde representam apenas 2,9% de todos os domicílios das 505 terras. Em 58,7% desses locais, elas não foram nem sequer observadas.
12) Três em cada quatro deles são alfabetizados
Entre 2000 e 2010, a taxa de alfabetização dos indígenas com 15 anos ou mais de idade (em português e/ou no idioma indígena) passou de 73,9% para 76,7%. Hoje, o índice nacional, considerando índios e não índios, é de 90,4%.
13) Sem registro
A proporção de indígenas com registro de nascimento (67,8%) é menor que a de não indígenas (98,4%).
14) Apenas 10% deles vivem no escuro
A energia elétrica de companhia distribuidora ou outras fontes, dentro das terras indígenas, chega a 70,1% dos domicílios. Considerando o total de terras indígenas, apenas 10,3% não tinham qualquer tipo de energia elétrica.

sexta-feira, 30 de junho de 2017

Danilo Gentili não perdoa: bate no Jean Wyllys.

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Conselheiro dos Direitos Humanos que recebia dinheiro do PCC para atacar Polícia é condenado.

Luiz Carlos dos Santos pegou 16 anos por ajudar bandidos dentro do Condepe/SP
Na primeira sentença decorrente de uma grande operação contra o Primeiro Comando da Capital, o PCC, a Justiça de São Paulo condenou Luiz Carlos dos Santos, ex-vice-presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana do Estado de São Paulo, o Condepe, a 16 anos e dois meses de prisão. Santos é acusado dos crimes de corrupção passiva e ativa por cooperar com a principal facção criminosa do país. De acordo com a sentença dada nesta terça-feira (27), o então conselheiro do Condepe recebia uma mesada de R$ 5 mil para realizar falsas denúncias de violência promovidas por membros do estado, além de influenciar autoridades, como juízes e desembargadores. A Polícia Civil aponta que, no total, ganhou R$ 130 mil.
A ligação de Santos com o PCC foi revelada em novembro do ano passado durante a Operação Ethos, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo. Essa investigação descobriu que, nos últimos anos, a facção criminosa criou mais um braço em sua estrutura hierárquica para dar suporte a seus negócios no narcotráfico: a célula R, ou Sintonia das Gravatas, formada essencialmente por advogados. Por circular livremente pelos presídios, eles funcionavam como canal de comunicação entre as lideranças da facção encarceradas e os membros soltos. Além da defesa jurídica dos criminosos, eles eram encarregados de pagar propina a autoridades e se infiltrar em órgãos de direitos humanos. Em dezembro passado, a Polícia Civil de Presidente Venceslau pediu a prisão de 54 advogados. A sentença de hoje condenou quatro deles.
A ideia de aliciar Santos, do Condepe, foi de Valdeci Francisco Costa, o criador da célula R. Bacharel em Direito, Costa passou quase dez anos na Penitenciária II de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo. Saiu em 2015 com a missão de idealizar a estrutura de conexão do PCC com o mundo jurídico. Santos respondia diretamente para Costa: enviava relatórios semanais com os encaminhamentos a denúncias formuladas por presos da facção contra a polícia, em sua maioria falsas. Os textos eram repassados via Telegram, um aplicativo de troca de mensagens mais seguro do que o concorrente, o WhatsApp. Segundo Santos, a intenção do grupo era que ele fizesse uma denúncia à Corte Interamericana de Direitos Humanos, da Organização das Nações Unidas (ONU), sobre a má qualidade da alimentação servida no sistema penitenciário paulista.
Santos foi cooptado por dois dos advogados denunciados pelo Ministério Público: Vanila e Davi Gonçalves. Em seu depoimento, afirmou que ambos pediam insistentemente a ajuda dele para integrar o Condepe. Santos recusou, mas ofereceu em troca carteiras falsas que os identificariam como integrantes do conselho. Com eles, e em nome do Condepe, Santos chegou a organizar manifestações nas cidades de São Paulo e Praia Grande. Acabaram pegos antes. Assim que foi descoberto, Santos foi afastado do órgão, vinculado à Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo. Está preso desde novembro na Penitenciária I de Presidente Venceslau.

quinta-feira, 22 de junho de 2017

A juventude e a militância esquerdista.

Um fenômeno recente na internet brasileira são as piadas com as mudanças que os jovens sofrem após entrarem na universidade. A página de Facebook “Antes e depois da Federal”, recorrentemente deletada pela administração da rede social, em sua maior dimensão teve quase 300 mil seguidores e retrata casos que beiram quase a insanidade, em que adolescentes aparentemente normais e bem integrados se tornam figuras estranhas, caricatas ou simplesmente bizarras ao entrar em contato com o mundo da militância esquerdista nas universidades públicas brasileiras.
Esse fenômeno das mudanças radicais dos jovens nas universidades não é exclusivamente brasileiro. Embora as piadas tenham sido uma invenção legitimamente tupiniquim, rapidamente o fenômeno se alastrou nos Estados Unidos e na Inglaterra, à medida que as eleições desses países mostraram uma presença significativa de jovens de aparência, sexualidade e ideias confusas se manifestando como militantes radicais de esquerda.
Esses jovens, pejorativamente apelidados de “guerreiros da justiça social” (Social Justice Warriors, no jargão da língua inglesa), se tornaram notórios pela defesa de ideias extremistas no âmbito da esquerda, negando não apenas os valores da sociedade, mas até mesmo a realidade objetiva, alegando ser esse um esforço para tornar a sociedade “mais justa”.
Mais recentemente, eles se destacaram por cometer ações violentas contra oradores e palestrantes pró-Trump em universidades nos Estados Unidos, e pelo seu apoio massivo à candidatura do radical socialista Jeremy Corbyn nas eleições britânicas – um candidato notório por defender a imigração desenfreada de muçulmanos radicalizados religiosamente provenientes de zonas de conflito, uma ressindicalização dos ambientes de trabalho britânicos que levaria a Inglaterra de volta para os anos 1970, e pesados aumentos de impostos sobre a maioria da população britânica para bancar tudo isso.
“O socialismo dá aos jovens a ideia de que eles podem continuar sendo tutelados por alguém – agora, o Estado – que os protegerá das decisões difíceis e das adversidades da vida”
Mas o que explica essa relação tóxica dos jovens com o socialismo? Simples: a hegemonia da esquerda não só nos meios de imprensa, mas também nos meios educacionais em que essa hegemonia é tamanha que não é anormal um estudante passar por todo o processo desde a educação básica até as universidades sem nunca sequer ter tido contato com qualquer professor que não fosse abertamente um defensor do socialismo.
No caso britânico, em que a imprensa é pesadamente regulada e controlada pelo governo e em que as escolas institucionalmente utilizam livros didáticos que promovem uma agenda politicamente correta, essa situação torna-se ainda mais agravada. E isso, é claro, tem seus reflexos eleitorais.
Os Millennials, como são conhecidos aqueles nascidos entre 1985 e 1995, são fruto de duas décadas de uma criação em que os valores ensinados não são aqueles de seus pais, mas aqueles de seus professores e de suas escolas. Cabe lembrar que é justamente essa geração a que teve o menor contato com a própria família, muitas vezes sendo chamada de “Daycare generation” (“Geração da Creche”) por ter sido, nos EUA, uma geração cujos pais massivamente colocavam seus filhos em creches desde muito cedo na infância, assim reduzindo muito o contato deles com seus pais.
É uma geração que, majoritariamente, cresceu insulada dos seus próprios pais e de quaisquer valores que não fossem aqueles de uma instituição dedicada a “cuidar” deles e “fornecer” aquilo que eles “precisavam”. No começo de suas vidas, essa instituição era a creche, que cuidava deles e fornecia alimento. Ao avançarem para a adolescência, essa instituição passou a ser a escola e a universidade – e hoje, nos Estados Unidos, as universidades cada vez mais se parecem com creches do que propriamente com instituições de ensino, tornando-se muitas vezes infames por práticas como a criação de safe spaces (basicamente, um local onde o jovem adulto se refugiaria para estar seguro contra coisas que pudessem lhe ofender – como opiniões diferentes da dele ou desafios que a vida pudesse lhe propiciar) ou de manuais de conduta regulando o que os estudantes poderiam ou não falar com seus colegas.
Não é estranho e nem anormal pensar que essa geração que cresceu sob a eterna vigilância e “cuidado” de uma autoridade incutiu tais valores, e hoje se vê dependente dessa figura do “cuidador”. É nisso que o socialismo se torna tão atraente para esses jovens. Quando um jovem americano ou britânico vota em um socialista como Bernie Sanders ou Jeremy Corbyn, ele não está apenas fazendo uma opção política. Ele está buscando aquilo que durante toda a sua vida ele teve e que agora, na fase adulta, lhe foi tirado abruptamente: um cuidador. O socialismo fornece isso para essas pessoas. Ele dá a esses jovens a ideia de que eles podem continuar sendo tutelados por alguém – agora, o Estado – que, então, os protegerá das decisões difíceis e das adversidades da vida.
Quando esse jovem vota na esquerda, ele quer um Estado que o proteja das “opiniões malvadas” daqueles que discordam dele. Ele quer um Estado que o proteja dos “patrões exploradores” que insistem que não existe o almoço grátis que eles antes ganhavam na cantina da escola. Ele quer um Estado que garanta que, se ele adoecer, haverá um médico que lhe atenda de graça e lhe faça lembrar da enfermeira da escola que lhe atendia quando ele se machucava no parquinho. Ele quer, em suma, alguém para nutrir a figura paterna que eles não tiveram, e que durante toda a sua juventude sempre foi substituída por uma organização parecida com a do Estado. E, como solução mágica para esse problema, a esquerda lhes oferece o que eles mais desejam: um Estado-babá.


*Por Rodrigo Neves, bacharel em História e em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo.