terça-feira, 5 de agosto de 2014

O "pistolão petralha"?


Acima, Marlene, nora de Lula, recebe R$ 13.500,00 do Sesi para não fazer nada. A loira é Márcia, mulher do mensaleiro preso João Paulo Cunha, o "coiote" que foi ao banco pegar R$ 50 mil de dinheiro sujo para o marido. Ela ganha R$ 22 mil por mês do Sesi de Brasília, mas não sai de Osasco. 

*Fonte: Polibio Braga

Bolivarianismo caloteiro.


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A esquerda petista destrói o país.


EUA tiram de novas reservas 8 vezes o que produz o pré-sal.

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Tecnologia

Desburocratização e novas técnicas elevaram volume de petróleo extraído. Método é semelhante ao usado para gás de xisto, que catapultou americanos para o topo da produção mundial.
Novidade do setor de petróleo e gás americano, os reservatórios de "tight oil", antes inacessíveis por questões tecnológicas e econômicas, fornecem hoje aos EUA 4 milhões de barris de óleo por dia --o quíntuplo de 2010.
Desde então, os novos reservatórios levaram a produção de 5,5 milhões para 8,5 milhões de barris diários, segundo a Administração de Informações de Energia.
O volume extraído dali diariamente representa o dobro da produção no Brasil e oito vezes os 500 mil barris que a Petrobras obtém da camada pré-sal, inacessível até 2006.
O "tight oil", ou óleo "preso", em tradução livre, é extraído do folhelho, rocha em que o óleo entranhado nos poros tem dificuldade de se deslocar rumo ao poço.
É a mesma rocha do gás de xisto, que levou a produção nos EUA a subir 20% desde 2008, para 688 bilhões de metros cúbicos ao dia, tirando da Rússia a liderança no gás.
Até seis anos atrás, não se tinha domínio da tecnologia para extrair óleo e gás de folhelhos, e, com a cotação do barril em US$ 60, a atividade era financeiramente inviável.
A escalada do preço (o barril está acima de US$ 100) e o desenvolvimento de métodos de extração desse óleo tornaram-no realidade nos EUA.
São duas as novas técnicas, usadas conjuntamente.
Uma delas é perfurar também poços horizontais, o que aumenta a conexão dos reservatórios, ajudando o óleo a se deslocar para poço produtor --o caminho criado para levar o óleo à superfície.
A outra é a injeção de areia e água nos reservatórios, que abre os poros dos folhelhos e empurra o óleo para o poço.
Pesa também para a diferença de produtividade o fato de que, nos EUA, as reservas de petróleo pertencem ao dono do terreno sob o qual se encontram. Cabe a ele ditar o ritmo de sua exploração.
Já no Brasil, as reservas pertencem à União e são disputadas em leilões da ANP. Os leilões eram anuais, mas, desde 2007, a única área oferecida no pré-sal foi o campo de Libra, na bacia de Santos, em 2013, arrematado pela Petrobras e quatro estrangeiras.

PARALELAS

A exploração do "tight oil", nos EUA e do pré-sal no Brasil ocorreram em paralelo, e a comparação é irresistível.
As opiniões, porém, divergem. Adriano Pires, do Centro Brasileiro de Infraestrutura, afirma que, se não tivesse ocorrido a suspensão de leilões, o ritmo de descobertas e de produção seria maior.
Alexandre Szklo, professor da Coppe-UFRJ, diz que havia alta expectativa mundial em relação ao que o Brasil poderia estar produzindo.
"Mas, por ser um setor baseado em pequenos produtores, a indústria americana responde mais rapidamente."
Para o geólogo John Forman, ex-diretor da ANP, não havia como o pré-sal ter dado um salto. "O desafio tecnológico aqui é muito maior."
É a mesma visão da Petrobras, que ressalta o crescimento da produção diária no pré-sal em dez vezes desde 2010. A área responde hoje por 22% do petróleo do país.
A expectativa da empresa é chegar aos 2,1 milhões de barris, ou metade da produção total, em 2020.
*Por: SAMANTHA LIMA DO RIO - Colaborou PAULA LEITE

domingo, 3 de agosto de 2014

E o "poste de lula" afunda o Brasil...


E A "PSEUDO GERENTONA" AFUNDA O BRASIL...
Só os imbecis e os comunistas não querem admitir e se tornam solidário a derrocada moral e econômica do Brasil!
FORA DILMA! E LEVE O PT CONTIGO!

Os governos nunca aprendem!

"Os governos nunca aprendem. Somente as pessoas aprendem". Milton Friedman, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 1976​.
Filho de imigrantes judeus, Milton Friedman nasceu no bairro do Brooklyn, na cidade de Nova York. Mesmo com a renda familiar muito pequena, conseguiu se formar na educação básica no mesmo ano da morte de seu pai. Durante a Grande Crise de 29, que assolava o mundo, Friedman conseguiu uma bolsa parcial na Universidade Rutgers, na qual se graduou em 1932.
No ano seguinte, começou a cursar mestrado em Economia na Universidade de Chicago. Enquanto estudava, conheceu a também estudante, Rose Director, com a qual teve dois filhos e se casou seis anos mais tarde. Fora nesse tempo em que esteve em Chicago, juntamente com um breve período na Universidade de Columbia, que Friedman iniciou a estruturação de suas ideias em relação ao papel do Estado, do mercado, da competitividade e da liberdade na Economia.

Em 1935, realizando estudos sobre o padrão de consumo familiar, participou do Programa de Reconstrução do New Deal. Por dois anos, entre 1941 e 1943, trabalhou no Departamento do Tesouro dos Estados Unidos, saindo em 1943 para trabalhar na Universidade de Columbia, ficando até 1945.
No ano seguinte, entrou para Universidade de Chicago, onde lecionou Economia por 30 anos. Apesar de apresentar ideias contrárias a de John Maynard Keynes – economista mais respeitado da época – Friedman começou a ganhar espaço lentamente.
Foi consultor durante o Plano Marshall e seus conceitos de capitalismo competitivo, o livre mercado, livre concorrência, debutaram no governo Nixon (1969/1974). Pelas suas contribuições, foi vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 1976. Friedman morreu aos 96 anos, em 2006, vítima de ataque cardíaco, em São Francisco, no estado americano da Califórnia. 

sábado, 2 de agosto de 2014

Os pinóquios do Hamas fazem sucesso no Brasil.

Ilustração de Attilio Mussino (1878-1954) para Avventure di Pinocchio, de Carlo Collodi, edição R. Bemporad e figlio, de 1911.

O MEMRI traduziu do árabe para o francês (que verto aqui para o português) um documento de extremo interesse para quem acompanha o conflito entre o Estado de Israel e os terroristas do Hamas, que controlam o território de Gaza, fazendo do povo palestino uma vítima das conhecidas barbáries perpetradas pelo fundamentalismo islâmico travestido de “resistência”:
MENSAGEM PARA OS ATIVISTAS DO FACEBOOK NO SITE DO MINISTÉRIO DO INTERIOR DO HAMAS
EXCERTOS DAS DIRETRIZES DO DEPARTAMENTO:
Toda pessoa morta ou caída como mártir deve ser chamada de “civil de Gaza ou Palestina”, antes de especificar o seu papel na Jihad ou posto militar. Não se esqueçam de sempre acrescentar as palavras “civis inocentes” ou “inocentes”, referindo-se às vítimas dos ataques de Israel em Gaza.
Comecem [seus relatórios sobre] as ações de resistência pela expressão “em resposta ao cruel ataque israelense” e concluam com a frase: “essas numerosas pessoas são mártires desde que Israel lançou sua agressão contra Gaza.” Sempre se certifique de manter o princípio: “o papel da ocupação é atacar, e nós na Palestina estamos sempre no modo reativo.”
Tenham cuidado para não espalhar boatos de porta-vozes israelenses, especialmente aquelas que afetam o front interno. Cuidado para não adotar a versão [dos acontecimentos] da ocupação. Vocês devem sempre emitir dúvidas [sobre a versão deles], refutá-la e considerá-la como falsa.
Evitem postar fotos de ataques de foguetes sobre Israel a partir dos centros da cidade de Gaza. Isso [serviria] de pretexto para atacar áreas residenciais da faixa de Gaza. Não publiquem ou não partilhem fotografias ou clipes de vídeo mostrando locais de lançamento de foguetes ou [as forças] do movimento de resistência na faixa de Gaza.
Para os administradores de páginas de informações no Facebook: não publiquem fotos de homens mascarados com armas pesadas em grande plano, para que sua página não seja fechada [pelo Facebook] sob o pretexto de incitamento à violência. Em suas informações, certifique-se de especificar: “os obuses localmente manufaturados usados pela resistência são uma resposta natural à ocupação israelense que deliberadamente dispara foguetes contra civis na Cisjordânia e em Gaza”…
Além disso, o Ministério do Interior preparou uma série de sugestões destinadas aos ativistas palestinos que interagem com os ocidentais através das mídias sociais. O Ministério sublinha que essas conversas devem diferir das trocas com outros árabes:
Quando vocês falam para o Ocidente, devem usar um discurso político, racional e convincente e evitar o palavreado emotivo choramingas da empatia emocional. Alguns ao redor do mundo estão dotados com uma consciência; vocês devem manter contato com eles e usá-los em benefício da Palestina. O papel deles é provocar vergonha pela ocupação e expor suas violações.
Evitem entrar numa discussão política com um ocidental para convencê-lo de que o Holocausto é uma mentira e uma enganação; por outro lado, associe-o aos crimes de Israel contra civis palestinos.
A narrativa da vida em comparação com a narrativa do sangue: [falando] para um amigo árabe, comecem com o número de mártires. [Mas falando] para um amigo ocidental, comecem com o número de mortos e feridos. Certifiquem-se de humanizar o sofrimento palestino. Tentem retratar o sofrimento dos civis em Gaza e na Cisjordânia durante as operações da ocupação e seus bombardeios de cidades e vilas.
Não postem fotos dos comandantes militares. Não mencionem seus nomes em público, não louvem os sucessos deles nas conversas com amigos estrangeiros! [1]
A “Mensagem para os ativistas do Facebook” postada no site do Ministério do Interior do Hamas revela com clareza que esse grupo terrorista possui uma estratégia de propaganda digna de um Josef Goebbels, mesclada, contudo, a uma ingenuidade que chega a ser infantil (Goebbels jamais divulgava publicamente suas estratégias de propaganda), que a torna ainda mais fascinante para os que sofrem de esquerdismo, essa “doença infantil do comunismo” (nas famosas palavras de Lenin) e que adotam a estratégia proposta pelos terroristas islâmicos mesmo sabendo tratar-se de mentiras puras, distorções da verdade e falsificação dos fatos.
Especialmente no Brasil a estratégia perversa do Hamas alcançou um alto índice de popularidade junto à população letrada, sendo adotada por toda a esquerda idiotizada pela ideologia (a “falsa consciência”, na célebre definição de Marx), pelas “mídias independentes” e muito frequentemente pelas mídias de consumo, e agora até pelo próprio governo. Numa nota divulgada a 23/07/2014, o Itamaraty fez um de seus pronunciamentos mais lamentáveis, igualmente digno de Josef Goebbels:
O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças. O Governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes. Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje. Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas. [2]
Mais uma vez, por obra desse governo, o Brasil se viu exposto ao ridículo e ao vexame mundiais. Quer dizer então que um país em eterna guerra civil, onde a cada ano 50 mil pessoas morrem assassinadas, incluindo mulheres e crianças, quer se alçar como árbitro de um conflito externo sobre o qual nada entende? Chamar o embaixador do Brasil em Tel-Aviv para consultas?! O Brasil quer romper relações diplomáticas com Israel? Já fomos promovidos ao status da Venezuela?
A Chancelaria de Israel respondeu à altura: “Esta é uma lamentável demonstração de por que o Brasil, um gigante econômico e cultural, continua a ser um anão diplomático. O relativismo moral por trás deste movimento faz do Brasil um parceiro diplomático irrelevante, que cria problemas ao invés de contribuir para soluções.”, declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor [3], que ironizou a derrota brasileira na Copa como exemplo de desproporcionalidade, explicando que a guerra não é uma partida de futebol, e que só não há centenas de mortos em Israel porque esse país construiu um sistema anti-mísseis eficiente, e não se desculpará por isso. [4]
O embaixador brasileiro respondeu dizendo em tom bovino que seu país reconhecia o direito de defesa de Israel, mas não aceitava a desproporção das mortes palestinas. Ou seja, Israel pode se defender dos ataques terroristas palestinos desde que morra de seu lado um número igual ou próximo. Infelizmente, Israel zela pela vida e pela segurança de seus cidadãos e, por isso, não pode oferecer centenas de mortos para satisfazer o senso de proporcionalidade dos antissemitas. 
A posição alucinada do Itamaraty foi criticada pela CONIB (Confederação Israelita do Brasil) e pela ANAJUBI (Associação de Advogados Brasil-Israel), mas louvada, é claro, na Faixa de Gaza: “O Brasil é melhor do que os países árabes, como o Egito, que não fazem nada”, reportou o correspondente Diogo Bercito da Folha de S. Paulo [5]. Estamos mal mesmo, nos alinhando com os terroristas palestinos que nem os países árabes apoiam mais, e seguindo à risca as diretrizes dos Pinóquios do Hamas…
Fontes:

A esquerda que fede até na retórica.

VIA TWITTER

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Antissionismo e antissemitismo.

Após o Holocausto, o antigo antissemitismo foi substituído pelo antissionismo. A máscara é nova, mas a alma horrenda é velha conhecida
O debate sobre o Oriente Médio parece atualmente querer regredir ao pré-1947, quando a ONU decidiu dividir a Palestina em dois países, um árabe e um judeu. Aqui e ali, volta-se a negar o direito à autodeterminação nacional do povo judeu em sua terra ancestral.
A tentativa de demonização do sionismo é apenas isto: a negação do direito de um povo à autodeterminação. Nenhum outro movimento nacional sofreu ou sofre essa campanha contrária avassaladora.
É moda dizer que o sionismo e Israel são entidades coloniais. Nem como piada serve. Os falsificadores da história precisariam explicar por que a URSS votou na ONU em 1947 a favor de um “empreendimento colonial”. Votação em que o maior colonizador da época, o Reino Unido, absteve-se. Aliás, a URSS foi o primeiro país a reconhecer Israel.
Nós mesmos somos cidadãos de um país cuja independência foi apoiada pelo Império Britânico. E daí? E daí nada. É comum que nações em busca da autodeterminação explorem as contradições intercolonialistas e interimperialistas.
A divisão de um país em dois aconteceu também em outra descolonização, na mesma época da partilha da Palestina, na joia da coroa britânica, quando Índia e Paquistão viraram dois países. E o critério para a delimitação também foi étnico-demográfico. Incluindo transferências de populações –que hoje viraram sinônimo de limpeza étnica.
O direito à separação de povos e nacionalidades que não desejam viver juntos foi também assegurado, mais recentemente, no desmembramento da ex-Iugoslávia e na extinção da Tchecoslováquia.
Os argumentos deslegitimadores do sionismo mal disfarçam o preconceito e a discriminação.
Guerras têm vencedores e perdedores. O final da Segunda Guerra Mundial assistiu a dramáticos e trágicos deslocamentos populacionais, consequências de realidades produzidas no campo de batalha.
Um caso bastante conhecido é o palestino. Infelizmente, até hoje os palestinos pagam a dívida que seus líderes de então contraíram, ao aliarem-se à Alemanha nazista. Países árabes também invadiram o nascente Estado judeu logo após sua independência, em 1948.
Outro argumento contra o sionismo é que os judeus não seriam um povo, mas apenas uma religião.
Cada nação deve definir sua identidade. Se judeus definem-se por uma religião (o judaísmo), uma língua (o hebraico) e uma terra (Israel), ninguém tem nada a ver com isso.
Imagine-se o escândalo se Israel mudasse de nome, para “Estado Judeu de Israel”. Mas não ouvimos reclamações contra, por exemplo, o “Islâmica” em “República Islâmica do Irã” ou “Árabe” em República Árabe do Egito.
O sionismo foi e é apenas isto: a expressão moderna da autodeterminação nacional judaica. E Israel surgiu na descolonização no pós-guerra, beneficiado pelas alianças corretas na vitória sobre o nazismo. Essa é a verdade histórica.
O único caminho para a paz é o reconhecimento das realidades históricas e a divisão em dois países por critérios demográficos. Dois Estados para dois povos.
O antigo antissemitismo saiu de moda após o mundo ter descoberto o Holocausto. Foi substituído por uma nova forma de discriminação: o antissionismo. A máscara é nova, mas a alma horrenda é velha conhecida. Uma verdadeira aberração.
*Claudio Lottenberg é presidente da Confederação Israelita do Brasil
Artigo publicado originalmente no jornal Folha de S. Paulo