segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Quando o crime compensa...

No país da bandalheira, um assassino condenado na Itália por quatro homicídios, vive risonho nos bares de São Paulo enchendo a cara de cerveja e curtindo a vida.
No Brasil do PT, realmente o crime compensa.
Será que um dia o povo brasileiro vai acordar e acabar de vez com tanta bandalheira?
E enquanto isso não acontece somos afrontados diariamente por pessoas sem ética, escrupulos e sem moral, que bebericam cervejinhas com a consciência tranquila de que a lei nunca mais vai colocar as mãos neles. Por mais hediondos que sejam os crimes cometidos.
Enquanto ele beberica sua cervejinha rindo a valer, os parentes dos que foram assassinados por esse lixo choram duplamente.
A primeira pela perda do ente covardemente assassinado (Geralmente pelas costas).
E a segunda por conta da impunidade rastaquera e vagabunda que premia um assassino com a liberdade só porque ele é alinhado ideológicamente com o partido que está no poder aqui em Banânia.
Temos que tomar muito cuidado, pois parace que se algum militante político esquerdofrênico matar um desafeto, ele poderá gozar da "anistia" do crime político.
A lei no Brasil foi dividida em: Assassinato. E o assassinato político. O primeiro pode nem dar cadeia se o criminosos tiver dinheiro. E o Segundo certamente NÃO dará cadeia se o criminoso for esquerdofrênico.
E o que mais me deixa perplexo é ver que a sociedade que tanto reclama da impunidade e da violência, não abre a boca para protestar contra essa aberração.
E a ministra dos direitos humanos tão zelosa e atuante contra a PM paulista, também defendeu a liberdade para esse crápula.
Olha. A cada dia que passa eu me convenço ainda mais de que no Brasil só tem otário!!!
Eita povinho de merda!!!!

Jaqueline Roriz, convida: Vamos nos encontrar?

A piada é mau gosto...mas é piada!!!
A deputada do pacote de dinheiro do Distrito Federal, Jaqueline Roriz, foi absolvida pelos seus amigos de Câmara. É aquela que apareceu em um vídeo recebendo aquele pacote de dinheiro da corrupção. Não aconteceu nada com ela. Foi absolvida pelos senhores nobres representantes do povo no Congresso Nacional. Muitos dos que absolveram a nobre deputada são da base aliada. Ajudam a Governar o Brasil, um país que definitivamente perdeu a vergonha na cara. A deputada que escapou da cassação chorou emocionada e limpou as lágrimas dos olhos delicadamente com a ponta dos dedos. Foi mais um dia de glória para o Brasil.

O que ele fazia lá?

Dilma Rousseff ficou surpresa ao saber que o presidente da Petrobras foi ao encontro do "consultor" José Dirceu num quarto de hotel em horário de expediente - e logo depois de uma reunião com ela no Palácio do Planalto.
O ex-ministro José Dirceu ficou tiririca depois de VEJA revelar que ele usa um quarto de hotel, em Brasília, para conspirar contra integrantes do governo e garimpar informações sobre a administração federal, a matéria-prima de sua bem-sucedida carreira como consultor de empresas privadas.
Apesar de estar com os direitos políticos cassados e figurar como comandante de uma "organização criminosa sofisticada” no processo do mensalão, Dirceu mostrou que continua a dar as cartas no PT.
Os líderes da legenda no Congresso manifestaram solidariedade a Dirceu, acusando a revista de invadir a sua privacidade.
Sob a batuta do ex-chefe da Casa Civil, o partido resolveu até incluir na pauta do congresso petista que se realizaria no fim de semana uma moção de desagravo a Dirceu, devidamente acompanhada de uma ofensiva pela regulamentação da "mídia" - uma proposta explícita de censura à imprensa inventada no governo do ex-presidente Lula, mas já rechaçada pela presidente Dilma Rousseff.
Dirceu, quando é conveniente, adora cultivar o mito de vítima de uma conspiração das elites - das quais, é claro, os grandes meios de comunicação são instrumento.
Isso apesar de andar acompanhado de figurões, com os quais toma vinhos de milhares de reais a garrafa. Mas, depois da fase tiririca, ele se mostra envaidecido.
Em conversa com pessoas próximas, o ex-ministro disse que a revelação de sua atividade clandestina na capital do país certamente renderá mais clientes para sua empresa de consultoria.
Os potenciais clientes, acredita o poderoso chefão, devem ter ficado impressionados com o plantel de ocupantes de cargos de destaque na hierarquia do poder que beijam a sua mão.
Dirceu afirmou ainda ter recebido a solidariedade de figuras de proa do próprio governo.
Do Palácio do Planalto, no entanto, não se ouviu até sexta-feira uma única palavra de "solidariedade" ao ex-ministro.
 Muito pelo contrário.
Apesar de monitorar os passos de Dirceu, a presidente ficou surpresa ao saber da presença de integrantes do governo nos tais encontros no hotel.
Mostrou-se especialmente irritada com o fato de o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, ter se reunido com o ex-ministro sem seu conhecimento.
A presidente espera que Gabrielli se explique.
Afinal de contas, não se trata de um petista qualquer. Presidente de uma das maiores empresas do mundo, ele é guardião de informações estratégicas e, por consequência, muito valiosas.
Antes da publicação da reportagem, Gabrielli foi indagado sobre o encontro com José Dirceu.
"Sou amigo dele há muito tempo e não tenho de comentar isso (a reunião) com ninguém", respondeu.
Na semana passada, perguntado mais vez, por meio de uma nota, reiterou o que já havia dito: "Sou amigo do José Dirceu há trinta anos e não comentarei o que converso com meus amigos".
Em 6 de junho passado, essas inocentes almas gêmeas se encontraram. Sergio Gabrielli estava em Brasília a trabalho.
Deslocou-se do Rio de Janeiro em um jato fretado pela empresa e visitou o amigo em horário de expediente.
 Ficou no quarto durante trinta minutos. Entrou com as mãos vazias e saiu de lá carregando papéis.
Dirceu tem em seu rol de clientes gigantes com interesses na área de energia e construção civil.
Ele já prestou serviços ao bilionário Eike Batista, à Delta Construções e à Engevix - conglomerados que atuam no mercado de energia.
Grandes empreiteiras também contrataram os trabalhos de Dirceu para que ele prospectasse projetos e abrisse portas em países da América Latina.
 A conversa entre Dirceu e Gabrielli ocorreu momentos depois de o presidente da Petrobras ter participado de uma reunião com Dilma Rousseff e o presidente da Venezuela, Hugo Chávez.
 A pauta da reunião no Palácio do Planalto: assinatura de acordos bilaterais nas áreas de energia e construção civil.
Assuntos, portanto, bastante interessantes para o consultor Dirceu. Sem os devidos esclarecimentos, coincidências como essas causam suspeitas. “A partir de fotos de pessoas entrando e saindo de um hotel, a revista faz ilações absurdas sobre o que teria sido discutido e conversado nesses encontros", diz Gabrielli.
Mas o que o presidente da Petrobras estava fazendo no quarto de Dirceu?
Às voltas com uma tentativa de faxina ética custosa do ponto de vista político, Dilma Rousseff tem a dimensão do risco decorrente desse flerte entre interesses públicos e privados. A presidente sabia que José Dirceu usava o hotel para conspirar contra seu governo.
Informada por auxiliares, alguns inclusive frequentadores do "gabinete secreto" de Dirceu, ela chegou a abortar a tentativa do ex -ministro de usar o PT para pressioná-la a nomear um homem da sua confiança para o comando da Secretaria de Relações Institucionais. Mas a imagem de Gabrielli a espantou, antes de irritá-la.
Ainda assim, o presidente da Petrobras considera que não deve satisfações sobre um encontro com o "amigo".
Deve, sim - e não apenas à presidente, mas aos acionistas da Petrobras, entre eles trabalhadores que investiram parte do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em ações da empresa.
A oposição também cobra explicações.
"O encontro realizado entre o presidente da estatal e o suposto consultor do segmento petrolífero não está de acordo com os padrões estabelecidos no Código de Conduta da Alta Administração Federal", dizem os deputados tucanos Duarte Nogueira, líder da bancada na Câmara, e Antônio Imbassahy em representação encaminhada à Comissão de Ética Pública da Presidência da República.
Os dois pedem a aplicação de uma "advertência" a Gabrielli. Reivindicam a mesma punição a Fernando Pimentel, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
Na semana passada, a bancada do PT na Câmara divulgou uma nota de repudio a VEJA, acusando a revista de invadir a privacidade de Dirceu.
O texto foi assinado pelo líder Paulo Teixeira. Do outro lado do Parlamento, Humberto Costa, líder do PT no Senado, aproveitou o caso para defender limites a ações da imprensa "danosas às imagens das pessoas públicas".
Disse o senador: "A democracia conquistada neste país é um bem precioso, mas ela também vem acompanhada de outros valores: a apuração minuciosa dos fatos, a partir de provas contundentes e de resultados de investigações já feitas, é necessária antes de se lançar qualquer acusação sem cabimento contra qualquer pessoa: homem público, cidadão ou cidadã". Estava pavimentado o terreno para a retomada da pregação em favor da censura à imprensa.
A aparente indignação dos petistas não passa de uma tentativa de desviar o foco do constrangimento geral com o fato de que Dirceu é o poderoso chefão do PT e da companheirada acomodada na máquina pública.
Ele e os petistas temem que as revelações sobre as atividades clandestinas do ex-ministro sirvam como elemento de convicção aos poucos que têm dúvida da consistência da denúncia apresentada pelo procurador-geral da República ao Supremo Tribunal Federal.
Ou seja: o papel do ex-ministro como chefe da quadrilha do mensalão, o maior escândalo de corrupção da história do país. “Trata-se de uma tentativa de chantagear a Justiça", bradou o líder do PT na Câmara, Paulo Teixeira.
Ainda na intenção de dar credibilidade ao papel de vítima de uma acusação injusta planejada por adversários, pessoas próximas ao ex-ministro afirmam que ele recebeu um telefonema de apoio do ministro Gilberto Carvalho, da Secretaria Geral da Presidência.
Petista histórico, servidor leal a Lula e amigo de Dirceu, Carvalho não confirmou a ligação.
 Também não informou se a deferência, se realmente ocorreu, teve o aval de Dilma.
Interlocutores de Dirceu disseram que a própria presidente afagou o ex-chefe da Casa Civil, com quem manteria "conversas e reuniões frequentes".
 O Palácio do Planalto negou que Dilma tenha manifestado solidariedade e desmentiu os tais "encontros frequentes".
Na sexta-feira, na abertura do congresso do PT, o chefe do mensalão deu mais uma demonstração do poder que ainda exerce sobre o partido.
Num evento organizado por seus asseclas, foi o primeiro dirigente a subir no palco. Ovacionado por mais de 1000 militantes com brados de "guerreiro do povo brasileiro", sentou-se em uma cadeira na segunda fileira, rigorosamente no centro do palco.
 À sua frente estavam os lugares reservados a Lula e Dilma.
A configuração foi cuidadosamente pensada.
Com a imprensa postada no fundo do salão, em qualquer foto da presidente inevitavelmente aparecerá Lula ao lado e Dirceu ao fundo.
Lula, como era de esperar, elogiou Dirceu e criticou a imprensa.
Dilma começou seu discurso saudando os presentes.
Quando terminava, alguém na plateia gritou: "E o Zé Dirceu? ".
A presidente, de maneira protocolar, saudou a presença do "companheiro José Dirceu".
Foi aplaudida pela claque.
 Aparências salvas, o conteúdo permanece imutável:
Dirceu é mesmo um espectro.
*Revista Veja

domingo, 4 de setembro de 2011

Dono da ilha confiscada pela PF estava na Espanha com um secretário do governo Wagner

O empresário Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcanti, acusado de fraudar mais de um bilhão em impostos e dono da ilha localizada na Baia de Todos os Santos, que foi confiscada pela Polícia Federal na Operação alquimia, possui negócios com o órgãos públicos, principalmente da Bahia. Ele estava na Espanha na companhia de James Correia, que é Secretário da Indústria e Comércio do governo Wagner (PT). Diz o site da revista Veja: “De acordo com o inquérito que desencadeou a Operação Alquimia, ao qual o site de VEJA teve acesso, a Sasil e as empresas que orbitam ao seu redor têm entre seus clientes “órgãos públicos das esferas municipal e estadual, em especial do estado da Bahia”. A reportagem prossegue com as denúncias: “enquanto a Polícia Federal mobilizava agentes para deflagrar no Brasil a Operação Alquimia, há duas semanas, o empresário baiano Paulo Sérgio Costa Pinto Cavalcanti, principal alvo dos policiais, assistia a tudo muito bem instalado na região da Galícia, noroeste da Espanha. Ele é proprietário da Sasil Comercial e Industrial de Petroquímicos Ltda., acusada de encabeçar uma sofisticada rede de compra e venda de produtos químicos que prosperava com a sonegação de impostos. Pelo menos 1 bilhão de reais foram surrupiados dos cofres públicos. Do outro lado do Atlântico, Cavalcanti não estava sozinho. Tinha a ilustre companhia de James Correia, secretário da Indústria Comércio e Mineração do governo da Bahia, e de Carlos Seabra Suarez, ex-sócio da construtora OAS e poderoso empresário do ramo imobiliário e de energia.” (Jorge Roriz)

A quermesse dos pecadores sem remorso.

Estou acompanhando com atenção o 4° Congresso Nacional do PT, que vai merecer mais de um post de bom tamanho. Mas o primeiro dia da quermesse dos pecadores sem remorso exige a antecipação de dois registros.
1. A ressurreição da censura à imprensa ─ ora disfarçada de “controle social da mídia”, ora travestida de “marco regulatório” ─ é perseguida pelo PT desde o berço. Mas o palavrório desta sexta-feira confirma que o alvo imediato mudou. Quando José Dirceu ainda podia dizer que a seita “não róba nem dexa robá” sem ouvir de volta uma gargalhada nacional, os censores estavam de olho no noticiário político. Essencialmente, não queriam que os leitores soubessem que, batidas num liquidificador, as ideias do PT viram um suco com cheiro de Venezuela e sabor de Cuba. Depois da roubalheira do mensalão, o alvo se deslocou para o noticiário policial.
Foi nas páginas reservadas a casos de polícia que se consumou a implosão do templo das vestais venais. Ali emergiram as informações que escancararam o embuste: depois de atravessar a infância e a adolescência reivindicando o monopólio da ética, a turma caiu na vida, gostou dos acasalamentos pervertidos e muito lucrativos com a escória dos partidos alugados, trocou programas políticos por projetos de enriquecimento pessoal, virou gigolô de cofres públicos, confundiu a montagem de equipes ministeriais com formação de quadrilha ou bando, transformou canteiros de obras do governo em viveiros de assaltantes e institucionalizou a corrupção sem castigo.
Hoje nadando em dinheiro, os Altos Companheiros acham que honestidade é coisa de otário. Mas também acham que isso não é assunto para jornal, revista, rádio e TV. O direito à privacidade se estende aos bandidos de estimação, informa a discurseira em Brasília. Se tem CPF e RG, como explicou o chefe Lula, todo gatuno governista merece muito respeito.
2. Ovacionado por centenas de comparsas que o promoveram, aos berros, a “guerreiro do povo brasileiro”, José Dirceu ganhou afagos de Lula e foi tirado para dançar por Dilma Rousseff. Nas primeiras páginas dos jornais deste sábado, sempre entre o padrinho e a afilhada, o papagaio de dois piratas exibe o sorriso de condenado à impunidade. Reinaldo Azevedo sugeriu-lhe que confirme a promoção a soldado do povo com uma aparição de surpresa num Corinthians x Flamengo. Esse teste de popularidade nunca falha: é só o locutor do serviço de som do estádio dizer o nome de quem acabou de chegar. A reação das arquibancadas mostrará se a figura está bem no retrato.
Cansado de engolir pitos e palavrões despejados por vizinhos de mesa, Dirceu deixou há muito tempo de dar as caras em bares e restaurantes perigosamente movimentados. Desde 2005, desconfia que talvez nem passe da largada caso tente cruzar sem escolta o Viaduto do Chá. Mas certamente se consola com a suspeita de que isso é coisa da elite golpista, trama urdida por granfinos quatrocentões, armação da mídia reacionária. O teste proposto por Reinaldo Azevedo não pode ser influenciado pela direita ultraconservadora. Uma plateia formada por flamenguistas e corintianos é puro povo. E o povo não permite que quem guerreia em seu nome seja afrontado por capitalistas selvagens.
Coragem, companheiro. Aceite o desafio e faça o teste. É improvável, mas talvez sobreviva.

China quer construir ferrovia de R$ 10 bi de Cuiabá a Santarém.

Por Danilo Fariello, iG Brasília:
Matéria prima direto para a China e de lá para o Brasil produtos manufaturados: relação Matriz-colônia, não há luta de classes?
Chega neste sábado a Cuiabá, capital de Mato Grosso, uma comitiva de engenheiros, geólogos e economistas da companhia estatal China National Machinery Corporation (CMC). Eles querem levantar informações em campo para, após esse reconhecimento, instalar uma nova ferrovia entre Cuiabá (MT) a Santarém (PA). A obra, uma continuação da Ferronorte, tem valor estimado em R$ 10 bilhões.
Uma intenção do grupo chinês é construir a linha férrea para tornar mais ágil e eficiente o escoamento da soja - entre outros produtos - de cidades como Lucas do Rio Verde, Sorriso e Sinop, no norte do Mato Grosso. Hoje esse trajeto é feito pela rodovia BR-163, que passa pelas mesmas cidades.
De Santarém, a produção parte de navio direto para a China, explica o secretário-extraordinário de Acompanhamento da Logística Intermodal de Transportes de Mato Grosso, Francisco Vuolo.
Outra intenção dos chineses seria também usar a ferrovia como um canal de acesso mais barato para trazer importados aos mercados do Centro-Sul do país. Compõem a comitiva chinesa também funcionários da agência de promoção de exportações e investimentos do país, a Asian Trade & Investments (ATI).
Linha de 2 mil quilômetros
De acordo com Vuolo, a obra terá uma extensão de quase 2 mil quilômetros, o que, pelo custo médio das últimas ferrovias feitas no Brasil, poderia ter um orçamento estimado em até R$ 10 bilhões. Mas o valor vai variar muito conforme o estudo do relevo, que será feito pelos chineses durante a viagem – a construção de pontes ou túneis encarece muito a obra.

sábado, 3 de setembro de 2011

O golpe petista está a caminho...

Eles estão descontrolados...

Tá doidão: PT estuda filiação de massa

 A corrente interna do Partido dos Trabalhadores (PT), Construindo um novo Brasil (CNB), se reuniu nesta sexta (2) para discutir a contribuição financeira dos filiados e o crescimento do partido. Os temas causaram divergência entre os delegados. Enquanto uns se posicionaram a favor da ampliação do PT por meio da filiação de massa, outros con...sideram que a pessoa, para se filiar, deve ter uma formação política a fim de discutir os projetos de melhorias para o povo brasileiro. “Eu sou a favor da filiação de massa [...] muitos companheiros vão criando educação, isso leva tempo”, disse Ricardo Zaratini, enfatizando que tem 76 anos e demorou a entender a complexidade da política. Já Arquimedes, militante do PT, lembrou que, em Belo Horizonte, o partido fez a filiação de massa e, mesmo assim, José Serra venceu a presidenta Dilma Rousseff. Ele lembrou ainda que a contribuição financeira é necessária para estabelecer vínculo com o partido. “Abrir mãos disso é abrir mão de parte da nossa história”, disse Arquimedes ao se referir a proposta do PT de acabar com a contribuição para aumentar o número de filiados. Segundo a deputada Benedita da Silva (RJ), para se filiar a pessoa não precisa ser formada, já que ela é capaz de aprender ouvindo os mais experientes. “Na minha igreja, você ouve primeiro a pregação, depois você levanta a mão”, disse a deputada. ( Claudio Humberto)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

A independência dos jovens manifestantes apavora os cúmplices dos corruptos.

Os jovens que articulam na internet dezenas de manifestações de protesto contra a corrupção endêmica já contemplam a face escura das milícias acumpliciadas aos assaltantes de cofres públicos. As patrulhas da canalhice começaram, por exemplo, a comparar o movimento da novíssima geração ao “Cansei” dos dirigentes da Fiesp. Conversa de estelionatário.
Os pais do Cansei mataram o filhote no berço, e deixaram de indignar-se com a carga tributária indecente, porque o presidente da entidade, Paulo Skaff, filiou-se ao PMDB e virou parceiro do PT. A exaustão provocada pela roubalheira generalizada não será resolvida com negociações do gênero. Os condutores da movimentação não querem saber do governo nem de partidos de oposição. Não são candidatos a pelegos. O espaço reservado a jovens envelhecidos e envilecidos pelo adesismo já está tomado pela União Nacional dos Estudantes Amestrados, ou UNEA. É o novo nome da velha UNE.
Logo os fabricantes de fraudes, farsas e dossiês vão acusar os manifestantes de servirem à elite golpista, aos capitalistas selvagens, à oposição reacionária e aos loiros de olhos azuis. É essa a estratégia recorrente do grande clube dos cafajestes, que junta a Irmandade dos Órfãos do Muro de Berlim e a Ordem dos Larápios Devotos de Madre Superiora, os comunistas de araque do PCdoB e os jagunços de Fernando Collor.
Os comparsas de José Sarney, o último senhor de escravos, não se limitam a proclamar-se “esquerdistas”. Também qualificam de “conservadores” os democratas que combatem pela libertação dos maranhenses. Os cúmplices da gangue de empreiteiros acusam de “moralismo udenista” a luta pelo fim da ladroagem sem licitação.
Os jovens que exigem o cumprimento da lei não precisam de tutela, mas não custa recomendar-lhes a adoção de medidas preventivas que silenciarão o berreiro dos milicianos disfarçados de guerreiros do povo. As manifestações devem deixar claro que nenhum corrupto será poupado. As palavras de ordem devem mostrar que gente honesta não tem bandido de estimação.
Merecem cadeia todos os responsáveis pelo rombo agora medido em bilhões de reais. A grande bandeira anticorrupção vale para os mensaleiros do PSDB de Minas, os mensaleiros do DEM comandados por José Roberto Arruda, os meliantes do PMDB, os ladrões do PR e demais vigaristas.
Mas o alvo prioritário é a organização criminosa que forjou, sob o comando de José Dirceu, o mensalão descoberto em 2005. Primeiro, por tratar-se do Pai de Todos os Escândalos. Segundo, porque a aproximação do julgamento do bando dos 38 está na origem do pânico dos patrulheiros: eles sabem que a mobilização de milhares de jovens ameaça a impunidade dos gatunos protegidos pelos donos do poder. Os ministros do Supremo Tribunal Federal precisam ouvir o quanto antes a voz rouca das ruas e entender o recado: os meninos do Brasil ainda acreditam que há juízes por aqui. Ainda.
*Augusto Nunes

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Conferencista bolivariano.

Lula em "conferência" na Bolívia.
Dizem que Lula não faz conferencia nenhuma. Apenas engana, enrola, fala aleivosias, baboseiras e exercita seu linguajar deplorável.
Isso é injustiça!
O "omi" entende de uma porção de coisas. Por exemplo: futebol, sacanagem, cachaça, corrupção, auto endeusamento, roubalheira.
Não vai dizer que ele não sabe de nada que não fica bem.
* Com colaboração de Ester Azoubel, via Grupo Resistência democrática.