domingo, 16 de agosto de 2015

Dinheiro do Petrolão na campanha de Dilma.

Cerveja com gostinho de petróleo
O dono da cervejaria Itaipava, Walter Faria, é um dos maiores doadores do PT.
Em 2014, ele deu ao partido sete vezes mais do que a Ambev e duas vezes mais do que o Bradesco.
Foram 30 milhões de reais, quase todos destinados à campanha de Dilma Rousseff.
Agora a Lava Jato descobriu, segundo a IstoÉ, que o dinheiro doado por Walter Faria à campanha de Dilma Rousseff foi roubado da Petrobras.
Os investigadores encontraram nos documentos bancários entregues pelo delator Julio Camargo quatro repasses à offshore Headliner, num total de 3 milhões de dólares. A Headliner foi usada por Walter Faria como entreposto de suas negociatas no exterior. Foi usada também, como se descobriu agora, para lavar e distribuir a propina do Petrolão.
Um procurador disse à reportagem:

“Está provado que Walter Faria é dono da conta que recebeu dinheiro do Petrolão e que depois disso ele promoveu uma série de manobras bancárias na Suíça e no Uruguai com o objetivo de dificultar qualquer rastreamento sobre os recursos não declarados”.
* O Antagonista

sábado, 15 de agosto de 2015

Movimento Brasil Livre tira o véu da fantasia que cobre a realidade e cobra responsabilidade de Janot.

Rodrigo Janot - MBL
O Movimento Brasil Livre (MBL) é um dos que lideram a convocação para a manifestação contra os desmandos e em favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff.
Não tenho, obviamente, qualquer vinculação com eles ou com outros grupos cuja pauta, às vezes, publico aqui, a exemplo do “Vem pra Rua”, “Revoltados Online” ou “Alianças dos Movimentos Democráticos”, entre outros.
Gosto, sim, da pauta do MBL: a turma não tem receio de assumir uma pauta liberal, evidenciando o seu compromisso com a democracia representativa.
O MBL e outros movimentos resolveram tirar, como diria um excelente prosador, o véu diáfano da fantasia que cobria a realidade. Na sua página no Facebook, há esta imagem e este texto.
Dilma Rousseff foi citada 11 vezes em delações premiadas. Ainda assim, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, se nega a cumprir a lei e age como um advogado do PT. Agora, está sendo protegido por um acordo entre Renan Calheiros e a presidente. Enquanto Janot blinda a presidente, ela o nomeia para mais um mandato na Procuradoria-Geral da República, Renan, por sua vez, garante que a nomeação seja bem recebida no Senado. A população brasileira não perdoará aqueles que protegem a corrupção. No dia 16 de Agosto, vamos mostrar que não estamos apenas indignados com a crise econômica ou a crise política, também estamos indignados com a crise MORAL.
Confirme presença e convide seus amigos.

E o petismo quebrou o Brasil!


sexta-feira, 14 de agosto de 2015

A lei é para todos.

Dilma, MST e CUT
Tribunal Superior Eleitoral e Ministério Público Federal não podem faltar à Nação. 
(Foto: Montagem.)
Ninguém está acima da lei.
O TSE não tem o direito de impedir que a campanha da Dilma seja investigada pelas inúmeras irregularidades denunciadas na ação do PSDB.
O Ministério Público Federal tem o dever de investigar as ameaças de violência nas ruas contra o povo feitas, antes, pelo MST e, agora, pela CUT.
Se a lei não for aplicada, dentro de pouco tempo as instituições restam desmoralizadas e os fora-da-lei se sentem fortalecidos.
Se está ruim, agora, como será depois? Contamos com nosso bravo Ministério Público!
*Via  http://www.clesio.net/agora/dilma-mst-e-cut-nao-estao-acima-da-lei/

Mobilização do dia 16 será uma forma indireta de o povo ir às urnas.

caiado
Fonte: Assessoria de imprensa

Em discurso na tribuna nesta tarde (13/8), o líder do Democratas no Senado, Ronaldo Caiado (GO), afirmou que a manifestação marcada para o próximo domingo, 16 de agosto, será uma forma indireta de eleições. O senador acredita que será a maior mobilização desde as Diretas Já diante de 71% da população que desaprova a gestão da presidente Dilma, conforme mostrou a última pesquisa de popularidade da governante divulgada pelo Datafolha. Caiado criticou a postura da presidente em entrevista ontem ao SBT de atribuir os protestos a uma minoria elite golpista.
“Vocês sabem por que a sociedade vai às urnas de uma maneira indireta na mobilização do próximo domingo, 16 de agosto? Porque não suporta mais esse governo ilegítimo fruto de um estelionato eleitoral. A sociedade não vai admitir, depois de todo esse truque, toda essa armação, para ganhar as eleições que a presidente venha alegar sua legitimidade. Dilma Rousseff disse ontem em entrevista no SBT que essa manifestação é organizada por uma elite. Será possível que 71% da população que se posiciona contrária a essa gestão é a elite brasileira ou é o povo na sua essência? A prática democrática de contestar um governante é considerada golpe pela presidente da República, como declarou ontem ao SBT”, afirmou.
Caiado relembrou declaração do vice-presidente da República, Michel Temer, de que o país precisa de alguém para reunificar o país e questionou a Agenda Brasil como solução para a crise do País. “O momento é propício, como afirmou o próprio vice-presidente da República, Michel Temer, de buscarmos uma pessoa para nos reaglutinar. E na democracia só existe uma forma de encontrarmos essa pessoa: por meio de novas eleições e não com ajeitamentos momentâneos ou uma suposta agenda para dizer que o Senado está produzindo uma solução para o país e o povo não precisa mais ir às ruas. Quem tem credibilidade para assumir esse papel de reaglutinar o país e debelar a crise? A presidente nada mais fez que assaltar o contribuinte e desempregar os trabalhadores”, ponderou o líder democrata.
Na opinião do parlamentar, a manifestação do dia 16 vai mostrar a agenda das ruas. “A mobilização de domingo vai mostrar para o Senado federal e para a Câmara dos Deputados que a agenda é a agenda produzida na rua, que o povo não aguenta mais viver nesse desgoverno. Por isso, quero desejar fé, que o dia 16 seja a maior expressão de cidadania que o Brasil já viu em toda a sua história”, concluiu.

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

E Janot esqueceu Renan e cia?

Segue um texto da Revista Época:

"A Procuradoria-Geral da República afirma que o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) usou a Câmara dos Deputados como pretexto para reforçar sua defesa na operação Lava Jato, confundindo seus interesses como se fossem o da instituição. 
O documento, assinado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, diz que o presidente da Câmara confunde o público com o privado. O caso tramita em processo no Supremo Tribunal Federal. “O agravo em questão evoca, em pleno século XXI, decantado vício de formação da sociedade brasileira: a confusão do público com o privado”.

Prossigo achando, digamos, interessante o ataque da PGR via imprensa. Mas será que apenas Cunha aproveita-se do cargo para se proteger de ações contra si?
E porque essa ânsia de punir Cunha em detrimento da punição de muitos e muitos outros com cargos políticos importantes? Dizem que até um ex presidente da República estaria sendo blindado. Fala aí Janot! Você pode! Afinal, é queridinho de Dilma.

terça-feira, 11 de agosto de 2015

"Só na porta da funerária."


O PT destruindo o Brasil.

Nos últimos anos, a Rua 25 de Março, polo comercial mais movimentado da América Latina, passou ilesa por inúmeras crises econômicas. Em 2015, tem sido diferente. Lojas fecharam, a multidão de compradores diminuiu e muita gente foi demitida. O mesmo fenômeno é observado no Rio de Janeiro. Quem circula pelo centro da cidade, especialmente nas proximidades da Rua da Carioca e da região que abrange a Sociedade dos Amigos dos Arredores da Rua da Alfândega (Saara), encontra fileiras de estabelecimentos fechados. Segundo os lojistas, há muito não se via um cenário tão desolador. O aperto financeiro é tão feio que, desta vez, chegou até ao comércio popular.
Na 25 de Março, 18 lojas fecharam as portas no primeiro semestre de 2015. No ano passado, nenhuma havia deixado de funcionar. Segundo a Univinco, associação dos lojistas locais, o número de visitantes despencou 30%, o que deve resultar, até o final do ano, numa queda de 20% nos lucros. Dados da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro mostram que, que entre janeiro e maio, 1.280 estabelecimentos comerciais da cidade encerraram suas atividades. Destes, 233 ficavam no centro. “Neste momento de incertezas, com inflação e desemprego em alta, a primeira atitude do consumidor é reduzir gastos”, diz Aldo Gonçalves, presidente do Centro de Estudos do Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro (CDLRio). “Com isso, o comércio acaba sucumbindo.”
Segundo os empresários, não se tem notícia de um momento tão difícil para o comércio popular. “Nos 18 anos que estou aqui, nunca vi nada parecido”, diz Cláudia Urias, diretora da Univinco. “Nós sabemos que o ano já foi perdido. Os lojistas agora estão pensando apenas em pagar contas e o que fazer para não demitir funcionários.” O retrato da crise é traduzido em números. O movimento de vendas deve cair de R$ 17 bilhões em 2013 para R$ 13 bilhões em 2015 – isso nas previsões menos pessimistas. O saldo pode ser pior.
*Por Ludmilla Amaral e Helena Borges, via Revista Època

Contra o "Foro privilegiado".