Reportagem do jornal “Estado de S.Paulo”, diz que o governo, para fechar o buraco nos dois principais fundos do setor elétrico sem com isso impactar imediatamente as contas públicas, pode vir a realizar uma manobra financeira que vai pesar na contabilidade de bancos públicos.
A engenharia contábil prevê o uso de empréstimos da Caixa e do BNDES aos fundos Reserva Global de Reversão (RGR) e na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que não possuem receita suficiente para pagar estes aportes.
O esforço do governo para montar a operação começou depois da revelação de que as contas iniciais deram errado e foi preciso gastar mais do que o previsto para bancar o desconto de 20% nas tarifas de energia residencial, uma das bandeiras de Dilma Rousseff e trunfo eleitoral para 2014.
Na prática, vai sobrar para o contribuinte mais uma conta bilionária, que irá se somar aos R$ 7 bilhões cobrados a mais dos consumidores pelas empresas do setor de energia durante vários anos, e que até hoje não foram devolvidos à população.
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