domingo, 21 de abril de 2013

Horacio Cartes é eleito novo presidente do Paraguai.

Horacio Cartes é eleito o novo presidente do Paraguai (Foto: Reuters)
 
Horacio Cartes é eleito o novo presidente do Paraguai.Órgão eleitoral diz que ele venceu com diferença de 10 pontos percentuais. Milionário de 56 anos é dono de empresas e de time de futebol. (Foto: Reuters)
O candidato do Partido Colorado, Horacio Cartes, foi eleito presidente do Paraguai nas eleições realizadas no país neste domingo (21).
De acordo com o Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (TSJE), ele venceu com uma diferença de 9 a 10 pontos percentuais em relação ao segundo colocado Efraín Alegre, do Partido Liberal. A apuração dos votos ainda não foi concluída.
Às 21h50, o site do TSJE informava que 91,7% dos votos para presidente foram apurados, com 45,87% para Cartes e 36,89% para Alegre.
Em seu discurso de vitória, Cartes reafirmou seu compromisso eleitoral de dar "um novo rumo ao Paraguai".

Ministro Patriota é " um canalha intelectual" diz Jornal.

Em editorial, o jornal paraguaio ABC Color , o mais importante do país, qualificou o chanceler brasileiro Antonio Patriota de "canalha intelectual" por ter reconhecido a vitória de Nicolás Maduro na Venezuela. Segundo opinão do diário paraguaio, "parece mentira que quem se expressa de modo tão condescendente sobre o neodespotismo bolivariano seja o mesmo sujeito que encabeçou uma patota de chanceleres da Unasul (...) para impedir o julgamento político [que destituiu o presidente Fernando Lugo].
 

Massacre de policiais.


sábado, 20 de abril de 2013

Polícia de Boston anuncia prisão de segundo suspeito de atentado terrorista.

Imagem de uma câmera de segurança mostra Dzhokhar Tsarnaev em um posto do Bank of America em Watertown (Reprodução)
A polícia de Boston anunciou a prisão de Dzhokhar Tsarnaev, o segundo procurado pelos atentados terroristas acorridos na cidade. Ele estava encurralado em um barco no quintal de uma casa em Watertown, Massachusetts.
CaçadaLeia relato da operação montada para prender Dzhokhar Tsarnaev, com o auxilio do mapa abaixo.
Segundo informa a VEJA.com, a longa perseguição aos suspeitos começou na noite de quinta-feira, quando polícia local e o FBI foram acionados após relatos de um tiroteio no prédio 32 no campus do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), em Cambridge. A troca de tiros deixou um guarda universitário morto (1).
A polícia local, agentes do FBI e integrantes da SWAT, o esquadrão de operações especiais da polícia americana, cercaram o campus, mas os suspeitos conseguiram escapar. Pouco depois, a polícia recebeu a informação de que um motorista havia sido sequestrado por dois homens armados (2). Cerca de 30 minutos depois, o motorista foi deixado em um posto de gasolina em Cambridge (3). Ele não sofreu ferimentos.
Mais tarde, a polícia divulgou imagens de Dzhokhar captadas pela câmera de segurança de um posto bancário (4), no fim da noite de quinta. A partir daí, foi montada uma megaoperação policial, com mais de 9.000 policiais, veículos blindados e helicópteros, para cercar os fugitivos na cidade de Watertown (5), região metropolitana de Boston.
Durante a perseguição ao veículo que havia sido roubado, os fugitivos atiram explosivos contra os policiais. Encurralados, os suspeitos trocaram tiros com a polícia usando o carro como barricada. Ferido na troca de tiros, Tamerlan foi preso e foi declarado morto no início da madrugada de sexta, já no hospital. Dzhokhar conseguiu fugir.
A partir daí, a caça ao suspeito número 2, considerado “armado e perigoso” pelo FBI, se concentrou em Watertown, uma localidade de 35.000 habitantes. O sistema de transporte foi interrompido e a polícia estadual aconselhou que todos os moradores da zona oeste de Boston e de seis cidades vizinhas ficassem dentro de casa. Todas as escolas e também os prédios de Harvard e do MIT foram fechados.
Durante a caçada a Dzhokhar, o apartamento dos irmãos em Cambridge (A) também foi revistado. Um esquadrão antibomba chegou a ser acionado para realizar uma explosão controlada, mas a suspeita sobre a existência de explosivos no local não chegou a ser confirmada.

 
 

Cinismo, hipocrisia e violência.

Restos mortais de Mario Koesel
Dilma condenou as explosões na Maratona de Boston como um “ato insano de violência”. Mas não foi assim que ela começou a carreira?
Ou não terá sido um “ato insano de violência” aquele que matou o soldado Mário Kozel Filho, de 18 anos, em junho de 1968? Foi o seu grupo, a Vanguarda Popular Revolucionária, que acelerou um carro-bomba, com vinte 20 quilos de dinamite, para dentro de um Quartel General em São Paulo, despedaçando o corpo do rapaz e ferindo mais seis militares. (midiasemmáscara)

É esse cinismo que faz com que eu acredite que o Brasil não tem jeito, se eu jogo um "lixinho" na rua não tem importância porque é só um lixinho que EU joguei, se eu assalto um banco para obter dinheiro para práticas mais violentas eu digo que é "desapropriação", para todos os atos ilícitos que cometo tem uma justificativa.
Essa filosofia que eu tenho que viver é a filosofia atual.
Tudo que o governo do PT faz por mais errado que seja, tem sempre uma justificativa por mais imbecil que seja é aceita como a única verdade.
Eles roubaram e continuam roubando "mensalão, cuecão e etc", mataram e continuam matando "terrorismo, justiçamento, queima de arquivos", prefeito Daniel e outros mais sem falar das mortes no chão dos hospitais.
Os atos insanos de violência só existe do lado de lá?
* Texto por Francisco Alves, via Grupo Resistência Democrática.

Fraude vergonhosa na Venezuela.

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FOTO:GERALDO CASO / AFP/GETTY IMAGES
“Nicolás perdestes, marionete de Castro”, é o que diz o grafite denunciando uma possível – e provável – fraude nas eleições presidenciais da Venezuela. Grafitagem como essa, está surgindo em muitos lugares em Caracas.
            O regime autoritário encastelado no Palácio Miraflores, em Caracas, parece disposto a cruzar a linha vermelha limite, de não retorno, e abandonar qualquer resquício de aparência de democracia na Venezuela, ao planejar e tomar as primeiras providências para levar à prisão o líder da oposição Henrique Capriles – “derrotado” por uma diferença mínima nas eleições de 15 de abril para suceder ao falecido presidente Hugo Chávez – e, assim, silenciar as vozes dos deputados no Congresso e dar a Maduro carta branca para a repressão política.
            Tais providências tomadas pelo regime Caracas acontecem num momento em que o governo enfrenta uma crise de legitimidade, com o país amplamente dividido, e a oposição questionando os resultados das “urnas eletrônicas” de domingo último e que o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) declarou terem sido vencidas pelo pelego designado por Chávez, Nicolás Maduro, por uma margem inferior a dois pontos percentuais.
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FOTO:RAUL ARBOLEDA / AFP/GETTY IMAGES 
Grafite por sobre propaganda eleitoral governista num muro de rua em Caracas denuncia como sendo fraudulentos os resultados das eleições.
            Todavia, a possível e até provável prisão potencial de Henrique Capriles, somada às crescentes dúvidas emergentes sobre a legitimidade do novo mandato de Maduro, poderá incluir, definitivamente, o atual regime venezuelano na lista reservada às ditaduras. “Maduro já tinha ocupado a presidência interina de forma ilegítima ao ser nomeado de forma inconstitucional como presidente em exercício, quando o cargo deveria ter sido preenchido por Dualdo Cabello, presidente da Assembleia Nacional (Parlamento)”, disse o ex-embaixador do Panamá junto à OEA, William Cochez. Falando pelo telefone, Cochez disse ainda que: “agora a coisa é diferente e ainda mais grave, do que quando se apossou do cargo, uma vez que a democracia venezuelana estava enferma. Maduro, então, usurpou o  poder em 10 de janeiro e a ilegitimidade do regime desde então só vem se agravando. A democracia, agora, está agonizante e vivendo seus últimos e tristes momentos no país”.
            Maduro enfrenta o clamor de mais da metade da população do país para que autorize a recontagem dos votos depositados nas eleições de domingo, em meio às acusações da oposição de que as mais de 3 mil irregularidades detectadas podem ter de fato mudado o verdadeiro resultado da votação.
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FOTO:GERALDO CASO / AFP/GETTY IMAGES
Ontem, quarta feira, uma jovem passa em frente a um muro grafitado que denuncia a fraude nas eleições presidenciais da Venezuela no último domingo.
            No entanto, as demandas em prol de uma recontagem dos votos foram enfrentadas nesta semana pela repressão policial às manifestações de protesto que os opositores realizavam pacificamente em diferentes cidades do país, ações truculentas que causaram a morte de pelo menos sete pessoas. As ordens foram dadas por Maduro ao obediente sistema judicial venezuelano para que este abra processos contra Capriles, o candidato oposicionista.
            Por incrível que pareça, o governo ‘bolivariano’ quer prender Capriles sob a acusação de ser o responsável pela violência exercida pelos organismos estatais de ordem pública. “Vão acusá-lo de crimes de incitação popular à rebelião, de causar desordens públicas e fechamento de vias públicas. Além disso, será investigado pelas mortes e lesões corporais infligidas pela polícia do sistema nos protestos de anteontem”, disse um informante que falou sob anonimato.  
            O regime socialista de Caracas pretende, assim, silenciar o crescente clamor popular em prol de uma recontagem de votos, que segundo o CNE “é impossível de ser feita nas urnas eletrônicas”, de fabricação brasileira e que não emitem comprovante impresso dos votos, embora sejam projetadas para fazê-lo, o que tem sido considerado por muitos, inclusive no Brasil, como fator causador de fraudes eleitorais pelo sistema eletrônico.  
            Enquanto isso, Washington já mandou avisar que não reconhecerá o governo de Maduro, caso as suspeitas de fraude eleitoral não se dissipem através de uma recontagem dos votos.  Maduro, por sua vez, disse que não está nem aí para o reconhecimento estadunidense do resultado da eleição.
            Hoje, em caráter de urgência, foi convocada uma reunião dos principais líderes sulamericanos, a ser realizada em Lima, no Peru, para apreciar a situação institucional que a Venezuela atravessa. Imaginem o que essa reunião pode decidir...
*Texto de Francisco Vianna, com imprensa internacional, por e-mail, via Grupo Resistência Democrática

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Governo venezuelano suspeito de assassinar opositores.

Juan Aranda coordenador da campanha de Henrique Capriles em Pedro Maria Ureña, Província de Táchira, foi morto por motivos políticos, segundo informações da imprensa internacional.
Coordenador local da campanha presidencial de Capriles, na Venezuela, Juan Aranda foi sequestrado e assassinado, informa a imprensa venezuelana, possivelmente por ativistas e militantes da campanha do esquerdista Maduro.
Nos últimos dias as manifestações de pessoas partidárias da campanha de Capriles tem sofrido ataques e agressões físicas pela polícia e militantes chavistas.
Algumas mortes já vem sendo divulgadas, apesar de o governo impor censura total aos órgãos da pequena imprensa independente venezuelana.

Venezuela começa a conhecer o terror castro-com​unista


Fiaram-se no silêncio e aceitação passiva de Capriles em 7 de outubro e acreditaram que poderiam elevar à estratosfera o resultado final.
Deram-se mal!
Por isso a repressão violenta e criminosa está tão exacerbada. Temo por uma uerra civil e mais derramamento de sangue, pois isto parece inevitável.

Por Graça Salgueiro  - Notícias Faltantes - Foro de São Paulo


Venezuelanos que vivem no Peru fazem protesto em frente à embaixada em Lima
Foto: ENRIQUE CASTRO-MENDIVIL / REUTERS

A Venezuela está começando a conhecer o que é o terrorismo castro-comunista desde a segunda-feira passada (15), quando Henrique Capriles, anunciando que NÃO aceitaria o resultado apresentado pelo CNE por ter mais de 3.200 provas da mais desavergonhada fraude que aquele país já tenha visto, deu entrada numa petição para que se realizasse uma auditoria e propôs um panelaço em todo o país.

O que se viu desde então foi a mais brutal e desumana perseguição e violência promovida pela Guarda Nacional, a mando do próprio usurpador Nicolás Maduro.

Tenho lido as “opiniões” da mídia escrita e tevisada de que, com a morte de Chávez o chavismo morreu junto com ele. Discordo frontalmente desta bobagem, uma vez que o “chavismo” nunca foi uma ideologia ou um fim em si mesmo, mas a máscara que os ditadores Castro encontraram para dar curso ao seu projeto de implantação do comunismo no continente.

E Chávez lhes caiu como uma luva - malgrado não fosse o “ungido” -, pois tinha vencido as eleições de 1998 com um apoio extraordinário, sofria de um narcisismo patológico e iria manejar uma fortuna incalculável com o dinheiro do petróleo, vital para a sobrevivência de Cuba. A aceitação de Chávez foi por puro oportunismo.

Assim ficou o corpo deste rapaz, agredido por ordens do ditador Maduro
 
Tendo compreendido isto, os Castro deram asas à imaginação de Chávez, inflaram seu já gigantesco ego e foram cercando-o como se faz para caçar porcos selvagens.

Por sua vez, Chávez, que não via nada além dele mesmo, acreditou que era o novo messias, a re-encarnação de Simón Bolívar e cedeu ao canto de sereia de Fidel Castro.

Isto não quer dizer que ele, Chávez, fosse ingênuo mas estava cego pela vaidade e bajulações, e acabou entregando o país inteiro aos velhos abutres cubanos.

Enquanto isso, Nicolás Maduro, o verdadeiro “ungido” de Havana desde a década dos 80, aguardava tão paciente quanto Jacó, servindo a Chávez (Labão) enquanto sonhava com Raquel (a Venezuela).

Com a morte de Chávez anunciada oficialmente, Maduro e seus mentores cubanos apressaram-se e fraudaram todas as etapas para a escolha de um novo presidente. Só que ele não contava que desta vez Capriles não iria trair seus eleitores como fez em 7 de outubro do ano passado e iria reagir.

No discurso que proferiu logo após Tibisay Lucena anunciar sua vitória, Maduro disse que o CNE “deveria realizar uma auditoria” para “calar a boca da oposição” que reclamava de fraude.

No dia seguinte, entretanto, ele foi juramentado, negou que queria uma auditoria e seu comportamento de ditador, treinado em Cuba, começou a se revelar. No vídeo abaixo pode-se comprovar que ele próprio solicitou uma auditoria que agora rejeita e persegue os que exigem a recontagem dos votos.


Até ontem à noite tinha-se conhecimento de sete assassinatos pela repressão. As vítimas, pessoas absolutamente pacíficas, apenas batiam panelas exigindo uma auditoria.

Nas fotos que ilustram esta edição pode-se ver o tamanho da brutalidade empregada pela Guarda Nacional contra estudantes que protestavam em frente às sedes do CNE em várias cidades do país.

Até ontem, também, tinha-se a informação de 73 oficiais detidos por não acatar ordens do COMANDO ESTRATÉGICO CUBANO.

Motorizados armados passam pelas ruas atirando em pessoas que estão concentradas em frente ao CNE.

Dois jornais opositores foram vítimas de pedradas nessa madrugada mas, enquanto isso, Maduro acusa Capriles de ser o “instigador” dos atos de violência e pelas mortes ocorridas desde então.

 

Isto não é montagem. Esse rapaz foi agredido pelos brutamontes da Guarda Nacional Venezuelana

Ontem à noite o Ministério Público processou solicitação da “privação de liberdade” a Henrique Capriles, Leopoldo López e outros membros da Mesa de Unidade, na qual a promotora Luisa Ortega acusa-os dos delitos “concerto para delinqüir, formação de quadrilha ou associação ilícita, instigação para causar perturbação à população e obstrução da via pública, assim como a responsabilidade pelos assassinatos ocorridos na segunda-feira durante os vários protestos.

De acordo com o Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), o presidente Nicolás Maduro ordenou à Luisa Ortega e à presidente do TSJ, María Estella Morales, a processar Capriles, sua equipe de campanha de outros dirigentes da oposição.

Segundo um ex-magistrado que conhece os métodos empregados desde Chávez, a coisa funciona assim: “O Ministério Público faz a imputação ante um tribunal e este recebe um telefonema do TSJ dando instruções de como tem que agir”.

Quem não lembra de Chávez berrando em cadeia de rádio e televisão que o TSJ processasse a juíza María Lourdes Afiune e que lhe dessem a pena máxima de 30 anos, como de fato ocorreu?

E quem não lembra das infâmias e calúnias imputadas a Alejandro Peña Esclusa?

Esse é o método do castro-comunismo desde há 54 anos, onde a única prova que compõe o processo é a vontade soberana dos ditadores.

Mas as arbitrariedades não param por aí. Numa sessão na Assembléia Legislativa ontem, o deputado opositor Williams Dávila foi agredido fisicamente em plena sessão no plenário, quando lhe arremessaram algo contra a cabeça, resultando em um corte que necessitou suturar com 8 pontos (ver a foto).

Segundo informa o deputado, a agressão foi totalmente gratuita, uma vez que ele ouvia o pronunciamento de outro parlamentar quando foi agredido.

Disse ainda que sentiu a pancada de um objeto preto que lançaram do lado esquerdo do salão, enquanto os chavistas, que são maioria, davam gargalhadas com a cena.

Além de intrinsecamente maus, estes elementos são verdadeiros vândalos, pessoas vulgares acostumadas a baixarias e crimes de toda espécie.

 

O deputado da oposição, Williams Dávila, necessitou levar 8 pontos após ser agredido por deputados da situação, em plena sessão no plenário, onde ele apenas "ouvia" a exposição de outro deputado.
 
Também ontem, o presidente da Assembléia, Diosdado Cabello, destituiu vários deputados da presidência de comissões que estes integravam, como retaliação por não terem aceitado a vitória e juramentação de Maduro como presidente, dentre eles o deputado agredido em plenário. Em sua conta de Twitter o ex-presidente Uribe denunciou:

“@ AlvaroUribeVel - Comunidade: ‘Golpe de Estado na Assembléia, Deputados Dinorah Figuera, Nora Bracho, Williams Dávila e Miguel Angel Rodríguez, removidos da Presidência de Comissões por ordem de Diosdado: de imediato”.

Os Estados Unidos não aceitaram a vitória de Maduro e por isso afirmam que só depois de uma auditoria rigorosa se posicionarão quanto ao resultado.

Já os parlamentares que compõem a Rede Latino-Americana para a Democracia, apontam incontáveis irregularidades no pleito e também solicitaram ao CNE que realizem esta auditoria.


Segundo o chefe da missão de observadores da Rede
, Diego Sueiras, “Me preocupa que o CNE tenha dito que os resultados são irreversíveis. Os resultados não são irreversíveis, o serão uma vez se cotejem as atas e cada papel. Que se faça uma cadeia de custódia das caixas de comprovantes e dos cadernos de votação. Que se cotejem os cadernos de votação com as papeletas, que se faça uma contagem imparcial auditada por referências nacionais e internacionais”.

E, finalmente, para fechar esta edição com chave de ouro, o Notalatina apresenta um vídeo muitíssimo bem elaborado que PROVA a monumental e descarada fraude ocorrida no último domingo.

Neste vídeo apresenta-se os resultados oficiais do CNE (inclusive com foto da página), do primeiro boletim, onde se havia escrutinado 99,12% dos votos e o definitivo, apurados os 100%.

No primeiro boletim o CNE informou que o resultado, restando apenas 2% por apurar, dava 50,66% para Maduro e 49,07% para Capriles. Entretanto, no resultado final, incluídos os 2% faltantes, aparece 69% para Maduro e 31% para Capriles!

É tão aberrante essa fraude, que não precisa sequer conhecer de estatística ou matemática para perceber que os dados informados no fechamento da apuração foram manipulados sem qualquer preocupação de que a oposição iria verificar e denunciar perante o mundo.

Fiaram-se no silêncio e aceitação passiva de Capriles em 7 de outubro e acreditaram que poderiam elevar à estratosfera o resultado final.

Deram-se mal!

Por isso a repressão violenta e criminosa está tão exacerbada. É visível o desespero de Maduro com a possibilidade de deixar de realizar um sonho acalentado por mais de 20 anos, e mais ainda o desespero dos ditadores da ilha, pois Capriles anunciou em campanha que não queria mais cubanos invadindo seu país como está há mais de 14 anos.

Temo por uma guerra civil e mais derramamento de sangue, pois isto parece inevitável, uma vez que nem a ditadura cubana nem seu seguidor vão entregar pacificamente aquilo que levaram anos planejando.

Estiveram perto demais da conquista e, a não ser por uma intervenção externa e poderosa, o neo-ditador Maduro vai se conformar com a derrota.

Oremos pela Venezuela e para que se faça justiça.

Chega de ditaduras comunistas!

Fiquem com Deus e até a próxima!

 

quinta-feira, 18 de abril de 2013

Agressão e impunidade.

Foto: reprodução Rede Record
Uma professora quase ficou cega depois de ser agredida por um aluno em Franco da Rocha, na região metropolitana de São Paulo. A confusão começou durante um apagão na escola. Os alunos cortaram a energia elétrica para fazer arrastões nas salas de aula.
Os olhos dela ficaram roxos, inchados e dormentes. Por pouco, a professora de filosofia não ficou cega. Maria de Fátima Costa dos Santos foi agredida por um aluno que arremessou uma lixeira no rosto dela.
— Dá medo, porque nós temos famílias. Eu, por exemplo, sou casada e tenho três filhos. A primeira preocupação que vem é dos meus filhos que estavam em casa.(R7)
COMENTO: Imaginem se apareceu alguém dos tais "Direitos Humanos", órgãos ou ONGs voltados à proteção disso ou daquilo outro?
Garanto que se fosse a agressão contra um bandido, um cão ou um gato isso repercutiria em toda mídia. "Estouraria" na televisão, viriam associações de proteção de animais, ONGs, Sindicatos, Ministros (as), Ministério Público, etc...
Mas lembrem-se: A agressão foi contra uma pessoa trabalhadora, uma professora. Portanto, ninguém dá valor a gente trabalhadora e às pessoas de bem deste país.
Nem o Sindicato dos professores, pelo que se saiba, tão voltado às causas esquerdistas, fez algo em benefício da Professora.

Ótica bolivariana atropela a Justiça e os direitos humanos.

A juíza María Lourdes Afiuni, “presa del comandante Chavez” – foi violada na prisão e continua presa do regime chavista, desde 10 de dezembro de 2009; já apelou até para a OEA, ONU.
Não resta dúvida de que no regime chavista - preso político, mesmo que prove o contrário continua sendo culpado, numa (a) lógica sem precedentes no mundo jurídico.