domingo, 5 de novembro de 2017

O primeiro plano de exterminação de raça pela cor da pele.

Um plano sórdido
O Plano Kalergi é um plano genocida desenvolvido em 1923 pelo político mestiço Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi e por seus parceiros maçons, precursores da União Europeia, para destruir a Europa e exterminar a raça branca, através da imigração de negros, asiáticos, mestiços americanos, ameríndios e muçulmanos para misturar racialmente, produzindo, de acordo com suas "próprias expectativas", uma raça mista passiva, dócil, previsível e manipulada, de carácter e inteligência inferior sobre o que poderia governar a elite aristocrática para sempre, pois este povo inferior seria incapaz de se organizar para se rebelar, e até perceber que eles são dominados.
Este plano, estabelecido em 28 teses, é inspirado na do controle humano sobre os animais da fazenda, que segundo as suas palavras, devido à sua menor inteligência não podem se rebelar.
O Plano Kalergi almejava desde seus primeiros documentos escritos, apresentados entre 1923 e 1925, a tomada de poder pelos socialistas marxistas internacionais primeiramente na Europa e depois em todo o mundo. 
O plano do suposto Conde baseava-se em um utópico racismo judaico e apoiava-se em uma “raça superior ” (Herrenrasse). 
O conceito de “raça superior”, o qual é erroneamente postulado pela atual “história contemporânea” a Adolf Hitler, foi na verdade introduzido por Coudenhove-Kalergi para reforçar uma suposta reivindicação dos socialistas marxistas internacionais pelo poder na Europa e em todo o mundo. O termo “raça nobre” também é utilizado freqüentemente. Como meio de alcançar este império mundial dos socialistas marxistas internacionais, Kalergi é a favor da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa.
Para tornar a Europa dominável pelos socialistas marxistas internacionais, Kalergi quer transformar os homogêneos povos europeus em uma raça de mestiços, composta de brancos, negros e amarelos. A tais mestiços, ele confere características como crueldade e infidelidade, características tais que precisam ser criadas artificialmente e que ele julga ser indispensável para possibilitar o domínio dos socialistas marxistas internacionais.

sábado, 4 de novembro de 2017

Ex-líder de investimentos de George Soros participou de esquema com “tráfico, estupro e eletrocutamento de seres humanos”

De acordo com o Daily Mail, Howard Rubin, de 62 anos participou de um esquema chamado Liar’s Poker, que fazia tráfico de pessoas, que eram aprisionadas, estupradas e eletrocutadas.
O detalhe é que Howard Rubin atuou por muito tempo como gerente líder de investimentos para o magnata George Soros, um dos maiores financiadores da esquerda pelo mundo.
Howard Rubin, de 62 anos, é acusado de estupro contra três mulheres, duas das quais eram coelhinhas da Playboy.
Rubin fazia uso de locais secretos onde aprisionava suas vítimas, fazendo uso de brinquedos sexuais, máscaras e artefatos de sadomasoquismo.
Duas das vítimas disseram que ele as avisava: “Vou estuprá-la como eu fiz com minha filha”. Uma das mulheres foi agredida com tamanha força que seu implante de seios “estourou”.

Na época, ele pagou 5,000 dólares a cada vítima, para que ficassem caladas. Rubin ainda não se pronunciou sobre as acusações. Ele é casado desde os anos 80 com sua ex-aluna Mary Henry. O casal possui três filhos.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Se livre da esquerda Temer!

O presidente Michel Temer exonerou nessa quarta-feira a chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da Presidência da República, Flavia Piovesan. A portaria com a exoneração foi publicada hoje, segundo informa o website Família Sempre. Flavia Piovesan é ativista de causas globalistas de esquerda, como a legalização do aborto e defensora da agenda favorável à ideologia de gênero. Sua nomeação para o cargo foi uma das inúmeras concessões à esquerda por parte do governo de Michel Temer. 

A ativista passará a fazer parte agora de uma certa Comissão Interamericana de Direitos Humanos, um órgão globalista de âmbito regional empenhado na tentativa de impor a agenda esquerdista-globalista aos países do continente americano. Com a vacância do cargo, cabe agora aos grupos de pressão conservadores e de direita adotar uma estratégia inteligente para pressionar o presidente Michel Temer, para que este nomeie para a Secretaria um nome que não esteja ligado à agenda política e ideológica da esquerda.

Marcola, o cinismo de um bandido.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Socialismo e morte

O socialismo mata o individuo por dentro. Mata a vontade de ser maior, mata a vontade de criar, de superar e de competir, mata a riqueza que não é criada quando alguém decide usar seu intelecto para ser um servidor estatal estabilizado que arquiva fichas e recebe o salário máximo possível, salário esse estorquido do trabalhador via CLT que produziu.
Quantos inventores e empreendedores perdemos todos os dias? Quantos tiveram sua auto-estima arruinada pela filosofia do altruísmo acima de tudo? Quantos tem vergonha de sua felicidade e riqueza pois outros não a tem, levados a culpa constante por atos e circunstâncias que não são sua responsabilidade? O brasileiro nunca vai ser um rico porque aqui é proibido ser próspero, além da inveja, persegue quem deu certo para "ajudar" quem não produz.

*MARCIO MATARAZZO

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Como se "rouba" e se "gasta" dinheiro público neste país!

“Não há nada mais fácil que gastar dinheiro público, parece que não pertence a ninguém”. Frase do ex-presidente americano Calvin Coolidge pronunciada em 1929. Frase muito inteligente e esclarecedora mas que para o Brasil de hoje merecia uma pequena modificação; ao inves de “gastar” a palavra mais certa seria “ROUBAR”. Os canis de Brasília continuam em guerra declarada, é um cachorro querendo morder o outro, espero que todos estejam com o Rhabdovirus (vírus da raiva canina), assim o produtor cinematográfico Quentim Tarantino terá um excelente roteiro para filmar uma super produção e à qual poderá dar o título de “Política Tupiniquim”, onde a seu gosto, restarão poucos sobreviventes.
* Texto por Humberto de Luna Freire Filho, médico

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

A Pseudo-arte ideológica.

Em 9 de agosto de 1898, o pai de Gramsci foi preso sob a acusação de peculato, concussão e falsidade ideológica e, em 27 de outubro de 1900, foi condenado à pena mínima de 5 anos, 8 meses e 22 dias de cadeia. Sua origem já poderia dizer muito de quem se tornaria o homem que influenciou centenas de cabeças no Brasil, para mudar nossa origem judaico-cristã, nosso direito romano e filosofia grega.
A Revolução foi silenciosa e muito inteligente, próspera. Funcionou e continuará atuando por décadas. Com ela, o baile funk, a lei Rouanet, o feminismo que prega a igualdade de direitos entre homens e mulheres, mas que na prática transforma as mulheres em objetos não só sexuais como nos diminuem com cotas, como se precisássemos delas para sermos o que somos.
Não somos melhores nem piores do que os homens. Somos diferentes. O feminismo veio com tanta força que o "mimimi" é cada vez mais entoado como se isso fosse sinônimo de força. Pobre delas que não enxergam que estão se subutilizando, subestimando, subjugando.
Agora, como mães , estão tentando nos enganar, estão tirando a inocência de nossas crianças e as mães que não aceitarem este jogo gramisciano, estão "fora de moda". Os globaixxx já estão aderindo, artistas, políticos. Mas porquê? Se no Brasil somos uma maioria de conservadores, porque estamos deixando que isso aconteça?
É simples. Porque estamos trabalhando, alimentando nossos filhos, cuidando de nosso lar, ocupados com nossos amigos, amizades verdadeiras. Não estamos gastando nosso dinheiro com maconha e pensando em como chocar cada vez mais a sociedade.
Eu sempre fui ótima aluna, nunca precisei estudar para passar nas provas. Comecei a trabalhar na 8ª série, saía do colégio direto para o trabalho, no shopping, e lá ficava até 22h, quando minha mãe me buscava, chegava em casa, fazia brigadeiros para vender na escola e tirar uma grana extra.
Aos 17 anos passei em 16º lugar para Arquitetura na Universidade Federal de Uberlândia. Sempre desenhei muito bem e uma psicóloga amiga disse que eu levava jeito, após teste psicotécnico (que furada), para ser Arquiteta. Dos 25 alunos, 23 tinham tendências homossexuais e faziam questão de tentar me levar para o mesmo caminho. Professores fumavam maconha com os alunos.
Na primeira viagem com a turma, para Brasília, um professor me ofereceu maconha "para poder dormir melhor", me ofereciam garotas de todos os tipos, até que eu apelei um dia e disse que meu negócio era "benga" mesmo, uma expressão muito utilizada por mineiros. Eu os aceitava como eram, porque não podiam me aceitar como eu sou? Depois vieram as preferências pela arte clássica. Meus projetos eram todos anteriores à Arte Moderna ou Contemporânea e eu perdia pontos por isso.
Fiz uma vez uma pintura do Fórum de Uberlândia, ficou perfeito, pareciam fotografias feitas por observação ao ar livre, mas levou um 10 o aluno que esticou uma meia calça, prendeu com grampos e pregos e jogou tinta por cima. Pensei: "uma criança de 6 anos pode fazer isso, não há qualquer talento aplicado, não há técnicas de difícil aprendizagem, assim como enfiar uma vela acesa na bunda, ficar pelado no meio de uma sala ou escrever palavras de baixo calão em hóstias.
E não sou só eu, uma reles crítica de política, ex estudante de arquitetura que digo, o Dr João Borzino, médico clínico sexologista e terapeuta sexual, que afirmou: "Crianças estimuladas e tocar em homens nus (...) aquilo é absolutamente errado, (...) aquilo faz mal para as crianças, a sexualidade infantil está em gestação nas crianças e deve ser respeitados os momentos e as fases das crianças para que elas desenvolvam uma sexualidade e uma afetividade, que uma coisa não está ligada à outra, saudável. Para isso, existe uma sequência de colocações adequadas, referentes à cada fase da criança, desde bebezinho. Se houver uma interferência negativa, ou seja, uma criança tocando o corpo de um homem nu, desconhecido, o que traz para nós que não são crianças de algo para igual igual, da mesma idade se reconhecendo, existe uma disparidade, que vai levar a consequências ansiosas, culpas que não têm ainda um aparato afetivo já bem estruturado, para interpretar este tipo de situação de forma amena ou natural. Não! Na cabeça dela, isso vai levar a um transtorno de vários graus, desde os transtornos ansiosos, depressivos ou desvios de objeto na sexualidade".
Cuidado mães e pais!! Estão lhes enganando, patrocinados com o dinheiro de seus impostos. Arrastarão seus filhos a estas exposições de pseudo-artes. Não deixem, não se calem!!!
Estou cansada, há muito tempo, destes pseudo-artistas. Eles só sobrevivem graças à lei Rouanet ou lavagem de dinheiro de grandes bancos ou entidades.
O brasileiro não pode ficar mudo diante desta comiseração de nossa capacidade artística, não queiram comparar os nus de Michelangelo com estas taradices disfarçadas.


* Texto por Carla Zambelli - Movimento NasRuas

domingo, 8 de outubro de 2017

A legítima Intervenção contra os Donos do Poder

Dez anos atrás, quem cogitava sobre a possibilidade de Intervenção (Militar, Constitucional, Institucional ou Civil) era chamado de “maluco” ou “golpista”. A crise estrutural do Estado-Ladrão brasileiro se agravou tanto que, atualmente, o assunto apavora 11 entre 10 investidores no mercado financeiro e assusta 13 entre 13 políticos corruptos. A instabilidade política tende a aumentar, mesmo que a economia ensaie mais um habitual voo de galinha.
A Intervenção, não importa de qual formato e modalidade, é inevitável. Não existe outro remédio democrático para impedir a hegemonia criminosa que alimenta a guerra de todos contra todos os poderes. O caos se agrava graças a uma Constituição “interventora” que permite conflitantes e diferentes interpretações. A Carta de 1988 se desmoralizou. Precisa ser substituída por uma nova - mais liberal, enxuta e definidora de princípios. É nisso que a sociedade brasileira tem obrigação de focar sua atenção.
O Brasil tem que mudar. A irresponsabilidade da esquerda – em sua versão social-democrata tucana ou comunistóide petralha, em parceria com os cínicos governistas do PMDB, PP e DEM – escancarou para todo mundo e desmoralizou o regime Capimunista e Interventor do Estado-Ladrão. O aspecto ruim é o estrago material e cultural que o Crime Institucionalizado causou. O lado “bom” é que o caos consolidou na maioria das pessoas a vontade por mudanças urgentes. Daí a popularidade da tese da “intervenção”.
Bandidos profissionais e analistas ideológicos amadores se borram com a ideia da “Intervenção Militar”. Eles aproveitam a falsa noção de “ditadura militar” – consolidada pela mídia e por ideólogos de canhota no imaginário dos brasileiros – para dar faniquitos. Os militares não querem e não darão golpe. Mas os Generais não aceitam mais a evolução da anarquia e da corrupção. Por isso, porta-vozes credenciados, como o General Mourão, o General Pujol, e o General Villas-Bôas mandam recados democráticos ao Judiciário – que as bichonas amedrontadas interpretam como “ameaça de golpe”.
Em recente artigo no Estadão, o General de Divisão na reserva, Luiz Eduardo da Rocha Paiva, rompeu, claramente, com todos os mitos acerca da natureza do intervencionismo: “A intervenção militar será legítima e justificável, mesmo sem amparo legal, caso o agravamento da crise política, econômica, social e moral resulte na falência dos Poderes da União, seguida de grave instabilidade institucional com risco de guerra civil, ruptura da unidade política, quebra do regime democrático e perda de soberania pelo Estado. Esse processo revolucionário já foi propugnado, publicamente, por líderes de movimentos pseudossociais e políticos de ideologia socialista radical, todos investindo constantemente na divisão da sociedade”.
Rocha Paiva acrescenta: “Em tal quadro de anomia, as Forças Armadas tomarão a iniciativa para recuperar a estabilidade no País, neutralizando forças adversas, pacificando a sociedade, assegurando a sobrevivência da Nação, preservando a democracia e restabelecendo a autoridade do Estado após livrá-lo das lideranças deletérias. São ações inerentes às missões constitucionais de defesa da Pátria, não restrita aos conflitos externos, e de garantia dos Poderes constitucionais, da lei e da ordem”.
Vale repetir por 13 x 13: A Intervenção é inevitável, inadiável e imprescindível. Não tenham dúvidas de que a Intervenção Constitucional acontecerá no momento exato em que as pré-condições estiverem consolidadas ou se a violência e a insegurança criminosas saírem do controle.
A revolta individual do brasileiro é contra o Estado-Ladrão. A máquina estatal fascista, nos municípios, nos estados e na União, é a inimiga de todos. É esta máquina que já promove uma “Intervenção Criminosa”. A sociedade já reage para impor a legítima Intervenção Constitucional. Os donos do poder que se preparem, porque vão sentir a ira popular.
E não adianta tentar censurar o povo, como tentou aquele deputado que serviu de laranja para a fascistagem... A verdade se impõe...