segunda-feira, 19 de novembro de 2012

MPF investiga se BMG doa R$ 300 mil por mês ao PT.

O Ministério Público Federal investiga se é a real o informe de que o Banco BMG faz doações mensais de R$ 300 mil reais ao Partido dos Trabalhadores. A instituição, que chegou a ser citada no processo do Mensalão, também é apontada como financiadora das viagens para palestras promovidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O banco mineiro – que cobra um dos juros mais altos do mercado - seria um dos patrocinadores do Instituto Lula.
 
A Polícia Federal já investigou as operações de lavagem de dinheiro do mensalão envolvendo o BMG. Investigações também do Banco Central, da CPI dos Correios e da Procuradoria-Geral da República identificaram irregularidades nos empréstimos feitos pelo BMG ao Partido dos Trabalhadores, via esquema de Marcos Valério. Laudo da PF confirmou: “Restou comprovado que os empréstimos concedidos ao PT e às empresas de Valério foram aprovados pela diretoria sem observância de normas do Banco Central nem tampouco das normas internas do banco”.
*Texto por Jorge Serrão

domingo, 18 de novembro de 2012

Prisão especial não se aplica aos mensaleiros.

Prisão especial não se aplica aos condenados do mensalão, diz Barbosa.



Segundo o ministro relator do mensalão, não há mais espaço para que condenados no julgamento solicitem o benefício. As instâncias federal e estadual da Justiça irão determinar local das prisões, diz Barbosa.

Relator explica que recurso só cabe em casos de prisão provisória ou não definitiva.



BRASÍLIA - O relator do processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, afirmou não haver mais espaço para o benefício de prisão especial para os condenados no julgamento.

Ele explicou que esse tipo de prisão apenas cabe nos casos em que se dá a prisão provisória. Ele se recusou a falar especificamente de pessoas julgadas no processo.


Wilson Pedrosa/Estadão

Barbosa é o relator do processo do mensalão no STF

Os advogados, como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado a 10 anos e 10 meses de prisão, têm o beneficio de sala especial, sem grades, quando o processo ainda não foi totalmente concluído. "Prisão especial é só para quem está cumprindo prisão provisória e não definitiva", disse o ministro, completando que esse caso não se aplica aos condenados no processo do mensalão.

O ministro explicou que cabe às justiças federal e estadual a definição do local onde o condenado deve ficar preso. "Determinar a supressão ou a suspensão da liberdade de ir e vir é quem condena", disse. Questionado sobre quem escolhe o local, ele respondeu: "Tanto faz (Justiça Federal ou Justiça Estadual)". Ele afirmou que, nesses casos, se leva em conta o local onde reside o condenado e sua família.

Joaquim Barbosa fez, na manhã desta terça-feira, uma visita de cortesia aos presidentes da Câmara, Marco Maia (PT-RS), e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), para convidá-los para a sua posse na presidência do Supremo, na próxima semana. Segundo ele, sua gestão seguirá o seu estilo conhecido. "O estilo será o que todo mundo conhece. Vou fazer uma gestão com muita clareza, muita simplicidade e transparência. Só isso." Ele disse que será uma honra ser o primeiro negro a presidir o Supremo.

Joaquim Barbosa afirmou não ter conversado sobre o processo do mensalão com Marco Maia, que já manifestou publicamente críticas ao julgamento. "Isso não impede de convidá-lo. Ele é o presidente da instituição. Eu vejo a instituição", afirmou. O ministro também evitou falar sobre o impacto que o julgamento poderia ter na maneira de se fazer política no País. "Não tive tempo de pensar. Estou tão ocupado que nem os jornais eu consigo ler", disse a caminho entre os gabinetes de Maia e Sarney.


*Denise Madueño, da Agência Estado

Ministro diz que, se invadir Gaza, Exército de Israel deve ir até o fim.

Foto: EFE
O ministro das Relações Exteriores israelense, Avigdor Lieberman, afirmou neste sábado que se o Exército de seu país invadir Gaza deve ser para 'ir até o final', em aparente alusão à derrocada do governo do Hamas.
'Estamos preparados para uma operação terrestre em grande escala, se for necessária, mas vale destacar que se o Exército entrar em Gaza não pode parar na metade, tem que ir até o final', declarou em um fórum cultural na cidade de Kiryat Motskin, perto de Haifa, no norte de Israel.
O chefe da diplomacia israelense lamentou que na última invasão de Gaza, há quatro anos, Israel tenha pagado 'um alto preço em termos de opinião mundial' pela morte de 1,4 mil palestinos, em sua maioria civis, e 'no entanto não alcançou seu objetivo'.
Lieberman considerou que a atual operação iniciada na quarta-feira passada e na qual morreram 41 palestinos, um terço deles civis, não é uma 'guerra total', mas tem 'objetivos específicos'.
Trata-se de devolver a calma à área de Israel que é constante alvo de foguetes lançados de Gaza; restaurar a capacidade de dissuasão de Israel e destruir o arsenal de foguetes de longo alcance das milícias palestinas, enumerou.
'A única forma de viver aqui em paz e segurança é criar uma autêntica dissuasão por meio de uma resposta contundente, de modo que não voltem a colocar-nos a toda prova', sentenciou.
O ministro, à frente do partido ultranacionalista Yisrael Beiteinu, apoia a derrocada do Executivo do Hamas em Gaza.
Ontem, em uma entrevista ao 'Canal 10' da televisão, afirmou que derrubar ao Hamas 'é algo que terá que ser decidido pelo próximo governo', que sairá das eleições do próximo mês de janeiro.
* Por EFE Brasil, EFE Multimedia

sábado, 17 de novembro de 2012

E o lulinha "pode muito"!


O Ministério Público e a Polícia Federal arquivaram investigações sobre suspeitas de tráfico de influência nos negócios do filho mais velho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fabio Luis, sete anos depois de iniciadas.
Em 2005, a Gamecorp, uma pequena empresa criada um ano antes por Lulinha, como é conhecido Fabio Luis, recebeu um aporte de capital de R$ 5 milhões da antiga Telemar, a empresa de telefonia que depois se fundiu com a Brasil Telecom para criar a Oi.
Após o aporte, o governo Lula alterou as regras do setor de telecomunicações para viabilizar a fusão da Telemar com a Brasil Telecom, com o argumento de que era necessário criar uma grande empresa nacional no setor.
Como a empresa é concessionária pública e tem o BNDES como sócio, o Ministério Público Federal abriu um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência e para averiguar se a transação deu prejuízo para os sócios da operadora de telefonia.
Nenhum depoimento foi tomado. O Ministério Público apenas enviou pedidos de informação à Gamecorp, à Telemar e ao BNDES, e perguntou à operadora e ao banco se eles sabiam que o filho de Lula era dono da Gamecorp.
Após receber as respostas, o Ministério Público concluiu que não houve nada irregular na transação. A investigação da Polícia Federal limitou-se a reunir reportagens jornalísticas publicadas sobre o caso. A decisão pelo arquivamento foi tomada pelo Ministério Público em agosto e ainda não foi publicada.
Ao explicar aos superiores por que o caso deveria ser arquivado, o procurador Marcus Goulart reconheceu que o investimento de uma empresa do porte da Telemar numa companhia desconhecida como a Gamecorp "pode causar espécie à primeira vista", e escreveu que "a estranheza toma proporções ainda maiores quando figura no quadro societário o filho do presidente da República".
"Soma-se a isso alteração da norma que permitiu a compra da Brasil Telecom pela Telemar e poder-se-ia concluir apressadamente que o investimento na Gamecorp seria apenas um pequeno agrado", prosseguiu Goulart. "Todas essas ilações podem convencer os leigos, mas são absolutamente insuficientes para levar o operador do direito a tomar uma decisão."
O advogado Roberto Teixeira, amigo pessoal do ex-presidente Lula, defendeu a Gamecorp no inquérito. Ao solicitar o arquivamento da investigação, Teixeira afirmou que "inexiste qualquer impedimento legal para que Fabio Luis possa participar de sociedade pelo fato de ser filho do atual presidente".
O pedido de informações enviado à Gamecorp foi respondido por Teixeira quatro anos após o início do inquérito, e só depois que um estagiário do Ministério Público fez um resumo da situação do processo e apontou essa "lacuna" para seus superiores.
Editoria de Arte/Folhapress
RONALDINHO
O BNDES e a Telemar alegaram que desconheciam o fato de Lulinha ser um dos sócios da Gamecorp na época em que o investimento foi aprovado, "numa decisão rotineira", e disseram que a parceria com a Gamecorp era na época "alvo das concorrentes". Passados sete anos, a Oi é a única grande cliente da Gamecorp, que acumulou prejuízos ao longo dos anos.
A investigação teve início após o recebimento de uma denúncia por e-mail. Quando o caso foi revelado pela revista "Veja", o presidente Lula disse numa entrevista que seu filho era o "Ronaldinho dos negócios". O jogador de futebol era considerado um dos melhores do mundo.
Procurados pela Folha para esclarecer as razões pelas quais o caso foi arquivado sem investigações mais aprofundadas, o Ministério Público Federal e a Polícia Federal afirmaram que não iriam se manifestar sobre o assunto.
*Fonte: Folha de São Paulo

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O "petê" contra Joaquim?...


“Joaquim Barbosa não se aposenta no STF aos 70 anos. Não se preocupe. Ele vai pedir antes para sair. Nós vamos agir para isto”.

Esta previsão-ameaça feita durante um telefonema trocado na terça-feira entre um alto dirigente do PT e um influente membro da Executiva Nacional do Partido é um indicativo de que o Brasil viverá tempos institucionais ainda mais sombrios e nada democráticos.

O petista ainda avisou ao outro: “José Dirceu não será preso. Vamos armar um esquema para ele não ser preso”. O teor da conversa telefônica vazou em Brasília – cidade onde a ilegal arapongagem rola livre, leve e solta.

*Jorge Serrão ( Alerta Total)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Israel elimina líder do grupo terrorista Hamas.

Israel responde aos ataques terroristas de centenas de foguetes palestinos lançados na região central do país realizando a chamada ‘Operação Pilar de Defesa’ contra o Hamas na Faixa de Gaza. 
Slain Hamas military chief Ahmed Jabari in 2011 (photo credit: AP/Khalid Farid)

O alvo eliminado dos israelenses, Ahmed Jabari, chefe militar do Hamas, em 2011 (AP/Khalid Farid)
            Definitivamente, Israel perdeu a paciência com o Hamas, depois de aturar muitos ataques terroristas em áreas próximas à fronteira e receber centenas de mísseis de fabricação caseira que têm se tornado mais destrutivos, e a Força Aérea israelense lançou, hoje, uma série de ataques aéreos à Cidade de Gaza, matando um dos seus alvos, o chefe militar do Hamas, Ahmed Jabari – o equivalente ao comandante em chefe – e seu filho, Mohammed al-Homs. Fontes palestinas estimam que, até a noite de hoje, já foram mortas nove pessoas.
            Após os ataques aéreos, os palestinos ainda lançaram 17 foguetes contra Beersheba, dois foguetes contra a cidade costeira de Ashkelon, e mais dois na região de Eshkol. Alguns dos foguetes foram interceptados pelo sistema de defesa ‘Domo de Ferro’. Não houve relatos imediatos de feridos ou danos de monta. Moradores dentro do alcance dos disparos desses foguetes, lançados a partir de Gaza, foram solicitados a permanecer por alguns minutos dentro de um abrigo. As aulas nas escolas foram suspensas pelo resto da semana em todo o sul do país, incluindo as cidades de Beersheba, Ashdod e Ashkelon. A polícia elevou o nível de alerta em meio a temores de mais ataques terroristas.
            Um porta-voz do exército israelense confirmou o ataque aéreo que eliminou Jabari, o responsável pela crescente exacerbação de ataques por mísseis às cidades israelenses, e disse que a operação aérea foi montada contra os terroristas e agentes do Hamas na Faixa de Gaza, que atacam Israel sem trégua com sua ‘jihad’ islâmica e que a operação foi denominada “Operação Pilar de Defesa". Acrescentou ainda que, "dada a natureza de sua posição no Hamas, Jabari foi o responsável, na última década, por toda a atividade bélica e terrorista contra Israel que emana de Gaza". “Jabari foi identificado pela ‘inteligência precisa e acurada’ israelense, que montou a operação com dados levantados durante vários meses, o que possibilitou eliminar o inimigo com precisão cirúrgica absoluta”, explicou um oficial israelense de alto escalão falando em anonimato graças às regulamentações militares.
            Em reação, o braço armado do Hamas advertiu que, “com o assassinato de Jabari, Israel abriu os portões do inferno sobre si”.
            Inúmeras testemunhas disseram à mídia que Jabari estava trafegando num veiculo na Cidade de Gaza quando um míssil atingiu o carro fazendo-o explodir numa bola de fogo. Uma multidão junto com o pessoal da segurança correu para a cena do ataque, tentando apagar as labaredas em que o carro destroçado estava engolfado sem, contudo, obter sucesso.
            A polícia do Hamas disse que outros ataques aéreos atingiram alvos na Cidade de Gaza City, em Khan Younis, em Beit Lahiya e em Rafah. Raed Atar, o chefe do Batalhão Rafah do Hamas, supostamente o alvo de um desses ataques israelenses, também foi eliminado. O Hamas negou os relatos de que Atar Marwan Issa, outra figura proeminente das Brigadas al-Qassam também tivesse sido morto.
            Alguns ataques ocorreram em antecipação a lançamentos iminentes de foguetes, tendo como alvo os silos de mísseis Fajr que têm um alcance de 70 km, podendo alcançar Tel Aviv, disse o correspondente de TV, Ronnie Daniel.
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Pessoas assistem o monte de ferros distorcidos  e calcinados em chamas em que se tornou o carro em que trafegava Ahmed Jabari, o chefe militar do braço armado do Hamas morto por um ataque preciso da força aérea israelense na Cidade de Gaza (AP/Adel Hana)
            Os especialistas compararam os ataques sobre aos mísseis mais potentes do Hamas ao do primeiro dia da segunda guerra no Líbano em 2006, quando Israel tomou as instalações e capturou os mísseis de longo alcance do Hezbollah (de fabricação iraniana). Minutos depois do ataque que fulminou Jabari, usuários e o próprio governo israelense postaram vídeos do carro reduzido a ferragens queimadas e destorcidas no YouTube.
            Jabari foi o mais veterano dos militantes do Hamas a ser eliminado desde a ‘Operação Chumbo Trocado’ quatro anos atrás. Jabari estava de há muito no topo da lista dos mais procurados por Israel e era famoso lá, onde os judeus o culpavam por uma série de ataques, incluindo a infiltração terrorista próximo à fronteira que causou a captura do soldado israelense Gilad Shalit, em 2006.
            Apesar de ser um cultor da segurança pessoal, Jabari pessoalmente escoltou Shalit quando em 2011 entregou o soldado às autoridades egípcias, que em seguida o liberou para Israel. O vídeo da entrega mostrou a posição do líder do Hamas por trás de Shalit.
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Quando entregava o soldado sequestrado Gilad Shalit (centro) aos egípcios, o líder do Hamas Ahmed Jaabari aparece por trás do soldado. (Flash90)
            Vários ministros israelenses deram a entender, nos últimos dias, que Tel Aviv estava se preparando para reassumir sua política de assassinatos seletivos após ter recebido o impacto de mais de 160 foguetes do Hamas disparados da Faixa de Gaza contra cidades israelenses, numa intensiva agressão ocorrida entre sábado e terça feira passada, uma vez que o governo judeu tem dito com frequência que considera o Hamas como único responsável direto por tal agressão, e países, como o Irã, como responsáveis indiretos e ocultos.
            Na terça-feira, a movimentação militar israelense estava se deslocando para o sul do país, quando o ministro da Defesa, Ehud Barak, disse que "a questão definitivamente não está resolvida e suas forças armadas decidirão como e quando agir quando houver necessidade disso". Suas declarações ecoaram nas advertências feitas por Netanyahu no domingo: “as Forças de Defesa de Israel estão operando, e operarão, cirurgicamente, para eliminar alvos das organizações terroristas na Faixa de Gaza que estão promovendo essa agressão contínua contra a população civil israelense e procurarão poupar tanto quanto possível, a população civil palestina da área”. “O mundo precisa entender que Israel não vai ficar assistindo, impassivo, os atentados contra o seu povo. Estamos preparados para intensificar nossa resposta”.
            Muito embora o primeiro-ministro não tenha mencionado qualquer ação militar em particular, o ministro de Assuntos Estratégicos, Moshe Yaalon, foi mais específico: "não há dúvida de que, nas duas últimas semanas, temos assistido uma escalada bélica levada a cabo pelo Hamas que impõe uma resposta adequada e definitiva por parte de Israel”, numa declaração à Rádio Israel, no domingo. "Não vamos deixar que tal situação perdure". Yaalon reconheceu que não há soluções fáceis para o problema, mas sugeriu que os assassinatos seletivos dos principais líderes terroristas do Hamas proporcionaram, no passado, longos períodos de calmaria ao longo da fronteira de Gaza. Ainda assim, na terça-feira, o Ministro do Likud, Benny Begin, foi categórico ao afirmar para a mídia que a atual escalada de hostilidade do Hamas tinha que acabado – uma aparente e deliberada conformidade que pode ter dado aos palestinos do Hamas, como Jabari, uma falsa sensação de complacência por parte do estado judeu.
            Depois dos ataques aéreos, o Hamas passou a conclamar a ajuda militar dos estados árabes – principalmente do Egito – mas, ao que parece, tal ajuda não virá, pois esses estados têm há muito usado a população palestina da Faixa de Gaza como bucha de canhão numa guerra suja contra Israel que, por eles mesmos, sabem que não podem vencer.
            A manutenção do conflito antissionista no Oriente Médio se constitui, em pleno século XXI, na situação mais vergonhosa da humanidade, sem que haja, no horizonte, qualquer solução à vista, diplomática ou militar.
*Francisco Vianna, com imprensa internacional, via Grupo Resistência Democrática.

Fala sebento, fala!


Durante longos sete anos o país ouviu a cantilena mentirosa do Ex presidente Defuntus Mitomanus, afirmando que o mensalão não existiu.
Desde o primeiro momento das denúncias do "Bob Jeff", que levaram a queda dele mesmo e junto do PTralhão mais vagabundo do país, Zé Dirceu, o ex presidente veio a público e disse que o PT deveria pedir desculpas ao país.
Isso foi quando o Sebento estava em Paris, em julho de 2005.
De lá para cá ele só fez é tentar desconstruir o mensalão a ponto de quando entregou o governo para a Dentuça, disse que não iria descansar enquanto não provasse a "farsa" do mensalão.
Ele passou sete anos desdizendo o que disse em Paris naquele 2005, e sempre que pode tentou colocar a culpa do mensalão na imprensa livre, na elite golpista, na direita, no Papai Noel, no Saci Pererê, no governo do FHC, na ditadura militar, na Branca de Neve, na puta que o pariu. 
Deu entrevistas à jornais estrangeiros, falou, gritou, esbravejou...Sempre negando a existência do crime, e acima de tudo, sempre tirando o próprio rabo da reta alegando nada saber, nada ter visto...ter sido traído.
Se nada sabia, não viu nada e foi traído, ele não passa de um puta dum Zé Mané que deixou que se montasse dentro do palácio do planalto o maior esquema de roubalheira de dinheiro público da história deste país, portanto além de traído é um puta dum inútil.
Mas na verdade, ele sempre soube de tudo e apostou no sucateamento que promoveu no STF quando colocou juízes escolhidos a dedo para ocupar os cargos e certamente trabalharem para o partido. Se phodeu, tirando os dois cretinos que defendem até os assassinos de suas próprias mães desde que sejam do PT. Até as duas mulheres que fazem o jogo técnico mas tem receio de atuar com tanta desenvoltura. E todos nós vimos o constrangimento e a leniência com que condenaram os PTralhas. É, como dizem, quem tem cú tem medo...
Mas, agora as condenações do mensalão saíram, os quadrilheiros vermelhos foram condenados à cana dura, é certo que muito provavelmente não ficarão em cana, e SE ficarem, vai ser por tão pouco tempo que ninguém vai perceber.
Somando-se a isso, o fato da PresidANTA Dimarionet Ducheff ainda ter a possibilidade de em 31/12 dar o indulto aos condenados, tornando todo o julgamento do mensalão em um circo, e colocando em risco o que ainda resta de nossa combalida democracia.
O mais engraçado por hora, é ver as mais abjetas e estapafurdias declarações dos outros quadrilheiros vermelhos em defesa de seus comparsas, e acima de tudo, ver que o PT, o partido da ética e da moralidade não seguirá seus estatutos e não vai expulsar os condenados de seus quadros.
E diante de tudo isso, o que mais incomoda é o silêncio ensurdecedor do EX presidente. Desde que foram condenados seus parceiros de empreitada, o "rei" dos palanques, o cara que faz discurso em velório e até quando abre a geladeira, se calou, sumiu, desapareceu.
Está recolhido a sua insignificância humana, e continua endeusado pelos cretinos de sempre. A imprensa internacional que o chamava de "O CARA" já não o enxerga da mesma maneira, hoje, ele é visto pelo mundo como um idiota que deixou que seu principal ministro fizesse tanta maracutaia debaixo de seus bigodes sem nada saber.
Juro que não sei o que é pior, ser reconhecido como ladrão, corrupto, inútil ou covarde. E pelo comportamento do nove dedos, ele é tudo isso e mais um pouco.
Agora iremos ver as ratazanas vermelhas fazendo todo tipo de manobras e declarações idiotas possíveis, e com a alienação popular que é endêmica na pocilga, certamente os quadrilheiros levarão a melhor.
Mas uma coisa eu tenho certeza, pelo silêncio do Sebento, e pela gritaria da rataiada vermelha, o mensalão existiu, e o EX presidente só não foi indiciado porque a oposição é uma piada e a imprensa em sua imensa maioria esta comprada pelos vagabundos da estrela vermelha.
Se esse caso ocorresse em um país sério, não teria cadeia para colocar tanta gente, inclusive o chefe do bando que aprendeu a dizer, não sei, não vi e não sabia, ainda no berço. 
* Omascate

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Lewandowski , uma pomba com os políticos e um falcão com os banqueiros!

 

Lewandowski, uma pomba com os políticos e um falcão com os banqueiros! Ou: Dosimetria do ministro expõe tese absurda!


O ministro Ricardo Lewandowski, sem dúvida, chama a atenção de qualquer pessoa apaixonada pela lógica. Vamos ver. Ele inocentou José Dirceu e José Genoino das acusações de formação de quadrilha e corrupção ativa — condenou Delúbio Soares por este segundo crime. Mesmo assim, propôs pena leve. Também não se mostrou exatamente um falcão com os demais políticos envolvidos na tramoia.
Pois bem. Ontem, no entanto, ao definir as penas da banqueira Kátia Rabello, eis que vimos um Lewandowski severo, com penas só ligeiramente menores do que as impostas por Joaquim Barbosa — nada que discrepasse muito. No caso de gestão fraudulenta, os dois até concordaram com os quatro anos. No total, ela foi condenada a 16 anos e oito meses de cadeia.
Muito bem! O que leva um ministro a inocentar o núcleo petista — afinal, desde sempre, o partido que comandava o esquema — e alguns outros políticos e a votar com severidade no caso da banqueira?
Kátia Rabello, por acaso, tinha algum projeto de poder? Digamos que tenha feito o que fez com o propósito de ficar ainda mais rica, de ganhar ainda mais dinheiro… Isso é tão grave quanto tentar fraudar o regime democrático?
No caso de Dirceu, Lewandowski não encontrou ato de ofício; no caso de Genoino, ele encontrou, mas achou que se tratava de um caso de “responsabilização objetiva” (só porque era presidente do partido…). Certo! Então devo concluir que Marcos Valério (que ele condenou, embora com pena mais leve do que Joaquim Barbosa) e sócios e Kátia Rabello e seus funcionários graduados atuaram no mensalão apenas para cuidar de seus assuntos privados? Ora…
O “mensalão”, ou que nome lhe queira dar Lewandowski, nessa hipótese, seria só uma tramoia de agentes privados, sem qualquer relação com um projeto de poder…
Vejam que coisa: o ministro revisor não condenou a banqueira por formação de quadrilha. Na dosimetria que fez para três outros crimes, votou por 13 anos de cadeia, o que é um tempo considerável. José Dirceu e José Genoino, no entanto, para ele, deveriam ter sido absolvidos.
Pois é… Para quem, afinal de contas, trabalhava o Banco Rural? Isso faz algum sentido?
*Texto por Reinaldo Azevedo
"O descontentamento é o primeiro passo na evolução de um homem ou de uma nação."
(Oscar Wilde)

Odebrecht no agronegócio em Cuba.Tem dinheirinho nosso aí?

 
Odebrecht melhora o agronegócio em Cuba com dinheiro dos impostos dos bfasileiros
1. A empreiteira brasileira Odebrecht vai administrar uma central de colheita de cana e produção de açúcar em Cuba, marcando a abertura do setor agrícola da ilha a investimentos estrangeiros. O negócio foi confirmado pelo o embaixador brasileiro em Cuba, José Felício, durante uma entrevista à BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC. Segundo ele, os investimentos brasileiros no país estão crescendo rapidamente graças a um crédito de “cerca de US$ 1 bilhão, ou talvez um pouco mais, com o porto e com créditos para aquisições”. O contrato para administrar a central açucareira “5 de Setembro” vai vigorar por 13 anos.

2. Desde a Revolução Cubana, em 1959, o agronegócio do país não recebe verba de outros países. Na época, a atividade foi totalmente nacionalizada, incluindo muitos engenhos que eram controlados pelos Estados Unidos. A indústria açucareira foi, desde a época colonial, o motor da economia cubana. No entanto, a partir da crise econômica dos anos 90, entrou em decadência, reduzindo a produção que nos anos 80 era de 7 milhões de toneladas para 1,38 milhão na colheita de 2011.
*Cesar Maia.

Lewandowiski leva um chapéu do Barbosão e dá pití!!


Desde que foi indicado à vaga de Sinistro do STF pelo EX presidente Defuntus Ceguetus, Ricardo Lewianowiski, tem se mostrado fiel escudeiro da quadrilha vermelha.
A relatoria do mensalão, não se sabe nem como ou porque, caiu nas suas mãos. E desde então ele vem arrastando o processo tentando conseguir jogar para o fundo do baú as punições contra os amigos de seu padrinho no tribunal.
Infelizmente para ele, a opinião pública e a imprensa séria bateram sem parar na morosidade do tribunal para começar a julgar esse caso.
E com a aposentadoria do Ministro Peluso chegando e logo em seguida a do Ayres Britto, o tribunal decidiu que o julgamento começaria em 2 de Agosto.

E desde o dia em que esse julgamento começou, o sinistro Lewianowiski, e o bate pau mirim da PTralhada, o Toffornicando-a-constituição, demonstram preocupantemente que estão lá para servirem de advogados de defesa, principalmente dos PTralhas.
Lewianowiski é o mais atuante defensor neste julgamento. Chega às raias da bizarrice e do descaso com a corte.
É nítida sua condição dentro do tribunal, e sua postura chega a dar vergonha do combalido e sucateado sistema judiciário Brasuca.
Se um juiz tem por dever de ofício ser isento e imparcial, este cidadão está desafiando a moral e a ética, pois, de isenção e de imparcialidade ele não tem nem o cacoete.
Ele é tendencioso e parcial, tenta melar o julgamento a toda hora, não tem postura ética compatível com o cargo que ocupa, e acima de tudo, perdeu de vez o receio de ser reconhecido como bate pau dos PTralhas.

Ele a cada dia que passa se coloca mais abertamente a favor dos réus e demonstra claramente que sua função no supremo é servir aos que estão no poder.
As leis e a justiça servem apenas para dar "lisura" em suas decisões sempre favoráveis aos réus que integram a quadrilha vermelha.

Este senhor é a vergonha do judiciário Tupiniquim, e de alguma maneira, ele tem que perder a condição de ministro do supremo. Pois, o STF vem dando mostras de que para se manter a democracia em funcionamento, com gente como ele, tem que ser no grito, já que pelas vias legais fica praticamente impossível.

Bem, eu disse isso tudo para mostrar que sabedor do comportamento leviano e tendencioso do citado sinistro, o Relator do processo, o Ministro Barbosão, deu uma jogada de letra pra cima do Lewandowiski.
O sinistro PTralha estava apostando nas suas imorais saídas jurídicas, ou mesmo na sua desfaçatez para levar o julgamento em banho maria até a aposentadoria do Britto, onde ele teria condições de na dosimetria dos PTralhas, no mínimo empatar, e na sua verborragia irritante, neste caso "em dúbio pró réu."
E com a brilhante manobra do Barbosão de mudar a sequência da dosimetria para apenar os vagabundos vermelhos antes da aposentadoria do Ministro Ayres Britto, Lewianowiski sem ter outra saída, tentou melar a sessão, arrumou mais uma de suas presepadas bateu boca com o relator fez um vergonhoso e imoral circo.

Como não conseguiu seu intento, preferiu recolher seus panos de bunda e abandonou a sessão em uma gritante demonstração de que realmente está no bolso da quadrilha vermelha.

Este senhor é a vergonha da nação.

O Lewianowiski só não contava com, a astúcia do Barbosão que inverteu a ordem de votação e deu a dosimetria antes da aposentadoria do Britto, fazendo com que as penas pegassem justamente seus protegidos.

Onde é que chegamos no Brasil. Um ministro do STF ter que "manobrar" votações por conta de que outro ministro é tendencioso e desavergonhadamente bate pau da quadrilha.
E com essa manobra ele consegue fazer justiça mesmo com os xiliques de seu desafeto companheiro de toga.
O país saiu aliviado pela "sacada" do Barbosão e fica ainda mais preocupado com as atitudes de
Sinistros que visivelmente não respeitam a democracia, as leis, e muito menos a população.

E com a saída do Britto, certamente a PresidANTA Dilmarionete Ducheff, vai colocar mais um bate pau PTralha no STF para trabalhar em favor do partido.
E com isso, o Brasil avança firmemente para o brejo do çocialismo boiolivariano.

E a pá de cal na nossa democracia poderá ser jogada pela PresidANTA, caso ela de o indulto aos três patetas vermelhos que já estão condenados.